Associazione Sportiva Roma
Giallorossa
1927
Olimpico
Franco Sensi
Luciano Spalletti
Fatos & História
As Origens
No início do século XX, quando o futebol estava conquistando adeptos em toda a península italiana, na cidade de Roma a situação era muito parecida com aquela que se vivia em Londres. Como na capital britânica, a prática desse esporte era comum em um grande número de pequenos clubes, cada um com suas particularidades e diferenças; geralmente eram equipes de quarteirões, distritos ou ainda representados por classes sociais bem definidas. Nos anos vinte, na primeira divisão regional da cidade de Roma jogavam oito sociedades: U.S. Romana, Fortitudo, Alba, Juventus, Roman, Audace, Pro Roma e a Lazio.
O nascimento da A.S. Roma
A equipe capitolina se constituiu graças à fusão de três das equipes de futebol da cidade: a Alba Audace, o Roman e a Fortitudo Pro Roma. Tal decisão foi tomada tendo em vista o desejo de Italo Foschi, na época secretário da Federação Romana no Partido Nacional Fascista, membro do CONI e presidente da Fortitudo Pro Roma. A data de fundação da A.S. Roma é foco de uma grande discussão: muitas fontes vêm, de fato, indicando que esta seria 22 de julho de 1927, mas na realidade a fusão já havia sido formalizada em 7 de junho do mesmo ano, como anunciaram no dia seguinte os principais jornais de Roma, Il Tevere, La Tribuna e Il Messaggero.
Foschi deu corpo à idéia de haver uma equipe esportiva que portasse o nome da cidade de Roma e que pudesse ambicionar maiores resultados. O mesmo aconteceu em Florença, Nápoles e Bari, outras cidades do centro-sul que deram vida, através de suas fusões, a sociedades de grandes dimensões para sustentar o futebol profissional nestas regiões, que já era praticado no norte italiano, o que garantia uma dominação do cenário nacional do futebol. Da fusão também faria parte a Società Sportiva Lazio, mas a mesma permaneceu fora do acordo de fusão após a intervenção do general fascista Giorgio Vaccaro, presidente do clube alviceleste, que se opôs à vontade do secretário romano do PNF.
O primeiro presidente da nova sociedade foi o mesmo Foschi, cargo que abandonou após somente um ano, após ser nomeado membro do diretório federal de La Spezia, dando a ocupação para Renato Sacerdoti, industrial do setor alimentício. A sede da A.S. Roma foi fixada no rione de Campus Martius, nos velhos escritórios do Roman. Nos primeiros dois anos de existência, a Roma jogava provisoriamente em Motovelodromo Appio, enquanto aguardava o término da construção do novo estádio para onde se transferiu e jogou até os fins da década de trinta: o Campo Testaccio.
A Roma conquistou seu primeiro troféu já na temporada 1927-28, aquela de sua fundação, vencendo sobre o Modena a Copa CONI, atualmente denominada Copa Itália.
As Cores
As cores escolhidas para a nova sociedade nascida da fusão foram o amarelo e o vermelho, que eram as cores do Roman, e também as cores do gonfalone do Capitólio, herdadas das antigas bandeiras do Império Romano. Como símbolo do clube, foi escolhida a loba capitolina, que amamentara Rômulo, fundador de Roma, e seu irmão Remo. O emblema da equipe, um escudo dividido nas duas cores sobrepujado pela loba, compreende todos estes elementos. O fato de estarem representadas nas cores e no símbolo a cidade e as tradições de Roma fez que a equipe trouxesse para si imediatamente a simpatia das classes populares dos velhos quarteirões e riones do coração da cidade. Por outro lado, a Lazio, rival local, manteve-se ligada aos ambientes da burguesia citadina de onde surgiu, e ganhou torcedores sobretudo nas fronteiras da província.
Os anos trinta
A Roma testaccina
A partir de 1930, a Roma pode finalmente transferir-se para seu novo estádio, o Campo Testaccio. A este período está ligada uma das mais belas páginas da história romanista: o campo cheio e o público caloroso nas tribunas de madeira pintadas de vermelho e amarelo constituiram um elemento fundamental para motivar os jogadores a sempre darem o melhor de si em todas as partidas. Graças a isso, a equipe daqueles anos mostrava um jogo forte e destemido em frente a qualquer adversário. Alguns dos protagonistas de tal período foram, além o capitão Attilio Ferraris, o goleiro Guido Masetti, o médio Fulvio Bernadini e o centroavante fiumano Rodolfo Volk, que marcou 103 gols com a camisa rubro-amarela.
No verão de 1933, após a Roma ter vendido, com a oposição dos torcedores, o artilherio Volk, dá três golpes de mercado ao adquirir os denominados três mosqueteiros argentinos: o pirata negro Enrico Guaita, o médio-ala Alessandro Scopelli e o centro-médio Andrea Stagnaro. Os três campeões permaneceram na Roma somente por duas temporadas, levando a equipe a um quinto e a um quarto lugar. Depois de se naturalizarem italianos para desfrutar de algumas vantagens, entre as quais poderem ser convocados para a Seleção Italiana, fugiram da concentração em uma noite de 1935, para evitarem uma convocação do exército. A Itália naquele período estava próxima de entrar em guerra contra a Etiópia.
Durante a temporada 1934-35, em vista de uma operação para a renovação da equipe, o presidente Renato Sacerdoti decide-se pela venda do capitão Ferraris que, pouco propenso a distanciar-se de Roma, negociou clamorosamente com a Lazio, de onde logo se torna capitão. A notícia revoltou os torcedores, que o taxaram de traidor.
Os anos quarenta
O primeiro scudetto
Após uma década de campanhas razoavelmente boas, na temporada 1941-42 a equipe alcança o seu primeiro triunfo importante, mas inesperado: o scudetto, conquistado em 14 de junho de 1942 após a vitória sobre o Modena por 2-0 no Stadio Nazionale, atual Estádio Flamínio. Os anos trinta encerraram-se com a hegemonia do Bologna e da Inter Ambrosiana, que tinham dividido os dois últimos títulos, sendo assim os dois grandes favoritos. O presidente Edgardo Bazzini não acreditava que a Roma poderia ser campeã italiana, já que a equipe rubro-amarela havia terminado na décima primeira colocação na temporada anterior. O personagem da conquista, com dezoito gols marcados, era um jovem atacante: Amedeo Amadei, carinhosamente apelidado pelos torcedores romanistas de fornaretto. Pela primeira vez na história do futebol, o título italiano havia sido vencido por uma equipe do centro da Itália, ao sul da Pianura Padana.
O declínio pós-scudetto
No ano seguinte à conquista do scudetto o presidente Bazzini não sentiu-se seguro para fazer grandes alterações no elenco campeão, cometendo assim um grave erro que lentamente levou os mecanismos da equipe a uma súbita queda. A sua principal falha foi não considerar a alta média de idade do elenco romanista, sobretudo para os parâmetros da época, nos quais a carreira de um atleta terminava muito antes que nos tempos atuais. Se de um lado era esta a causa principal do declínio imediato da vitoriosa equipe, é necessário considerar que, por outro lado, começava a afirmar-se no cenário italiano a equipe que dominaria o campeonato nos preocupantes anos quarenta: o Torino.
A Segunda Guerra Mundial pôs fim ao campeonato nacional, que permaneceu suspenso por três anos, nos quais foi apenas jogado de maneira amadora em campeonatos regionais e locais. O torneio nacional ressurgiu somente em 1945, novamente dividido em dois grupo: um para o norte e outro para o centro-sul. A equipe da capital, porém, não teve sucesso quando competiu com as outras equipes do norte da Itália, mas sobretudo era impossível para uma equipe sem dinhero e moral como a Roma daqueles anos confrontar-se com o Torino, que se mostrava imbatível.
Os anos cinqüenta
O rebaixamento e o retorno imediato
Na temporada 1950-51, o banco rubro-amarelo sofreu diversas trocas de técnico. A equipe perdeu onze partidas por 1-0, e sempre que sofria um gol demonstrava sua impotência fronte ao adversário, e sempre sucumbia. O rebaixamento foi inevitável, e naquele ano se deu a primeira e única queda de divisão para a Serie B da história romanista.
Em 1952, a Roma foi protagonista na disputa pelo título da Serie B ao lado do Brescia. Mesmo a boa campanha dos rivais da Lombardia não impediu a promoção da Roma, que manteve-se na liderança durante toda a temporada e encerrou o torneio com um ponto de vantagem sobre os rondinelli. Em 22 de junho de 1952, após dez anos exatos da conquista do scudetto, os romanistas festejaram o retorno para a Serie A.
Nos anos seguintes à promoção chegaram em Roma grandes novidades, e a equipe foi se fortalecendo com algumas novas aquisições. O cargo de técnico foi confiado ao inglês Mario Varglien, que teve sucesso nas primeiras rodadas ao criar um um esquema de jogo que garantiu à equipe uma ótima estréia, porém frustada no decorrer do campeonato por uma série de derrotas que conduziram a Roma ao sexto lugar na classificação.
Em 17 de maio de 1953, a Roma transferiu-se do Stadio Nazionale para o novo Estádio Olímpico. E no verão do mesmo ano concluiu, de forma inesperada, um grande golpe de mercado, contratando do Peñarol o uruguaio Alcides Ghiggia, ala de grande classe e autor do gol da vitória de sua seleção contra o Brasil na final da Copa do Mundo de 1950.
Nas temporadas seguintes a Roma alterou boas temporadas, como o terceiro lugar em 1955, com temporadas desastrosas, como em 1957, quando mais uma vez chegou perto do rebaixamento. Os principais jogadores da segunda metade dos anos 50 foram o uruguaio Ghiggia e o brasileiro Dino da Costa, atacante que foi artilheiro da temporada 1956-57, com 22 gols. Da Costa tornou-se ídolo da torcida romanista graças às suas ótimas atuações nos derbys, onde marcava freqüentemente. Outro pilar da equipe e da história rubro-amarela foi Giacomo Losi, capitão e defensor do time. Losi é, ainda, o jogador com mais partidas com a camisa da Roma. Sua afeição ao time e seu caráter extraordinário lhe valeram o apelido de Coração de Roma.
Os anos sessenta
A Copa das Feiras
Na temporada 1960-61, o sucesso da Roma atingiu uma dimensão continental, graças à conquista da Copa das Feiras, torneio do qual participavam as equipes sediadas em grandes cidades que organizavam feiras internacionais de comércio. Em 1971-72, esta competição foi transformada para a atual Copa da UEFA, da qual se participa por mérito, pela classificação nos campeonatos e copas locais.
Duranto os anos sessenta, a Roma dispunha de uma formação com um grande número de campeões. Entre eles estavam Pedro Manfredini, atacante argentino, um falcão da grande área e um dos artilheiros mais prolíficos da história romanista. Foi artilheiro da Serie A em 1963, ao lado de Harald Nielsen, do Bologna. Um outro jogador, compatriota do forte centroavante, foi o médio-ala Francisco Lojacono, jogador ambidestro dotado de um bom remate de fora da área e cobrador infalível de pênaltis. E, finalmente, o afiado artilheiro Antonio Valentin Angelillo. Outros protagonistas da época foram o sueco Arne Selmosson e o uruguaio Juan Alberto Schiaffino. A Roma, nos anos sessenta, nunca superou a quinta colocação no campeonato, e uma das causas era o estilo de vida lascivo de seus jogadores.
Apesar da temporada decepcionante, encerrada com um décimo segundo lugar na classificação, a equipe rubro-amarela conquistou sua primeira Coppa Italia em 1963-64, após bater o Torino na final.
As crises financeiras
Em 1964, a Roma encontrava-se à beira da falência. O déficit havia chegado a tal ponto que não permitia à sociedade o pagamento dos salários, o que gerou uma instabilidade entre os jogadores. No dia do Ano-Novo de 1965, no Teatro Sistina, o então técnico romanista Juan Carlos Lorenzo organizou uma coleta para receber fundos para a disputa da Coppa Italia, que seria realizada alguns dias mais tarde.
Após a venda de alguns dos campeões, o presidente Evangelisti completou seu plano de saneamento do caixa da sociedade, transformando a Roma em uma sociedade por ações. Para o fim dos anos sessenta, a equipe foi confiada à Helenio Herrera, técnico vencedor que havia conduzido a Internazionale ao topo do mundo por duas vezes. Apesar da chegada do novo técnico, os resultados em campo não mudaram. Em sua primeira temporada, a Roma chegou em um cinzento oitavo lugar, porém venceu sua segunda Coppa Italia, em junho de 1969.
Os anos setenta
Os anos da Rometta
Os anos 70 foram uma das décadas menos gloriosas para a história romanista, mas cheia de emoções para a torcida. Inicia-se com o adeus da mítica bandeira Giacomo Losi e com a clamorosa venda, no último ano da presidência de Marchini, de três "jóias" (Spinosi, Capello e Landini) para a Juventus. A partir daí, entrou-se na considerada Rometta de Gaetano Anzalone: uma equipe feita de refugos alheios, jovens promessas e, sobretudo, velhas glórias. Também nessa década passaram pelo clube grandes campeões, mas com curta "vida útil", como Pierino Prati, Luis Del Sol, Amarildo, além do retorno de Picchio De Sisti.
A Roma, nesta década, oscilou sempre no meio da classificação, exceto com a terceira colocação de 1975. Protagonistas desta época foram, além do jovem presidente, Helenio Herrera, o mago, contratado já por Marchini, e que jamais conseguiu bons resultados, apesar do vasto currículo. Na segunda metade dos anos 70 o banco giallorosso foi guiado por Nils Liedholm, o barão sueco, que realizaria o sonho do scudetto somente nos anos 80, com a chegada de Dino Viola. O maior mérito de Liedholm seria a valorização de jovens como Rocca e Di Bartolomei.
O pior momento destes anos ocorreu na temporada 1978-79, quando a Roma só teve certeza de sua permanência na Serie A na penúltima rodada, após um empate em casa por 2-2 com a Atalanta. Na temporada seguinte, a Roma é recriada por Dino Viola, que transformou completamente o elenco, colhendo os frutos técnicos e estruturais semeados por Anzalone. Irônico, tenaz, e pouco propenso a tolerar o poder extra das tradicionais potências do futebol italiano, pavimentou o caminho do segundo scudetto e dirigiu como protagonista os inesquecíveis duelos com Boniperti, da eterna rival Juventus.
Nascimento da torcida organizada e do CUCS
Durante estes anos de crescente paixão, na Curva Sud do Stadio Olimpico, zona mais quente da torcida romanista, começou-se a formar grupos organizados de jovens, os quais, em 1977, uniram-se em um único grupo: o Commando Ultrà Curva Sud. A Roma, então, no nome do presidente Anzalone, pede aos personagens da torcida para se unirem na busca de uma solução para os crescentes problemas com a violência. A idéia era transportar as fortes energias dos jovens que até então estavam principalmente empregadas nas manifestações agressivas. O apoio efetivo ao time foi associado a uma recusa explícita à violência. A estratégia revelou-se inteligente, e começou assim a história de uma grande paixão esportiva, tida como exemplo em toda a Europa.
Tempos de glórias
Já em 1980-81, tem início o infindável duelo contra a Juventus de Turim pelo campeonato. Os alvinegros acabaram vencendo, mas mesmo depois de tantos anos, ainda pesa sobre esta vitória um gol de Turone injustamente anulado no encontro direto das duas equipes no Delle Alpi. Mas a Roma respondeu conquistando a Copa Itália de 1981, e vencendo a concorrência para acertar a sua melhor aquisição da história: Paulo Roberto Falcão comprado junto ao Sport Club Internacional, clube em que até hoje é considerado um dos maiores jogadores da história. Em 1982-83, então, chegou o tão esperado triunfo. Um gol de Pruzzo garantiu um empate com o Genoa, e a Roma garantiu matematicamente o seu segundo scudetto. O conjunto formado pelo técnico Liedholm era uma máquina perfeita. A defesa impenetrável tinha a presença de insuperáveis como Tancredi, Vierchowod, Nela e Maldera, o meio-de-campo contava com formidáveis como Di Bartolomei, Falcão, Ancelotti e Prohaska, e o ataque explosivo era puxado pelo bomber Pruzzo e por Bruno Conti, insistente pelos flancos.
A Roma estava em estado de delírio em mais uma extraordinária conquista e o cantor Antonello Venditti, estimulado por esta incrível atmosfera, compôs Roma, Roma, Roma, canção que se tornaria um hino romanista por excelência. Um ano depois, a equipe chegou à final da Copa dos Campeões em seu próprio estádio Olímpico. Naquela noite, porém, o Liverpool acabou vencendo nos pênaltis, após uma partida surreal. A derrota no Olímpico na Copa dos Campeões assinalou o lento declínio da era Viola.
Os anos seguintes foram marcados por vãs tentativas de resgatar o antigo esplendor. Viola, depois de uma tentativa com Sven-Göran Eriksson, que conquistou outra Copa Itália mas tropeçou em uma tentativa frustrada de scudetto, tenta trazer novamente Liedholm, porém desta vez o encanto havia acabado. Neste tumultuado período, os talentos romanistas responsáveis por dar alegria à Curva Sud foram il principe Giannini e o alemão Völler, que foram figuras importantes da conquista das Copas Italianas de 1986 e 1991.
Princípio da era Sensi
Depois da morte do presidente Viola, assume então Ciarrapico, que fica até 1993, porém com péssimos resultados. Esse se torna um período de entre-reis, na década de 90 que no entanto abre as portas a uma nova fase, desta vez histórica: a presidência de Franco Sensi. Os resultados no início foram minguados, e anos de transações se sobrepuseram até que fosse descoberto um dos maiores jogadores da história rubro-amarela, o romano e romanista Francesco Totti, apelidado de bambino d'oro pelo cronista Carlo Zampa.
Após os fracos resultados da década, Fabio Capello chega em 1999 com uma missão que seria cumprida em apenas duas temporadas. O terceiro scudetto da história romanista veio na temporada 2000-01, quando a equipe dominou toda a temporada. Entre os protagonistas da vitória do campeonato, os próprios autores dos três gols do jogo decisivo contra o Parma: o capitão Totti, e os bombers Batistuta e Montella. O ano vitorioso terminou ainda com a inédita conquista da Supercopa em cima da Fiorentina.
Contemporaneidade
Após o rompimento com Fabio Capello, e uma fase instável de revezeamento de treinadores, Luciano Spalletti passou a comandar a equipe da capital. Em 2005-06, primeira temporada do técnico toscano no clube, o mais importante ponto foi o recorde absoluto de 11 vitórias consecutivas no campeonato, que culminou na vitória no dérbi com a Lazio, por 2-0. No fim da temporada, a honestidade de Franco e Rosella Sensi no comando da Roma foi recompensada. A sociedade, que havia conquistado em campo apenas a 5ª colocação no campeonato, após as sentenças relativas ao calciocaos, encerrou a temporada em 2º lugar, e uma vaga na Liga dos Campeões da Europa.
Maiores Rivais
Lazio, Juventus, Inter, Napoli, Milan.
Destaques do atual elenco
Francesco Totti, Daniele De Rossi, Alberto Aquilani, Juan, Philipe Mexès
Ídolos do Clube
Giacomo Losi(Soncino, 9 de outubro de 1935)
é um ex-futebolista italiano que jogava como defensor. Jogou toda a sua carreira pela Roma, sem mudar de equipe, e nem ser expulso.
Paulo Roberto Falcão(Abelardo Luz, 16 de outubro de 1953)
é um ex-futebolista brasileiro. Jogou no meio-campo do Internacional de Porto Alegre na década de 1970; era, tecnicamente, um volante, mas jogava avançado e marcou muitos gols, comandando o Internacional na campanha das conquistas do campeonato brasileiro de 1975-1976 e 1979, além de ter ganho cinco estaduais (1973, 1974, 1975, 1976 e 1978). É considerado até hoje um dos maiores ídolos da história do clube.
Era preferido da imprensa e da torcida para jogar na Copa do Mundo de 1978, na Argentina,[carece de fontes?] mas à última hora o técnico Cláudio Coutinho preferiu levar Chicão, do São Paulo, pois queria contar com um jogador com mais raça para jogos mais tensos contra adversários que usassem a catimba.[carece de fontes?]
No início da década de 1980 transferiu-se para a AS Roma, na Itália. Ajudou o time a conquistar o scudetto pela primeira vez em muitos anos; comandou também aquele time e ganhou a alcunha de "Rei de Roma".
Em 1982 fez parte, ao lado de Zico, Roberto Dinamite, Sócrates, Júnior e Toninho Cerezo, sob o comando de Telê Santana, da talentosa seleção brasileira que perdeu para a Itália na Copa de 1982, em célebre partida válida pelas quartas-de-final disputada no Estádio de Sarrià, em Barcelona, Espanha.
Falcão encerrou sua carreira como jogador, jogando pelo São Paulo Futebol Clube em 1985 e conquistou o título paulista no mesmo ano. No início da década de 1990, teve uma breve experiência como técnico da seleção brasileira de futebol.
Hoje em dia, Falcão tem atuado como comentarista esportivo da Rede Globo de televisão e é casado com Cristina Ranzolin, apresentadora do Jornal do Almoço na RBS TV gaúcha, desde 2003. Já comentou anteriormente na Rede Manchete, e atualmente também atua na Rádio Gaúcha, num programa semanal de entrevistas, e é comentarista esportivo no canal fechado Sportv.
Bruno Conti(Nettuno, 13 de março de 1955)
é um ex-futebolista italiano que atualmente trabalha como olheiro para a AS Roma.
Agostino Di Bartolomei(Roma, 8 de abril de 1955 - San Marco di Castellabate, 30 de maio de 1994)
é um ex-futebolista italiano que jogava como centrocampista.
Di Bartolomei jogou por AS Roma (1972-1975), Vicenza Calcio (1975-1976), AS Roma (1976-1984), AC Milan (1984-1987), Cesena (1987-1988) e Salernitana (1988-1990).
Aldair(Ilhéus, 30 de novembro de 1965)
é um futebolista brasileiro, que foi zagueiro do Flamengo , Benfica e da Roma.
Nestes clubes, Aldair construiu uma bela carreira durante as décadas de 80 e 90.
Contudo, Aldair também sempre será lembrado por sua participação na conquista do tetra-campeonato mundial nos Estados Unidos, com a Seleção Brasileira.
Aldair começou sua carreira no Flamengo, em 1985, quando teve a oportunidade de jogar ao lado de ídolos rubro-negros como Zico, Andrade e Leandro.
Vestindo a camisa do Flamengo, participou das conquistas do Campeonato Carioca de 1986 e da Taça União de 1987.
Negociado com o Benfica, em 1989, foi titular da equipe portuguesa até o ano seguinte, quando despertou o interesse da Roma, clube para o qual se transferiu e que defendeu pelos treze anos seguintes de sua carreira.
A história de Aldair com a Seleção Brasileira teve início em 1989, sendo que, onze anos mais tarde, o zagueiro despediu-se da Seleção com 93 jogos e três Copas do Mundo.
Em 1990, na Copa da Itália, Aldair era reserva e não participou de nenhum jogo. Quatro anos mais tarde, nos Estados Unidos, após as contusões de Ricardo Gomes e Ricardo Rocha, Aldair e Márcio Santos formaram a dupla de zaga tetra-campeã mundial. Por fim, na Copa do Mundo de 1998, fez companhia a Júnior Baiano.
Aldair também participou das Olimpíadas de Atlanta, quando o Brasil decepcionou e conseguiu apenas a medalha de bronze.
Em 2004, aos 39 anos de idade, Aldair encerrara sua carreira no Genoa, outro clube italiano. Entretanto, três anos mais tarde, portanto, já com 42 anos, acabou sendo persuadido, pelo velho amigo Massimo Agostini, a atuar pelo Murata, clube de San Marino.
O Murata disputou a fase preliminar da Liga dos Campeões da UEFA 2007/08, mas acabou sendo eliminado logo de cara. Aldair continua atuando pelo Murata, e recentemente jogou na primeira fase preliminar da Liga dos Campeões.
Francesco Totti(Roma, 27 de setembro de 1976)
É um futebolista italiano. Totti até hoje jogou toda a sua carreira pela AS Roma, da qual também é capitão. A única camisa que Totti vestiu além da giallorossa foi a da Seleção Nacional Italiana, da qual é um dos suportes. Armador de jogo, e frequentemente finalizador, pode jogar em diversas posições no ataque, mas é como "trequartista" atrás dos pontas que apresenta sua extraordinária técnica do melhor modo, com passes perfeitos para seus companheiros, ou com disparos potentes e precisos.
Depois de três anos nos setores juvenis da Roma, em 28 de março de 1993, com somente dezesseis anos, Totti tem sua primeira chance no time profissional, graças ao treinador Vujadin Boskov. Ele envergou a camisa giallorossa(rubro-amarela) no fim do encontro vencido por 2-0 contra o Brescia. Na temporada 1994/95, Totti não se importa com a concorrência de Abel Balbo e Daniel Fonseca, e consegue 21 presenças com a camisa romanista, marcando ainda quatro gols. A partir da temporada seguinte, Francesco já havia se transformado em titular absoluto.
Em 1997, com o novo treinador tcheco Zdenek Zeman, Totti passa pelo seu salto que qualidade. O ofensivo 4-3-3 do técnico aproveitava muito bem tanto as características físicas quanto técnicas, o que acabou transformando Totti em um verdadeiro líder e símbolo da Roma. Em 1999, a liderança de Totti sobre o grupo e seu reconhecimento pela torcida eram tamanhos que Aldair acabou lhe cedendo por vontade própria a faixa de capitão do time.
Ainda em 1999 a Roma contrata Fabio Capello como treinador, e planeja grandes projetos para o futuro: construir todo um time em torno de Totti. Mas, nesse ano, a Roma só chegou na sexta colocação, embora Totti tenha novamente brilhado e vencido o prêmio de "jogador italiano do ano", oferecido pela Associação Italiana de Futebolistas.
Na temporada seguinte, as ambições da Roma são sempre maiores, mas desta vez não há desilusão: com a fundamental contribuição de Totti e dos novos e importantíssimos jogadores adquiridos (Batistuta, Samuel e Emerson), em 17 de junho de 2001 o time consegue consagrar-se campeão italiano. Totti é de novo nomeado jogador italiano do ano e concorreu à Bola de Ouro, vencida naquele ano porém por Owen.
Na temporada 2003/04 Totti estabelece o seu recorde pessoal de conclusões fazendo 20 gols, enquanto na temporada 2004/2005 alcança um recorde preciosíssimo: 107 gols com a A.S. Roma com os quais, ultrapassando Pruzzo, ficaria sendo o maior marcador da história da A.S. Roma.
Na primavera de 2005 renovou seu contrato com a Roma até a ano de 2010, com o principal motivo de estar no seu time do coração, e calando, de uma vez por todas, os boatos que mencionavam uma suposta tranferência para o Real Madrid.
No dia 19 de fevereiro de 2006, ao sétimo minuto do jogo Roma-Empoli, uma bruta queda causada pelo defensor Vanigli fez com que Francesco fraturasse o perônio e ficasse de fora dos gramados por mais de dois meses, seu retorno ocorreu na final de retorno da Coppa Italia contra a Internazionale, e então Totti esteve disponível para disputar e ganhar a Copa do Mundo com a Seleção Italiana.
Na temporada 2006/2007, Totti, com 32 anos, conseguiu sagrar-se Bota de Ouro ao marcar 30 gols, superando Ruud van Nistelrooy (Real Madrid) e Afonso Alves (SC Heerenveen).
Daniele De Rossi(Roma, 24 de julho de 1983)
é um jogador de futebol italiano que atua na Roma. Nascido em Ostia, na zona marítima de Roma, e romanista desde criança, De Rossi começou a jogar desde cedo no setor juvenil da Roma, onde seu pai Alberto, é um dos maiores responsáveis. Na temporada 2002/03, com apenas 19 anos, De Rossi começa a fazer parte do squadra principal do time da capital italiana, estreando com Fabio Capello em 3 de maio de 2003 na partida vencida por 2-3 contra a Reggina. Na temporada seguinte, contra o Torino, fez a sua primeira partida como titular e marcou seu primeiro gol com o time giallorosso. A temporada 2003/04 foi para De Rossi a de sua consagração, na qual o jovem meio-campo melhorou sua visão-de-jogo (também graças à presença ao seu lado do perito Emerson), ao ponto de conseguir ganhar uma convocação para a Seleção Italiana. Em 2004/05, ele apresenta uma queda de forma junto de toda a equipe, mas volta a brilhar na temporada seguinte. Graças a Luciano Spalletti, De Rossi volta a ser um dos líderas da squadra, e conseguiu pela primeira vez colocar em seu braço a braçadeira de capitão, em 15 de março de 2006, na partida da Copa da UEFA contra o Middlesbrough FC.
Quem mais jogou
| Pos. | Jogador | # Jogos |
|---|---|---|
| 1 | Francesco Totti | 388 |
| 2 | Giacomo Losi | 386 |
| 3 | Sergio Santarini | 344 |
| 4 | Guido Masetti | 338 |
| 5 | Aldair | 329 |
| 6 | Giuseppe Giannini | 318 |
| 7 | Bruno Conti | 304 |
| 8 | Franco Tancredi | 288 |
| 9 | Arcadio Venturi | 288 |
| 10 | Fulvio Bernardini | 285 |
Artilheiros
| Pos. | Jogador | # Gols |
|---|---|---|
| 1 | Francesco Totti | 151 |
| 2 | Roberto Pruzzo | 106 |
| 3 | Rodolfo Volk | 103 |
| 4 | Amadeo Amadei | 101 |
Reconhecimento e Prêmios do Jogador
Títulos
Administração do Clube
Uniformes
Estádio
Nome:
Stadio Olimpico
Capacidade
83.00 pessoas todos lugares sentados
== Patrocinadores
==
Material Esportivo:
Kappa
Patrocinio
Wind













mautargino