Sexta-feira, 09 Janeiro 09, 05:47 AM
Era uma vez na Terra dos Desmandos e das Belezas Naturais um rei já com seus trinta e oito anos de trono. Um passado glorioso. O reino sempre lotado de súditos e um castelo construído com o seu nome, afinal, não era qualquer um que podia ser rei em tal especialidade.
Mas a idade passara, sem filhos para continuar a escrever a história, os auxiliares diretos começavam a brigar pelo seu posto. O poder fora descentralizado e uma das propostas do Parlamento era mudar o nome do castelo, que já estava bem deteriorado por falta de tratamento. Caberia ao primeiro-ministro aprovar ou não.
O nome continuou, mas o palácio estava perto de se tornar ruínas. Porém, os súditos gostavam de visitá-lo, o reino não poderia parar. A alegria daquele povo dependia das visitas ao castelo. Ele continuaria na ativa, ainda com o antigo nome, e com grande possibilidade de cair sobre as cabeças de quem lá estivesse.
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Na última quarta-feira a Federação Alagoana de Futebol anunciou o quarto estádio aprovado para as partidas do Campeonato Alagoano, que começa semana que vem. O Estádio Rei Pelé se junta ao Gerson Amaral (Coruripe), Nelson Feijó (Maceió) e ao Juca Sampaio (Palmeira dos Índios).
Segundo o presidente da FAF, Gustavo Feijó, o Departamento de Engenharia da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, que gerencia o Trapichão, liberou o documento de Responsabilidade Técnica (RT).
Há pouco menos de um mês, na vistoria realizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, Sindicato de Radialistas e Corpo de Bombeiros, verificou-se que o Estádio continuava na mesma situação que um ano atrás, quando fora interditado. E agora, ainda com parte dele na mesma situação, foi aprovado para as partidas deste ano.
Enquanto no final do ano havia a discussão sobre a mudança de nome da maior arena esportiva de Alagoas, nenhuma obra era realizada. Meses após meses, o Governo do Estado anunciava que os reparos necessários, maiores que o imaginado, iriam começar no mês seguinte e, no outro mês, e no outro, ...
Já passou um ano e o máximo feito foi uma reforma para maquilar os problemas em alguns setores, para que o Estádio Rei Pelé pudesse ser utilizado ainda no Estadual de 2008 e, principalmente, durante a Série B.
A parte azul são as Grandes Arquibancadas
Esses lugares já apresentam problemas e as caixas de som e luminárias presas ao teto estão prestes a cair. Mas essas coisas estão do outro lado, no que se chama de Grandes Arquibancadas; no local inverso às Cadeiras, onde os dirigentes do esporte e dos clubes costumam ficar.
Cabe a nós, simples torcedores, torcer pelo clube de coração e ainda para que o Trapichão não caia sobre as nossas cabeças em 2009.
Anderson Santos
Quinta-feira, 08 Janeiro 09, 09:26 PM
Salve, salve oleoleiros arretados!Hoje na série dos clubes que disputam o Campeonato Baiano de Futebol, vou apresentar-lhes um clube que teve como façanha recente, quebrar a hegemonia de mais de 30 anos da dupla da capital.
Ilhéus, municipio distante a 446 km de Salvador, muito conhecido pelo chocolate, pelas belas praias, pela beleza de sua costa e pelas atrações turísticas, entre elas os pontos retratados nos contos de Jorge Amado. Ilhéus também é importante pelo fator econômico como grande centro de sua microrregião e pelo Pólo de Informática.
No campo desportivo, o futebol sempre marcou a história da cidade da Gabriela, personagem imortalizada de uma morena cravo e canela, que mexeu com a cabeça dos coronéis e de um comerciante turco, Nacib, com quem a morena se casou. A cidade já foi representada no Estadual pelo Flamengo e pelo Ríver, times de muita tradição. Mas o grande orgulho dos ilheenses, tem nome e sobrenome: Colo-Colo de Futebol e Regatas.
O Tigre, como é carinhosamente chamado pela sua torcida, foi criado em 3 de abril de 1948, por um grupo de desportistas que queriam participar das comemorações da Semana Inglesa, um período de atividades civicas e esportivas muito tradicional no município em tempos atrás. A origem do nome, provém da homenagem ao Colo-Colo do Chile e seu uniforme, azul e amarelo, homenageia outra equipe latina, o Boca Juniors.
Por sinal, seu primeiro padrão de uniformes foi adquirido na capital argentina, por José Haroldo de Castro Vieira. O clube começou a despontar no cenário amador ainda no fim dos anos 40 quando participou do Campeonato Municipal. Na década de 50, conquistou várias vezes os torneios locais. A profissionalização veio somente em 1966. Em 67, a equipe participa pela primeira vez do Campeonato Profissional e fazendo excelente campanha, tendo Miltinho Simões, hoje técnico de futebol, como artilheiro do Tigre, com 5 gols. Dois anos depois, o Colo-Colo volta às origens amadorísticas.
Mas a saudade e a vontade de alçar voos maiores veio em 1997 quando o auri-celeste, decidiu se re-profissionalizar e disputar o torneio de acesso, onde sagrou-se campeã em 99. Daí em diante, na elite da Bahia, o Colo-Colo, mostrou um potencial promissor, com suas belas campanhas no certame.
A QUEBRA DO JEJUM
O ano era 2006, o favoritismo mais uma vez era do Vitória que no ano anterior havia conquistado o Baianão. A torcida e a imprensa do estado, esperavam do Tigre uma participação mais modesta em virtude dos clubes do interior somente participarem como figurantes, para abrilhantar a dupla Ba Vi, que há 30 anos revezavam na conquista do Estadual. Mas o grupo montado pela diretoria presidida pelo radialista José Maria e tendo no comando técnico o ousado Ferreira, acreditavam que dali, algo seria bem diferente. Vencendo partidas consideradas importantes inclusive, saindo vencedor de todos os confrontos contra o rubro-negro de Salvador, onde na final aplicou uma goleada de 4 a 1, em pleno Barradão, o Tigre havia entrado pra galeria dos campeões que tiveram a audácia de impedir, assim como o Flu de Feira, a hegemonia de Bahia e Vitória.
ELENCO ATUAL
Para a disputa da temporada 2009, o Colo-Colo aposta na base que ganhou a Bahia em 2006, trazendo jogadores que fizeram parte daquele time histórico, como o matador Edinei, o meia Gil, o também meia Joílson e o lateral Alex Santos. No comando saiu Ferreira que hoje está à frente do Conquista e em seu lugar assumiu Antônio Dumas, que em 2008, treinou o Atlético de Alagoinhas.
A equipe auri-celeste, faz sua estréia no Campeonato Baiano dia 18, em Senhor do Bonfim, a nova casa do Ipitanga e no dia 21, faz sua primeira partida em casa, no Mário Pessoa, no clássico contra o Vitória.
Sabado será a vez de apresentar o Feirense e aguardo a visita de vocês. Até lá!
Quarta-feira, 07 Janeiro 09, 09:17 PM
Salve, salve oleoleiros arretados!
Depois de dois dias fora do ar por problemas técnicos na rede domestica da Velox, volto com tudo para apresentar os 12 clubes que participam do Campeonato Baiano de Futebol, temporada 2009.
Hoje, com um certo atraso e nisso peço desculpas, vou trazer um pouco do Camaçari Futebol Clube.
Camaçari, é uma cidade do interior do Estado, na Região Metropolitana de Salvador e distante cerca de 40 km da capital. É famosa pelas belas praias, pelo Pólo Petroquímico e pelo espírito desportivo que abraça o povo camaçariense.
E é no futebol que a população local aposta suas fichas. A cidade é representada no Baianão pela equipe da guarajuba, peixe muito encontrado na região e em grande abundância.
O Camaçari Futebol Clube, foi fundado em 8 de novembro de 1968, como Fluminense Futebol Clube, mas como time amador, disputando o campeonato municipal. Somente no fim da década de 80, é que o azulino do Pólo, profissionalizou-se e passou a disputar a divisão de acesso dos profissionais.
Nesse mesmo ano, ainda como Fluminense, conquistou o vice-campeonato do torneio de acesso, colocando pela primeira vez a cidade industrial, no mapa do futebol baiano. Em 1990, já com o atual nome, em troca do apoio da prefeitura, a equipe do Camaçari, fez uma campanha muito boa no estadual e conseguiu ascender à elite da Bahia. Em 91, a surpreendente campanha na Primeira Divisão, ficando entre os cinco primeiros, trouxe um status ao clube azul e branco. Daí em diante, só foram ótimas campanhas, atrás de ótimas campanhas. As duas melhores aconteceram nos anos de 1998, onde o Camaça ficou na terceira colocação, atrás da dupla BaVi e em 1999 e 2000, onde terminou em 4º no certame.
PARTICIPAÇÃO NA COPA DO BRASIL
Com o 3º lugar no Estadual de 98, o Camaçari ganhou o direito de participar da Copa do Brasil do ano seguinte. Na primeira fase, encarou o Paraná Clube, eliminando o time paranaense da Copa. Porém, na segunda fase, não foi páreo para a força dos gaúchos do Internacional.
ELENCO 2009
O atual elenco, vem focado num objetivo primeiro de não fazer feio no Baianão. Segundo, é fazer história como única equipe da Região Metropolitana a levantar o troféu. Mas para isso, o Camaça montou uma equipe mesclada com jovens promessas e jogadores experientes com passagens por clubes locais e do Nordeste.
Os principais nomes do elenco comandado por Gélson Fogazzi, são o recém-contratado goleiro João Paulo, que veio por empréstimo do Vitória, também por empréstimo do Vitória, o atacante Stefan, os laterais Denilson e Pedrinho, ambos do Bahia e o experiente Ney Mineiro que retorna ao CT de Areias, depois de passagens pelo futebol paulista.
A equipe do Camaçari, faz sua estréia no domingo, dia 18, contra o Poções, em casa e no dia 21, enfrenta o Feirense, no Jóia da Princesa, em Feira.
Amanhã, se não houver nenhum contratempo com a minha rede ou qualquer evento de força maior, apresentarei o Colo-Colo, da linda e conhecidíssima Ilhéus de Jorge Amado.
Domingo, 04 Janeiro 09, 07:32 AM
A partir de hoje, o FUTNORDESTE dá início à série sobre os clubes que disputam o Campeonato Estadual de Futebol Profissional da Bahia, temporada 2009. Vocês irão conhecer um pouco de cada agremiação e o destaque de cada time.
E o primeiro clube a ser apresentado é o Alagoinhas Atlético Clube, da cidade de Alagoinhas.
O Atlético de Alagoinhas, como é mais conhecido, é um clube tradicional do certame baiano, mas, nunca foi campeão da primeira divisão. Já revelou grandes nomes do nosso futebol a exemplo de Ferreira, hoje técnico do Vitória da Conquista e campeão estadual em 2006 com o Colo-Colo, de Ilhéus, Silva Paraíba e Merica.
Seu mascote é o carcará, que tem uma origem curiosa. Para comemorar a inauguração do Estádio Antônio Carneiro, em 1971, na partida entre o Bahia e o Corinthians, que contava com a presença de Rivellino, o conselheiro e sócio-fundador do clube, Heraldo Aragão, teve a brilhante idéia de criar um fato que lembrasse o Tricolor da Terra das Laranjas. Contando com a ajuda dos desportistas Edvalson Lima e Walter Campos, eles puseram em campo o Laranjinha. Mas o simbolo não agradou a torcida e com a solução dada pelo radialista Antônio Pondé, buscou-se um vendedor de folhas medicinais na feira da cidade que tinha um carcará, ave de rapina em processo de extinção atualmente. A torcida do Atlético gostou da novidade e adotou então o novo mascote, porém a ave fugiu durante a apresentação e somente retornou dias depois, para o bem do seu dono.
O Alagoinhas Atlético Clube, foi criado em 2 de abril de 1970, na Igreja de Santo Antônio, tendo o pároco como um de seus fundadores.
O clube hoje, tem o comando técnico de João Francisco, que no cargo já foi campeão do estado pelo Bahia e pelo Vitória.
Os principais destaques do Carcará são o atacante Robert, ídolo do time e que na temporada 2008, marcou 10 gols, o meia Gil, que ano passado disputou a Série C e Márcio Carioca, que volta a vestir a camisa tricolor após 1 ano e meio distante.
A estréia do Atlético será dia 18 de janeiro, às 16:00 h, no Barradão, diante do Vitória. Já em solo alagoinhense, o Carcará faz sua primeira partida no Carneirão, dia 21, contra o Fluminense de Feira.
Amanhã, será a vez do Camaçari, o time da cidade industrial, a ser apresentado ao internauta de fora da Bahia.
Domingo, 28 Dezembro 08, 05:24 PM
Ferrim, Ferrão, Peixe, Tubarão da Barra... esses são os carinhosos apelidos de um clube da cidade de Fortaleza, Ceará, que é considerado a terceira força deste estado nordestino.
O ano era 1933. Na época, a Rede de Viação Cearense estava fazendo serviços de reparos em suas composições em sua oficina, conhecida como Oficina do Urubu. Os operários nas horas de folga, aproveitavam para bater uma bolinha. Chegaram a criar dois times amadores com nomes de plantas que eram encontradas ao redor do campinho, Jurubeba e Matapasto. Logo, alguém teve a brilhante e felicíssima idéia de tornar a coisa profissional. Seu nome é Valdemar Caracas, operário da RVC e fundador do clube.
A data de fundação ficou como 9 de maio daquele ano. A princípio, o nome do Ferrim seria Ferroviário Football Club, mas na hora "h", substituíram o Futebol por Atlético.
A equipe da empresa, de início, fazia partidas de caráter amistosa pelos subúrbios de Fortaleza, derrotando tradicionais agremiações amadoras da capital.
Na era do profissionalismo, que por sinal o Ferroviário foi o pioneiro no Ceará, o clube conquistou vários títulos estaduais nos primeiros campeonatos disputados. Em 1940, vence pela primeira vez, o Torneio Início do Cearense. Seu primeiro troféu da extensa galeria de títulos, veio em 1945. Daí em diante, foram 9 conquistas estaduais. Porém, a quantidade de vices, supera o total de canecos levantados pelo Tubarão da Barra. Foram 20 vezes ao todo.
Nos anos 40, o Ferrim, ganha a alcunha de Clube das Temporadas, por constantemente vencer os grandes times da região e também do Norte e do Rio de Janeiro.
REVELADOR DE CAMPEÕES
Alguns jogadores revelados pelo clube, tornaram-se campeões ou ídolos em algum grande clube do eixo RJ-SP, ou outros grandes centros de futebol do país. Saíram do Elzir Cabral, nomes como Naza, campeão da Libertadores, pelo Vasco da Gama, em 1998, e o habilidoso Mirandinha, que foi o primeiro jogador brasileiro a ingressar o elenco de um time inglês e foi ídolo em clubes como o Corinthians e Palmeiras, além de Jardel, o exímio cabeceador e atacante nato, que nasceu nos campos do Ferroviário e brilhou no Grêmio, no Porto, no Sporting (ambos de Portugal) e no Bolton, da Inglaterra.
Fontes: Site oficial do Ferroviário e Wikipédia
OBS.: Excepcionalmente, só pude fazer a publicação dos Gigantes, neste domingo. Em 2009, voltarei a publicá-la sempre no último sábado de cada mês.
Sábado, 27 Dezembro 08, 11:25 AM
O lixória vai ser campeão brasileiro quando:
2+2 = 5 O lobo comer a chapeuzinho vermelho
A galera da caverna do Dragão voltar para o lar
Merlim for presidente do E.U.A
Lula tirar meleca com o dedo que falta
Bush for presidente do Brasil
Apodi for eleito o melhor do mundo FIFA
Sexta-feira, 26 Dezembro 08, 06:21 PM
Quem não já viu um beija-flor de perto? Um pássaro de beleza exótica e uma habilidade de vôo bastante interessante, sendo o único da espécie a parar no ar. E quem não viu a trajetória de um outro beija-flor? Mas ao contrário das flores, esse desfilava sua habilidade pelos gramados. Ah, quem é o beija-flor desta estória? O folclórico e genial Dadá Maravilha.
Dario José dos Santos, natural do Rio de Janeiro, nascido em 4 de março de 1946, é até hoje, o terceiro maior artilheiro do futebol brasileiro com 926 gols, perdendo apenas para Pelé e Romário, com 1284 e 1002 gols respectivamente. O moleque suburbano de Marechal Hermes, teve início no mundo do fut, através do Campo Grande, onde foi efetivado à equipe principal em 1967.
Mas a fama de folclórico e genial, tomou forma quando defendeu as cores de outro alvinegro, o Atlético-MG, isso no ano de 1968. Foi um caso de amor com juras eternas, que perdura até os dias atuais. Dario ou Dadá Maravilha, encantou os mineiros e os brasileiros em geral. Foi campeão com a camisa do Galo, três anos após sua chegada a Belo Horizonte, e a conquista foi nacional. Ao lado de João Leite, Reinaldo e sob o comando do mestre Telê Santana, Dadá foi um dos destaques da histórica e inédita campanha do clube, no título brasileiro de 1971, quando o Atlético-MG, venceu o Botafogo por 1 a 0, em pleno Maracanã, no dia 9 de dezembro daquele ano. O autor do gol? Ele próprio, o beija-flor em uma de suas jogadas mortais: a cabeçada com paradinha no ar.
No distante ano de 1976, mudava de camisa e de ares. Deixou Belô e foi para POA, trocou o preto e branco pelo colorado dos pampas. Com outro timaço, agora tendo como companheiros Manga, Figueiroa, Falcão e Carpeggiani, Dadá tornou-se bicampeão nacional pelo Inter e novamente, marcando o seu golzinho.
Dario atuou por outros 16 clubes em vários estados brasileiros. E foi ídolo em todos. No Nordeste, vestiu as camisas de Santa Cruz e Bahia, sem contar a do Sport. Mas é nos dois tricolores que ele viveria uma situação até um tanto engraçada.
Em 1981, defendendo as cores da cobra coral pernambucana, Dario, após uma vitória do Santa Cruz por 4 a 0 sobre o Bahia, no Torneio da Morte daquele ano, disse uma das frases que também o tornara famoso " Para o Bahia fazer cinco, só acertando a Quina." Na semana seguinte, na Fonte Nova, o Bahia deu o troco, venceu por 5 a 0 e de quebra, ajudou a rebaixar o Santa Cruz, para o módulo de acesso. Mas o seu jeito de jogar e suas tiradas, encantaram os tricolores e a diretoria do clube da Boa Terra que no mesmo ano o contrataram. Com o Bahia, Dadá, fez parte da campanha de um dos títulos do hepta baiano. Outra na região, foi o recorde de 10 gols, marcados com a camisa do Sport, no triunfo de 14 a 0 sobre o Santo Amaro, em 1976. O maior número de gols marcados por um só jogador em todos os campeonatos oficiais do país.
Tentou a carreira de técnico dirigindo clubes em São Paulo (Ponte Preta) e em Brasília, mas só conseguiu títulos com o Ypiranga Clube, do Amapá.
COPA DO MUNDO
Dadá participou do tri, no México, em 1970. Foi o único convocado por imposição do governo militar que por causa do seu futebol, de quem o presidente Emílio Garrastazu Médici era fã, fez estremecer a relação que culminou com a demissão do então técnico João Saldanha e sua substituição por Zagallo.
FRASES DE EFEITO
Genial em campo, fora dele Dario criou frases de efeito que até hoje, são sua marca registrada.
FRUSTRAÇÃO
Arrependimento ele nunca teve até por que, Dadá Maravilha sempre foi um atleta íntegro e bastante correto. Mas ele tem uma grande frustração na vida: nunca ter defendido as cores do Corinthians.
Por essas e outras, Dadá Maravilha será sempre lembrado como o beija-flor que colhia o melhor néctar que o futebol pode oferecer: a alegria.
Fonte de pesquisa: WIKIPÉDIA
Sábado, 20 Dezembro 08, 03:45 PM
Para aqueles que são de fora do estado da Bahia, há 51 anos é disputado um torneio de seleções amadoras municipais, que é considerada a maior competição do nível na América Latina. Trata-se do Torneio Intermunicipal, que neste domingo, inicia sua última fase com dois selecionados de muita história e tradição. De um lado, Conceição do Coité, atual tricampeã. Do outro, a maior detentora de títulos do certame, Cachoeira, com sete conquistas na galeria. Em jogo, o troféu em homenagem ao zagueiro tetracampeão mundial Aldair, nascido em Ilhéus.
O Torneio Intermunicipal, é uma das maiores atrações esportivas do estado. As partidas são levadas a sério e a competição é de uma organização e qualidade técnica, incriveis. Muitos nomes do nosso futebol, foram revelados pelas diversas seleções que disputaram ou disputam o certame, a saber: Liédson (hoje ídolo no Sporting Lisboa), Alan Bahia (que esteve no Atlético-PR), Bobô (campeão brasileiro pelo Bahia em 88), entre outros.
Nas semifinais, Cachoeira venceu Crisópolis por 4 a 2, nas penalidades, após um 0 a 0 no tempo normal. Já Conceição do Coité, teve trabalho redobrado para empatar em 0 a 0 com a brilhante Itagibá, que não conseguiu impedir a classificação do selecionado sisaleiro, que venceu o primeiro jogo por 1 a 0.
A partida que envolve regiões administrativas de importância turística e histórica, Recôncavo contra Sisal, acontece no Estádio Antônio Carlos Magalhães, em Conceição do Coité, às 15 horas. A volta, será no Estádio 25 de Junho, em Cachoeira, que fez a melhor campanha do Torneio, no domingo seguinte, também às 15 horas e em ambas a festa do interior estará garantida.
Quinta-feira, 18 Dezembro 08, 09:20 PM
Se a diretoria do Vitória achava que conseguiria tirar qualquer chance do Nautico jogar no seu estádio, após os incidentes do vestiário que envolveram até a PM pernambucana e a estória do gás de pimenta, levaram um coice na boca do estômago, vindo do STJD hoje.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva, livrou o Timbu de qualquer culpa e arquivou o processo aberto pelo rubro-negro baiano. Ou seja, o clube de Recife, poderá utilizar seu alçapão normalmente na próxima temporada.
ENTENDA O CASO
No dia 1º de novembro, quando Vitória e Nautico se encontraram pela 33ª rodada do Brasileiro, partida essa que foi vencida pelo time alvirrubro por 1 a 0, o goleiro do time baiano, Viáfara, se envolveu em uma confusão com os Policiais Militares. Durante o intervalo, os PMs, se dirigiram até o vestário onde estava o Vitòria e deram voz de prisão ao guarda-metas, alegando desacato a autoridade. Logo após, houve um incidente onde rubro-negros, principalmente de sua diretoria, que acompanharam a delegação para a partida, acusaram a Policia Militar de jogar dentro do vestiário gás de pimenta. Na semana seguinte, o presidente Jorginho Sampaio, do rubro-negro baiano, protocolou, via Departamento Jurídico, um pedido de processo contra o Naútico, alegando coação e desrespeito em ambiente esportivo e pedindo a interdição do Estádio dos Aflitos, casa do clube recifense.
A CBF e o STJD, enviaram representantes para ouvir a defesa de cada dirigente e hoje, o resultado foi quase unânime, sendo que q maioria dos Procuradores do Tribunal, foram a favor do arquivamento do processo e posterior inocência do Nautico.
Quarta-feira, 17 Dezembro 08, 02:42 PM
A notícia que a grande maioria dos torcedores do Bahia, inclusive o simplório blogueiro aqui, não queria, foi divulgada e confirmada na coletiva de ontem, 16/12, na sede administrativa do Fazendão, em Itinga.
Paulo Carneiro, é o novo diretor de futebol e marketing do tricolor e foi recebido com entusiasmo por alguns torcedores na entrada do CT, entre eles, o emblemático Binha de São Caetano.
No seu primeiro discurso, já como dirigente do Esquadrão, PC afirmou estar contente em fazer parte da restruturação e da mudança no clube e disse também que não medirá esforços para cumprir com os compromissos profissionais assumidos com o novo presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho.
Além de Carneiro, foram apresentados também os novos membros da comissão técnica, agora liderada pelo treinador Alexandre Gallo, que recebeu do diretor de futebol, a promessa de um time forte para a temporada 2009, que se inicia para o Bahia em janeiro, com a disputa do Campeonato Baiano e consequentemente, com a Copa do Brasil, onde o tricolor, encara na primeira fase, o Potiguar de Mossoró, do Rio Grande do Norte e um velho conhecido da galera tricolor, para comandar o departamento de divisões de base, Newton Motta.
BA-VI
Paulo Carneiro, disse em entrevista hoje para um jornal local, que mesmo ainda torcedor declarado do Vitória, acredita num triunfo do Bahia, no maior clássico do Estado. "Ganhar do Vitória no Barradão vai ser uma emoção inédita”, disse o dirigente. O primeiro Ba-Vi de 2009, acontece em 8 de fevereiro, no Estádio Manoel Barradas, casa do Leão rubro-negro. O segundo, está inicialmente previsto para o recém-reconstruído Pituaçú, no dia 22 de março.
On CSA na Segunda e ASA com direção