Juventus Football Club
Juve, Bianconeri (Branco e Preto), La Vecchia Signora (A Velha Senhora), La Goeba, La Fidanzata d'Italia (A namorada da Itália), Zebre (zebras), Madama
1897
Olímpico de Turim
Giovanni Cobolli Gigli
Claudio Ranieri
Serie A
Fatos & História
Tabela de conteúdo |
Geral do Clube
A Juventus tem sua sede na cidade de Turim, no noroeste da Itália, e é um dos mais importantes clubes do mundo. Fundado em 1987, a Juventus é também um dos clubes mais antigos da Itália em atividade, o terceiro, logo atrás do Genoa e do Pro Patria. O Bianconeri é o recordista do títulos italianos, com 27 de 100 campeonatos disputados.
História do Clube
Juventus é uma palavra Latina que significa juventude, e a principal razão para esse nome foi pelo clube ter sido fundado por estudantes de um famoso colégio em Turim, o “Liceo Massimo D'Azeglio”. Era dia primeiro de novembro de 1987. Suas cores eram rosa e preto, com um laço. A Juventus participou do primeiro Campeonato Italiano em 1900, mas saiu do torneio imediatamente. Mesmo assim, em 1905 (dois anos após ter mudado suas cores para preto e branco), a Juventus conquistou o título, depois de uma rodada final contra o Genoa e o US Milanese. Um ano depois, terminou empatado com o mesmo número de pontos do Milan, e depois do jogo em Turim terminar empatado, um segundo jogo extra foi disputado em campo neutro, porém na cidade de Milão, mas não no estádio do Milan, e sim no campo do Comasina. Juventus decidiu se retirar e perdeu o título. Neste mesmo ano, o presidente Alfred Dick deixou o clube e fundou o Torino. A Juventus correu um sério risco de desaparecer, graças a um suíço que queria mudar o nome do time para Jugen Fussyerein, e até transferir para outro país, mas foi impedido. A melhor colocação da Juventus na década de 1910 foi um segundo lugar, porém em 1913, ficou na última colocação de seu grupo, mas para evitar o rebaixamento entrou no grupo da Lombardia. A década de 1910 foi a única em que o time não conquistou nenhuma competição.
Após a primeira Guerra Mundial, a Juventus montou um grande time. Em 1923, Edoardo Agnelli comprou o clube, e em 1926 veio o segundo título, dessa vez com o Scudetto bordado na camisa. O goleiro Giampiero Combi, o zagueiro Virginio Rosetta e Frederico Munerati foram os três jogadores de 1926 que fizeram parte da mais forte equipe montada pela Juventus na história, ganhadora de cinco títulos consecutivos durante a década de 1930, da temporada 1930/31 até 1934/35, quando o jovem presidente Agnelli morreu em um acidente de avião. Raimundo “Mumo” Orsi, Luis Monti eram as estrelas Ítalo-argentinas junto com Renato Cesarini. Os atacantes Felice Borel e Ferrari também foram muito importantes na conquista desses cinco títulos. Neste meio tempo, a Juve ganhou um novo estádio, o “Estádio Mussolini”, após muitos anos mandar os seus jogos no “Velódromo Umberto I”, e também em outros dois campos, o Corso Sebastopoli e o Corso Marsiglia. Depois de conquistar esse ciclo de vitórias, a Juventus ficou perto de ganhar o Scudetto em 1938, mas perdeu em casa na última rodada e terminou em segundo, igual ao período após a guerra, no qual ficou três vezes atrás do Torino. A Juve conquistou duas Copas da Itália, em 1938 e em 1942. Em 1947, o filho de Edoardo Agnelli, Gianni, tornou-se presidente com apenas 25 anos. Um novo Scudetto veio em 1950, após a Era do time do “Grande Torino” terminar com um acidente de avião em Superga. Neste período, seu estádio mudou de nome para “Comunale”. Desde 1948, jogadores estrangeiros puderam voltar a Itália novamente, e estrelas como os dinamarqueses John Hansen e Kal Aage Praest atuaram pela Juventus, mas mesmo assim, o principal jogador da equipe era o italiano Giampiero Boniperti. Em 1952, a Juventus conquistou seu 9º título, e um ano depois, Gianni Agnelli deixou o comando do clube, mas a família continuava dona do clube. Em 1956, seu irmão mais novo, Umberto foi nomeado presidente do clube com apenas 22 anos. A Juventus conquistou seu 10º Scudetto em 1958, ganhando assim a estrela de honra (atualmente, apenas o Milan e a Inter de Milão tem uma), depois foi campeão novamente em 1960 e 1961, quando Giampiero Boniperti se aposentou. O Ítalo-argentino Omar Sivori era o jogador mais talentoso, John Charles um atacante poderoso, e o resto do time era repleto de coadjuvantes, mesmo assim erro o suficiente para dominar o cenário italiano. Em 1960, a Juventus conquistou a dobradinha “Scudetto-Copa da Itália”.
Com a Inter de Milão dominando o futebol no final da década de 1960, a Juventus conquistou um inesperado título em 1967, quando a Inter perdeu seu último jogo em Mantova com ma falha de seu goleiro Sarti. As décadas de 1970 e 1980 foram o segundo grande período de domínio da história da Juventus. Foram nove campeonatos em um período de quinze anos, entre 1971 e 1986, e finalmente conquistou seu primeiro título em um torneio internacional, a Copa da UEFA de 1977: Juventus derrotou o Athletic Bilbao em duas partidas, pelo critério do gol fora de casa (vitória de 1 a 0 em Turim e derrota por 2 a 1 em Bilbao). Antes disso, a Juve perdeu a final da Copa dos Campeões em Belgrado, disputada no dia 20 de maio de 1973, contra o Ajax, e a Copa Intercontinental, que a Juventus jogou devido a desistência do time holandês: derrota por 1 a 0 contra o Independiente, em Roma. Marcado pela derrota, a Juventus contratou vários jogadores famosos, como o goleir Dino Zoff, os zagueiros Gentile, Cabrini e Scirea, os meias Tardelli, Causio e Liam Brady, além de atacantes como Bettega, Paolo Rossi e Platini. A maioria desses foram considerados os melhores da Copa do Mundo de 1982. A Juventus ganhou a Copa dos Campeões de Copas em 1984 (vitória de 2 a 1 sobre o Porto em Basel, com um gol decisivo do atacante polonês “Zibi” Boniek), a Supercopa da Europa em 1985, batendo o Liverpool. Mesmo ano, mesmo time, tentando se tornar Campeão da Europa em Bruxelas, no estádio Heysel, a Juventus ganhou, mas o dia 25 de maio de 1985 entrou para a história pela morte de 39 espectadores, a maioria torcedores da Juventus. A Juventus conquistou também a Copa Intercontinental ao bater o Argentinos Juniors em Tokyo. O último Scudetto da década foi em 1986, após a Roma se suicidar ao perder os dois últimos jogos.
Em 1990, a Juventus se mudou para o estádio Delle Alpie, em 1995, após nove anos com apenas uma Copa da Itália e uma Copa da UEFA, a Juve conquistou seu 22º título italiano (após sua 20ª conquista, recebeu a segunda estrela de honra).Nesses anos, a Juventus conquistou quase tudo, Campeonatos Italiano, Liga dos Campeões em 1996, derrotando o Ajax após uma disputa de pênaltis, depois a Velha Senhora se tornou campeã mundial em 1996, vencendo o River Plate por 1 a 0 no Japão. O clube teve bastante sucesso nos anos seguintes, mas perdeu duas finais européias, uma em 1997 (Borussia Dortmund) e outra em 1998 (Real Madrid). Craques como Vialli e Ravanelli primeiro, depois Del Piero, Zidane e Davids foram os principais jogadores nesse período. Mas também houve desconfiança nesses anos, quando Zeman, técnico da Roma, apontou o uso de doping no clube. No final, o chefe da equipe médica e o CEO, Giraudo, não foi condenado, mas esse período vitorioso ficou manchado. O técnico Marcelo Lippi deixou a Juventus em 1999, mas o clube teve que chama-lo novamente para voltar a vencer. Zidane foi vendido para o Real Madrid, e a Juventus contratou Gianluigi Buffon e Lilian Thuram. Depois de dois Scudettos em 2002 e 2003, a falta de sorte na derrota nos pênaltis para o Milan na final da Liga dos Campeões em Manchester e uma má temporada convenceram Lippi a assumir o cargo de técnico da Seleção Italiana. Em 2005, a “Tríade” (o diretor Moggi, CEO Giraudo e o vice-presidente Bettega) contrataram outro técnico famoso, Fabio Capello. A jovem promessa, Zlatan Ibrahimovic, veio do Ajax, o volante Emerson chegou da Roma. A Juventus conquistou seu 28º e 29ª Scudetto, mas o escândalo de partidas arrumadas estava rondando... Moggi foi indiciado pelo promotor público por conspiração e fraude no esporte. A Juventus foi rebaixada para a segunda divisão e também teve revogado seus últimos dois títulos. O Scudetto da temporada 2005/06 foi entregue para a Inter de Milão, enquanto vários jogadores deixaram a Juventus. Um novo conselho foi indicado, e nomearam o ex-meia do clube, Didier Deschamps como novo técnico do time. Alguns jogadores de ponta, como Buffon, Del Piero, Nedved, Camoranesi e Trezeguet decidiram permanecer, recusando propostas de toda a Europa. No final da temporada, a Juventus conquistou a Serie B e foi promovida para a Serie A, mesmo tendo começado a competição penalizada com nove pontos a menos.
Rivais
Por ser o clube mais popular da Itália, a Juventus tem muitos, muitos rivais pela Serie A
Primeiramente, tem a rivalidade local com o Torino, que atingiu seu auge durante a década de 1970, especialmente na temporada 1976/77, quando a Juve conquistou o Scudetto com 51 pontos de 60 possíveis, e o Torino terminou em segundo com 50, apenas um ponto atrás. As vezes, essa rivalidade terminou em brigas, a última antes do derby de 30 de setembro de 2007, quando as torcidas dos dois times se enfrentaram nas cercanias do estádio, muitos carros foram destruídos e a polícia prendeu 30 torcedores.
A rivalidade histórica é com a Inter de Milão: vale ressaltar que até 2006, elas eram as duas únicas equipes que participaram da Serie A sem ser rebaixadas, e os jogos entre elas era chamado de “Derby da Itália”. Depois do escândalo “Calciocaos” e do rebaixamento da Juventus, para a Serie B, a rivalidade aumentou, isso porque os torcedores da Juventus acusavam a Inter de ter iniciado o escândalo: as irregularidades de Luciano Moggi (na época dirigente da Juventus) veio a tona através de escutas telefônicas, e a Telecom pertence ao vice-presidente da Inter, Marco Tronchetti Provera. De fato, a Inter tirou vantagem do escândalo, quando foi nomeada campeã italiana de 2006. Mesmo assim, essa rivalidade nunca causou incidentes marcantes, apenas discussões em bares, fóruns e blogs.
Outras rivalidades começaram durante a década de 1980, com a Roma e Fiorentina, especialmente porque os torcedores desses dois times reclamam a perda de um Scudetto cada um, dizendo ter perdido devido algumas estranhas decisões da arbitragem a favor da Juventus.
A maior rivalidade internacional é com o Liverpool, especialmente após a tragédia ocorrida no estádio Heysel em 1985.
Estranhamente, não há mais rivalidade entre a Juventus e o Milan, não apenas por ter havido um acordo comercial entre os dois no passado. Essa falta de rivalidade entre os dois maiores ganhadores de títulos na Itália é considerado pelos torcedores dos outros times uma evidência que os Bianconeri e o Milan também tinham um acordo esportivo, por terem dividido quase que todos os troféus da Liga por mais de uma década.
Destaques do atual elenco
“Gigi” não é apenas um goleiro, ele é o melhor goleiro do mundo. Ele agora está com 30 anos, mas é profissional há mais de 12 anos. Depois de 10 anos no Parma (incluindo as categorias de base), ele assinou com a Juventus em 2001. Ganhou a Copa do Mundo de 2006 e dois títulos da Serie A. Ele vem de um família de esportistas, suas irmãs são jogadoras de voleibol
- 11- Pavel Nedved
Com 35 anos, meia checo já está a caminho da aposentadoria. Mesmo assim, ele continua sendo um jogador diferenciado e um atleta muito profissional. Ele conquistou o prêmio Bola de Ouro em 2003, depois de uma temporada fantástica, mas se sentiu culpado por não ter jogado a final da Liga dos Campeões, por ter sido suspenso após receber seu segundo cartão amarelo na semifinal.
Alessandro Del Piero é outro jogador da Juve campeão do mundo. Ele é o mais talentoso do time e também o mais amado pela torcida, que carinhosamente o chama de “Alex”. Del Piero foi revelado pelo Padova, mas sua carreira está completamente ligada a Juventus, já que 13 de seus 14 anos como profissional foram na equipe de Turim.
- 17- David Trezeguet
O atacante Franco-argentino, campeão do mundo em 1998 e europeu em 2000 pela França, é um jogador extraordinário: ele pode não ser percebido em campo durante 89 minutos, mas no último minuto ele pode te ferir, e você não tem como evitar. Um jogador fantástico.
Ídolos do Clube
Giampiero Combi (1922-1934): goleiro lendário da “Era Dourada”, vencedor de cinco títulos e uma Copa do Mundo.
Virginio Rosetta (1925-1936): importante defensor, sua transferência do Pro Vercelli para a Juventus foi um escândalo, devido ao preço pago de 50,000 liras. Ganhou oito títulos e uma Copa do Mundo em 1934.
Umberto Caligaris (1928-1935): junto com Combi e Rosetta, foi o terceiro membro da grande defesa da Juventus e da Seleção Italiana. Conquistou cinco Scudettos. Morreu aos 39 anos durantes uma partida de veteranos.
Raimundo Bibiano Orsi (1929-1935): foi contratado durante as Olimpíadas de 1928, mas teve que esperar um ano para poder jogar devido a problemas na documentação (ele não pôde jogar por ser estrangeiro, mas tinha origens italianas).
Renato Cesarini (1930-1935): famoso por seus gols nos últimos minutos das partidas, que foi apelidada de “Zona Cesarini”. Muito talentoso, foi revelado pelo Chacharita, da Argentina.
Giovanni Ferrari (1930-1935): quando você não é o mais talentoso, mas mesmo assim conquista oito títulos, quer dizer que você tem outras qualidades. Ferrari era um disciplinado atacante. Também ganhou duas Copas do Mundo, em 1934 e 1938.
Carlo Parola (1939-1954): nascido em Turim, o volante fez sua carreira toda na Juventus, exceto no último ano em que atuou na Lazio, também treinou o clube na década de 1970. Carlo Parola também se tornou famoso por seu voleio que estampava os envelopes de figurinhas de futebol por muitos anos.
Giampiero Boniperti (1946-1961): Tão bom que jogava tanto de atacante quanto zagueiro, devotou a Juventus toda a sua carreira. Por azar, seu ano na Seleção Italiana foi o pior da história da Azurri.
John Hansen (1948-1954): um dos primeiros jogadores estrangeiros apos a Segunda Guerra Mundial, foi também um dos primeiros jogadores a participar de uma campanha publicitária.
Omar Enrique Sivori (1957-1965): talentoso atacante, foi apelidado de “Cabezon” devido seu grande cabeça, sempre brigava com os árbitros, mas era um grande jogador. Conquistou três títulos da Serie A.
John William Charles (1957-1962): parceiro de Sivori em um ataque extraordinário, era o contrário em disposição, foi chamado de “Bom Gigante”.
Roberto Bettega (1970-1983): fruto da categoria de base, tinha grande técnica. Sua única lamentação foi não ter participado da seleção que ganhou a Copa do Mundo devido a uma contusão.
Dino Zoff (1972-1983): grande goleiro, chegou em Turim com 30 anos, onde permaneceu por 11 anos, também conquistou uma Copa do Mundo com 40 anos. Era o oposto do clichê de goleiros extravagantes.
Claudio Gentile (1973-1984): um dos defensores mais técnicos da década de 1970 e 1980, famoso por marcar de perto Maradona e Zico durante a Copa do Mundo de 1982.
Gaetano Scirea (1974-1988): líbero elegante, começou a carreira como meia, mas Carlo Parola decidiu testa-lo como zagueiro. Cavalheiro no campo e na vida, morreu com 36 anos em um acidente de carro na Polônia, quando estava a serviço da Juventus preparando o jogo da final da Copa da UEFA contra o Legia Warsaw.
Marco Tardelli (1975-1985): o mais moderno meia de sua época, ele podia defender e atacar com a mesma qualidade. Marcou o segundo gol da Itália na final da Copa do Mundo de 1982.
Antonio Cabrini (1976-1989): zagueiro canhoto, ganhou tudo com a camisa preta e branca.
Paolo Rossi (1981-1985): quase não começou a sua carreira, devido as três cirurgias no joelho quando era jovem, depois se envolveu em um escândalo de resultados arrumados e foi suspenso por dois anos. Depois disso foi para a Juventus, mas ficou famoso por seu desempenho na Copa do Mundo de 1982, quando foi artilheiro e ganhou o prêmio Bola de Ouro.
Michel Platini (1982-1987): sua chegada em Turim (Inter também quis contratar, mas Agnelli foi mais rápido) é o começo do melhor período da história da Juventus. Ele foi um talentoso número 10, ou como dizia Agnelli um 9 e meio. Após se aposentar, foi técnico da Seleção Francesa e agora é o presidente da UEFA.
Zbigniew Boniek (1982-1985): apelidado de “Belo da Noite” porque jogava melhor em jugos da UEFA do que do Campeonato Italiano, Zibi foi vendido para a Roma em 1985.
Roberto Baggio (1990-1995): o “Divin Codino”, um dos melhores jogadores da década de 1990, foi o Bola de Ouro em 1993, como Paolo Rossi quase não começou a sua carreira devido a uma contusão enquanto jogava pelo Vicenza. Um grande jogador e uma pessoa humilde.
Zinedine Zidane (1996-2001): seu talento foi descoberto pela Juventus enquanto atuava pelo Bordeaux, e foi contratado com 24 anos. Jogou cinco temporadas fantásticas em Turim, e nesse período foi campeão mundial e europeu pela França. Foi para o Real Madrid em 2001, onde atuou por mais cinco temporadas e se aposentou após sua segunda final de Copa do Mundo, quando foi expulso por ter dado uma cabeçada em Marco Materazzi
Gianluca Zambrotta (1999-2006): pode jogar tanto na lateral-direita quanto lateral-esquerda, bom na defesa mas também habilidoso no ataque. Foi para o Barcelona após o escândalo das partidas arrumadas.
Filippo Inzaghi (1997- 2001): famoso por sua aptidão de estar no lugar certo na hora certa, não é o melhor em técnica mas é mortal para as defesa, sempre está no limite da linha de impedimento, mas se está em posição legal não perdoa os adversários. Após a chegada de Trezeguet, seguiu o técnico Ancelotti e assinou com o Milan.
Fabio Cannavaro (2004-2006): “A Muralha de Berlim”, como foi apelidado depois da Copa do Mundo. Bola de Ouro e Melhor jogador do mundo da FIFA (primeiro zagueiro a ganhar o prêmio), não é muito alto, mas é veloz e forte para roubar a bola dos atacantes adversários.
Zlatan Ibrahimovic (2004-2006): Ibracadabra, O Gênio, é impressionante o que ele consegue fazer com seu pé grande. Durante sua temporada na Juventus, teve um grande primeiro ano e um segundo com alguns problemas. Transferiu-se para a Inter de Milão após o “Calciocaos” e sua escolha causou muito desapontamento de seus fãs
Quem mais atuou
| Pos. | Jogador | Carreira | # Jogos |
|---|---|---|---|
| 1 | Gaetano Scirea | 552 | |
| 2 | Alessandro Del Piero | 535 | |
| 3 | Giuseppe Furino | 528 | |
| 4 | Roberto Bettega | 481 | |
| 5 | Dino Zoff | 476 | |
| 6 | Giampiero Boniperti | 460 | |
| 7 | Sandro Salvadore | 450 | |
| 8 | Franco Causio | 447 | |
| 9 | Antonio Cabrini | 440 | |
| 10 | Antonello Cuccureddu | 433 |
Artilheiros
| Pos. | Jogador | Carreira | # Gols |
|---|---|---|---|
| 1 | Alessandro Del Piero | 224 | |
| 2 | Giampiero Boniperti | 179 | |
| 3 | Roberto Bettega | 178 | |
| 4 | Omar E. Sivori | 167 | |
| 5 | Felice Placido Borel | 157 | |
| 6 | David Trezeguet | 156 | |
| 7 | Pietro Anastasi | 131 | |
| 8 | John Hansen | 124 | |
| 9 | Roberto Baggio | 115 | |
| 10 | Federico Munerati | 114 |
Reconhecimento e Prêmios do Jogador
Capocannoniere (Artilheiro Serie A):
- 1932-33 Felice Placido Borel 29 gols
- 1933-34 Felice Placido Borel 31
- 1947-48 Giampiero Boniperti 27
- 1951-52 John Hansen 30
- 1959-60 Omar E. Sivori 27
- 1979-80 Roberto Bettega 16
- 1983-84 Michel Platini 16
- 1984-85 Michel Platini 20
- 1985-86 Michel Platini 18
- 2001-02 David Trezeguet 24
Prêmios italianos
- Guerin d'Oro
Michel Platini (1984), Paulo Sousa (1995), Angelo Peruzzi (1997), Pavel Nedved (2003)
- Oscar del Calcio – Melhor jogador italiano
Alessandro Del Piero (1998), Fabio Cannavaro (2006).
- Oscar del Calcio – Melhor jogador estrangeiro
Zinedine Zidane (1997, 2001), David Trezeguet (2002), Pavel Nedved (2003), Zlatan Ibrahimovic (2005)
- Oscar del Calcio – Melhor goleiro italiano
Angelo Peruzzi (1997, 1998), Gianluigi Buffon (1999, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006)
Prêmios internacionais
- Melhor jogador do mundo FIFA
Roberto Baggio (1993), Zinedine Zidane (1998, 2000), Fabio Cannavaro (2006).
- Bola de Ouro
Omar E. Sivori (1961), Paolo Rossi (1982), Michel Platini (1983, 1984, 1985), Roberto Baggio (1993), Zinedine Zidane (1998), Pavel Nedved (2003), Fabio Cannavaro (2006).
Títulos
Nacional
- Liga
Serie A: 27 títulos (1905, 1925-26, 1930-31, 1931-32, 1932-33, 1933-34, 1934-35, 1949-50, 1951-52, 1857-58, 1959-60, 1960-61, 1966-67, 1971-72, 1972-73, 1973-74, 1974-75, 1976-77, 1977-78, 1980-81, 1981-82, 1983-84, 1985-86, 1994-95, 1996-97, 1997-98, 2001-02, 2002-03)
- Copas
Copa da Itália: 9 títulos (1937-38, 1941-42, 1958-59, 1959-60, 1964-65, 1978-79, 1982-83, 1989-90, 1994-95) Supercoppa italiana: 4 títulos (1995, 1997, 2002, 2003)
International
- Copa Intercontinental: 2 (1985, 1996)
- Copa dos Campeões/ Liga dos Campeões: 2 (1984-85, 1995-96)
- Copa do Vencedores de Copas: 1 (1983-84)
- Copa da UEFA: 3 1076-77, 1989-90, 1992-93)
- Supercopa Européia: 2 (1984, 1986)
- UEFA Intertoto: 1 (1999-2000)
Administração do Clube
Históricamente, a Juventus pertence à família Agnelli (FIAT), mas desde o dia 3 de dezembro de 2001, o clube liberou ações na Bolsa italiana (Milan Stock Exchange). Depois do escândalo “Calciocaos”, todo o quadro de diretores foi alterado. Atualmente o presidente da Juventus é Giovanni Cobolli Gigli (membro do velho quadro), os outros integrantes são: Jean-Claude Blanc (CEO), Carlo Barel di Sant'Albano, Aldo Mazzia, Gian Paolo Montali, Riccardo Montanaro, Marzio Saà e Camillo Venesio. Apenas por curiosidade, Gianpaolo Montali foi o antigo técnico da Seleção Italiana de Voleibol. Até o momento, a maioria das ações da Juve (60%) pertencem a IFIL, empresa financeira de Agnelli, lideradas por John Jacob Elkann, o sobrinho de Gianni Agnelli.
Club Staff
Técnico: Claudio Ranieri
Assistente técnico: Christian Damiano
Uniformes
O uniforme de mandante da Juventus é composto por: camisa com faixas verticais preta e branca, calção e meias brancas. O uniforme de visitante é composto por: camisa azul com listra amarela, calção e meias azuis.
Originalmente, as cores da Juventus eram rosa e preto, mas em 1903, foi encomendada novas camisas para os jogadores em uma fábrica em Nottingham (não existiam fábricas têxteis na Itália na época), e enviaram os uniformes do Notts County. Desde esse dia a Juventus é preta e branca.
O uniforme de goleiro tradicionalmente é preto, as vezes com um tom cinza. Nos últimos 15 anos, patrocinadores de camisa tiveram mais oportunidades de serem criativos com a camisa do goleiro, e foram vistas camisas rosa, cinza (com a silhueta de músculos desenhada no peito), e até mesmo uma camisa preta e branca enquanto o resto do time usava o uniforme reserva.
Estádio
A casa da Juventus é o “Stadio Olimpico di Torino”. Construído durante o fascismo, em 1933, foi originalmente nomeado “Stadio Benito Mussolini”, em homenagem ao ditador italiano. Durante todo esse tempo, o estádio Mussolini foi utilizado apenas pela Juventus, enquanto o outro time da cidade, o Torino atuava no estádio “Filadélfia”. Após a Segunda Guerra Mundial, foi renomeado para apenas “Stadio”, depois para “Stadio Comunale” (Estádio Municipal), tinha capacidade para 71 mil pessoas durante a década de 1980, e também se tornou a casa do Torino. A partir de 1990, foi abandonado pela Juventus, que passou a jogar no estádio “Delle Alpi”, construído para a Copa do Mundo da Itália. Reformado, e com capacidade para 27 mil pessoas sentadas, todas cobertas, o estádio hospedou os Jogos Olímpicos de Inverno em 2006 (cerimônia de abertura e encerramento) e foi renomeado para “Stadio Olimpico”. De qualquer maneira, a diretoria da Juventus está decidindo entre permanecer no Olímpico, voltar para o Delle Alpi ou construir um estádio novo. Esta última opção parecia ser a favorita até dezembro de 2007, mas agora parece que irão escolher entre a primeira e segunda opção.
Patrocinadores
- Patrocinador: New Holland - Fiat Group
- Patrocinador de camisa: Nike
- Patrocinador de TV: SKY TV Italia
Links Importantes
- Site oficial do time http://www.juventus.com
- Site oficial da Liga http://www.lega-calcio.it
- Site oficial de ingressos http://www.juventus.com/site/ita/JAY_ticket_seriea.asp?myticket=1
- Site do Estádio http://www.stadiotorino.it
- Site da cidade http://www.comune.torino.it/
Referências
- http://www.juventus.com
- www.rsssf.com
- http://en.wikipedia.org/wiki/Juventus_F.C.
- http://spazioinwind.libero.it/juventusclubarezzo/storia.html
- www.storiadelcalcio.info
- www.lastampa.it




















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