Quinta-feira, 24 Abril 08, 06:00 PM
Um escasso mês e perde-se muito das fases decisivas das competições européias. Isto deve-se a um insuportável acúmulo de compromissos, de forma que serei breve. Considerando os primeiros jogos das semis da Liga dos Campeões, pode-se pensar de tudo: o Liverpool empata em casa vítima de uma fatalidade e o Manchester prende-se num jogo estranho, ao menos para mim, perdendo pênalti e portando-se de forma muito mais contida que de costume. Certamente, Sir Alex Fergusson não comete o pecado da presunção, impedindo liberdades a Messi e outros que não sucumbiram completamente à queda do Barcelona. A questão é que o Manchester não marcou gol, e esse fato pode cobrar a conta em breve. Em Anfield, como disse, uma fatalidade, ainda que pense que o Liverpool é exatamente aquele que suplanta desastres como esse para seguir adiante. Como é absolutamente repetitivo afirmar que não há como prever o futuro desses confrontos, parto de uma análise frio para chegar a um palpite quente: passam Manchester e Liverpool, e teríamos a terceira final entre clubes compatriotas da história da Liga. Vejo aí, ao menos, a mais interessante das combinações possíveis. E também a mais justa.
On Materializar o sentimento