Quarta-feira, 16 Julho 08, 07:56 PM
Pela mãe do guarda, como tô velha: parace que foi ontem que assisti ao vivo ao Diego armando essa baixaria nas quartas-de-final da copa do México, contra a Inglaterra:
Quem pode afirmar ou negar que a "mão de Deus" alegada pelo baixote deu aquele empurrãozinho em nossos hermanos na conquista da Copa daquele ano? Quem duvida que o episódio só botou mais lenha na flamejante fogueira entre as equipes de futebol de Argentina e Inglaterra? Quem POR DEUS se lembrava que o mascote da Copa de 86 se chamava "Pique" e era uma PIMENTA?
Red, hot and chilli. Nem se compara ao carismático Naranjito.
Enfã: a mão de Deus rendeu e rende caldo grosso até hoje, que não deve ser fácil engolir essa, né? De tão clássica, a cena foi remontada em Lego por um moço muito criativo e talentoso, em meio a diversas outras reproduções de fotos históricas ou do gosto do gajo - tem desde cenas do Starwarsono até imagens de guerra. A galeria completa desses trabalhos do rapaz com as pecinhas está aqui. E aqui, pega na mão de Deus:
A original:
E a pergunta:
Got milk?
Terça-feira, 15 Julho 08, 09:50 PM
Deve ser o maior pega-trouxa ever, mas eu gosto de engrossar esse tipo de coro e a intenção é nobre. Diiiizem que esse é um teaser do clipe da Copa de 2014 e diiizem também que, lá no final, é a marca a ser usada. Achei meio anssim, anssim como também acho que o mundo tá muito cheio de seguir tendência pra essa marca estar pronta com cinco anos de antecedência. Anyway, confere comigo no replay - ima, ima, ima, meu forte é a poesia:
Sexta-feira, 11 Julho 08, 05:16 PM
Pra variar, vi no BlueBus, que viu no Adrants: vídeo da Nike italiana lindo, simples e sorridente. E o mais massa: trilha sonora da Feiticeira do H!
Quinta-feira, 08 Maio 08, 05:24 PM
Quando eu era criança pequena e morava ali na Saldanha Marinho, éramos quatro filhos crianços e dois pais adultos dentro de um apartamento
pequeno demais pra essa gente toda. O prédio não tinha parquinho (quem dirá então PLAYGROUND) e papai e mamãe rebolavam para garantir a distração dos pequenos atazanados dentro de espaço tão
limitado. Tínhamos um aquário, hamsters, passarinhos, quilos de Playmobils e Pinos Mágicos, quatro Pogobols e outros tantos lançamentos Estrela. Ainda não era suficiente, vivíamos arrumando
diversão alternativa e pouco recomendada, das quais não falarei hoje para não fugir mais ainda do tema.
Pra completo desespero de mamãe, um dia em que eu devia ter uns oito anos (e, portanto, meus irmãos tinham 6, 7 e 9 - esse é um dado completamente irrelevante para o que vem a seguir, servirá apenas como registro para a posteriadade), meu pai chegou em casa com o nível de sangue meio alto na corrente alcóolica trazendo debaixo dos sovacos duas caixas. E a sala, cujo chão já era praticamente invisível sob tanta quinquilharia, ganhou dois novos ornamentos: um mini-snooker e um mini-pimbolim. Arrumamos duas excelentes formas de nos distrair e, com elas, vieram também centenas de razões para brigas. Yeaaahhhh!
Meus irmãos piás foram os grandes beneficiados pelas aquisições, que acho que é meio natural que as meninas não tenham grande adimiração pelos dois esportes, que têm estigmas masculinos tão fortes. Snooker eu quase nunca joguei, porque minha descordenação motora me acompanha desde (e mais ainda lá) a mais tenra idade. Mas a mesa de pimbolim eu achava superlegalz, ainda que sempre usasse a tática de girar as manoplas com a maior velocidade ever mesmo sabendo que isso é estratégia de quem não sabe brincar e vivesse levando bronca e pontapé por causa disso.
Minha carreira no esporte durou pouco tempo, assim como a mesa de pimbolim na sala, que foi transferida irrevogavelmente com o snooker para a casa da praia assim que a casa da praia passou a existir. E eu contei tudo isso primeiro porque AMODORO um prelúdio, mas também porque nostalgiquei quando encontrei essa teramesa de pimbolim que uma firma norte-americana desenvolveu para a cerveja Amstel, como parte de uma campanha que a marca fez durante as finais da Copa dos Campeões:

A mesona comporta 22 jogadores e, creio eu, deve exigir da família proprietária uma supersala de estar, néãm?
Tá ligado que passei o post inteiro escrevendo pimbolim como licença poética, né? Era assim que eu chamava e chamei até o dia em que descobri que certo
mesmo é PEBOLIM e outras muitas variações, que estão catalogadas no verbete do esporte na Wikipedia, que traz também
a(s) história(s) curiosa(s) da invenção do brinquedo. Vai lá.
Sexta-feira, 01 Fevereiro 08, 07:01 PM
Nunca usei (a não ser na tenra idade), mas acho máscara uma parada trimassa. Ninguém sabe pra onde você tá olhando, fica aquele suor lazarento coçando na testa, você baba na camiseta cada vez que tenta levar a lata de cerveja até a boca; é realmente o maior barato.
O site do Globo Esporte concorda comigo e preparou oito opções de máscaras de personagens moito populares do meio futeboleiro pra você fazer MUNITO na matinê do Clube. Vamos olhar umas aqui, mas não deixe de ir lá e conferir as legendas péssimas que eles providenciaram pras imagens:
Dá pra ir de Gollum.
De Curinga.
Ou de Bambi.
Encerro minha participação registrando aqui que adorei a razão porque o Vágner Love tem esse apelido meiguinho: o gato foi FRAGADO passando o drible da vara numa senhoura na concentração do Palmeiras enquanto ainda era do Juniores. Fenfafional!
Sexta-feira, 29 Junho 07, 10:55 PM
Lugar-comum completo é dizer que as grandes idéias vêm das iniciativas muito simples, mas eu vim aqui pra falar de uma grande idéia que veio de uma iniciativa muito simples. Bora contar o caso completo:
Publicitário tem fama de ser a categoria que mais se autopremia no mundo corporativo e arrisca que realmente seja essa a verdade. Bão, fato é que essas premiações, além de encherem as carteiras das agências de novos clientes e as carteiras dos criativos responsáveis pelas campanhas premiadas de dinheiros, também acabam trazendo a público o que se produz de melhor na propaganda mundial. E isso é bem legal, vamos concordar.
Recentemente, aconteceu a 54ª edição de um dos principais eventos da propaganda mundial: o Festival de Publicidade de Cannes. A princípio, esse evento costumava premiar apenas os chamados "Filmes" - filme é o jeito phynno como os criativos chamam os reclames que são veiculados na TV. Com o tempo, passaram a ser premiados também anúncios, spots de rádio, materiais de marketing direto e um sem-fim de outros penduricalhos com chance de serem convertidos em prêmios para os colegas de classe. Assim que papai do céu criou a internet, as péças criadas para o meio virtual também passaram a fazer parte das premiações em Cannes e, hoje, são responsáveis pelas idéias mais bacanas entre as inscritas.
Bão, agora você vai entender porque este post está sendo publicado no OleOle e não no meu bLoguiNHu.
Não tive tempo (vou ter que ter) de visitar todas as peças inscritas na categoria Cyber deste ano. Só passei correndo pela short-list de e-mail marketing e lá encontrei uma grande idéia que veio de uma iniciativa muito simples: a Brahma transformou um e-mail numa bola de papel. Olha só:

Tá afins de uma pelada? Vai indo que eu já vou .
criativo é o jeito phynno como se autodenominam os profissionais que trabalham na área de criação publicitária.
On Fifa 2009 para PS3