Sábado, 05 Setembro 09, 09:13 AM
Ontem o Guarani recebeu o ascendente Campinense, que não perdia há cinco jogos apesar da vice-lanterna. O jogo aparentava ser fácil. O Campinense disse claramente em entrevistas que queria empatar. A postura em campo confirmou isso. Uma coisa é jogar contra-atacando e, não conseguindo ganhar, ficar satisfeito com um ponto. Outra, totalmente diferente, é ficar o tempo todo atrás esperando que acabasse o jogo.
No primeiro tempo só deu Guarani. O Bugre apoiava bem pelas laterais, mas pecava nas finalizações. Fabinho era o melhor em campo, sempre criando boas jogadas. E foi justamente ele que fez o primeiro, numa jogada individual, foi para o meio e chutou firme para arir o placar. Isso era previsível: o time de Campina Grande tem uma defesa horrível. É bom ressaltar que o time paraibano não contava com o ótimo Washington e isso possa explicar o recuo demasiado.
No segundo tempo, claro, a postura do rubronegro foi outra. Foi atacar, até porque o Guarani jogava com "sabedoria". É bom deixar muito claro que em dez minutos de sabedoria o Campinense perdeu dois gols feitos. Só para ninguém dizer que é bom jogar com sabedoria. Aí o Bugre acordou e passou a atacar, mas sepre pela direita, onde Maranhão era bem marcado. Na primeira vez que virou a bola para a esquerda, 2x0. Ney Paraíba.
O jogo morreu ali. A equipe paraibana não acreditava mais e parou de jogar. O bugre só esperava o apito final, porém, conseguiu o terceiro com Eduardo. Belo gol e esse menino é muito melhor que o morto do Andrezinho.
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Manchete de ontem do Globo Esporte: "Muricy abre as portas para Valdivia e Kléber". Não diga? Jura? Só ele mesmo que queria esses dois. o resto gosta só de Capixaba e cia. Mas falando sério, se vierem seriam ótimos reforços. ótimos não excelentes. O elenco ficaria incrivelmente bom, e em várias posições. A dúvida de quem não é fanático: e os salários?
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Hoje é O dia pra quem gosta de futebol, além dos jogos pelos Brasileiros das série A e B, tem O jogo do mundo: Brasil x Argentina, com o nome do Brasil antes mesmo. Maradona está e borrando todo, afinal, falou demais nessa semana, e falar demais geralmente dá em merda. E se ele vier pra cima e deixar contra-ataque pro Brasil, adiós hermanos.
Sábado, 29 Agosto 09, 08:41 PM
Ultimamente tenho dado sorte com série B, sempre com jogos bons. Neste sábado não foi diferente: um assistido e um escutado. Ambos bons.
Em Natal o Bugre foi enfrentar o América. Logo a cinco minutos tomou o primeiro gol, muito culpa de Maranhão, que se preocupou em levantar a mão pedindo off-side ao invés de disputar a bola. Bem feito pro néscio.
Esse jogo foi um exemplo adorável para minha tese de sabedoria. O Mecão resolveu fazer um tempo diferente do outro. Os amigos entenderão. Após marcar o gol, o time jogou com "sabedoria", aquela bosta de recuar e contra-atacar. Tomou pressão e, apesar de chegar com perigo nos contra-ataques, pouco atacou. Água mole, pedra dura... Furou. Márcio Alemão. Empate merecido pois apesar de só chegar em bola parada, só deu Bugre no primeiro tempo.
No segundo tempo, logo a um minuto, o América fez 2x1. O Dragão, porém, mudou sua psotura: ao invés de recuar seguiu no ataque. De pênalti, chegou ao 3x1, continuou atacando e poucas chances cedeu ao Guarani, chegando a uma vitória justa. Ora, não é melhor jogar atacando? Esse jogo vou gravar para defender essa minha tese de que o "jogar com sabedoria" é uma merda.
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Em Campinas um jogo atípico. Muito atípico. Com um minuto já estava 1x0 para o Paraná, gol em um golaço de Rafinha. A Ponte estava complicada, certo? Eraado. Aos 8 do primeiro tempo, já estava 2x1 pro time da casa. Chances eram criadas a todo minuto. Rafinha perdeu um incrível. Evando perdeu outro lá.
Ainda no primeiro tempo a Ponte fez 3x1. No meio da etapa final, o Paraná descontou. O jogo estava totalmente aberto. Aí veio o maldito trem. Pra quem não conhece a lenda: dizem que quando o trem apita ao passar em nas proximidades do Lucarelli, a Ponte tem azar. O trem passou aos 48 do segundo tempo. Em 30 segudnos soou o apito do trem, e teve o gol de empate do Paraná, vaias da torcida (que em nenhum momento apoiou o time, reclamando mesmo nos 3x1) e queda do técnico (técnico?) Pintado. A única coisa não atípica desse jogo foi o trem...
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O Azulão enfim perdeu outra. Foi para o Bahia, 3x1. E Sérgio Guedes de fato arrumou esse time, que já começa a sonhar com acesso.
Falando em treinador, Roberto Fernandades, que estava no Figueirense, também caiu. Venceu o ABC por 1x0 mas não resistiu à pressão antiga da torcida.
Quarta-feira, 29 Julho 09, 10:36 AM
Terça-feira, dia 28 de julho de 2009. 21 horas. Era para eu estar no Canindé, para ver um jogo que já esperava e pressentia que seria espetacular, cheio de gols. A chuva me impediu. Quer dizer, impediu meu pai de querer ir, e eu dancei junto com sua desistência. Eu iria com chuva, nevando, caindo fogo, como fosse, só que eu ainda não sei voar. Fiquei em casa.
Pelo menos tive um jogo parta assistir, mas um jogo que não merece nem um parágrafo. Deveria ser o tema principal do post. Porém, Vasco x Fortaleza fizeram um jogo horrível. No primeiro tempo dois times medíocres em que o Vasco deu um chute no gol contra um retrancado Fortaleza (e mal retrancado), e que fez 1x0 aos 45 do primeiro tempo numa jogada que deu errado e sobrou para um belo gol de Alex Teixeira. O jogo continuou uma merda, e o Fortaleza empatou com gol estranho. O resultado era "justo", merecia um 0x0. Mas o Vasco ainda achou o 2x1. Até os 40 do segundo tempo o Vasco entrava no G-4. Porém, pelo que foi seu jogo, não merecia. Não mesmo.
Simultâneamente, escutava o jogo da Portuguesa contra o então líder Guarani. Um jogão de bola, daqueles que quem viu não vai se esquecer. Quem poderia ter visto e não viu também não vai esquecer.
Logo na saída, com cinco minutos, a Portuguesa abriu o placar na falha da zaga Bugrina. Logo em seguida, ocorreu o impossível. Tem coisas que só acontecem com a Portuguesa... O morto do Walter Minhoca fez gol. Não bastasse isso, fez de direita (ele é canhoto). E mais: ainda girou usando só a perna destra. Ê Lusa!
O jogo era aberto e, em bola parada, o Guarani fez 2x1. Logo em seguida Maranhão chutou cruzado e Fábio aceitou. Logo em seguida se redimiu e salvou o time de levar o quarto. A Lusa na frente esbarrava em Douglas e não conseguiu diminuir.
Na segunda etapa o quadro se apresentava muito melhor para o Guarani, que ficaria nos contra-ataques. Christian entrou no jogo. E logo no começo perdeu um gol pegando rebote e se atrapalhando com abola. Não contente fez o inacreditável, o imponderável. Recebeu livre, na pequena área, gol aberto, sem zagueiro, sem goleiro, sem nada. Nem vento. Jogou por cima. Não sei como.
Mas o Bugre não contra-atacava, só se defendia. Mereceu tomar o segundo e mereceu o empate. Aí sim o professor Vadão se mexeu. Tarde demais. A Lusa já dominava totalmente o jogo. Com justiça a Portuguesa chegou ao quarto gol. Um gol narrado na JP pelo José Manoel de Barros que até me arrepiou, como tinha feito já no jogo do Palmeiras contra o Atlético-PR.
4x3, e eu podia ter visto ao vivo. Bom que exite o RÁDIO, o grande rádio, que me permitiu me sentir dentro do jogo, enquanto olhava praquele jogo horroroso do Vascão. A Lusa mereceu ganhar e, pelo que jogou no segundo tempo, ficar no G-4, que agora tem o Bugre em segundo lugar. Atlético-GO (eu tô falando, esse time vai subir) que arrasou o Duque de Caxias e o Figueirense, que eu não acredito, embora tenha uma boa filosofia de mescvlar jovens e experientes.
Queria que toda rodada tivéssemos um jogo assim, não só pelos gols, mas pelo que foi o jogo, cheio de oportunidades, de alternativas. Poderia ter sido 7x7, 6x4. Queria mesmo que tivéssemos sempre jogos assim, nem que para isso eu tivesse sempre que ficar chateado por não ter ido ao estádio...
Sábado, 25 Julho 09, 09:23 AM
O último jogo que eu vi da nossa série B não foi de encher os olhos, pelo contrário. ABC X Guarani foi jogo de dar dó. Porém, despertou algumas discussões interessantes entre eu e meu pai. A bola rolou e já veio o juiz estourando cartão pra todo lado. 10 minutos, três amarelos. Teríamos expulsão.
A questão não é o número de cartões. É aquela discussão de quantidade. Lembram de Palmeias x São Paulo em Ribeirão Preto pelo Paulista do ano passado? Foi 4x1 para o primeiro, com 3 pênaltis marcados para este. Fiquei incrédulo ao ver que a discussão na imprensa era "como que se pode marcar 3 penais para o mesmo lado?". Isso é ridículo. Se alguém for derrubado 15 vezes na área com falta, que se marque 15 pênaltis. O problema é marcar vinte se só ocorreram 12...
E foi o que fez o juiz. Deu ao menos cinco cartões injustos. Em lance de disputa casual, de choque, ele ía lá e amarelava. Era o destaque engativo do jogo, junto com seu irmão, o bandeira 1, horroroso, errrou várias vezes, e lances fáceis.
E assim expulsou cedo Erandir, do ABC. A segunda falta para amarelo, claro, mas era o segundo (e o primeiro era injusto). Na cobrança, Nunes bateu mal, porém a bola entrou. 1x0. Pior que o juiz além de dar em excesso, deixava de aplicar cartões em jogadas mais merecidas. No final da etapa inicial, expulsou o lateral do Guarani. O segundo amarelo, justo, o primeiro, rigorosamente injusto. Mas o cara mereceu pela burrice: com amarelo, o juiz louco para expulsar um do Guarani, e ele me mete a mão na bola?!
Pois bem, o primeiro tempo foi faltoso demais. Ninguém queria jogar bola, só fazer falta. Conversava com meu pai se não seria interessante um limite de faltas. Por exemplo, o time tem direito a 20 faltas. A partir daí, da 21ª em diante, cada falta geraria um tiro livre. Pode ser na meia lua, ou então que se crie uma marca para trás dessa. Com essa idéia, aquelas faltas bobas no ataque diminuiriam, se jogaria mais na bola com medo da punição...Achei bacana.
E o Guarani deu um show de burrice. 1x0, um homem a mais. O que se faz? Toca a bola, cansa o adversário, abre o jogo pelas pontas. Na pior da hipóteses o pessoal do ABC vai cansar de correr e parar, aí é só dar o golpe. Mas não, o Bugre foi pelo meio, geralmente errando passes. Com a expulsão do ala no final do primeiro tempo, o que era um jogo ganho, ficou em aberto.
Ainda mais quando o Guarani fica todo recuado e sempre dando a bola pro ABC. Desse jeito,por pior que seja o adversário, a bola entra. E entrou, aos 39 da etapa final, Ricardinho fez um belo gol. A paritir daí o jogo ficou bom.Lá e cá. Porém, nada de gol. 1x1, placar final.
Ainda ontem ocorreu algo interessante. O goleiro do Duque de Caxias fez pênalti e foi expulso. O zagueiro Santiago que foi pro gol.E quase pegou o penal batido por Geraldo que deu a vitória para o Ceará no finalzinho.
Quarta-feira, 08 Julho 09, 06:33 AM
Durmo meia-noite na segunda. Acordo às 7 da manhã em plenas férias nesta terça-feira. O motivo? Tenho jogo semi-final de tênis. Acordo e como um delicioso pão com patê de atum que eu adoro. Vou jogar e ganho (alías, agora, às nove e meia tenho a final, e estou com pressa pra acabar o post)). Vou no dentista e fico umas três horas lá, coisa insuportável. Chego em casa e nem futebol quero jogar. Tenho sono.
Pra que isso tudo que escrevi? Pois venci o sono para ver um jogaço (ao menos na teoria) pela série B. Líder x vice-líder, primeiro x segundo, São Paulo x Distrito Federal, Campinas x Taguatinga, Bugre x Jacaré, Guarani x Brasiliense. O jogo é em Campinas. O Brasiliense dá a saída e já faz lançamento ofensivo. A teoria virou prática.
Os amigos acompanham futebol. Se eu colcoar Real Madrid e Barcelona para jogarem e uma das equipes quiser ficar só marcando, o jogo fica chato. Se eu colocar Mazagão, do Amapá, contra o Aquinaudaense, (acho que o nome daquela porra é esse), do Mato-Grosso do Sul, e os dois jogarem pra vencer, posso até ver bom jogo.
E foi o que aconteceu. O Brasiliense tentava marcar sob pressão. Depois de dificuldade em sair jogando lá de trás, o Bugre achava muitos espaços. Ricardo Xavier jogava bem, tinha vontade. Caíque fez uma jogada entrando na área que já lhe foi melhor que todo jogo contra o Vila Nova, no qual ele não jogou porra nenhuma. O BRasiliense era dominado. Era pressionado, menos de 15 minutos e cinco (boas) chances de gol.
O time do Distrito Federal faltou na aula em que se aprende que para não tomar pressão, é só ter a bola no pé. Mas não, era só chutão dos amarelos. Até que veio um chutão errado. Bola sobra para Ricardo Xavier que faz 1x0. O jogo tem uma queda e até o fim do primeiro tempo meu sono - que tinha ido embora, volta.
Vem o segundo tempo, esse sim, junto com os 15 minutos iniciais, digno de um jgo dessa envergadura. E logo aos 4, pênalti para o Brasileiense. O imortal Iranildo fez, e pôs fogo no jogo.
O duelo ficou aberto, chance pra lá, chance pra cá. Jogão. Mesmo com um a menos, o Brasileiense era perigoso, até chegou a ter um mano-a-mano com Glaúber (aliás, esse cara joga muita bola. Marca bem, tem vontade e aparece bem no ataque). E como dizem alguns: quando tudo parecvia encaminhar para o empate, surge Caíque, o mesmo que não jogou nada contra o Vila e que estava jogando muito ontem.
Caíque recebe no meio de uns três, e dá um passe de letra para Dairo ficar na cara do gol. Golaço! 44 minutos e o Bugre abre 7 pontos parcialmente de vantagem.
Coincidência ou não, o outro jogo da noite envolvia Campinense e Juventude. Assim como no jogo de Campinas, o gol vencedor foi do time que eu estava torcendo,e também aos 44 do segundo tempo. 1x0 para o não mais lanterna time paribano.
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O amadorismo persiste.Quanta incompetência! Caralho, por que o São Paulo anuncia técnico um dia depois de demissão e o Palmeiras demora duas semanas para INICIAR CONVERSAS????????
Hoje tem Corinthinas e Flumiennse,e quero que eles se fodam. É Cruzeiro na Libertaodres que interessa porra!!! E não em venham com aquele papo de que Cruzeiro é Brsil na Libertas. Eu vou torcr pro Cruzeiro, mas pergunte pro atleticano lá em Minas.
O Zetti caiu como técnico do Parná, bem feito. Não pela pessoa do Zetti, mas porque ele atravessou um negócio quase fechado com o Veloso. Explico melhor: o Paraná estava numa merda só no paranaense. Chegou o Veloso e o time melhorou, mas eles preferiram, de última hora, mandar o Veloso pra ficar com um fracassado lá no Paraná. (fracassado no seu trabalho anterior NESSE clube, anda pessoal ou profissional, a idéia é só mostrar a incompetência paranista).
Sábado, 06 Junho 09, 10:47 AM
O Vasco é rebaixado, mas é time grande. Natauralmente fará como o Corinthians no ano passado, certo? Errado. Primeiro porque o time do Timão era melhor, e depois porque tem um Guarani no meio do caminho.
Que Guarani? Aquele que ganhou duas em dois jogos e não ganhou mais nenhuma, sendo rebaixado? Sim e não. O clube e sua torcida são os mesmos, mas elenco e treinador mudaram, e para melhor. Ora, para quem não acompanha a série B, o Vascão está com 9 pontos (e um jogo a fazer). O Bugre tem 15 em cinco rodadas, 100%. Nem o mais otimista bugrino apostava em um começo assim.
Muito se deve ao Vadão, que recuperou alguns jogadores psicológimaente e deu mais padrão de jogo ao time campineiro. Vadão monta sistemas defensivos invejáveis, e belos times no contra-ataque. É chato enfrentá-lo, é inteligente.
Ontem o Guarani foi para Santa Catarina, enfrentar o bom time do Figueirense, do bom treinador também (mas com mais problemas de caráter especialmente extra-campo) Roberto Fernandes, que fez boas campanhas no Náutico.
O Figueira começou a mil, como são os times do Fernandes. Mas, depois dos 15, o Guarani equilibrou o jogo. Ficou apu-a-pau. Gostaria de lembrar um lance aqui. Falta frontal pro time catarinense. Na bola, Pedrinho, aquele mesmo. Tempos atrás, quase gol. Hoje ele bate na barreira e, no contra-ataque, só não acontece gol do Guarani porque o bandeira inventou um off-side aí. Que beleza!
Na segunda etapa, o jogo que estava a mil e corrido, teve uma queda natural. Fernandes corrigiu um problema de comapctação muito visível no Figueirense do primeiro tempo. Mas, aos 30 e poucos do segundo tempo, gol do Guarani, em lance complicado. se havia impedimento, era um fio de cabelo. O bandeira fez o que eu gosto: na dúvida, deixa seguir porra!
Aliás, o árbitro foi muito bem também. Deixou o jogo correr e não perdeu o controle da partida. resultado? O jogo ficou bom. Por isso que gosto do Vuadem... O Godoy, o ex-árbitro que se acha Deus, tem uma puta inveja do gaúcho. O que eu cobro do árbitro é critério: não quer marcar aquelas "faltinhas", que não marque, mas para os dois lados, igualdade de critérios. O Godoy quer que marquem tudo, porque o jogo fica chato e ele continua sendo Deus... filha da puta...
Aliás, que vá a merda quem quer que o Santos fique mais defensivo. Porra, adoro ver jogo do Peixe: 4x1, 3x3, 3x3. Tudo jogo cheio de gols. Quem quer ver jogo bruto, vai pra Rússia caralho. aqui e´ataque, drible. Até o defensivo São Paulo meteu 3 outro dia! Ganhar de 1x0 é bom? Ganhar de 6x5 é muito melhor.
Vão se fuder...
On Polêmica