Segunda-feira, 10 Agosto 09, 12:10 PM
Quarta-feira, 05 Agosto 09, 05:05 AM
Sábado, 11 Julho 09, 04:14 PM
Sexta-feira, 22 Maio 09, 10:43 AM
Domingo, 17 Maio 09, 05:04 PM
Eu na minha mais sinera opinião aho que o Brasil terá muitas pucas probabilidades se ganhar o mundial se não houver uma revoluçao na selecçao, não se devem fazer as críticas depois do mal estar feito, por isso aho que algo terá de mudar.
Claro, a maioria de voces dirá que portugal nem sequer irá estar presente, sim é o mais provavel, mas eu gostava de ver o Brasil pelo menos a chegar aos quartos, meias ou final do campeonato do mundo.
Acho que precisa de fazer alteraçoes no onze iniial, não são só os avançados, mas hoje vou dar a minha opiniao dos melhores brasileiros nessa posiçao de nove.
Vagner Love (CSKA)
Hulk (PORTO)
Luis Fabiano (SEVILHA)
Liedson (SPORTING)
Grafite (WOLFSBURGO)
Há muitos mais, mas estes são os que mais aprecio.
Terça-feira, 07 Abril 09, 04:08 PM
E agora, já sabem quem é o F.C. Porto? Acreditamos que sim. Depois do empate a duas bolas e da tremenda lição de futebol dada pelo tricampeão português em Old Trafford, o Manchester United terá percebido que o futebol não se esgota na sua ilha. Os dragões viveram o mais alto momento europeu desde a conquista da Liga dos Campeões em 2004. Fernando foi enorme. Dia 15 de Abril, o argumento desta estupenda história continua no Estádio do Dragão.
No «Teatro dos Sonhos» salta à vista o marcador electrónico. Aqui, o tempo corre ao contrário e agudiza o suspense. Bem ao estilo 24 ou, para os mais saudosistas, Missão Impossível. Os jogadores percebem a relevância da missão que têm entre mãos. O recuar dos minutos concentra-os, torna-os snipers que não podem falhar.
Quando o placard anuncia 41 minutos até ao intervalo, já Lisandro Lopez obrigara Van der Sar a uma grande defesa e Cristian Rodríguez silenciara num espasmo triunfante o ardor de Old Trafford. Num lampejo mordaz, o uruguaio despedaçava em ridículos tremores a tão propalada arrogância britânica. Durante os minutos que se seguiram, o F.C. Porto daria uma lição de muito e bom futebol na própria casa do Campeão da Europa e do Mundo.
Não fosse um erro grave de Bruno Alves, desconcentrado num atraso para Helton, os dragões teriam chegado muito justamente a vencer ao intervalo. Wayne Rooney, felino, aproveitou o lapso do defesa e empatou uma contenda controlada exemplarmente pela equipa de Jesualdo Ferreira.
Sem invenções e com os melhores
Chegara a hora de o F.C. Porto assumir a sua grandeza europeia. Jesualdo Ferreira percebeu-o, os seus jogadores também. Esta noite não houve espaço a adaptações desequilibrantes de última hora na estrutura azul e branca. Jogaram os melhores, como deve acontecer sempre. Como Jesualdo prometera, a equipa manteve a identidade, os processos e a ambição de um qualquer outro jogo menos mediático.
Fez um golo a abrir, criou mais três ou quatro oportunidades até ao intervalo e depois bloqueou com uma personalidade notável as armas de destruição massiva que o United tem ao seu dispor no ataque.
Impulsionado por um público fantástico, o ManUtd incomodou Helton na segunda parte, naturalmente, mas sempre com mais coração e por obrigação do que com serenidade e qualidade. Depois desta noite, só por mero autismo crónico os red devils poderão olhar com desleixo para o F.C. Porto. Não há mais desculpas possíveis.
A injustiça conferida pelo golo de Tevez à partida foi quase de pronto anulada pelo empate de Mariano Gonzalez. Isto tudo nos derradeiros minutos. O empate subsistiu.
Cristiano quê?
E o prémio da decepção da noite vai para¿ Cristiano Ronaldo. O melhor jogador do mundo de 2008 foi mordido pela abominável displicência que pairou sobre Old Trafford nos últimos dois. Só pode. Apático, distante, de braços caídos, apareceu bem em dois ou três lances e foi completamente envolvido pelo jogo tremendo de Fernando.
Esta poderia ser muito bem a história da «Formiga e da Cigarra». O jovem médio do F.C. Porto colheu, colheu e alimentou todos os colegas de equipa. A Ronaldo só terá faltado uma espreguiçadeira e uns óculos de sol. Não é assim que se conquistam plateias e se fidelizam fãs.Terça-feira, 07 Abril 09, 07:02 AM
O F.C. Porto tem esta terça-feira uma prova mais de fogo. Um teste decisivo para aquilatar o real valor dos dragões no actual pelotão europeu: será o tricampeão português já capaz de se intrometer com um dos maiores entre os maiores? No seu melhor momento na Liga dos Campeões desde a conquista de Gelsenkirchen em 2004, a palavra pertence a Jesualdo Ferreira e respectivos pupilos.
Que F.C. Porto teremos no «Teatro dos Sonhos»? A equipa ousada, equilibrada e vertical que silenciou o Vicente Calderon no mês de Fevereiro ou a que soçobrou ridiculamente no Emirates Stadium em Setembro? Os indicadores recentes apontam para um crescimento sustentado e devidamente gerido por Jesualdo, mas nenhum dos obstáculos até agora contornados era sequer comparável ao actual Campeão do Mundo e da Europa.
Nas bancadas de Old Trafford estarão cerca de 75 mil pessoas, três mil das quais de cachecol azul e branco ao pescoço. É praticamente certo que vai chover à hora de jogo mas, caso a equipa se aproxime do rendimento de 2004, o banho de água fria vai acabar inteirinho nas cabeças sobranceiras dos britânicos. Às 19h45, o Maisfutebol estará no estádio do Manchester United pronto para seguir passo a passo todas as incidências.
John OShea à mercê de Hulk
Não existem grandes dúvidas na equipa a apresentar pelo F.C. Porto. Apesar da excelente resposta e dos golos apontados por Mariano Gonzalez e Ernesto Farías, Cristian Rodríguez e Lisandro Lopez têm regresso assegurado ao onze inicial, tal como Lucho.
O trio atacante dos dragões será, de resto, essencial para que o Manchester United perceba de uma vez por todas o que vale o conjunto português. Por aquilo que vimos diante do Aston Villa, a ausência de Rio Ferdinand no eixo da defesa inglesa fragiliza e de que maneira o sector mais recuado dos red devils. E depois há John OShea, um polivalente lento e limitado a actuar como lateral direito. Se estiver em «dia sim», Hulk pode arrasar o irlandês.
No Manchester United - que também não conta com Wes Brown, Owen Hargreaves, Anderson e Dimitar Berbatov -, atenções naturalmente viradas para Cristiano Ronaldo. O português atravessa um período intermitente mas a qualquer momento pode dar momentos de brilhantismo ao jogo. O duelo de domingo contra o Aston Villa comprova-o.
7 de Abril de 2009. Chegou o momento e não pode haver desculpas ou atenuantes. O F.C. Porto está no palco principal do futebol mundial e não há lugar a lapsos de memória ou erros casuísticos. Os dragões têm de ser grandes.
Equipas prováveis:
Árbitro: Konrad Plautz (Áustria)
MANCHESTER UNITED: Van der Sar; John OShea, Nemanja Vidic, Johnny Evans e Patrice Evra; Cristiano Ronaldo, Paul Scholes, Michael Carrick e Ryan Giggs; Wayne Rooney e Carlos Tevez.
F.C. PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Fernando, Raul Meireles e Lucho Gonzalez; Lisandro, Hulk e Rodríguez.Sexta-feira, 13 Março 09, 10:48 AM
Se fosse pelo orçamento, o Barcelona e o Manchester United disputariam mesmo a final da Liga dos Campeões. Afastados o Inter de Milão, que gasta 418 milhões de euros por época, e o Real Madrid, que chega aos 400 milhões, os catalães passaram a ser a equipa mais cara da Liga dos Campeões, com um orçamento de 380 milhões de euros. Isto é: nove vezes e meia os 40 milhões que custa a equipa do FC Porto. E, apesar de ter o maior orçamento do futebol português, a equipa portista precisa ainda assim de apenas pouco mais de metade do que tem à disposição a segunda mais barata entre os quarto-finalistas, o Villarreal, que aprovou em Dezembro um orçamento de 72 milhões de euros para 2008/09. Nesta comparação entre o orçamento e o sucesso no campo merecem ainda destaque o que fizeram o Liverpool, que eliminou claramente uma equipa que custa o dobro (199 milhões dos ingleses para 400 do Real Madrid) e até o Manchester United, que tem o segundo maior gasto dos oito que estão em prova (328 milhões) mas deixou pelo caminho o Inter, que custa mais 90 milhões - o que é como quem diz, mais duas equipas do FC Porto.
Terça-feira, 24 Fevereiro 09, 06:16 PM
Givanildo Vieira de Sousa. Prazer. O mais recente fenómeno do futebol português apresentou-se à Europa, num jogo em que lançou o pânico no At. Madrid e empurrou o F.C. Porto para uma bela exibição e um resultado positivo. Chama-se Givanildo Vieira de Sousa. Mas podem tratá-lo por Hulk. O herói que contraria os acasos infelizes.
Só uma sucessão muito estranha de acasos infelizes, aliás, ditou um empate que não chega para colocar um mínimo de justiça no resultado. No final fica a certeza que os responsáveis azuis e brancos tinham razão para se sentir ofendidos com as palavras de Paulo Assunção: se há alguém que é muito superior nesta eliminatória, é o F.C. Porto.
O empate deixa os azuis e brancos na frente da eliminatória, a um passo de criança de confirmar a passagem aos quartos-de-final que Jesualdo persegue há dois anos. Mas este facto nem chega a ser agradável. Não é mau, claro que não, mas também não é inteiramente justo. O F.C. Porto podia ter saída de Madrid com a eliminatória decidida.
Um azar, dois azares, três azares, raio!
Para atingir um resultado positivo, a equipa teve de contrariar várias infelicidades. Logo antes do apito inicial, pouco antes, Fucile ressentiu-se de uma lesão e teve de dar lugar a Sapunaru. Já depois disso, Lisandro fez um golo limpo que o árbitro anulou e pouco antes do intervalo um enorme frango de Helton atirou o Atlético para a vantagem.
Naquela altura o empate já era injusto, a desvantagem tornou-se insultuosa. Rodriguez tinha entrado no jogo, logo no primeiro minuto, a falhar na cara do golo, Lisandro falhou praticamente no mesmo sítio um lance do mesmo Rodriguez e pouco depois Hulk passou por toda a gente, isolou-se perante Léo Franco, mas não conseguiu marcar.
O At. Madrid entrara no jogo a marcar no primeiro remate, logo aos dois minutos, já depois de Rodriguez ter falhado uma grande oportunidade, e praticamente que saiu do jogo nessa jogada. Até ao intervalo, só voltou a aparecer no ataque num remate de Forlán de fora da área ao qual Helton respondeu com um grande frango. Nada mais.
A segunda parte começou praticamente como a primeira, com uma grande ocasião de golo: Lisandro cabeceou bem, Léo Franco defendeu melhor. Os dados pareciam não se alterar. É verdade, não alteravam. Mas eram menos óbvios. O At. Madrid parava melhor o ataque portista no meio-campo, embora só o Porto tivesse o condão de criar perigo.
O golo 400 na Europa para colocar um ponto de justiça, por favor
Lisandro voltava a falhar escandalosamente sozinho na cara de Léo Franco e os adeptos do F.C. Porto desesperavam nas bancadas. Até que mais uma jogada de ataque, mais uma como tantas, lança Cissokho que cruza para o mesmo Lisandro empatar. Foi o golo 400 dos portistas nas competições europeias. Um golo que muda tudo na eliminatória.
A partir tornou-se penoso assistir ao jogo do Atlético. Sem capacidade, sem chama, sem força para se assumir, a formação espanhola mostrou que tem de estar em crise. Tem de estar em crise, repete-se. Dificilmente pode valer tão pouco como mostrou. Os adeptos, cansados da crise, soltavam desabafos e insultos contra a própria equipa das bancadas.
Sobretudo na defesa, o At. Madrid é confrangedor. Desconcentração, falta de apoios, falhas primárias de marcação, enfim, aquele espaço é uma auto-estrada. Vai valendo à equipa Léo Franco. Pelo menos hoje valeu. Também por aqui se percebe como a vida está fácil para o F.C. Porto. Só um milagre pode manter os espanhóis na Champions.
Terça-feira, 24 Fevereiro 09, 03:35 AM
À terceira costuma ser de vez. Portanto, pode muito bem ser desta que Jesualdo Ferreira consegue finalmente levar o FC Porto para lá dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Na primeira tentativa, caiu aos pés do todo-poderoso Chelsea de Mourinho e na segunda, vendeu cara a pele aos alemães do Schalke 04, tombando nas grandes penalidades. O Atlético de Madrid não é tão impressionante como o Chelsea era há dois anos, nem tão acessível como o Schalke 04 aparentava ser na última época, mas está longe de corresponder aos desejos de Paulo Assunção que o descreveu como sendo "muito melhor" do que o FC Porto um par de dias antes de levar mais um arraial de facho em Sevilha. Por outras palavras, o Atlético de Madrid é um adversário respeitável, mas não temível, até porque a troca de Javier Aguirre por Abel Resino no comando técnico da equipa, desenhada para funcionar como uma espécie de terapia de choque administrada como uma proverbial chicotada psicológica, não parece ter produzido grandes resultados, com os "colchoneros" cada vez mais distantes dos primeiros lugares do campeonato espanhol e da Champions. Ainda assim, sobram motivos para que o FC Porto aborde o jogo com cautelas, a começar pela carga emocional de uma partida que ficará, inevitavelmente, marcada pelos reencontros com Maniche, Simão Sabrosa, Seitaridis e, muito particularmente, com Paulo Assunção, cujas declarações mais recentes já serviram para Jesualdo Ferreira espicaçar o orgulho dos seus jogadores. Depois, há uma mão-cheia de individualidades como Forlán, Maxi Rodriguez ou "Kun" Aguero, cuja capacidade para provocar desequilíbrios não deve ser descurada. Em contrapartida, também não faltam argumentos aos tricampeões nacionais que surgem em Madrid na máxima força, motivados pela liderança no campeonato e pela oportunidade de se mostrarem no maior palco do futebol mundial e num dos maiores mercados continentais. Hulk pode apresentar o seu pé esquerdo à Europa no Vicente Calderón, mas há outros trunfos na manga de Jesualdo Ferreira, ele próprio a celebrar o facto de ser, desde hoje, o treinador do FC Porto com mais jogos e melhor média de pontos na Champions. Tudo junto, estão reunidas todas as condições para os tricampeões nacionais voltarem a ser felizes na Liga dos Campeões. Afinal, como dizíamos no início, a liga milionária é um pouco como namorar: depois de chegar aos quartos, tudo pode acontecer.
vicente calderón
19h45
rtp1
Árbitro Howard Webb (Inglaterra)
Assistentes Peter Kirkup e Michael Mullarkey (Inglaterra)
Treinador
Abel Resina
25 Leo Franco GR
2 Seitaridis LD
22 Pablo Ibanez DC
17 Ujfalusi DC
4 Pernia LE
12 Paul Assunção MD
18 Maniche MO
11 Maxi Rodriguez AD
20 Simão AE
10 Aguero AV
7 Forlan AV
1 Coupet GR
5 Heitinga DC
3 Antonio López LE
16 Banega MD
8 Raul Garcia MO
19 Miguel AE
14 Pongolle AV
Treinador
jesualdo ferreira
1 Helton GR
13 Fucile LD
14 Rolando DC
2 Bruno Alves DC
28 Cissokho LE
25 Fernando MD
16 Raul Meireles MO
8 Lucho MO
12 Hulk AD
10 Rodríguez AE
9 Lisandro AV
33 Nuno GR
3 Pedro Emanuel DC
4 Stepanov DC
20 Tomás Costa MO
11 Mariano AD
17 Tarik AD
19 Farías AV
On resultados do apuramento para o mundial 2010, zona europeia