Quinta-feira, 02 Julho 09, 03:59 PM
Não irei aqui, tecer comentários sobre a conquista corinthiana, até por que, alguns posts já o fazem.
Vou comentar sobre algo do qual fiquei surpreso, não por completo pois em final acontece de tudo, mas, confesso que não esperava tal atitude.
Falo, melhor escrevo, sobre o destempero do Inter em campo. Um time nervoso, inseguro e completamente dominado pelo Corinthians.
Houve de certa forma, um momento de recuperação, mas aí, justamente nesta hora, o destempero anteriormente citado, voltou à tona e à realidade do jogo. D'Alessandro e William, nao sei quem está com a razão, ou melhor sei quem não está com a razão, protagonizaram o lance mais absurdo do jogo.
O argentino correndo feito porra-louca em direção ao meia do Timão, no arfã de aplicar-lhe uma surra por algo que, segundo D'Alê, o jogador do clube paulista, o teria ofendido. E como ninguém, principalmente argentino, tem sangue de barata... a merda se deu.
Justo no momento em que o Inter havia empatado e tinha ou poderia ter chances de fazer mais dois gols? Era só empregar a raça gaúcha tão endeusada por este nobre e guerreiro povo do Sul brasileiro.
Mas a falta de aço nos nervos não deixou e o Corinthians soube administrar o placar, o destemperamento do adversário e a malandragem típicos do paulista.
Quinta-feira, 02 Julho 09, 05:06 AM
Responda rápido: o que de comum fizeram Bahia e Flamengo, somente nesta semana?
Se algum excelente observador e que acompanha as notícias de futebol, sejam elas pela mídia televisiva, radiofônica e/ou internética, já matou a charada.
Agora se você não se encaixa neste perfil, aí vai a ajudinha. Além dos empates em 0 a 0 de ambas as equipes, tanto o tricolor baiano, quanto o rubro-negro carioca, lançaram seus novos uniformes para a temporada 2009/2010.
Confesso que à primeira vista, os designs das camisas ficaram muito boas.
O do Esquadrão, primou por uma linha mais sóbria, mais clean, sem perder a identidade com o uniforme da temporada 2008/2009.
Já o do Flamengo, as novidades são mais abrangentes. A começar pelo fim do blá-blá-blá que envolveu a batalha Nike x Olympikus para estampar a sua marca nos uniformes. E segundo, a mudança mais profunda na linha adotada pela nova fornecedora.
As camisas flamenguistas, ganharam listras mais espessas e um detalhe em vermelho na gola. Já o uniforme n° 2, volta a ter a listra vermelha e preta no centro e agora, expoem como patrocínio master por um período de três meses, um dos produtos da fornecedora.
Veja abaixo as fotos dos dois modelos de uniformes das duas equipes.
Bahia
Flamengo
Quarta-feira, 01 Julho 09, 01:45 PM
Em 2000, por conta dos 500 anos do nosso país, ía navegar uma réplica da Nau Capitânia, a embarcação por onde Pedro Álvares Cabral avistou o Brasil.
Só que a réplica não navegou. Motivo: não tinha lastro o suficiente para tal ação.
A mesma coisa anda acontecendo com o Vasco no Brasileirão. Cinco empates que poderiam colocar o clube da Colina, nas cabeças da competição.
Como podemos perceber, a liderança está com o Guarani, de quem o Vasco empatou e o time está na incômoda 6ª colocação na tabela. A torcida já acendeu o sinal de alerta em São Januário.
Desta vez, quem tirou dois pontos preciosos foi o Bragantino.
E olhe que ainda levaram susto no inicio do jogo. O Vasco não vem encontrando facilidades em jogar com marcação cerrada. Quando encontra alguma brecha, para na péssima finalização ou na falta de sorte, ou de pontaria se assim quiserem, de seus atacantes.
Tá russa a coisa por lá. Dorival Junior mudou o esquema, mudou a equipe, mas não mudou a capacidade do time acabar com o jejum de vitórias. Falando em vitórias, a última ocorreu em 23 de maio contra o Atlético-GO. De lá pra cá, São Caetano, Guarani, Figueirense, Duque de Caxias e Bragantino, além da derrota de virada para o Paraná, marcam o calvário cruzmaltino na Série B.
É bom pôr mais lastro nessa nau ou se não, o barco não irá sair do lugar. E o motim pode acontecer a qualquer momento.
Terça-feira, 30 Junho 09, 04:03 PM
A chiadeira provocada pela mudança no visual do escudo tricolor continua. A torcida em peso, reclama de que não teria sido consultada, fora o desrespeito ao Estatuto do clube, que só autoriza mudanças em símbolos oficiais se aprovado pelo Conselho Deliberativo e pelos sócios.
As repercussões negativas já chegaram inclusive, à Diretoria de Marketing, na figura de Nilton Maia, responsável pelo setor.
Segundo, o diretor, o novo layout do escudo tricolor, somente será utilizado em campanhas institucionais do Bahia. O escudo tradicional, por motivos legais, continuará sendo utilizado e estampado nos uniformes.
Menos mal, mas se é para utilizar em eventos, prefiro que mudem logo, pois os ítens já elencados por mim em post anterior, ainda são motivo de discórdia entre a torcida, que exige a retirada ou a re-adequação do novo escudo, sem perder a tradição.
Aparada as arestas, hoje à noite, em um cinema de um grande shopping de Salvador, a direção do Esquadrão, apresentará novas iniciativas de marketing para angariar novos sócios, além de estimular a aquisição de produtos com a marca Bahia.
Das novidades adiantadas por Nilton Maia, uma me agradou e muito, que é transformar o plano Bora Bahea! de plano de fidelidade, para plano de associabilidade. Traduzindo, quem se associou ao referido plano anteriormente, era considerado sócio-torcedor e apenas tinha direito a benefícios e prêmios, sem nenhuma vinculação com as preposições de votação para a escolha da presidência e do Conselho.
Agora, com a mudança já certa, a denominação de sócio-torcedor deixa de existir e, o associado, será renomeado de fato, sócio do clube com direito a votar para a escolha da nova diretoria nas eleições de 2011.
A meta com esta mudança (aí sim, uma mudança muito bem vinda), é conseguir estabelecer a associação de 30 mil torcedores.
Segundo Marcelinho Guimarães, presidente do Esporte Clube Bahia, a meta estabelecida poderá sofrer influência, inclusive, da campanha do time na Série B que não é das melhores mas, pode ainda vir a melhorar, ou não.
Bom, quem é tricolor de verdade e apaixonado pelo histórico e por tudo que o azul, vermelho e branco representa, vai se cadatrar independente de fase ruim do clube.
O importante é que estas ações visam, e espero que surtam o efeito desejado, re-erguer o esquadrão de Aço e fazê-lo voltar aos tempos de glória.
Tempos estes, que deitaram eternamente em berço esplêndido ao som do mar e da luz do céu profundo.
Segunda-feira, 29 Junho 09, 04:32 AM
Já tá sendo difícil aceitar a pífia campanha do Bahia na Série B deste ano, ainda a Diretoria de Marketing e a presidência do clube querem assassinar o seu símbolo maior?
Assim não pode, assim não dá!
Colé mesmo galera???
Você, amigo oleoleiro ou não, já imaginou se o escudo do Palmeiras, do Corinthians, do Flamengo, do Cruzeiro, entre outros, mudasse? Como reagiria? Ficaria satisfeito com a renovação no layout? Bom, dependendo de quem faça essa mudança vá lá mas, no caso do Bahia, o que fizeram não foi uma simples mudança de visual. Foi um "escudicídio".
Tudo isso por que o clube irá apresentar na terça, novidades no campo do marketing e entre elas, a nova cara do site oficial e provavelmente, o novo uniforme para o restante da temporada 2009.
Mas de todas as novidades, a que mais insultou a enorme e apaixonada torcida, foi de longe e por unanimidade, a nova cara do escudo do Esquadrão de Aço, que na minha opinião enquanto torcedor, é HORRÍVEL!!!!
Vejam o original e a aberração:
Não que eu seja contra mudanças, principalmente se estas ocorrerem para melhor, mas daí a desfigurar o símbolo de amor e identificação do Bahia, nem eu, nem qualquer outro torcedor, aceitaremos.
Se você notou as duas imagens acima, percebeu onde assassinaram o escudo. Se não aí vai:
De cinco ítens observados, uma lavada no critério de escolha em favor do nosso simples, mas cultuado, idolatrado, salve, salve, amado escudo.
Que os cérebros de formiga da turma do MKT tricolor, revejam seus conceitos e DEVOLVAM NOSSO ESCUDO, PORRA!!!!!

Segunda-feira, 29 Junho 09, 12:04 AM
Zebra?? Zebra nada! Deu mesmo a lógica em Joanesburgo. O Brasil, apesar do susto que levou com os dois gols dos estadunidenses, virou e conquistou a Copa das Confederações.
Os norte-americanos até que jogaram bem os primeiros 45 minutos, procurando repetir a forte marcação exercida diante dos espanhóis na fase semifinal da competição.
A Seleção jogava, mas parava na parede formada pela linha de 4 na defesa. Dunga, vendo que daquele jeito iríamos nadar na praia assim como a Espanha, procurou mudar a postura tática da equipe.
Deu certo e logo a 1 minuto do segundo tempo, Luís Fabigol girou e fuzilou a meta de Howard, que levou o prêmio de melhor goleiro.
Subsequente a isso, as mudanças feitas pelo treinador brasileiro, surtiram o efeito desejado. As entradas de Dani Alves e Elano nos lugares de Ramires e André Santos, fizeram com a trupe amarelinha, adiantasse a marcação na saída de bola dos estadunidenses, o que sufocou a marcação imposta desde a primeira etapa do jogo. Os EUA tiveram alguns lampejos no segundo tempo, mas as jogadas cruciais foram todas nossas, principalmente um lance capital do jogo, onde após uma cabeçada de Kaká, Howard espalmou dentro do gol e tanto o árbitro Martin Hansson, quanto o assistente Henrik Andren, não assinalaram o gol legítimo. Não faz mal. O Brasil acordou com a jogada e de novo Luís Fabigol, empatou.
Aí, os EUA não suportaram o ritmo de jogo do Brasil, na etapa final e na cobrança de escanteio, Lúcio fez o terceiro, selando o placar, o tabu e dando a hegemonia da Fifa no futebol profissional para a nossa seleção.
Com o triunfo, apagamos aquele vice obtido na decisão contra o México, na Copa das Confederações de 1999 e que a CONCACAF já considerava como certa pela campanha de sua representante.
Mas vamos e venhamos, o futebol estadunidense não chega no mesmo patamar dos mexicanos. Além da queda do tabu, afirmamos nossa hegemonia no quadro profissional da FIFA, agora que já temos 8 títulos mundiais. 5 de Copas do Mundo e 3 de Copa das Confederações.
O futebol pode ter nascido na Inglaterra, mas a ginga e o DNA são brasileiros.
Rapidinhas
* Mesmo a Espanha levando o terceiro lugar para casa, preferia que esta honrosa colocação fosse para a África pelo futebol apresentado contra a Fúria, chegando a empatar quando muitos já tinham jogado a toalha. Parabéns para os Bafana Bafana.
Quinta-feira, 25 Junho 09, 02:05 PM
O Cruzeiro venceu o Grêmio por 3 a 1, ontem a noite, pela Libertadores e agora está a um passo da grande final.
A partida foi muito boa, principalmente para o time celeste que marcou muito, não dando espaços para os gremistas e pelo resultado da partida em si.
Fabinho, o ex-meia corinthiano, estreou bem fazendo até o terceiro gol da Raposa. O gol gremista, foi marcado por Souza, em belíssima cobrança de falta.
Mas, apesar do futebol apresentado pelas duas equipes, o jogo foi marcado por uma confusão desnecessária e primariamente preconceituosa, envolvendo o argentino Maxi López, do Grêmio e o volante Elicarlos, do Cruzeiro.
Segundo o jogador celeste, o argentino, após o encerramento da partida, teria o ofendido chamando-o de macaco. Aí, se deu a merda. Uma confusão generalizada tomou conta do gramado.
O volante prestou queixa na delegacia especial do Mineirão contra o argentino. Mas o pior mesmo, sobrou para o treinador Paulo Autuori, que teve voz de prisão decretada pela delegada Roseli Baeta Neves.
Só não foi para o xilindró, por que Alex Mineiro, tem boas relações com a delegada, o que permitiu voltar atrás na sua decisão e revogar a prisão.
Agora, a comissão técnica do Cruzeiro teme por uma represália da torcida do Grêmio, no jogo de volta quinta que vem no Olimpico.
E tudo isso, por causa do sangue quente do argentino chato e marrento chamado Maxi López.
Rapidinhas
* Nesta mesma partida, aconteceu um lance inusitado com o árbitro chileno Henrique Osses que se contundiu e foi substituído pelo quarto árbitro, o também chileno Jorge Osorio.
Quarta-feira, 24 Junho 09, 11:16 PM
E como sempre, a Fúria deu seu showzinho de decepções já mundialmente conhecida.
Como de praxe, a Espanha sempre é eliminada de forma despretensiosa por alguma seleção meia-boca ou sem boca nenhuma, em alguma competição oficial da FIFA.
E desta vez, a história tinha como um coadjuvante que viirou protagonista, os Estados Unidos. Aquela equipe que não tem nenhuma tradição no soccer, mas que vez ou outra, apronta algo. Quem diga os ingleses em 1950, no maior vexame do futebol mundial.
E não é que os espanhóis, viraram alvo de mais um vexame histórico? E logo contra os estadunidenses!! Logo eles, que levaram seis piabas na primeira fase e só avançaram por que o Egito era tão ruim ou bem pior que a turma do Tio Sam.
Mas convenhamos que os estadunidenses me surpreenderam com uma fortíssima marcação, diante do futebol melhor qualificado da Espanha. Os dois gols (Altimore e Dempsey), foram provas de que os EUA souberam aproveitar as oportunidades reais que lhe surgiram.
E a cara de infelicidade de Piqué, após a falha no segundo gol dos estadunidenses, mostrou que daquele mato não iria sair nem coelho, muito menos cachorro.
E a nuvem negra da Peninsula Ibérica continua. Nadam, nadam e morrem na praia. E vão sempre ser lembrados como a Fúria. Só que da sua própria torcida.
Quarta-feira, 24 Junho 09, 04:06 PM
Amanhã em Joannesburgo, veremos um inusitado encontro de brasileiros. De um lado, o mestre, o folclórico Natalino. Do outro, um jovem, mas surpreendente treinador, que assumiu a Seleção caindo de para-quedas. Bledorn, é seu sobrenome.
Estou falando de Dunga, ou Carlos Caetano Bledorn Verri, que enfrentará, no banco de reservas do Brasil, um de seus professores, Joel Natalino Santana.
Joel e Dunga já atuaram juntos em outros tempos. O primeiro treinou o segundo, quando ambos defendiam o Vasco, no longíquo ano de 1987.
Sabe aquela máxima de que o aluno nunca supera o mestre? Pois não será assim tão fácil no confronto de amanhã. Claro que o favoritismo é brasileiro mas, não podemos subestimar a capacidade e a experiência do "Sr. Prancheta". Treinador rodado, o maior campeão estadual dos últimos 15 anos e que tem por este simplório blogueiro, uma admiração enorme do seu trabalho, principalmente por ter feito o Bahia, bicampeão baiano em 1994 e montado a base, que ele mesmo treinou, no Brasileiro daquele mesmo ano, onde terminamos em 7°.
Porém a vida de seu Joel, ainda não é um eterno mar-de-rosas, por que não conseguiu dar um conjunto confiável aos Bafana Bafana. E para piorar, não convocou para essa Copa das Confederações, o principal ídolo do país, o atacante Benny McCarthy, alegando que por ser a estrela, poderia desagregar o grupo.
Neste ponto, concordei. Antes uma equipe com poucos destaques, mas imbuída de vestir a camisa do país com mais vontade, do que ter uma briga de egos que só levaria a África à bancarrota na competição e até poria o cargo e o prestígio que Joel começa a conquistar, a perder no continente-mãe.
Do outro lado está Dunga. Muito criticado pela torcida e pela imprensa marron do Brasil, apenas por que não treinou equipes antes de assumir a Seleção mais respeitada e amada do mundo.
Mas o ex-pupilo de Joel, já demonstrou sinais de evolução rápida. Com pouco mais de 2 anos no cargo, o treinador com apelido de personagem de conto de fadas, já conquistou a Copa América, é líder das Eliminatórias, com larga distãncia para o Chile, segundo colocado e venceu amistosos importantes, como contra a Itália, no ínicio do ano, e Portugal, no fim do ano passado, além da emblemática vitória contra a Argentina em sua estreia, jogando na Inglaterra.
O único defeito, por assim dizer, de Dunga é a insistência, na minha modesta opinião, em manter Gilberto Silva na frente de zaga, em detrimento de Júlio Baptista, que é muito superior.
Por essas e outras, que reafirmo que este encontro será inusitado. E lembram da máxima que citei algumas linhas atrás? Vamos ver amanhã, se dá a malandragem ou a disciplina.
Terça-feira, 23 Junho 09, 02:31 PM
E não é a Seleção. É o encontro dos dois melhores clubes do país na Libertadores, nas semifinais.
Grêmio e Cruzeiro, chegaram a esta fase importante da competição, com campanhas bastante parecidas. Ambos terminaram líderes de seus grupos, porém, o Grêmio teve uma pontuação melhor em relação à Raposa: 16 contra 13 pontos. O Tricolor dos Pampas, supera o time mineiro também no saldo de gols na fase de grupos: 10 a 4 e no número de gols marcados: 11 contra 9.
Outra característica onde o Grêmio leva a melhor é no fato das expulsões. O Cruzeiro já teve ao longo da Libertas, 5 expulsos. E o Grêmio não perdeu partidas na primeira fase, enquanto o Cruzeiro foi derrotado pelo Estudiantes, por 4 a 0, no dia 08/04.
Mas nem isso, muda a importância deste jogo. A fase é outra, o objetivo é outro e a garra continua a mesma.
De um lado, Adilson Batista tem o elenco na mão. Vem de uma vitória importante contra o São Paulo, que de quebra, demitiu o treinador Muricy Ramalho. Já o Grêmio, está ainda se adaptando ao seu novo treinador, Paulo Autuori. Pelo menos está bem no Brasileiro, com uma vitória e um empate nos dois últimos jogos.
Mas o foco é possivelmente, quem enfrentará o favorito Estudiantes na grande final. Sim, apesar de o adversário dos argentinos ser o Nacional do Uruguai, equipe com tradição na competição, ainda acho que o time de La Plata, vai despachar os vizinhos, pois o que pude ver do time uruguaio, não me anima muito para mudar a minha opinião.
Enfim, mais de 30 mil ingressos já foram adquiridos pelos torcedores. O Mineirão estará lotado e a festa e a adrenalina garantidas.
E a manutenção do retrospecto do país na Libertadores continua. Pela sexta vez, teremos um representante na decisão, desde 2005. Ah mas espera, como assim sexta vez? É que nas edições de 2005 e 2006, dois clubes do Brasil, decidiram a competição. Em 2005, fizeram a finalíssima, São Paulo e Atlético-PR, com triunfo tricolor na segunda partida. Em 2006, outra vez o São Paulo chega a final, mas contra o Inter. Desta vez, o Colorado levou a melhor.
Nas edições seguintes, tivemos Grêmio contra Boca e LDU contra o Fluminense. O fim da estória já sabemos de cor-e-salteado.
On Faltou aço nos nervos