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  <title>mautargino</title>
  <link>http://br.oleole.com/blogs/user/mautargino</link>
  <description>Posts de mautargino</description>
  <item>
    <title>&quot;Se não dá pra ser um Real Madrid, por que não tentar ser um Íbis?&quot;</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/se-nao-da-pra-ser-um-real-madrid-por-que-nao-tentar-ser-um-ibis</link>
    <description>&lt;p&gt;
      A indagação que dá título ao post deve estar passando pela cabeça do torcedor mais bem-humorado do Santa Cruz. Após o &quot;ano da glória&quot; dos corais, 2005 (título pernambucano e ascensão à Primeira
      Divisão), foi só desgraça. Perda do título pernambucano nos pênaltis, volta para a Segundona e ascensão dos rivais à Primeirona no ano seguinte, péssima campanha no pernambucano e queda para a
      série C em 2007, uma campanha pior ainda no estadual e a não-classificação para a terceira fase da Série C em 2008.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Em 2009, com o Sport na Libertadores, o Santa Cruz vai disputar a primeira edição da Série D, a quarta divisão. Detalhe: precisa ir bem no estadual, se não ficará de for até dela.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Bem, os tricolores ao menos estão aprendendo o alfabeto inteiro. Faltam só mais 22 letras.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E têm também a chance de entrar para a história como o primeiro campeão brasileiro da Série D. Já pensou ter essa como a primeira conquista fora do estado de Pernambuco?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Leiam o que torcedores famosos do Santa Cruz disseram sobre a situação do time:
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Marylin Monroe –&lt;/b&gt; Eu acreditei que a série A seria para sempre!
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Iggy Pop&lt;/b&gt; (babando e cheirando uma lata de cola) – Me dá uma camisa dessa que eu quero jogar!
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Kurt Cobain&lt;/b&gt; – Ah, hoje não vou para o Arruda, vou para o quintal dar um tiro na minha cabeça.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Ozzy Osbourne&lt;/b&gt; – Hã, o que é Santa Cruz?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Mamonas Assassinas&lt;/b&gt; – Série A! Ver você foi da hora! Sua taça uma ilusããããoooo...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Tony Montana&lt;/b&gt; – Se você ganhar do Santinha, eu te mato! (vai faltar bala)
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Dener&lt;/b&gt; – Nem vi!
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Amy Winehouse&lt;/b&gt; – Santa Cruz é droga pesada? Então eu quero.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Fernando Collor de Melo&lt;/b&gt; – Torcida Coral, não me deixem só!
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;b&gt;Kenny&lt;/b&gt; (South Park)– “mmmmm D!&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; MMMMM!!!”
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Chico Science&lt;/b&gt; – &quot;Estou enfiado na lama...&quot;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-09-04 16:29:07</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Gol de Dutra!</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/gol-de-dutra</link>
    <description>&amp;nbsp;
    &lt;p&gt;
      O cara tem, sabe-se lá, 34, 35 ou 36 anos e diz-se até que tem uns quarenta. Está em sua quarta passagem pelo clube e nunca fez lá muito sucesso.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O cara pode ter mesmo uns quarenta anos. Mas pergunte ao torcedor do Sport se ele quer outro na lateral-esquerda.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Nos cruzamentos, não é nenhum Júnior (aquele que depois virou volante). Nas cobranças de falta, está longe, mas bem longe mesmo, de ser um Roberto Carlos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas suas arrancadas são de fazer inveja a qualquer jovenzinho como, por exemplo, Philip Lahm.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Na moral, o coroa corre muito.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Na partida mais dura e equilibrada da 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, o cara deu um pique a partir&amp;nbsp;da intermediária&amp;nbsp;de fazer inveja a Ulsen Bolt, o recordista mundial dos 100 e
      200 metros rasos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Tudo bem, este escriba exagerou. Mas e daí?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Dutra, que deve estar correndo até agora, tabelou com Thierry Enílton, e chutou colocado no canto esquerdo de Clêmer.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Foi essa arrancada, essa tabela e esse chute que acabou com a seqüência de quatro partidas ou 25 dias sem vitória do time da Ilha do Retiro
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Foi essa arrancada, essa tabela e esse chute que fulminou o milionário Internacional de Porto Alegre, que mandou para a 11ª colocação o Internacional que deseja disputar a Libertadores no ano
      do seu centenário (2009), o milionário Internacional dos craques Nilmar e D’Alessandro.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Libertadores 2009? O Sport já está lá desde 11 de junho.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Nilmar, D’Alessandro?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Lambam as chuteiras de Dutra, a encarnação veterana e contemporânea de Ulsen Bolt.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
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    &lt;/div&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Botafogo, ao que parece, voltou a ser Botafogo. Empatar com o Náutico em casa é coisa de quem vai sonhar com a Libertadores e acordar (de novo) na Copa Sul-Americana.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Após empatar em casa com o Santos num jogo horrível (pra dizer o mínimo), o São Paulo vai concentrar suas forças em adquirir a tal Taça das Bolinhas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Que golaço do Conca contra o Flamengo. O Flu respira, ainda que agonizante. Que golaço do Diego Souza contra o Atlético-PR. Só o Palmeiras pode parar o Grêmio, ex-clube de Diego.
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-09-02 15:31:38</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>P... de empate!</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/p-de-empate</link>
    <description>&lt;p&gt;
      Pode um time que joga fora de casa e não marca gol há três jogos reclamar de um empate fora de casa, no Maracanã?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Sport pode, e como pode.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Logo que Roger marcou aos 24 minutos, aproveitando o bom cruzamento de Sidny, tinha-se a sensação de que a vitória viria, após duas derrotas e um empate.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas então veio a tal agonia que atormenta o Leão da Ilha desde os tempos de Hélio, o Doido, no longíquo ano de 1992.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A camisa nove do Sport, envergada pelo esforçado Roger parece pesar mais do que todo o universo elevado à milésima potência.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Bons jogadores como Leandro Machado, Rodrigo Gral, Adriano Chuva (aquele que fez corpo mole para ir pro Palmeiras e como castigo sofreu uma contusão que afundou sua carreira), Taílson (sim, a
      “miséra” Taílson até que jogou bola no Sport), Marcelo, e perebas incontestáveis como Wellington Amorim, Valdir Papel, Flávio Galvão, Marco Antônio, Adriano Magrão e o “lendário” hondurenho
      Welazquez se não usaram exatamente a camisa nove, foram centroavantes do Sport.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas a fama, a sina e a zica de perder chances claras de gol na mesma proporção (ou até maior) em que são criadas atormenta pra valer o Sport há DEZESSEIS anos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Contra o ameaçado Fluminense, mais uma vez os gols perdidos foram tantos que nem chegaram mais ao nível da irritação. Aliás, muitos torcedores nem se irritam mais, simplesmente constatando e
      resignando-se com o fato.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E o castigo veio quando o árbitro, claro, marcou pênalti numa bola que bateu no braço de Sidny, que só pode ter trazido essa zica do time que defendeu em 2007, um tal de Náutico.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Washington bateu e empatou a sete minutos do final do tempo regulamentar.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Poderia ser a vingança contra o Fluminense pelas duas derrotas sofridas em 2007, poderia o tricolor ser o primeiro freguês do Sport neste campeonato e a vingança contra Cuca, que já tinha
      vencido o Sport por dois times diferentes (Botafogo e Santos) neste Brasileirão.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Um ponto fora de casa que poderia ser triplicado, não fosse por um pequeno detalhe chamado gol. Uma coisa que acontece quando o atleta (geralmente, e por obrigação, o centroavante) aproveita a
      chance criada e faz a bola passar por um espaço de 7,32 por 2,44 metros, demarcado por barras circulares de no máximo 12 cm de diâmetro.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A porra do detalhe chamado gol.
    &lt;/p&gt;
    &lt;div&gt;
      &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
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      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;span&gt;Outras&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Dodô foi substituído no intervalo de Flu x Sport, deu piti e resolveu ir embora do Maracanã de táxi. Foi avisado de que poderia ser, e foi, sorteado para o anti-doping (hahaha) e teve que
      voltar.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Náutico quase conseguiu se vingar da Batalha dos Aflitos contra o Grêmio. Saiu na frente, mas como é Náutico cedeu o empate aos 48 e meio do segundo tempo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Santa Cruz? Que time é esse? Eliminado da série C e correndo risco de disputar a Série D, sim, a quarta divisão em 2009.
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-26 20:25:51</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>O jogo que não existiu</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/o-jogo-que-nao-existiu</link>
    <description>&lt;p&gt;
      Haverá uma época em que todos os registros da passagem humana sobre a Terra serão perdidos por muito tempo. As descobertas científicas, os tratados de guerra e de paz, os recordes olímpicos, os
      resultados de futebol só poderão ser recuperados pelo empenho e trabalho árduo de arqueólogos e historiadores.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Depois de séculos e mais séculos de pesquisas, o trabalho ficará quase completo. Apenas um mísero resultado se perderá.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E depois de mais e mais séculos, milênios até, se chegará à conclusão de que a 21ª rodada do campeonato brasileiro de futebol do ano de 2008 d.C. (ou 66 d.H., depois de Hendrix) teve apenas
      nove jogos, e não dez como todas as que a antecederam e a sucederam naquela edição.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Vitória x Sport, que deveria ter acontecido na cidade de Salvador, no estádio Barradão, essa partida não foi realizada, concluirão os governantes em acordo com o conselho de historiadores e
      arqueólogos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Muito tempo antes, ou alguns dias após a partida, a conclusão de todos que supostamente estiverão no estádio ou virão pela televisão, acompanharam pelo rádio ou pela Internet, foi de que a
      partida, de fato, não foi realizada.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Todos foram ludibriados por uma meticulosa simulação, sabe-se lá por qual motivo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Pois aquele 0x0 entre entre dois times que têm o leão como mascote foi tão ruim, mas tão ruim, que deveria ter revolucionado as regras do futebol, estabelecendo um placar menor do que o tal
      0x0.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Aliás, todos que acompanharam já silenciaram sobre a partida. Ela de fato não aconteceu.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Se estivessem vivos após a perda dos registros, poupariam muito trabalho dos heróicos historiadores e arqueólogos, gastaram séculos para confirmar uma informação um tanto quanto diga-se,
      inútil.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;span&gt;Outras&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Náutico perdeu mais uma e iguala o número de derrotas do lanterna Ipatinga.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Parece que o Botafogo é o novo queridinho da arbitragem.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      É, Grêmio, tava mesmo na hora de perder. Mesmo que fosse pro Flamengo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      PS: Após a 22ª rodada, post sobre Fluminense x Sport&amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-24 03:26:21</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Jorge Henrique, o Maldito</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/jorge-henrique-o-maldito</link>
    <description>&lt;p&gt;
      Acompanhar Campeonato Brasileiro durante as Olimpíadas é um saco. Por mais que se goste de futebol em detrimento de outros esportes, não tem jeito. E com os jogos na China, tome menos horas de
      sono, uma ou outra madrugada em claro, acordar cedo...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E não vale só para o espectador. Os próprios jogadores devem estar com o hábito de sacrificar horas de sono e o resultado: partidas horríveis de assistir. O hóquei na grama, o badminton, o
      hipismo, o tênis de mesa, qualquer esporte é mais interessante de ver do que as partidas do Brasileirão.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Sport x Botafogo não fugiu à regra. Nada, absolutamente nada digno de nota aconteceu na partida. Aliás, quase nada. Teve o gol de Jorge Henrique.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A porra do gol de Jorge Henrique. Esse rapaz mais mascarado do que Batman, Zorro, Ku Klux Klan, V de Vingança e o cacete à quatro, mais enganador do que Pinóquio, Sérgio Naya, Jim Carrey em O
      Mentiroso, Juiz Nicolau e mais o caeté à quatro já tinha marcado o primeiro dos 25 gols sofridos pelo Sport no campeonato.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E mais uma vez, marcou um gol que pareceu de mentira, como o próprio futebol desse fidirrapariga (pra na escrever filho das quatro letras).
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Jorge Enganador, aliás, Henrique, passou por Náutico e Santa Cruz antes de desembocar (sim, a relação com esgoto é proposital) no Bo(s)tafogo. Fez algumas boas partidas,sem nunca atingir o
      status de craque que ele próprio julga ser.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      No time carioca, há muito tempo vinha brigando com os dirigentes por causa de atraso nos salários e quase foi vendido na semana que antecedeu a abertura do segundo turno do Brasileirão.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Não foi embora, foi ao Recife, e marcou o gol que levou os sarnentos do Santa Cruz e as bonecas do Náutico ao delírio. E definitivamente entrou na galeria de figuras mortalmente odiadas pela
      torcida do Sport.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E seu gol foi tão inacreditável quanto o fato de o Botafogo chegar à zona de classificação da Libertadores.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Que o diabo te carregue, maldito Jorge Henrique.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Só o Náutico para alegrar a rodada. Derrota de 3x0 para o Goiás e a volta à zona que ninguém ousa dizer o nome.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Dorival Caymmi deixou o mundo menos sossegado.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Michael Jackson tenta desesperadamente salvar a carreira lançando um disco diferente por país. Cada país terá uma votação para escolher as músicas que entrarão em mais uma coletânea. Dá-lhe
      merchandising!
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E dá-lhe Nigéria na final do futebol masculino em Pequim.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      PS: texto escrito com o notebook no colo, durante uma visita ao banheiro. A popular cagada, igual ao gol de Jorge Henrique&amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-20 14:03:51</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Coritiba, o Greenpeace do Brasileirão</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/coritiba-o-greenpeace-do-brasileirao</link>
    <description>&lt;p&gt;
      Fluminense, Palmeiras, Goiás, Portuguesa.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Todos traziam o verde em seus uniformes. Tempos ecologicamente corretos, reciclagem de lixo, preserve o verde e outras medidas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Leão da Ilha não deu bola para os apelos dos ambientalistas e sentou o machado em todos eles. Quem veste verde no Brasileirão acaba desmatado pelo Sport Club do Recife, inimigo número um dos
      simpatizantes do Gabeira.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas faltava o Coritiba, na fria capital paranaense.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Primeiro, Durval resolveu relembrar os tempos em que fazia a alegria da torcida do Coxa, mesmo jogando pelo rival Atlético-PR.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Tirou uma bola fácil do goleiro Magrão, que por sua vez resolveu rememorar suas saídas bisonhas do gol. Marlos, que nem esperava pela bola, fez 1x0.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas o Greenpeace, aliás, Coritiba, não estava só. O árbitro também resolveu panfletar contra o desmatamento e arrumou um pênalti davidcopperfieldiano. Keirrison cobra, Magrão defende e dá
      rebote.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O resto da história, todo mundo sabe.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      No segundo tempo, nem precisava, mas Keirrison fez um golaço.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E o Coritiba derrotou o Sport de uma forma que lembrou os ataques dos barcos do Greenpeace aos petroleiros e baleeiras.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Náutico venceu. Milagre. Claro que o adversário era o Santos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      No outro clássico da zona de rebaixamento, o Ipatinga obrigou Renato Gaúcho a pedir as contas no Fluminense.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Até o Flamengo venceu. Ê, rodada...
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-12 20:45:24</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Uma vitória óbvia</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/uma-vitoria-obvia</link>
    <description>&lt;p&gt;
      Este escriba sabe que vai passar por arrogante, imodesto, convencido e pretensioso. Mas não se abala em afirmar: estava na cara que o Sport iria vencer a Portuguesa.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Enfatizando: se Sport e Portuguesa jogassem dez vezes nas circunstâncias em que jogaram na última quarta-feira, o Sport venceria onze ou doze dos dez confrontos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A ofensividade do Sport no primeiro tempo só se comparou à extrema dificuldade dos atacantes em acertar o gol. Nem o mais talentoso dos ficcionistas seria capaz de conceber e descrever a
      quantidade e o modo como as chances são desperdiçadas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Se algum viciado em estatísticas se habilitar a pesquisar, provavelmente encontrará o Sport como um dos líderes em finalizações e escanteios conquistados. Na tabela que vale, a de
      classificação, o Sport está em oitavo, ainda sem considerar os resultados do complemento da rodada.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Um dado estarrecedor: jogando na Ilha do Retiro, o Sport SÓ TINHA MARCADO GOL NO PRIMEIRO TEMPO NA TERCEIRA RODADA, contra o Fluminense.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E Luisinho Netto ainda tratou de quase complicar as coisas, entregando uma bola na defesa quando o Sport já dominava com sobras.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas, no último minuto do primeiro tempo, o alívio. Bola inglesa de Francisco Alex na área e cabeçada certeira de Roger. A porteira estava aberta, afinal a Lusa vinha de uma derrota de 4x0 para
      o Goiás na rodada anterior.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Na volta do intervalo, parecia que o jogo tinha recomeçado já nos descontos da etapa final. Sport segurando o resultado e a Lusa pressionando.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas havia Moacir. Ah, Moacir...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Avançou pela meia direita, sem alarde, e cruzou em direção à pequena área. Seria uma defesa fácil se não houvesse a bíblica canela do zagueiro Bruno Rodrigo para mandar a bola às redes.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Com dois a zero no placar e a chuva comendo solta, ficou fácil de cumprir a profecia proclamada há cerca de sessenta mil anos atrás: pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro de futebol da Série
      A de 2008, o Sport venceria a Portuguesa.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Quando Luciano Henrique caiu na área, perto do fim do jogo e o árbitro mandrakeou um pênalti, a quase goleada ficou clara.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas golear não é com o Sport. O goleiro Sérgio se adiantou até quase o meio-campo e defendeu a (má) cobrança do mesmo Luciano Henrique.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Pra que fazer três gols se os três pontos vieram do mesmo jeito?
    &lt;/p&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;
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    &lt;/object&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Da 3ª a 18ª rodada o Náutico foi da liderança à zona do rebaixamento. Alguém duvidava?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Tinha tudo pra ser a rodada das cabeças degoladas. Santos e Vasco perderam em casa e deixaram Cuca e Antônio Lopes sem emprego.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Flamengo perdeu mais uma, mas manteve Caio Júnior. E o São Paulo poupou Renato Gaúcho ao perder para o combalido Fluminense.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A propósito, existe algo pessoal de Washington (o centroavante do Fluminense, não a capital dos EUA) contra o São Paulo?
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-07 14:05:00</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Alegria dura pouco</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/alegria-dura-pouco</link>
    <description>&lt;p&gt;
      Menos de 15 de jogo, gol de Roger, fora de casa, um adversário de crista baixa.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Estava bom demais para ser verdade.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Estava bom mesmo. Durou um minuto.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Ou sabe lá menos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O gol de Marques, jogador um pouco mais jovem do que o centenário Atlético Mineiro empatou a partida.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas nem um nem outro time chegou a dominar as ações: o Galo na correria de baixa qualidade e o Sport tentando cadenciar o ritmo, afastando o entusiasmo do Atlético Mineiro.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      No segundo tempo, o Sport voltou a ser o Pet Sematary: duas semanas após o então sepultado Peixe voltar a vencer justamente em cima do Sport, o galo tinha de fazer o mesmo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Afinal, se o Peixe estava então há nove rodadas sem vencer, o Galo vinha de uma surra de 6x1 para o Vasco.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Jogando no Mineirão, o Galo ainda consegue vencer uma ou outra partida. O milenar Petkovic bateu um dos 876 escanteios a favor do Atlético (o Sport teve outros 538) e Gedeon, que entrou no
      segundo tempo, cabeceou em meio a uma inerte zaga leonina.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Depois de três vitórias seguidas, o Sport parou em Belo Horizonte e deixou escapar a chance de ser campeão mineiro no primeiro turno, já que havia vencido Cruzeiro e Ipatinga.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Numa rodada em que nada menos que seis dos dez jogos tiveram vitória dos visitantes, o Sport consegue ceder a virada para um time em frangalhos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Não exatamente uma catástrofe, mas o Sport até mostrou um futebol merecedor ao menos de um empate.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Ao contrário deste que escreveu este relato que acabaram de ler.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Que post mixuruca. Quem sabe a suave melodia a seguir ajude a sacudir a inspiração.
    &lt;/p&gt;
    &lt;div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
      &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
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      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Náutico completou sete jogos sem vencer e está a um ponto da zona de rebaixamento. A rodada até que não foi tão ruim assim...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A vida inteira o Flamengo usa o banco de reservas à esquerda das cabines de rádio do Maracanã. Contra o Cruzeiro, resolvem tumultuar porque querem trocar, poucos minutos antes do jogo. Justiça
      poética: vitória da raposa e Diego Tardelli fratura o braço. E quando será que cai o Júnior?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Fluminense fez de tudo para ficar sozinho na lanterna, mas o Ipatinga é valente e não deixou. Ambos perderam por 2x1 jogando em casa. Aliás, 2x1 foi o placar da 17ª rodada: metade das
      partidas terminou assim.
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-06 02:47:56</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>As lágrimas de Ciro</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/as-lagrimas-de-ciro</link>
    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Dizer que o tal futebol é fascinante quase sempre não passa de um mero lugar comum. Ainda mais no tal “futebol moderno” quando jogadores trocam de clube com a mesma freqüência com que se trocam
      pneus de carros de Fórmula 1 e o dinheiro fala mais alto.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Mas às vezes, bem às vezes mesmo, o tal fascínio se mostra verdadeiro. Sincero. Não foi o caso do primeiro tempo de Sport x Ipatinga. 45 minutos de nada, um vácuo futebolístico irritante. Mas
      como o Sport jogava em casa contra o lanterna do campeonato, o roteiro dizia que a vitória leonina era óbvia.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      E veio no segundo tempo, começando com a arrancada de Daniel Paulista e o passe que deixou Carlinhos Drogbala de frente para a retaguarda adversária. Placar descabaçado.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Então foi a vez de o mundo ser apresentado a Ciro. Mas quem diabos é Ciro? Este escriba confessa que tudo o que sabia de Ciro era que era mais um “das divisões de base”, aqueles jogadores do
      Sport que entram quase sempre na fogueira, se queimam com a torcida e acabam emprestados a times da Paraíba ou vendidos para a segunda divisão da Polônia, Portugal, Grécia...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Ciro substituiu Enílton, que há muito tempo pouco ou nada faz em campo. Em tempo: Ciro pôs mais fogo na partida do que Nero pôs em Roma. Primeiro ele recebeu de Carlinhos Drogbala, invadiu a
      área, entortou o zagueiro e foi derrubado. Pênalti que Luciano Henrique cobrou, com paradinha, e aumentou a vantagem.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Como o Sport não pode golear, tratou logo de tomar um gol. Falta cobrada por Beto, barreira abre, Magrão pula atrasado e 2x1 no placar.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Então veio o ato final, a apoteose, a epifania. Ciro avançou pela esquerda, entrou na área, livrou-se de dois adversários e acertou um chutaço com a parte externa do pé direito. Golaço e
      lágrimas. De um garoto que fez 34 gols em 29 jogos no time de juniores e acabava de marcar seu primeiro gol como profissional e teve seu nome gritado por quase 25 mil torcedores.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Numa partida contra o pior time do campeonato, Ciro comemorou como se tivesse marcado o gol da vitória no último minuto de uma final de Copa do Mundo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Pela primeira vez no campeonato o Sport marcou três gols numa partida, conseguiu a terceira vitória seguida, alcançou a sétima colocação no campeonato e Nelsinho Baptista chegou aos 50 jogos no
      comando do time.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Mas bacana mesmo foram as lágrimas de Ciro.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Agora a idolatria pro lado dele vai aumentar e ele precisa ter cabeça no chão.” Carlinhos Drogbala, profeta e filósofo, sobre Ciro.
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
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    &lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      O Náutico perdeu mais uma e agora está a apenas um ponto do lugar que merece.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Depois de perder para Ipatinga, lanterna, e para o Santos, em casa, bem que o Inter merece um apelido que os gremistas vão adorar: Internacionáutico.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Gallo, antevendo o reencontro com o Sport que o “adora” tratou logo de tomar providências: levou seis do Vasco e foi demitido do Galo
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-08-01 15:28:39</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>À espera de uma derrota que não aconteceu</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blogsport/posts/a-espera-de-uma-derrota-que-nao-aconteceu</link>
    <description>Após uma derrota no apito para o Santos e uma vitória apertada sobre o Atlético Paranaense, o Sport foi ao Serra Dourada enfrentar um recente desafeto, o Goiás.
    &lt;p&gt;
      Quase nada fazia crer que o Sport pudesse vencer um então reabilitado Goiás, que vinha de duas boas vitórias contra Palmeiras e Cruzeiro. Além disso, estava há quatro jogos sem perder.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Para completar o cenário desfavorável, Daniel Paulista, suspenso, Sandro Goiano e Fumagalli, lesionados, nem viajaram a capital goiana. 75% do meio-campo titular ausente da partida.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Ou seja, tinha tudo pra dar merda...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E não é que o Sport saiu na frente? Falta em Luciano Henrique, Durval e Carlinhos Drogbala ameaçaram uma cobrança colocada. Mas aos 33 minutos do primeiro tempo de um jogo truncado fora de
      casa, o melhor mesmo é &quot;uzar a inguinorãnça&quot;. Júnior Maranhão, rasteiro e inguinorante no canto direito de Harlei.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Logo depois, a resposta. Chute de primeira indefensável de Vítor, de fora da área. Empate e os donos da casa crescem no jogo, tendo aos menos três boas chances de virar o placar ainda na
      primeira etapa.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Cinco parágrafos e nada de explicar o porquê de o Goiás ser um recente desafeto do Sport. Não liberar Romerito para disputar os jogos finais da Copa do Brasil é um bom motivo? Nunca Romedane
      tinha jogado tão bem na vida, nunca tinha sido tão festejado por uma torcida como foi no Sport, tanto que já assinou contrato para jogar no ano que vem.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Motivo para amarelar, Romerito tinha. Mas não se escondeu do jogo e criou boas chances. Entretanto a imagem que vai ficar é a caneta que tomou de Drogbala. Nada menos que emblemática.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Pode-se dizer que uma substituição definiu o jogo: Luisinho Netto no lugar de Diogo. O gênio da lateral-direita, o mestre das bolas alçadas na área, andava tão em baixa que até as formigas
      baixavam a cabeça para conseguir enxergar seu futebol.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas gênio é gênio. Bola levantada no meio da área e desvio meio de testa meio de queixo de Durval para marcar o gol da vitória. E de uma marca importante: o Sport voltou a atingir a média de um
      gol marcado por partida, algo que só tinha acontecido na quinta e na sexta rodada.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Em dois lances de bola parada, o Sport venceu sua segunda partida como visitante, a primeira fora do Recife. Lances que dão idéia de um futebol feio. E quem quer saber de futebol bonito?
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O único futebol bonito que este escriba conhece é o jogo entre as modelos da Playboy. Ali sim.
    &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
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    &lt;/object&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;Outras&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      As rosinhas dos Aflitos ainda não se recuperaram da surra que levaram do Sport na 13ª rodada e chegaram à quinta partida seguida sem vitória. Perderam em casa para o Coritiba e vão pegar o
      Cruzeiro fora. Hexa é luxo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Muito bacana ver Santos, Fluminense, Vasco e Atlético-MG brigando para fugir da degola. Bem que os quatro poderiam cair de vez, mas nunca convém duvidar do Náutico.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Santa Cruz se classificou para a segunda fase da Série C, assim como o Salgueiro. Ambos estão loucos para encontrar o Náutico ano que vem...
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>2008-07-29 10:46:00</pubDate>
  </item>
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