Quinta-feira, 28 Junho 07, 05:23 PM
Afinal, o Richarlyson é gay, ou não é? Até agora, não vi nenhuma manifestação do jogador nessa história, que nasceu como uma pequena nota em um jornal de São Paulo e ganhou as manchetes de sites e jornais de todo o país.
Está certo que ele não deve nada a ninguém. Mas o silêncio apenas alimenta as especulações em torno de sua sexualidade. Ninguém fala da bola que o Richarlyson joga. A expectativa dos torcedores é saber se ele sai do armário, ou não.
Se viesse a público, talvez o meia evitasse esse diz-que-diz que tomou conta das redações nos últimos dias. Seu pai já falou sobre o assunto, a mãe também e até um grupo gay demonstrou solidariedade ao atleta. Mas ele permanece quieto.
De duas, uma: ou acertou a tal entrevista com o Fantástico mesmo, e se mantém calado por ter assumido um compromisso de exclusividade ao programa, ou está esperando o vendaval passar para explicar a situação com mais calma.
Esse episódio serviu para trazer à tona a discussão sobre o preconceito que ainda existe no futebol brasileiro. E olha que o Richarlyson não é o único "suspeito" no futebol brasileiro. Tem mais gente nessa lista rosa, do sul ao norte do país.
Richarlyson está num beco sem saída. Se disser que não é gay, ninguém mais vai acreditar nele. O estrago está feito.
E se assumir pode ter problemas para o resto da carreira, demonstrando que é mais macho que muitos colegas do mundo da bola.
Terça-feira, 05 Junho 07, 04:36 PM
O ex-meia são-paulino não perde a pose de bom moço. Leio no portal "Terra" que ele deu uma entrevista à revista "Vanity Fair" dizendo que casou virgem. Pior, ainda fez comentários sobre a noite de núpcias: "Para nós, a primeira noite foi belíssima", disse o símbolo maior da dinastia bambi.
Depois, a bicharada tricolor não quer que os outros tirem um sarro, né?
Como diria o amigo corintianíssimo Caio Prates, o Kaká é a Sandy do mundo da bola.
Quinta-feira, 24 Maio 07, 04:52 PM
Acabaram-se os problemas no Morumbi. Chegou o herói que o time de Muricy Ramalho precisava. Agora vai!
Quinta-feira, 03 Maio 07, 05:30 PM
Kaká e Luís Fabiano jogam muita bola. Mas ficaram marcados como os dois principais representantes de um São Paulo que subia na tabela, batia em todo mundo na fase de classificação, mas que jogava tudo por água abaixo na hora da decisão, de um mata-mata contra um rival de mesmo tamanho.
A dupla faz parte da geração de pipoqueiros do Morumbi, os amarelões do Jardim Leonor (amarelos, diga-se de passagem, antes mesmo da chegada do Piu-Piu por aquelas bandas).
Agora, Kaká e Luís Fabiano estão prestes a decidir os principais títulos europeus da temporada com o Milan e o Sevilla.
O camisa 22 do rubro-negro italiano ainda deve ser apontado como o melhor jogador do ano pela Fifa - quer o Milan ganhe, ou não, a decisão da Champions League contra o Liverpool.
É bem verdade que Kaká continua sem convencer em grandes jogos, decisões importantes, mas ainda é o queridinho da torcida lá fora e aqui no Brasil...
Já Luís Fabiano deu a volta por cima depois de uma passagem pelo medíocre campeonato português e vem comprovando sua fama de matador. Numa só tacada, tem chances de faturar a UEFA e o Espanhol.
Quem diria, hein?
Há três ou quatro anos, ambos eram xingados pelos torcedores do São Paulo de "pipoca", "amarelão", enfim...
Hoje, o mesmo torcedor enaltece as qualidades (??) de Aloísio Chulapa, Bichardysson e Hugo.
Torcedor esse que é incapaz de encher o estádio Estadual do Jardim Leonor na noite de quarta-feira, mesmo com um jogo valendo uma vaga nas quartas-de-final da tão prestigiada (por eles, são-paulinos) Libertadores.
Sábado, 21 Abril 07, 06:07 PM
O Azulão deu um show no "supertime" do São Paulo. O Estádio Estadual do Jardim Leonor ficou calado após o quarto gol da equipe da ABC, que agora segue forte para a finalíssima contra o Santos.
Gostaria de entender o porquê de o badalado Tricolor ter levado esse nabo dentro de casa. Não acho que o único motivo para o chocolate tenha sido o clima de "já ganhou" da torcida, que com certeza contagiou os jogadores.
O problema do São Paulo é achar que seu time é um esquadrão, quando na verdade não passa de uma equipe bem armada, entrosada e com muita sorte. Só. Ah, e o marketing forte também, com direito a Piu-Piu e tudo.
Aloísio Chulapa, Miranda (botinudo, hein?), Bichardysson, Sousa, Leandro Gianechini e Jorge Arghhhh Vágner não têm culhão para levar o time tão longe como o torcedor sonhava no início do ano. Menos mal que Dagoberto está aí...mas o Paulistão já era!! a invencibilidade, idem.
No final das contas, o São Paulo encerra o primeiro campeonato do ano da mesma maneira que Palmeiras e Corinthians. Sem nada na mão. E com imensas dúvidas em torno do que pode ocorrer em um futuro próximo.
Sexta-feira, 13 Abril 07, 09:54 AM
On Betão Eterno