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Na terra da rainha – há bons exemplos

Sexta-feira, 25 Setembro 09, 12:42 PM

Na tarde de ontem teve início a terceira edição da Copa do Brasil de Futebol Feminino, cuja grande atração é o time do Santos, que possui nada mais nada menos do que sete jogadoras da Seleção brasileira, com destaque para Cristiane e Marta.

Aqui em Alagoas, o Cesmac ameaçou não participar do campeonato já que a CBF não repassou a ajuda de custo, da ordem de R$ 17 mil, da participação do clube no ano passado. Ao confirmar na segunda a presença no torneio, a direção afirmou que entrou na justiça contra a Confederação.

Para hoje, a Federação Alagoana de Futebol resolveu colocar a final do masculino sub-15 no mesmo horário da estreia delas. Devido a problemas judiciais, CSA e Corinthians só puderam atuar a partir desta semana, no Mutange. Só não precisava colocar a partida no mesmo horário que uma competição nacional. Era só colocar os garotos como preliminar das meninas.

Quanto ao jogo, o Cesmac enfrentou o Potiguar-RN, no estádio Nelson Peixoto Feijó, às 15h. Cada tempo foi dedicado a um time numa partida sem nenhuma transmissão das rádios locais.

No primeiro, o Cesmac conseguiu a diferença de dois gols. Aos 15, Manoela aproveitou falha da goleira adversária, que não cortou cruzamento rasteiro da esquerda, para colocar de carrinho para dentro do gol.

E teve mais logo no minuto seguinte. Karian recebeu dentro da área e no "estilo Vagner Love" driblou a goleira para ampliar o marcador do time alagoano.

Só que, aos 21, foi a vez da defesa azulina falhar no "estilo Marcão". Adriana recebeu a bola isolada na entrada da área e bateu na saída da goleira para diminuir o placar. Cesmac 2X1 Potiguar.

Após perder uma série de oportunidades, o Cesmac alcançou o terceiro gol. Karina chutou, a bola desviou na zagueira e enganou a goleira Flaviana, que viu a bola passar por baixa do seu corpo. 3X1.

Sentindo o cansaço de quem joga outro campeonato em paralelo - o Alagoano, cujo time é o líder -, as meninas do Cesmac esmoreceram e deram chances para o clube potiguar. Uma delas veio com um pênalti, que Maria Antônia mandou para fora do estádio, por cima do travessão.

Com o resultado, o Cesmac pode perder por um gol de diferença no próximo jogo, que será realizado na quinta-feira da semana que vem no Machadão.

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A Agremiação Sportiva Arapiraquense mal terminou a Série C e já começa a acertar os ponteiros para a temporada do ano que vem e já traz boas notícias.

Primeiro, o estádio Coaracy da Mata Fonseca já teve iniciada a sua grande reforma, que tem a iniciativa de rebaixar a altura do gramado - que já foi todo retirado (vide foto do site Futebol Alagoano) -, aumento de suas dimensões e a ampliação da capacidade de 10 mil para 13 mil espectadores.

Além disso, o clube acertou a renovação do principal nome do time. José Luiz Mauro, o Vica, continuará no clube na temporada do ano que vem. Treinando o time arapiraquense desde julho de 2008, o técnico conseguiu classificar o time para a Série C deste ano (com o 11º lugar no ano passado), vencer o campeonato alagoano deste ano e alcançar a vaga na Série B, com um inédito vice-campeonato.

É importante frisar a atitude da diretoria num momento difícil. No início do Alagoano, tanto no primeiro quanto no segundo turno, o time ficou sem vencer as três ou quatro primeiras partidas. As críticas sobre ele choveram, afinal ele opta por não realizar amistosos na pré-temporada para não "queimar" os jogadores. O resultado? A conquista dos dois turnos.

Vica treinou o ASA em 59 partidas, com 31 vitórias, 13 empates e 15 derrotas, um aproveitamento de quase 60%.

Do time vice-campeão brasileiro da Série C, o zagueiro Paulão foi contratado pelo Grêmio Barueri e o artilheiro Nena já se apresentou ao Vila Nova. Ivo foi dispensado e o zagueiro Édson Veneno e o goleiro reserva João Miguel também já renovaram o contrato.

O ASA comemora nesta sexta-feira 57 anos no melhor período da história do clube. Parabéns ao time arapiraquense!

Anderson Santos.

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ASA-AL, vice-campeão brasileiro

Terça-feira, 22 Setembro 09, 12:19 PM

Estádio Independência com mais de 11 mil pessoas presentes para assistir a final do Campeonato Brasileiro da Série C envolvendo América e ASA. Cerca de quatrocentos torcedores arapiraquenses foram ver a volta do artilheiro Nena, no lugar de Fábio Lopes, e a presença de Henrique no lugar de Paulão, suspenso e a caminho do Barueri.

Já os torcedores do Coelho, como era de se esperar, estavam muito confiantes no título após os 3 a 1 fora de casa. Euller recuperou-se de lesão mas começa a partida no banco. A única alteração em relação à partida anterior é na lateral-direita. Evanilson, suspenso, dá lugar a Rodrigo.

PRIMEIRO TEMPO O árbitro goiano Luís Alberto Bites apita e dá início ao último jogo da remodelada Terceira Divisão. O ASA tenta pressionar os mineiros jogando num esquema mais ofensivo, o 3-5-2, com Nena e Júnior Viçosa no ataque, mas com o setor defensivo com apenas Jota como volante.

Aos oito minutos, o time alagoano troca passes no lado direito até que a bola chega no meio para Rodriguinho, que erra e manda a bola para fora.

O América de Givanildo Oliveira controla com sapiência a partida, jogando nos erros da defesa adversária, que foram muitas no primeiro jogo. Aos 10 minutos foi a vez de Henrique, que já havia recebido um cartão amarelo logo aos seis minutos, errar. A bola cruzou a área e antes de chegar a Bruno Mineiro, o zagueiro Édson Veneno afasta.

Nena até que tenta se isolar na artilharia do campeonato, mas, aos onze minutos, recebeu uma bola na entrada da área e chutou fraco, para fácil defesa de Flávio.

Num contragolpe aos 14 minutos, a torcida do América explodiu, mas não foi com um gol. Fábio Bala recebe em boas condições na esquerda, corta o zagueiro, mas chuta para fora. O suficiente para gritos de "Coelho! Coelho!".

Um dos lances mais comuns da partida foram as faltas cobradas por Irênio, que junto a Bruno Mineiro estão a caminho do Náutico. Tuti afastou todas. A primeira, aos quinze minutos, foi para escanteio.

Tuti, um dos destaques da campanha do time alagoano, volta a trabalhar três minutos depois. A defesa só olha Fábio Bala tocar para Bruno Mineiro, que chuta rasteiro para a defesa do goleiro do ASA.

Foi preciso que o zagueiro Édson Veneno fosse ao ataque para o alvinegro criar mais uma chance em linda troca de passes pela esquerda. O zagueiro tocou para Didira, que deixou para Renatinho girar e chutar perto do gol.

Júnior Viçosa, que no início do jogo perturbou a zaga americana, volta a aparecer aos 39 minutos ao cortar o zagueiro, mas chutar para fora.

Em mais um erro da zaga arapiraquense, o veterano Wellington Paulo, comemorando 300 jogos pelo clube, recebeu sozinho dentro da área e cruzou da direita. Tuti não deixou a bola passar.

O primeiro tempo da decisão fica no zero a zero.

SEGUNDO TEMPO Para o ASA só interessava a vitória, só que quem chegou primeiro ao gol adversário foi o Américo. Aos sete minutos, Zé Rodolfo deixou Danilo na cara do gol, mas o jogador mandou um canhão por cima do gol de Tuti.

No minuto seguinte foi a vez do único volante do time arapiraquense aparecer. Jota cobrou falta no ângulo direito, mas Flávio, bem colocado, realizaou fácil defesa.

Dois minutos depois foi a vez de Renatinho driblar três jogadores adversários pelo lado esquerdo e cruzar fechado, obrigando o ex-goleiro do CSA a mandar a bola para escanteio.

Como o time não mudou muito a postura dentro de campo, o técnico Vica realizou duas alterações para colocar o ASA para cima do Coelho. Trocou um lateral por outro pelo lado direito, Flávio no lugar de Ricardinho, e tirou o lateral-esquerdo Renatinho para entrada do meia Fábio Lopes. O versátil Didira passaria para o lado esquerdo.

Aos 16 minutos o time realizou uma linda jogada. Em tabela de Nena com Didira, o jogador formado no alvinegro entrou na área, mas chutou para fora.

Porém, o time alagoano só não esperava ter que jogar com um a menos até o final da partida. Henrique parou contra-ataque puxado por Bruno Mineiro e, como já tinha amarelo, foi expulso, aos 19 minutos do segundo tempo.

Enquanto o América realiza duas substituições para controlar o jogo, dentre as quais a entrada do "Filho do Vento", o ASA voltou a realizar uma bonita jogada no ataque. De pé em pé, com cada jogador dando um toque na pelota, ela passa por Rodriguinho, Nena, Fábio Lopes e Didira, que toca para Flávio, que bate mal na bola.

Aos 31 minutos foi a vez de Flávio armar jogada pela direita e deixar Rodriguinho em excelentos condições na entrada da área. Mas o meia do ASA também erra o chute - e não vale colocar a culpa na bola.

Duas chances para o Coelho. Primeiro, aos 36, Rodrigo bateu cruzado para fora. Dois minutos depois, foi a vez de Bruno Mineiro cabecear para fora após bom cruzamento de Wellington Paulo.

Mas o gol do título veio aos 43 minutos, em rápido contra-ataque puxado por Euller. Com apenas um zagueiro marcando três jogadores do América, ficou fácil para Bruno Mineiro receber na frente e tirar a bola de Tuti. Festa da "decacampeã" torcida mineira, que ainda viu o mesmo Bruno chutar em cima de Tuti.

O América-MG é campeão brasileiro da Série C em 2009!

 

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Gigantes do Nordeste- Treze

Segunda-feira, 21 Setembro 09, 10:40 AM

Ele voltou!!! A série que destaca a história dos clubes nordestinos reaparece depois de um breve hiato de tempo.

E neste retorno dos Gigantes, destaco um clube que tem raça até no símbolo, o Treze de Campina Grande-PB.

O Galo da Borborema, como é conhecido, teve seu início nos idos de 1925. Aliás o nome não é mera coincidência. Foi fundado por treze pessoas, numa simples casa, onde hoje funciona um colégio importante da cidade. Entre os treze fundadores, estava a figura de Antônio Fernandes Bióca, o introdutor do futebol na Paraíba.

O primeiro escudo do clube alvinegro, lembra e muito, o símbolo do Cordão da Bola Preta, tradicional clube carnavalesco carioca. Era formado por um círculo preto inserido do número 13 (vide imagem abaixo). O seu primeiro jogo no estado, aconteceu no antigo campo dos Currais, hoje Mercado Municipal, em março de 1926. A partida era contra o Palmeiras de João Pessoa, capital do estado.

Primeiro escudo do Treze-PB

Mas a grande estreia no Campeonato estadual, aconteceu em 1939, no jogo contra a equipe do Auto Esporte. Derrota por 3 a 2. Porém,na segunda partida, os trezeanos enfrentaram o Botafogo local e sapecaram 8 a 1. Isso foi considerado uma zebra, já que não era fácil bater a principal equipe paraibana e de goleada por cima.

Em 1966, o Treze se tornou campeão paraibano de forma invicta. A campanha foi marcada por resultados expressivos, como as duas vitórias em cima do seu maior rival, o Campinense. Esta conquista é representada no escudo, com uma estrela.

Hoje, o Treze se encontra na quarta divisão nacional. O clube é o melhor ranqueado da CBF, entre os times da Paraíba. Já disputou a primeira divisão nacional e a Copa do Brasil. Nesta última competição, fez sua melhor campanha, no ano de 2005, onde obteve o 5º lugar no geral.

 

Atual escudo do Treze TREZE FUTEBOL CLUBE

 

Data de Fundação: 07/ 09/1925

Títulos importantes: Brasileiro da Série B em 1986; Campeonato Paraibano: 13 vezes — 1940, 1941, 1950, 1966, 1975, 1981, 1982, 1983, 1989, 2000, 2001, 2005, 2006;Torneio Início: 5 vezes — 1965, 1974, 1976, 1982 e 1985; Taça Brasil Nordeste em 1967.

Estádio: Presidente Vargas (próprio), capacidade 10 mil pessoas.

Mascote: Galo

Apelido: Galo da Borborema

Maior ídolo do clube: Plácido Veras, o Guiné, na década de 20. Atuava como atacante (sic).

Cores: Preto e branco.

Site Oficial: www.trezefc.com.br


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Coaraci e coração

Quinta-feira, 17 Setembro 09, 06:12 PM

Faltava o grande encontro. Depois de namorar mais de dois anos, finalmente resolvi conhecer sua casa. A casa era modesta, mas fui muito bem recebido, pelo menos na chegada. Porém, a boa primeira impressão não se fez presente durante as quase duas horas que estve lá. Fiquei muito triste, mas, foi ai, que percebi quando os grandes sentimentos fazem sentido. E mesmo saindo de sua casa triste, tive certeza que ele já conquistou um pedaço meu.

Foi essa a impressão depois da derrota do ASA no primeiro jogo da final contra o América-MG. Foi a prmeira vez que vi um jogo no estádio Coaraci da Mata Fonseca, em Arapiraca, apertadinho, completamente lotado, contando com os 40 americanos. Foi muito triste ver aquela derrota, completamente incompreensível, jogando mais, mais posse de bola, com pressão até sofrer o primeiro gol, enfim, não farei uma análise do jogo, meu amigo Anderson (http://br.oleole.com/blogs/futnordeste/posts/coelho-com-uma-pata-na-taca) já fez.

Mesmo assim estava feliz. O primeiro motivo é o óbvio: o título era só a cereja do bolo, o resto do bolo já veio com a vaga na segundona. O outro motivo foi a certeza que o ASA me conquistou mais ainda, sua torcida local, aquela clima de caldeirão e, principalmente, a torcida cantando após o jogo me ganharam. Ele, o ASA, conquistou um pedaço meu.

Um dia Gigante, sempre Gigante!

Homero Baco

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Jornalistas apanham na final da Série C

Quinta-feira, 17 Setembro 09, 05:41 PM

Eu estava ouvindo o programa do Juca na CBN e "cutindo" minha diarréia. Todo o dia, Juca oferece dois prêmios para personalidades do esporte (ou não). O Troféu Osmar Santos para o destaquepositivo e o "já para o chuveiro" para o negativo. Nesta terça feira, um dos prêmios veio para Alagoas. Claro que não foi a chegada de um time de Alagoas a uma final de brasileiro ou a volta do Estado à Série B. Obvio que, assim como na política, o destaque alagoano é negativo: dois jornalistas foram agredidos por policiais. O falso motivo? O jornalista estava de bermuda, pediram que ele se retirasse e se negou. O verdadeiro? No jornal em que trabalha (Extra) saiu uma denúncia de três páginas contra a Federação Alagoana de Futebol (AFA).

Segue matéria do site comunique-se sobre o assunto.   

 

 

Jornalistas são agredidos durante cobertura de partida de futebol em Alagoas

Izabela Vasconcelos, de São Paulo

O jornalista Roberto Baía e o repórter fotográfico Carlos Alberto de Oliveira acusam a Polícia Militar de Alagoas de promover um “espancamento” na partida entre ASA e América Mineiro, pelo Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão, na cidade de Arapiraca, no último domingo (13/09). Os profissionais afirmam que foram agredidos por policiais enquanto faziam a cobertura do jogo.

Baía trabalha para os jornais Tribuna Independente e Extra Alagoas e Oliveira é fotógrafo freelancer. Segundo eles, a PM agiu a pedido do delegado de campo e representante da Federação Alagoana de Futebol, Davi Holanda.

Baía conta que o tumulto começou após outro representante da Federação, Júnior Beltrão, a pedido de Holanda, ter dado ordem para que o jornalista se retirasse do local. O jornalista não saiu e pediu explicações. De acordo com Baía, nesse momento Beltrão lhe puxou pela camisa e lhe deu um empurrão.

Agressões da PM
“Logo em seguida apareceram mais de 30 homens da polícia, rasgaram minha camisa e um soldado me derrubou escada abaixo no túnel”. O jornalista afirmou que depois foi informado que o motivo alegado para sua saída do estádio era porque estava de bermuda. “Não vejo isso como um motivo, muitos jornalistas usam bermuda nos jogos daqui”.

Oliveira sofreu uma fratura no braço, causada por uma “chave de braço” da polícia. “Enquanto eu falava, apanhava. Só pararam quando eu fiquei calado. A polícia não veio para apartar, mas para bater. Além da fratura, estou com o ombro ferido, porque me empurraram contra a parede. Estou com dores que nem consigo dormir direito”, contou o fotógrafo.

Após as agressões, a PM encaminhou os profissionais à delegacia, que passaram por um exame de corpo de delito. “Após o ocorrido, fiquei pensando qual era o motivo daquilo. Lembrei que no mesmo dia o jornal Extra de Alagoas tinha publicado três páginas de denúncias contra a Federação Alagoana de Futebol. Deve ser algum tipo de retaliação”, declarou Baía.

Polícia se defende
O Comando do 3º Batalhão da Polícia Militar de Alagoas divulgou uma nota e informou que os jornalistas e os membros da Federação Alagoana de Futebol “entraram em vias de fato” e que a polícia só fez seu trabalho para enquadrar os agressores. “Nenhum policial agiu com excesso e as únicas lesões sofridas foram causadas entre eles”, diz o texto, contrariando a versão dos jornalistas.

FAF nega retaliação
O presidente da Federação Alagoana de Futebol, Gustavo Feijó, negou que o caso tenha sido uma retaliação contra as denúncias à Federação. O presidente disse que se reuniu com Baía no final dessa tarde e que discutiram o assunto. “A questão já foi esclarecida. Não passou de um mal entendido. Vamos emitir uma nota juntamente com o Sindicato dos jornalistas sobre o assunto”.

Sindicato programa audiência
“Nada justifica a violência. A forma de se abordar é outra. Quem conhece a polícia sabe o que é ‘ força moderada’ para eles”, declarou Valdice Gomes da Silva, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Alagoas.

Valdice informou que, além de uma nota oficial, o sindicato marcou para o fim da tarde desta terça-feira, uma audiência com o Secretário de Segurança Pública do Estado e os profissionais agredidos, para discutirem a questão.

Fonte: http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?idnot=53513&editoria=8

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Coelho com uma “pata” na taça

Terça-feira, 15 Setembro 09, 12:21 PM

 

Estádio Coaracy da Mata Fonseca, o popular "Fumeirão", em Arapiraca, lotado para a primeira decisão nacional da vida da Agremiação Sportiva Arapiraquense (ASA). A chance de Alagoas conquistar uma divisão do Campeonato Brasileiro, já que o CSA por três vezes na década de 80 fora vice-campeão da Taça de Prata (espécie de Série B da época).

Desfalques importantes nas duas equipes. Do lado do time arapiraquense, o artilheiro da Série C, Nena, cumpre suspensão devido à expulsão no jogo anterior. Em compensação, o ASA volta a contar com o zagueiro Paulão no time titular e com o experiente Paulo Foiane na reserva, que cumpriram suspensão no jogo anterior.

Já o América-MG tenta retomar seu trajeto como um dos times mais tradicionais de Minas Gerais com mais um título em divisões de acesso no ano. Treinados pelo experiente Givanildo Oliveira, que afirmou em entrevistas ter torcido para que Icasa e ASA conseguissem a vaga para a Série B, o Coelho tem alguns desfalques, destaque para as ausências do atacante Luciano e do "filho do vento" Euller.

Tudo pronto para o apito inicial do potiguar José Alberto Gomes Duarte e logo no primeiro minuto do jogo, Júnior Viçosa, substituto de Nena no ASA, recebe passe em profundidade de Didira, dribla o goleiro alagoano Flávio e chute a bola na trave!

Três minutos depois é a vez de Ivo tabelar e isolar a bola para fora. O ASA inicia o jogo da forma que a torcida gosta: gigante e pressionando o adversário.

Porém, como no futebol geralmente quem não faz leva, na primeira chance do alviverde mineiro, a defesa alagoana falha após cruzamento rasteiro na área e o veterano lateral-direito Evanílson, que não tem nada a ver com isso, aparece para marcar América 1X0 ASA.

Num dos poucos lances polêmicos da decisão, o árbitro, que afirmara antes do jogo seguir o "estilo Vuaden" de arbitragem, não marca sequer falta em Ivo exatamente na linha da grande área mineira. Pênalti não marcado a favor do time alvinegro.

E dois minutos depois Irênio cruza na cabeça de Fábio Bala, que, sozinho, marca o segundo e cala a torcida presente no Estádio. Em quinze minutos o América Mineiro consegue imprimir uma boa vantagem para a decisão.

Aos 18 foi a vez de Tuti voltar a aparecer como destaque do setor defensivo do time do Agreste alagoano, que não passa por um bom dia. Wellington Paulo cabeceou para uma boa defesa do goleiro.

Wellington Paulo volta a aparecer aos 26 minutos, só que cometendo pênalti no atacante Júnior Viçosa. Rodriguinho dá a paradinha, desloca Flávio e volta a colocar esperança nas mentes e corações alvinegros: ASA 1X2 América-MG.

Antes do final do primeiro tempo, uma chance clara de gol para cada lado. Aos 32, Tuti coloca a bola para escanteio após uma boa cobrança de falta. E aos 35, Júnior Viçosa pára em grande defesa de Flávio, campeão brasileiro em 2001 pelo Atlético-PR.

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Com o resultado parcial do primeiro tempo, o América-MG poderia perder até por 1 a 0 em casa que ficaria com o título. Poderia, leia o que aconteceu no segundo tempo que mudou isso:

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O ASA começa o segundo tempo realizando uma blitze sobre o clube mineiro. No primeiro minuto, é a vez de Renatinho isolar a bola para fora, mesmo a recebendo livre de marcação.

No minuto seguinte foi a vez do goleiro formado pelo CSA reaparecer na partida. Flávio cortou cruzamento par a área e quase entrega a bola para Paulão. Antes disso, o árbitro marca falta inexistente no goleiro, o famoso "perigo de gol".

Aos oito foi a vez do goleirão aparecer de forma positiva. Após cobrança de escanteio para a área, Didira encheu o pé. Defesa em dois tempos de Flávio, que repetiu a defesa em chute fraco do mesmo jogador dois minutos depois.

E em meio à pressão arapiraquense pelo gol de empate, uma saída errada da defesa alvinegra permitiu que Bruno Mineiro encobrisse Tuti para selar de vez a vitória mineira no primeiro jogo da final da Série C. Aos 13 minutos do segundo tempo, América 3 a 1.

O ASA ainda tentou descontar o placar. A grande chance foi desperdiçada aos 18 minutos, desta vez através do zagueiro Paulão, que com um tirambaço acertou a trave direita de Flávio. O mesmo Paulão foi expulso minutos depois por fazer falta dura em Bruno Mineiro.

Com uma missão quase impossível, o ASA tentará reverter o placar em BH. O clube, que sempre teve que buscar o resultado fora de casa nesta competição, terá um árduo trabalho: terá que vencer por 3 a 0 ou placares de, no mínimo, 3 a 1 para levar a partida aos pênaltis.

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Na terra da Rainha – tem um monte de bobos

Terça-feira, 08 Setembro 09, 01:25 PM

O Campeonato Alagoano de Futebol Feminino teve sua primeira rodada no último sábado, com dois jogos no péssimo estádio Cleto Marques Luz, da Federação Alagoana de Futebol.Para se ter uma ideia um dos cinco gols do ECA sobre o São Luiz, na goleada por 5 a 1, foi um chute de fora da área em que a bola quicou e encobriu a goleira.

Na outra partida ocorrida em Maceió, o União Sóesporte goleou o 8 de março por 4 a 0. Completando a rodada, o Utinguense venceu o Cecepa por 3 a 2. O Cesmac, representante alagoano na Copa do Brasil, folgou na rodada.

Só lembrando que nesta quarta-feira, Pelé entregará a camisa de número 10 do Santos à Marta, que será apresentada junto com Cristiane para a disputa da Libertadores.

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Após muitos acertos, a Copa dos Campeões de Alagoas, torneio caça-níquel criado pelo presidente do CSA Abel Duarte, foi cancelada pela desistência de três clubes e depois de já ter garantido patrocinadores e TV para exibição do torneio.

Participariam do torneio os seis campeões alagoanos: CSA, CRB, ASA, Coruripe, Corinthians Alagoano e Capelense. Inclusive, o Tricolor da Vai Expressa já havia "dado" a sua vaga na Copa do Brasil do ano que vem para que servisse de prêmio ao campeão do torneio.

E foi justamente o Corinthians o primeiro a desistir. Como primeiro os clubes se reuniram para depois falar com a Federação, os dirigentes do tricolor afirmam que houve uma mudança entre as duas reuniões no que se refere à idade dos jogadores. O Corinthians queria que fosse sub-18, só que foi mudado para sub-23. O detalhe é que se o torneio fosse sub-18, segundo a legislação, não se poderia cobrar ingressos.

A seguir foi a vez do ASA também desistir do torneio. Segundo a diretoria, o clube encerrará suas atividades desta temporada com o final da Série C, cuja decisão o time fará nos dois próximos domingos.

Por último, e mais polêmica, foi a desistência do CRB. O arqui-rival do CSA foi um dos principais articuladores do torneio, ficando responsável, inclusive, por resolver os problemas dos estádios - apenas o de Arapiraca estaria com licença para abrigar jogos de futebol.

Fala-se nos bastidores num acordo entre Corinthians e CRB, já que o primeiro tem participação financeira em possíveis vendas de atletas do segundo. Além disso, comenta-se que a vaga na Copa do Brasil poderia ser repassada ao Alvirrubro, que foi o terceiro colocado do Alagoano.

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Mas como nem tudo são espinhos, após nove anos sem nenhum jogador convocado para a Seleção masculina, se não falhe a minha memória, Dunga convocou ontem o meia Cleiton Xavier, jogador do líder do Brasileirão, o Palmeiras.

Natural de São José da Tapera, Cleiton foi formado nas categorias de base do CSA - e não do Internacional - e assim que entrou no time titular se destacar junto com outros dois jogadores, Geninho e Rubiano (falecido após um acidente de moto). Os três atletas foram "vendidos" ao Internacional pela quantia de R$ 400 mil, que o clube alagoano nunca recebeu.

Cleiton não se firmou no Inter e rodou por outros times do Brasil até fazer um excelente primeiro turno no Brasileiro do ano passado pelo Figueirense e ser contratado pelo Palmeiras antes mesmo de terminar o torneio.

O jogador é o que dá mais assistências para gols no Brasileirão 2009 e se firmou como um dos principais atletas no meio-de-campo do campeonato.

Anderson Santos.

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A dois passos do paraíso!

Segunda-feira, 31 Agosto 09, 01:13 PM

Desta vez não iria acompanhar o jogo do ASA porque atendi ao convite de um colega palmeirense para assistir ao clássico nacional onde ele mora. De qualquer jeito, levava o MP3 para qualquer eventualidade e sintonizar a única rádio FM local que "toca" esportes.

Outro colega nosso, vascaíno natural de Penedo-AL, também foi para acertarmos os últimos detalhes de algo que iremos realizar. Antes do "choque-rei" começar, decidimos que no intervalo do jogo olharíamos na Internet o resultado parcial do jogo.

Primeiro tempo com algumas chances no jogo do Morumbi, deu tempo de conversar, e muito, sobre futebol em todas as esferas. O colega penedense afirmou que conversou com um dos desembargadores do Estado e o mesmo disse que o Penedense volta à Primeira Divisão no ano que vem por decisão judicial.

Além disso, um fato curioso: a rixa entre os moradores de Penedo e Arapiraca, que para este meu colega é uma besteira. "Em Arapiraca dizem que em Penedo só tem corno, e em Penedo dizem que em Arapiraca só tem 'viado'". O motivo: ser a segunda cidade, em importância, de Alagoas.

PARTIDA Fiquei encarregado de olhar o placar e vi num site local que o primeiro tempo terminou com vitória do Icasa por 2 a 1. Todos nós permanecíamos confiantes porque bastava um gol do ASA para garantir a classificação para a final.

Os gols foram de Marcos Winícius (Icasa), numa linda jogada de ataque aos 12 minutos; Didira bateu falta na cabeça do zagueiro Leandro (ASA), empatando aos 35 minutos; e aos 44, o zagueiro Diogo (Icasa) acertou um chutaço dentro da área para terminar na frente.

Ainda houve tempo para no fimzinho do primeiro tempo, o artilheiro Nena (ASA) e Júnior Xuxa (Icasa) se desentenderem e serem expulsos por Lenadro Vuaden.

A partir daí deixamos o placar em tempo real aberto. Mas a notícia de que o jogo mudaria veio de outra forma. O nosso colega foi comprar um refrigerante num bar próximo e ouviu alguém gritar "ASA!". Olhamos no placar e era verdade: Didira acertou um chute inacreditável e empatou o jogo aos 5 do segundo tempo.

Logo em seguida, olhamos de novo o placar pelo computador e já havia saído o gol de virada. Num contra-ataque rápido, aos 7 minutos, Rodriguinho apareceu sozinho na área para completar de cabeça. O placar de 3 a 2 (veja os gols http://www.youtube.com/watch?v=1S2Sq6eCHtc), mesmo cedo, era difícil de ser superado.

Aos 19, pênalti para o Icasa. Vendo hoje pela TV, o lance além de esquisito, pareceu ter sido fora da área. Sem prestar atenção neste detalhe, o goleiro Tutti defendeu a cobrança do outro artilheiro da Série C, Marciano.

A partir daí foi só ver os "UHHHHHH!!!!!" do computador e esperar o término do jogo, aos 49 minutos, com a classificação do gigante do Agreste alagoano.

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Num jogo emocionante, o América-MG repetiu o placar do primeiro jogo da semifinal contra o Guaratinguetá, 2 a 2 , e levou a partida aos pênaltis. O clube mineiro garantiu a vaga na final na sétima cobrança, desperdiçada pelo time paulista.

ASA e América-MG se enfrentam em duas partidas, nos dias 13 e 20 de setembro, para saber quem será o campeão brasileiro da Série C de 2009.

Num jogo movimentado e com muitas chances de gol desperdiçadas, Cesmac e União Sóesporte decidiram a Seletiva Alagoana para a Copa do Brasil na manhã de domingo, no Estádio Rei Pelé.

O Cesmac criou inúmeras oportunidades, enquato o Sóesportes chegava com perigo nos contra-ataques. Aos 40 minutos do segundo tempo (!), Lidiane marcou o gol que deu a classificação ao clube cujo nome é de uma faculdade alagoana.

O Cesmac representará o Estado pelo terceiro ano seguido na competição. A partir deste final de semana tem início o Campeonato Alagoano Feminino de Futebol!

Anderson Santos

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Na terra da Rainha

Sexta-feira, 28 Agosto 09, 12:32 PM

 

Ops, não é sobre o Campeonato Inglês que começaremos a falar aqui no FutNordeste, mas sobre o futebol feminino alagoano, que ganhou uma sobrevida neste ano com a organização de um Campeonato Alagoano pela Federação Alagoana, que começará mês que vem, e uma seletiva para a Copa do Brasil deste ano.

É sobre esta seletiva, cuja final é neste domingo, que estrearemos a coluna "Na terra da Rainha". É claro que a rainha a qual estamos falando tem mais poderes dentro de campo que a da Inglaterra e súditos espalhados pelo mundo inteiro: Marta.

SELETIVA

Como não daria tempo para que o time vencedor do primeiro estadual, após dez anos, participar do torneio nacional, a FAF e os clubes resolveram criar um torneio seletivo mais curto, que teve início no domingo passado (24) com a participação de oito clubes.

Nas quartas-de-final, jogo único, realizados no péssimo estádio da Federação, no Tabuleiro, os placares mostraram a superioridade de alguns clubes: ECA 5X1 18 de Março; Cesmac 5X0 Cecepa; Sóesporte 10X0 Utinguense; e São Luiz 5X0 Universal.

 

Quinta-feira, os jogos das semifinais foram ao maior estádio alagoano, o Rei Pelé, que permanece em obras. Na partida da manhã, um clássico do futebol feminino local: Esporte Clube Alagoas (ECA) X Cesmac.

Feriado religioso municipal, estávamos lá às 9h da manhã para acompanhar a partida. Porém, o público foi baixo para uma partida com entrada franca e num dia sem trabalho, talvez devido à pouca divulgação ou a falta de costume para partidas neste horário. As cerca de 50 pessoas lá estavam presentes por conhecer as dificuldades da modalidade.

E haja ouvidos para escutar os gritos!

PARTIDA

O jogo foi emocionante e trouxe à tona velhas teorias populares do futebol.

Vestidas de azul escuro, o ECA abriu o placar logo aos 3 minutos do primeiro tempo. A defesa do Cesmac deixou a atacante Jéssica em condições legais para receber a bola na frente da goleira. Muito habilidosa, a número 11 driblou a goleira e abriu o placar. ECA 1X0 Cesmac.

 

Após o gol adivinhem quem apareceu nas arquibancadas? O presidente da Federação, Gustavo Feijó, resolveu sentar quase à minha frente. Perguntou o placar do jogo e se Dona Esmeralda, diretora do ECA, estava ali ou no gramado.

Voltemos ao jogo. O Cesmac tentava atacar, mas não conseguia criar as oportunidades. Na maior delas, falta cobrada próximo à área, a bola foi colocada no lado superior esquerdo e quase a goleira do ECA deixa o frango passar. Defesa em dois lances.

Porém, o time azul claro e branco deixava muitos espaços para o contra-ataque. E num desses, a bola foi lançada para Keliane que, como partiu do seu lado do campo, não estava impedida. Com a aproximação da área, ela só teve que tirar da goleira e abrir 2 a 0 no placar, aos 35 minutos.

O time de uma das faculdades de Maceió não esperou muito para acabar com a tranqüilidade do adversário. No minuto seguinte, cobrança de falta na cabeça de Maysa. E o primeiro tempo terminou assim: ECA 2X1 Cesmac.

Para a etapa final, o Cesmac voltou marcando um gol, mas a atacante estava em posição irregular e foi marcado o impedimento. O time parece que encontrava o ponto fraco na marcação adversária: o lado direito da defesa. A goleira do time adversário só via a bola passar, bastava colocar a cabeça e empurrar para o gol.

Num desses lances, a bola beijou a trave. Porém, o time acabou perdendo a capitã expulsa por reclamação. Após fazer uma falta, ela reclamou com o árbitro e, segundo ela mesma contou depois, ele respondeu que "apitava jogo profissional". Aí que a capitã reclamou ainda mais e foi expulsa.

Como continuou a reclamar, o juiz disse que "se ela não saísse dava na cara dela". Para quê, ela partiu para cima dele, levou dois empurrões, mas saiu porque as outras jogadoras do time a afastaram. Foi para a arquibancada com muita raiva.

Dependendo do resultado, o técnico do Cesmac não colocou outra zagueira no lugar. E, como já dissemos em algum outro texto, é incrível como os times não sabem jogar com uma atleta a mais.

Após levar uma bola na trave, o representante alagoano na última Copa do Brasil empatou o jogo. A defesa do adversário deixou duas marcando quatro! Assim, a bola chegou para Lidiane, que tranquilamente só empurrou para as redes. O empate levava a partida aos pênaltis.

O Cesmac não saía do ataque e o ECA apostava nos espaços deixados para o contra-ataque. A atacante nº 10 do time de Dona Esmeralda teve duas oportunidades, numa delas tentou driblar a goleira Renaide, mas atrapalhou-se com a bola, que foi parar na linha de fundo.

Logo na jogada seguida, cruzamento de Quinha pela direita e gol de Karina próximo à segunda trave. Com uma jogadora a menos, o Cesmac vira o placar.

O ECA resolveu tentar o gol de empate a todo custo. Num cruzamento da esquerda, a nº 10 do time recebeu dentro da área e tentou bater direto, mas pegou mal e a bola saiu para o lado.

Placar final: Cesmac, que foi o terceiro colocado no Jubs, 3X2 ECA.

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Na outra partida, realizada à tarde, o Sóesporte goleou o São Luiz por 6 a 1. Gols de Triz e Panquinha (2), no primeiro tempo; Márcia e Gil (2), no segundo. Rose fez o gol de honra do São Luiz no segundo tempo.

A final entre Cesmac e Sóesporte ocorre no domingo às 9 horas no Estádio Rei Pelé.

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Muitas comemorações, mas e o jogo?

Segunda-feira, 24 Agosto 09, 01:16 PM

 

Chegada no Aeroporto Zumbi dos Palmares na madrugada da terça, com muitos torcedores acompanhando; carreata e Maceió até Arapiraca; desfile no caminhão do Corpo de Bombeiros às 5 da manhã com muita chuva e muita chuva acompanhando; encontro com representante do Governo estadual em Maceió às 10h30,...

Assim, o ASA não teve muito tempo de descansar do cansativo jogo em Rio Branco (AC) e de se preparar para a semifinal da Série C no domingo seguinte contra o Icasa (CE), com dois desfalques por expulsão no jogo anterior.

JOGO

Com arbitragem de Sálvio Spínola, de São Paulo, a partida marcou o reencontro dos dois clubes a competição. Na primeira fase, empate em zero a zero em Juazeiro do Norte e vitória do ASA pro dois a um em Arapiraca.

O time alagoano com Henrique na zaga e Júnior Viçosa no ataque, entrou com uma camisa com os seguintes dizeres nas costas: "Sou Série B". Para um Estádio Coaracy da Mata Fonseca lotado, o que mais se falou foi na possibilidade da conquista de um Brasileiro por um time alagoano, algo que nunca ocorreu.

Mas do outro lado havia um grande adversário, o time de melhor campanha da Série C até aqui. E o Icasa aproveitou-se do aparente cansaço dos jogadores arapiraquense para fazer um melhor primeiro tempo.

Logo aos três minutos, Felipe Almeida tocou para Pantico, que dentro da área colocou a bola no lado direito para grande defesa do goleiro Tuti, que teve que defender outro chute, só que de fora da área, cinco minutos depois.

Outra chance cearense aos 18. Filipe Almeida, dentro da área, chutou para fora.

Só aos 31 minutos, é que o ASA acordou para a partida. Didira mandou uma bomba que esbarrou na defesa de Aloísio.

Aos 37, outra oportunidade alagoana. Em escanteio cobrado por Ricardinho, a bola passa por Henrique e chega para Júnior Viçosa que, sem ângulo, chuta na rede, só que do lado de fora.

Final de primeiro tempo: ASA 0X0 Icasa

>> SEGUNDO TEMPO Apesar de ter duas chances antes, com Didira aos 15 e com Júnior Viçosa no minuto seguinte, foi o time da terra de Pe. Cícero que marcou.

Em cobrança de escanteio aos 25 minutos, um bate-rebate na área deixou a bola limpa para Felipe Almeida, que mandou de bate-pronto. Um golaço, que garante a vantagem cearense pro ser fora de casa.

Mas o ASA partiu para cima para tirar o prejuízo. E três minutos depois, o bate-rebate foi dentro da área do Icasa e a bola sobrou para Didira, que marcou o gol de empate alvinegro.

Só que a última chance do jogo foi do time do sertão cearense. Thiago cobrou bem uma falta que ia no ângulo, mas Tutti chegou a desviar na bola, que ainda tocou na trave e saiu.

Placar final: ASA 1X1 Icasa. Mesma situação das quartas-de-final para ambos. O Icasa joga pelo empate sem gols e qualquer vitória; já o ASA tem que vencer ou empatar por dois ou mais gols. 1 a 1 leva a partida aos pênaltis.

Na outra semifinal, o Guaratinguetá venceu o América-MG por 2 a 1.

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