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  <title>Doses de Futebol</title>
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  <description>Para aqueles que pensam que o futebol deve ser apreciado como uma rara bebida: em doses lentas e saborosas.</description>
  <item>
    <title>Osmar Santos, 60 anos</title>
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    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Ao Gustavo do belíssimo blog &quot;Futebol Latino&quot;, devidamente &quot;favoritado&quot; ao lado, ao grande casal Mauricio e Lu Targino, ao Anderson Santos, o qual agradeço pela citação no seu &lt;a href=&quot;http://br.oleole.com/blogs/por-tras-do-gol/posts/a-minha-primeira-copa&quot;&gt;post sobre os 15 anos do Tetra&lt;/a&gt; e ao Stebozza meus agradecimentos pelos comentários e elogios. Juntos chegaremos lá.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Grande Osmar.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Para os mais novos, um narrador láááááá do rádio, da época do pai, dos tios e dos avôs. Uma época sem PPV, sem TV mandando nos horários do futebol, sem 1001 replays, sem guerras entre torcidas.
      Onde o som do rádio nos estádios era igual ao de uma ligação telefônica. Onde o antigo rádio AM ainda era o mais escutado para os jogos de futebol.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Para os mais velhos, a arte e a alegria na narração do futebol. Representava, por meio das palavras, o gosto de ver uma jogada trabalhada, as bandeiras tremulando, o chapéu, a finta e até a
      bola jogada para fora do estádio. Agradava o policial, o detento, o rico, o pobre, o moço, o velho. Com sua forma revolucionária de contar o que se passava num campo de futebol durante os 90
      minutos de jogo, foi capaz de popularizar ainda mais um veículo que já perdia espaço para a televisão.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Hoje Osmar Santos faz 60 anos de vida. Vida que lhe deu emoções, alegrias, tristezas, realizações, frustrações. Mas acima de tudo, uma vida que marcou para sempre a forma como vejo o futebol.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Apesar do trágico acidente que lhe tirou a capacidade daquilo que mais gostava de fazer, o Osmar ainda está entre nós para mostrar que nem sempre tudo está perdido. Continua por aí com o mesmo
      sorriso, o mesmo carinho com as pessoas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      E ripa na chulipa e pimba na gorduchinha, porque um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda.&amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Aqui vai um agradecimento e uma saudação a uma das pessoas que mais ouvi quando era garoto. E que sempre imitava quando tinha campeonato de jogo de botão na rua e na escola.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Parabéns e muitos anos de vida ao Osmar, o &quot;animaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaal&quot; da narração esportiva.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      Abaixo, Osmar em 3 atos:
    &lt;/p&gt;
    &lt;div&gt;
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    &lt;/div&gt;
    &lt;div&gt;
      &amp;nbsp;
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    &lt;div&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/div&gt;</description>
    <pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:37:19 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>O &quot;Tetra&quot; visto 15 anos depois</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/o-quottetraquot-visto-15-anos-depois</link>
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    <description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;Ao Gustavo, ao Alagoanos_KM e ao Carlos Virgilio, muito obrigado pelos elogios. Juntos chegaremos lá.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Tirei o &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=jSmRUu1Acho&quot;&gt;De Lorean&lt;/a&gt; da garagem e voltei ao dia 17 de Julho de 1994. Há exatos 15 anos.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Parou numa rua pacata dum bairro central de São Paulo. Era domingo de tempo ameno, com um vento razoável na rua. Que estava toda enfeitada. Bandeiras e mais bandeiras do Brasil penduradas em
      barbantes como se fossem bandeirolas de festa junina em algum colégio. Bandeiras de outros países desenhadas com esforço nas paredes dos muros, &lt;a href=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/8/88/Usa94mascot.png/100px-Usa94mascot.png&quot;&gt;Strikers&lt;/a&gt; desenhados assimetricamente nas ruas e guias pintadas com o verde e amarelo do nosso
      Brasil varonil.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      O Brasil está na final de uma Copa do Mundo, 24 anos depois de ter conquistado seu último título mundial. Apesar disso, não se escutavam batucadas, nem se sentia cheiro de churrasco e não havia
      pessoas falando alto e bebendo. A molecada não apareceu para jogar bola lá fora. À primeira vista, nem parecia que a &quot;Seleça&quot; estava numa final de Copa.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Mamãe tinha feito uma bela lasanha na hora do almoço. Meu irmão, que tinha 10 anos, estava se recompondo de uma gripe. Apesar disso, jogava Super Mario World no quarto, na SEMP com gabinete
      de&lt;br /&gt;
      madeira. Há 2 meses, papai havia comprado uma Philco com controle remoto para a sala. Era a revolução em casa: poder mudar o canal sem sair do lugar.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Na época, também tinha um Ronaldo no Corinthians. Mas ele EVITAVA gols. E era protegido pelo Gralak e pelo Henrique. Com certeza, a vida dele era mais dura que a do seu xará atual que joga
      hoje.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Folheio o álbum de figurinhas da Copa. Vejo fotos das cidades-sede, dos estádios e dos times que passaram pela TV durante os 30 dias da Copa. Desfilam aos meus olhos Meola, Escobar, Yekini,
      Letchkov, Jorge Campos. Grandes figuras da Copa que acabava e deixava saudade.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      E, apesar de ser numa terra onde o futebol é notoriamente visto como esporte para mulheres,&amp;nbsp; a Copa superou todas as expectativas de público (Arábia Saudita x Marrocos levaram mais de 76
      mil pessoas ao estádio) e surpreendeu pela organização. No jogo México x Bulgária, válido pelas oitavas-de-final, uma TRAVE inteira foi substituída em apenas 8 minutos. O mundo assistiu
      perplexo à primeira e única substuição de traves das Copas.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Aguardo o jogo. Faltando uns 10 minutos para as 3 da tarde, as duas seleções entram em campo. O Brasil vem de mãos dadas, gesto repetido desde os 6 a 0 que fizemos na Bolívia pelas
      Eliminatórias. A Itália entra com seu uniforme azul e Baresi, depois de uma recuperação absurdamente fantástica, aparece no time como se fosse um recém-promovido da Sub-20. Times perfilados.
      Soam os hinos. A batalha começa.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Jogo tenso. Jogo nervoso. O sol castiga a todos. Romário, além do sol, tem ainda o Baresi na sua cola. Mamãe pega um pano velho na cozinha e começa a dar nós e mais nós nele. O jogo não ata nem
      desata e acaba 0 a 0.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Entra Viola na prorrogação. E coloca pimenta no grande caldeirão fervente chamado Rose Bowl. Mas a pimenta não é tão forte assim. A final termina sem gols. Pela primeira vez na história, a Copa
      será decidida nos pênaltis.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      8 anos antes, o Brasil decidira seu futuro na Copa do Mundo do México nos pênaltis contra um time vestido de azul, na América do Norte, sob calor muito parecido e no gol do lado direito.
      Parecia que os deuses do futebol haviam nos desamparado de vez. Ou colocado ali a chance da redenção.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      E quiseram os deuses que Baresi, que anulou Romário durante 120 minutos, anulasse também sua chance de converter a primeira penalidade para a Itália. Mas Marcio Santos, em solidariedade ao
      grande zagueiro, resolver perder também a sua chance.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      E a batalha prosseguiu. Albertini fez 1 a 0 para a Itália. Romário empatou. Evani fez 2 a 1. Branco empatou de novo.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Massaro tinha nos pés a chance de se redimir do gol perdido na primeira etapa. Porém os 120 minutos de cansaço físico e mental cobravam seu fatura. O então atacante do Milan chuta e Taffarel
      pega.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      O técnico atual da nossa Seleção faz 3 a 2. E Roberto Baggio, o mais técnico e decisivo jogador italiano da Copa se encaminha para a cobrança do último pênalti italiano. Minha mãe não pisca e
      larga o pano no chão. Eu me projeto para a frente do sofá e olho. Mais de um bilhão de pessoas veem Baggio, Taffarel, a bola e a trave. Nem Armstrong, Aldrin e Collins foram vistos por tantas
      pessoas quando pisaram um solo diferente do nosso planeta há 40 anos atrás.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Baggio toca a bola e ela viaja. Viaja rumo aos céus de Los Angeles. Não entra no gol. Com a bola viajaram os sonhos dos italianos, a tristeza e a frustração dos brasileiros.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Galvão Bueno vibra, deixa cair seu fone e abraça Pelé como se fosse seu irmão. Sobe o Tema da Vitória do Senna, que havia ido embora um pouco mais de 2 meses antes. Mamãe chora. Eu choro. Pelo
      título e mais ainda pela linda homenagem ao piloto. O Brasil era campeão mundial depois de quase um quarto de século.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      No meio da alegria, o De Lorean faz um barulho. É a senha para ir embora.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Ajusto a data para 17 de Julho de 2009. E volto.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Nunca na minha vida um 0 a 0 foi tão emocionante. Abaixo a recordação desse dia.&lt;/font&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;
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    &lt;/div&gt;</description>
    <pubDate>Fri, 17 Jul 2009 01:44:42 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>O Grande Jogo</title>
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    <description>&lt;br /&gt;
    &lt;div&gt;
      &lt;div&gt;
        &lt;div&gt;
          &lt;div&gt;
            &lt;img src=&quot;http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/files/615/2009/04/grande-jogo.jpg&quot; alt=&quot;Livro &quot; width=&quot;289&quot; height=&quot;266&quot; /&gt;
          &lt;/div&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;A Luciane dá o &lt;a href=&quot;http://br.oleole.com/blogs/futebol-acima-de-tudo/posts/livros&quot;&gt;convite no blog dela&lt;/a&gt; e eu resenho aqui! \o/&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;À primeira vista, o livro “O grande jogo”, que trata da rivalidade histórica entre Corinthians e Santos, não prometia muita coisa além de relatar
      algumas histórias e estatísticas que qualquer torcedor mais bem informado dos dois times conhece ou pelo menos já ouviu falar. Apesar disso, uma obra onde estão presentes dois dos maiores
      jornalistas esportivos brasileiros não pode passar despercebida.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;Para começar, chama a atenção a forma pela qual foi escrita o livro: em forma de diálogo. A fala de Odir Cunha, que é torcedor do Santos, é
      apresentada pelo estilo normal de fonte. Já Celso Unzelte, que representa o Corinthians, é identificado com o estilo negrito. E a boa surpresa ao ler o livro é que, apesar de o nível se manter
      a altura do conhecimento dos jornalistas, o bate-boca e a discussão acontece como em qualquer lugar onde existam dois apaixonados torcedores. Provocações e ironias dos dois lados são notadas em
      várias passagens do livro, que foi publicado nesse ano e que, portanto, não conta com o resultado dos últimos quatro jogos disputados entre os dois times.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;É uma obra de fácil e envolvente leitura. Como se estivessem em uma mesa de bar, os dois autores discorrem sobre o clássico, que começou a ser
      disputado em 1913. E já no começo da história, o Santos ficou seis anos sem perder para o alvinegro paulistano. Celso Unzelte, por sua vez, avisa que nos primeiros anos o jogo entre os dois
      alvinegros não era considerado clássico, pelo fato de que nem o Corinthians e muito menos o Santos serem considerados “grandes” à época.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;Capítulo a capítulo, as histórias de alguns jogos e de alguns jogadores dos clubes são revistas. A goleada de 11 a 0 do Corinthians sobre o
      alvinegro praiano é contestada pelo santista, que apresenta a versão dos jornais de Santos sobre o jogo. Logo depois, é retratada a primeira “invasão corinthiana”, quando Celso conta como
      muitos corinthianos desceram a serra para ver o seu time campeão na Vila Belmiro e o primeiro Paulistão conquistado pelo Santos, derrotando o Corinthians no Parque São Jorge em 1935, é
      retratado por Odir com muitos detalhes.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;A partir da segunda metade da década de 50, Pelé e companhia limitada ajudam o Santos a construir o famoso tabu de 11 anos sem perder para o
      rival. Tabu esse que Celso faz questão de comentar que ocorreu somente nos jogos válidos por Campeonatos Paulistas. Mesmo assim, ele conta como foi difícil torcer pelo Corinthians nesse tempo.
      Odir, pelo contrário, relembra rapidamente algumas vitórias santistas obtidas naqueles tempos e conta como virou santista.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;As maiores discussões entre os autores surgem nas décadas de 70 e 80: enquanto Celso lembra o fato de o Corinthians perder do Santos somente
      quando Pelé jogava pelo clube e de constatar uma ausência do torcedor santista nos estádios, Odir comenta sobre os estilos de jogo dos dois times, coloca em dúvida a fidelidade do torcedor
      corinthiano e as circunstâncias da célebre quebra do tabu de títulos, em 1977. Além disso, também fala sobre a disputa da Taça de Prata pelo Corinthians em 1982, o que na época correspondia à
      segunda divisão. Fatos esses respondidos a altura por Celso.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;Também a partir da década de 80, o livro entra num nível maior de detalhamento no que diz respeito a jogos, campeonatos e jogadores. Odir
      menciona, entre outros torneios, o Vice-campeonato Brasileiro de 1983, a célebre final do Paulistão de 1984 e os títulos brasileiros de 2002 e 2004. Celso relembra a democracia corinthiana, o
      títulos paulista de 2001, os títulos brasileiros de 1990, 98 e 99, o Mundial de 2000 e o Brasileirão de 2005, onde o Corinthians venceu o Santos por 3 a 2 (num resultado extremamente contestado
      por Odir, já que esse jogo anulou uma histórica vitória santista por 4 a 2) e pelos acachapantes 7 a 1.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;Aliás, a validade desses dois últimos torneios são obviamente contestados por Odir, alimentando mais polêmicas. Logo depois, Robinho é apontado
      como o principal responsável pela “freguesia” santista contra o Corinthians, ocorrida nos últimos anos. Já Celso Unzelte lembra, com requintes de crueldade, o gol marcado no último minuto por
      Marcelinho na semi-final do Paulistão de 2001. Odir por sua vez prossegue contestando o Brasileirão de 2005 e lembrando o rebaixamento do Corinthians à Série B.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;Ao final, são oferecidos ao leitor os dados principais sobre os dois clubes, o retrospecto dos jogos realizados entre eles, os dez maiores
      clássicos vistos pelos dois autores, um quadro com o resultado de todos os jogos disputados entre eles, e algumas fotos dos dois times ao longo dos anos.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;span&gt;Analisando a história dos confrontos entre Santos e Corinthians, é possível observar que&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; mesmo quando um clube está em melhor
      fase, o rival obtém algumas vitórias sobre ele. E isso também contribuiu para alterar a condição desse jogo para um clássico. Para quem é santista ou corinthiano, o livro é uma referência para
      quem quer saber mais sobre a história desse jogo. Para os torcedores dos demais times, é uma boa chance de entender o porquê de Pelé considerar esse clássico “o maior jogo do
      mundo&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div&gt;
      &lt;a href=&quot;http://www.trivela.com/Conteudo.aspx?secao=32&amp;amp;id=20812&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms,geneva&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;Texto publicado na seção &quot;Resenhas&quot; do site Trivela.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/div&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 6 Jul 2009 22:38:30 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Bozsik: O motor da Seleção de Ouro</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/bozsik-o-motor-da-selecao-de-ouro</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/bozsik-o-motor-da-selecao-de-ouro</guid>
    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Quando fazemos alguma menção à seleção de futebol da Hungria, é impossível não nos lembrarmos de Kocsis, Czibor, Hidegkuti e principalmente de Puskas. Afinal de contas,
      eles formavam a linha de ataque da seleção magiar, apelidada de “Seleção de Ouro” pela beleza do futebol que praticava e que encantou todo o mundo na década de 50&lt;/font&gt;.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;No entanto, para que a linha de ataque funcionasse com toda a força e para que a defesa não tomasse tantos gols, era necessário que o meio-campo também tivesse solidez e
      qualidade tanto para iniciar as jogadas de ataque quanto para destruir o poderio ofensivo dos adversários. E ninguém na Hungria foi mais eficiente nesse aspecto do que József Bozsik.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Nascido no mesmo bairro de Budapeste que Puskas, Kispest. “Cucu”, o apelido de infância de Bozsik, começou a jogar com ele e outros garotos num campinho chamado Lipták
      Grund. Apesar de dois anos mais velho que o atacante, tanto Bozsik quanto Puskas já eram selecionados pelos garotos mais velhos para jogar contra eles nos treinos do time juvenil.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Certo dia, um olheiro do Kispest AC, clube do bairro, viu Boszik em ação e resolveu convidá-lo a jogar no time. Treinado pelo pai de Puskas, o Kispest era conhecido pela
      rigidez de seus treinamentos, obrigando os atletas a treinar até dez horas por dia. Assim, esses métodos fizeram com que o meio-campista desenvolvesse força física e massa muscular suficientes
      para ingressar no time principal e começar a disputar os campeonatos nacionais. E então com 18 anos o jovem Bozsik estreou no time principal contra o Vasas.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Rápida ascensão e natural lembrete para a seleção&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
      O Kispest começou a formar um time de respeito, embora o pai de Puskas tenha saído para dar lugar ao técnico Bela Guttman, então um técnico promissor, que já tinha ganho dois títulos húngaros.
      Com o passar do tempo, ser convocado para a seleção húngara era uma questão de tempo. E isso aconteceu em 1947, num jogo contra a Bulgária. Era a primeira de uma série de 101 convocações, o que
      faz de Bozsik o maior jogador a vestir a camisa da Hungria em todos os tempos.&lt;/font&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Em 1950, Bozsik ajuda o Kispest, que no mesmo ano tornaria a chamar-se Honved (exército, em húngaro) devido às intervenções do governo comunista, a conquistar seu
        primeiro título nacional. Ao lado de Puskas, Kocsis, Czibor e o goleiro Grosics formaram um timaço, que seria temido por toda a Europa durante a década de 50. Como o clube era pertencente ao
        exército, todos os jogadores recebem patentes militares para poder receber pelos serviços prestados ao Honved, já que na Hungria o profissionalismo foi banido. No caso de Bozsik, ele recebeu
        a patente de capitão.&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;De acordo com o governo o sucesso do Honved, que era treinado por Gusztav Sebes, deveria ser replicado para a seleção. Como o governo já havia nomeado Sebes para a
        comissão selecionadora nacional, que era uma espécie de comitê que determinava quais jogadores deveriam defender a seleção húngara, o técnico decidiu fazer do Honved a base da seleção húngara
        e assim tentar reproduzir para o mundo o sucesso que o time do exército já conquistara no país.&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Estava assim formada a estrutura principal da “Seleção de Ouro”. Bozsik então acompanha fielmente a seleção e o Honved, que conquista a hegemonia doméstica nos próximos
        anos. O primeiro título de respeito creditado à Seleção de Ouro foi a vitória do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de 1952, onde a medalha de ouro foi conquistada de forma invicta. A
        Seleção de Ouro começava assim a escrever seu nome na História.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
      Da consagração à frustração com a Seleção de Ouro&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;
      &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
        Um ano depois da conquista da medalha olímpica, surgiu um convite para enfrentar a Inglaterra em Wembley. Os ingleses estavam invictos há nove anos e propuseram um encontro dos “pais do
        futebol” contra a “seleção sensação da Europa”. Os húngaros não perdiam um jogo desde 1950. A expectativa para o jogo era tanta que toda a imprensa inglesa chamou o jogo de “Jogo do
        Século”.&lt;/font&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Bozsik não só fez parte do time que entrou em campo como ajudou a Seleção de Ouro a humilhar a Inglaterra na vitória por 6 a 3, fazendo um gol no começo do segundo
        tempo, calando fundo o templo maior do futebol inglês. Seis meses depois, já no início de 1954, foi marcada uma revanche em Budapeste e a Seleção de Ouro ganhou novamente, e por um placar
        ainda maior: 7 a 1. É, até hoje, a pior derrota da seleção inglesa em todos os tempos.&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Com isso, a Hungria era a franca favorita para a conquista da Copa do Mundo, a ser realizada na Suíça no meio do ano. Com sua invencibilidade mantida, poucas pessoas na
        Europa e no mundo acreditavam que os magiares perderiam o título. Paralelamente, Bozsik era considerado o melhor meio-campista do mundo, dotado de extrema técnica, estilo e
        criatividade.&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Iniciada a Copa, a Hungria confirmou o que todos esperavam: boas vitórias e futebol envolvente. No jogo contra o Brasil, válido pelas quartas-de-final, Bozsik foi
        expulso de campo juntamente com o lateral Nilton Santos por agressão mútua. Esse jogo ficaria conhecido como “A Batalha de Berna”, pois terminada a partida (com vitória húngara por 4 a 2) uma
        confusão generalizada deu lugar aos cumprimentos dos jogadores dos dois times. Como na época o regulamento não previa suspensão por expulsão, Bozsik participou normalmente da semi-final
        contra o então campeão mundial Uruguai. Assim, ajudou a Hungria a vencer novamente por 4 a 2, o que deixava a Seleção de Ouro a um jogo para a consagração definitiva do time que praticava o
        mais belo futebol do planeta.&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Entretanto, a consagração dá lugar à frustração. Depois de quase cinco anos sem perder, a Hungria é derrotada na final da Copa pela Alemanha por 3 a 2, fica com o
        vice-campeonato e Bozsik, como todos os outros jogadores, saem de campo chorando e lamentando a grande oportunidade perdida.&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://walloffame.infostradasports.com/images/240x336/98973.jpg&quot; alt=&quot;Bozsik com a camisa da Hungria&quot; title=&quot;Bozsik com a camisa da Hungria&quot; width=&quot;240&quot; height=&quot;336&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;1&quot; color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Bozsik com a camisa da Hungria&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
      &lt;/p&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
      Revolução, dissoluções e morte prematura&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;
      &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
        &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
        Após a Copa, Bozsik permaneceu no Honved e conquistou mais dois campeonatos húngaros, em 1954 e 1955. No ano seguinte, o time húngaro encontrava-se na Espanha realizando um tour por algumas
        cidades realizando amistosos. Foi quando veio a notícia de que a revolução húngara foi derrotada pelos soviéticos e com isso, tempos ainda mais difíceis os aguardavam no país.&lt;/font&gt;
        &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Foi a chance que jogadores como Puskas, Kocsis e Czibor tiveram para não voltar para a Hungria e se estabelecer no exterior, onde ganhavam mais e podiam gozar de mais
          popularidade e conforto em relação ao país natal. Ao contrário deles, Bozsik voltou para o país normalmente e continuou jogando no Honved, Mas o time do exército já não era mais o
          mitológico esquadrão que encantava a todos os húngaros. Com a saída dos principais atacantes, o time não ganhou mais nenhum campeonato e amargou um jejum que somente seria quebrado em
          1980.&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Bozsik ainda foi convocado para a Copa de 1958, mas, como o Honved, o time húngaro também já não tinha o mesmo encanto que mostrara quatro anos antes e acabou
          eliminado na primeira fase pelo País de Gales. Bozsik jogou até os 37 anos, quando fez sua última partida pela Hungria contra o Uruguai.&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Logo após sua aposentadoria dos gramados, Bozsik ainda era bastante querido pelo povo húngaro, pela torcida do Honved e pelo regime comunista que governava o país.
          Prova disso foi o convite feito pela direção do Honved para que se tornasse um membro da direção do clube. Dois anos após sua nomeação, Bozsik passou a ser o técnico do time e ficou no
          comando por um ano. Resultados ruins fizeram com que Bozsik voltasse para a diretoria.&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Logo após a Copa de 1974, onde a Hungria não conseguiu classificar-se, Bozsik foi convidado pela federação húngara para comandar a seleção. Só comandou o time nacional
          em um jogo, sendo aconselhado pelos médicos a parar de trabalhar com o futebol, pois seu coração já dava sinais de fraqueza. Assim, Bozsik foi convidado para fazer parte da comissão técnica
          que tentaria classificar a Hungria para as finais da Eurocopa de 1976 e para a Copa do Mundo de 1978. O primeiro objetivo não foi alcançado, mas o segundo foi e a Hungria, depois de doze
          anos, estava classificada para a Copa.&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Infelizmente, Bozsik não chegou a ver a estréia da seleção na Copa. Três dias antes do jogo contra a Argentina, ele sofre um ataque do coração e falece aos 52 anos.
          Puskas, muito sentido com a perda do grande amigo, não vai à Hungria, temendo ser preso pelo governo ou hostilizado pela população. Milhares de pessoas vão às ruas em seu funeral
          demonstrando respeito e carinho pelo ex-jogador que se tornou um símbolo do Honved e da Hungria. Como prova de respeito e gratidão, em 1986 o estádio do Honved foi batizado com o nome de
          Bozsik, eternizando assim seu nome na história do futebol húngaro.&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
          &lt;a href=&quot;http://www.trivela.com/Conteudo.aspx?secao=31&amp;amp;id=20369&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;font&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;Coluna publicada no site &quot;Trivela&quot;, na seção &quot;Relembre o Jogador&quot;&lt;br /&gt;
          &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;József Bozsik&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
        &lt;p&gt;
          &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Nome completo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
          József Bozsik&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
          Data de nascimento:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
          28/11/1925&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
          Data de Falecimento:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
          31/05/1978&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
          Posição:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
          Meio-Campista&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
          Clubes em que atuou:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
          Kispest, Pilisi Levente, Honved&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
          Seleção (Hungria):&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
          101 jogos, 11 gols&lt;/font&gt;
        &lt;/p&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;</description>
    <pubDate>Sun, 29 Mar 2009 13:17:42 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Eleições no Corinthians: E agora?</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/eleicoes-no-corinthians-e-agora</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/eleicoes-no-corinthians-e-agora</guid>
    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;E nesse sábado 14, Dia dos Namorados em quase todo o mundo, serão realizadas as eleições no Corinthians para definir seu presidente e seus vices.&lt;br /&gt;
      &amp;nbsp;&lt;br /&gt;
      Temos três candidatos: &lt;a href=&quot;http://www.renovacaoetransparencia.com.br/&quot;&gt;Andrés Sanchez&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.procorinthians.com.br/&quot;&gt;Paulo Garcia&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://movimentoacaocorinthiana.com.br/page0.php&quot;&gt;Osmar Stábile&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;E é com esse quadro devemos nos preocupar.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Sabem o porquê? Simplesmente porque&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;não há opções melhores.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Juntaram os candidatos em um ou dois debates (num deles Sanchez não compareceu), as propostas não variaram muito de um para outro e os presidentes se resumiram mais a
      responder questões pontuais do clube do que apresentar propostas de médio/longo prazo.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Como a oposição é incipiente, não acredito que eles derrotem o Andrés Sanchez.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Sobre o Andrés, não dá para confiar nele. Por mais que tenha feito uma administração aceitável, ele não desce. O fato de ele ter ajudado a MSI a
    entrar no Corinthians, sua ligação nada confiável com a Gaviões da Fiel e o episódio do &quot;Palmeirinha&quot; me fazem crer que temos muito mais um torcedor-presidente do que um
    presidente-torcedor.&lt;/font&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Mas espero que o Corinthians dê à sua enorme nação de torcedores um presente digno de Dia dos Namorados nesse 14 de Fevereiro. É esperar para
    ver.&lt;/font&gt;</description>
    <pubDate>Wed, 11 Feb 2009 21:45:56 -0600</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Visão do jogo - primórdios do futebol no Brasil</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/visao-do-jogo---primordios-do-futebol-no-brasil</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/visao-do-jogo---primordios-do-futebol-no-brasil</guid>
    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Em “Visão do Jogo”, o historiador e professor da PUC de Campinas José Moraes dos Santos Neto se propõe a traçar a história do futebol no Brasil, mas partindo de um ponto
      diferente do que a maioria das pessoas conhece. Ao contrário da grande maioria dos livros que aponta Charles Miller como sendo o introdutor do jogo no Brasil, o livro inicia sua história antes
      da chegada do anglo-brasileiro e seus apetrechos futebolísticos, ocorrida em 1894.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Apesar de ser um livro relativamente curto e com formatação de fácil leitura, o livro é bem-sucedido ao relatar os primórdios do futebol no país de forma objetiva e clara,
      o que explica suas as poucas páginas. Ainda que ocorram alguns pequenos erros (como o ano de nascimento do jogador Herman Friese), a obra é bem fundada em datas e lugares, proporcionando ao
      leitor que se posicione bem quanto ao ano em que as ações do livro aconteceram. Em no máximo duas horas, o livro pode ser concluído.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Primeiramente, o leitor é transportado ao ano de 1872 e vê como tudo começou, com a aprovação da reforma das diretrizes do ensino público. Desse ponto é possível entender
      como o futebol passou a ser praticado nas escolas pelos alunos e também pelos professores. A partir de fotos que mostram os colégios na época do Império, o livro retrata a forma de jogo que era
      praticada no colégio bem como seus primeiros praticantes, as crianças da elite paulista.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mmais.com.br/fotos/noticias592a.jpg&quot; alt=&quot;Padres&quot; /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;&lt;br /&gt;
      Padres reúnem garotos no Colégio São Luís: pioneiros no futebol&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Com a popularização do jogo, surgiu a figura de Charles Miller. Ex-estudante, trouxe da Inglaterra duas bolas e um manual contendo as regras do futebol. Daí pra frente,
      fica claro que o futebol era praticado no Brasil em dois ambientes. Enquanto os membros da elite praticavam o esporte dito “competitivo”, os trabalhadores de ferrovias e indústrias e os
      marinheiros ingleses que por aqui passavam também praticavam o futebol, surgindo assim a expressão “futebol de várzea”.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;É nesse ponto do livro que surgem informações importantes, como os nomes dos primeiros times amadores de São Paulo, a normal aceitação dos negros e mulatos nos times, a
      crescente popularização dos times mais humildes e a formação da liga de futebol profissional, que organizou o primeiro campeonato paulista de futebol. Tudo ilustrado por várias fotos que
      ilustram bem a época.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://classicoeclassico.sites.uol.com.br/templos/sp/Velodromo1.jpg&quot; alt=&quot;Velodromo&quot; title=&quot;Velódromo de São Paulo, adaptado para sediar jogos de futebol (Foto de 1905)&quot; width=&quot;482&quot; height=&quot;261&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;1&quot; color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Velódromo de São Paulo, adaptado para
      sediar jogos de futebol (Foto de 1905)&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Outro ponto positivo da obra é a abordagem que o autor dá ao surgimento do futebol em Campinas, terra onde vive o autor. As origens do futebol e, consequentemente, da
      Ponte Preta são ilustradas com nomes, fatos e jogadores. Lá é possível constatar que os negros foram inscritos nos primeiros quadros do time, o que reforça o pioneirismo do time campineiro na
      aceitação deles para a prática do futebol.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Depois da explanação de como as bases do futebol foram lançadas, vemos que a prática do futebol parte para uma nova etapa, a de adequar a força dos dribles com a dosagem
      certa dos passes e a aplicação tática, bem como a implantação de novos métodos de preparação física para os atletas. E é nesse contexto que é mencionada a primeira obra voltada para o futebol
      no Brasil, “Guia de Foot-ball”. Escrita por Mário Cardim, um dos primeiros jornalistas esportivos, a obra foi um marco na literatura esportiva no Brasil.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Por fim, é retratada de forma detalhada a formação da primeira seleção brasileira, que já sofria com a rixa entre o Rio e São Paulo. Apesar disso, a primeira seleção que
      representou o país teve um desempenho muito bom, ganhando dos ingleses do Exeter City. No jogo seguinte, contra a Argentina em Buenos Aires pela disputa da primeira Copa Roca, vale destacar a
      descrição detalhada que o autor faz da viagem da seleção, o desenho tático do time que entrou em campo e o relato detalhado dos lances do jogo. O resultado é excepcional.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Por tudo isso, “Visão do Jogo” é leitura obrigatória para quem gosta de futebol e história. E além dos dados, o leitor é presenteado com fotos raras e espetaculares dos
      primeiros times, jogos e jogadores do futebol brasileiro.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;a href=&quot;http://www.trivela.com/Conteudo.aspx?secao=32&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Texto publicado na seção &quot;Resenhas&quot; do site Trivela.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Thu, 29 Jan 2009 13:44:09 -0600</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>O (suposto) rebaixamento do São Paulo no Paulistão de 1990</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/o-suposto-rebaixamento-do-sao-paulo-no-paulistao-de-1990</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/o-suposto-rebaixamento-do-sao-paulo-no-paulistao-de-1990</guid>
    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Nessa semana vimos a polêmica (mais uma) gerada entre o São Paulo e a Federação Paulista de Futebol e que merece ser comentada.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Na última quarta-feira, a Folha de São Paulo publicou matéria na qual constava que, no Guia Oficial do Campeonato Paulista, o São Paulo havia sido rebaixado em 1990,
      &quot;manchando&quot; assim o título obtido em 1991.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;O São Paulo reclamou e a FPF culpou pelas informações o historiador Rodolfo Kussarev, que por sua vez culpou o livro &lt;i&gt;A História do Campeonato Paulista&lt;/i&gt; (Publifolha,
      1997), escrito pelos autores André Fontenella e por Valmir Storti.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Em sua defesa, Fontenelle publicou o ensaio na Revista Época. Para quem quiser lê-lo na sua totalidade, eis o link onde o autor expõe sua posição sobre o assunto:&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;a href=&quot;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI24813-15260,00-O+DIA+EM+QUE+O+SAO+PAULO+FOI+REBAIXADO.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI24813-15260,00-O+DIA+EM+QUE+O+SAO+PAULO+FOI+REBAIXADO.html&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;O ponto principal da discussão não é nem dizer se o regulamento foi cumprido, é saber qual regulamento valeu.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Porque antes de se comentar em virada de mesa, deve-se averiguar em que data o texto inicial do regulamento do Paulista, onde estava previsto que &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paulista_de_Futebol_de_1990&quot;&gt;não haveria rebaixamento&lt;/a&gt;, foi aprovado. Se ele foi aprovado antes do início da disputa, parte-se do princípio que todos
      os clubes leram, concordaram e assinaram esse regulamento.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      E não adianta dizer que era uma &quot;fórmula de cortesia&quot;. Se está no regulamento que os times que não se classificaram não cairiam, então a queda não estava prevista.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Por outro lado, conforme o repórter da Folha escreveu no dia 21/06/1990, deveríamos averiguar a veracidade dessa passagem: &quot;No próximo ano, o São Paulo vai disputar a série B do Campeonato
      Paulista, sem direito a lutar pelo título. É uma nova fórmula aprovada pelo conselho arbitral de clubes em janeiro. Farão parte dessa série os 10 clubes eliminados do campeonato deste ano mais
      quatro que vão subir da Divisão Especial.&quot;.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Se esse fato aconteceu realmente, aí então poderá ficar provado que houve virada de mesa, pois qual o regulamento que valeu? O inicial ou esse que previa a nova fórmula?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Isso poderia ser respondido perfeitamente pela FPF, já que as atas das reuniões servem inclusive para isso.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;A partir disso, a minha conclusão é a seguinte: se o regulamento original foi cumprido, o São Paulo não caiu. Foi o mesmo que aconteceu com o Corinthians, que era pra ter
      caído em 2000 se o regulamento da Copa João Havelange previsse rebaixamento.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Agora, se o regulamento mencionado pelo repórter da Folha previa que o São Paulo iria disputar a Série B do Paulstão, aí sim houve virada de mesa.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      De resto, no Paulistão de 91 houve o grupo I e o grupo II, mas todos dentro de uma divisão só. A &quot;segunda divisão&quot; foi chamada de &quot;Divisão Intermediária&quot;. O regulamento do campeonato de 91 foi
      cumprido na sua totalidade, embora o Palmeiras tivesse sido vítima de uma injustiça, pois foi eliminado pelo São Paulo que tinha o mesmo número de pontos na segunda fase e classificou-se pois
      somou mais pontos na primeira fase, onde jogou com adversários mais fracos. Na final, o São Paulo ganhou do Corinthians na final de forma totalmente justa.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Abaixo vai um vídeo com a explicação do PVC, já bem conhecido,&amp;nbsp; sobre o assunto:&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
      &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;
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    &lt;/div&gt;</description>
    <pubDate>Sat, 24 Jan 2009 12:48:33 -0600</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Relembrando o Jogador: Zarra</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/relembrando-o-jogador-zarra</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/relembrando-o-jogador-zarra</guid>
    <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Quando pensamos em artilheiro espanhol, é impossível lembrarmos somente de um. Do lendário Pichichi a Fernando Torres e passando por gente do quilate de Luis Suárez,
      Salinas e Raúl, chegamos a jogadores cuja capacidade de fazer gols era tão natural quanto movimentar-se em campo.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Porém nenhum deles conseguiu marcar mais gols que um: Telmo Zarra. Maior artilheiro da história da liga espanhola (252 gols), da Copa do Rei (83 gols), do Athletic Bilbao
      (334 gols), recordista de gols em uma única edição da liga (38 gols na temporada, recorde apenas igualado por Hugo Sánchez) e jogador com mais Troféus Pichichi conquistados (6 taças ao todo),
      Zarra nasceu na cidade basca de Erandio. Desde cedo esteve ligado ao futebol devido ao fato de seu irmão mais velho, Tomás, ser goleiro. Depois dos jogos pelo Arenas de Getxo, Tomás levava o
      pequeno Telmo para jogar futebol na praia.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Influenciado pela família e sobretudo pelo irmão, iniciou sua carreira no modesto time de sua cidade natal, o Erandio, com 18 anos. Na época, o time estava na segunda
      divisão de uma Espanha recém saída de uma sangrenta guerra civil. A boa colocação do time no seu grupo chamou a atenção de olheiros do Athletic Bilbao que o viram em ação e imediatamente
      apresentaram uma proposta para ficar com o jovem artilheiro. Nada restou ao Erandio senão liberá-lo ao grande clube da capital basca.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;Melhor cabeça da Europa depois de Churchill&quot;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;No Athletic, Zarra justificou a fama de artilheiro desde seu primeiro jogo como titular: foi ele quem marcou os dois gols do time no empate contra o Valencia. E dois anos
      após sua estreia o Athletic levantava a taça de campeão da Liga, com uma linha de ataque (&lt;a href=&quot;http://www.niat.com.mx/Gaizka/imagenes/5%20magnificent%20ii.JPG&quot;&gt;foto&lt;/a&gt;) que, além de Zarra,
      contava com Iriondo, Venancio, Panizo e Gainza. Para que se tenha uma ideia da qualidade do ataque bilbaíno, basta dizer que Zarra, Panizo e Gainza foram titulares da Seleção da Espanha durante
      a Copa do Mundo de 1950.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://centros2.pntic.mec.es/cp.de.ezcaray/revista/imagenes/zarrachut.jpg&quot; alt=&quot;Zarra em ação no Athletic&quot; title=&quot;Zarra em ação no Athletic&quot; width=&quot;205&quot; height=&quot;267&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;1&quot; color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Zarra em ação no Athletic&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
      Com este formidável ataque lembrado até hoje por seus torcedores, o Athletic consolidou-se na década de 40 como um dos principais times da Espanha. Logo após o título da liga, o clube
      conquistou quatro copas, nos anos de 1943, 44, 45 e 50. E Zarra, de gol em gol, acabou artilheiro da liga espanhola por quatro vezes, sendo três seguidas (1945, 46, 47 e 50). De tantos gols que
      marcava, sobretudo de cabeça, recebeu o apelido de “Melhor cabeça da Europa depois de Churchill”.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Com a fama cada vez maior, Zarra foi convocado pelo técnico Guillermo Eizaguirre para disputar a Copa do Mundo de 1950. No primeiro jogo da Copa, disputado contra os
      Estados Unidos, Zarra marca um gol na vitória por 3 a 1. No jogo seguinte, contra o Chile, Zarra marcou novamente na vitória por 2 a 0.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Mas foi no último jogo do grupo, realizado no Maracanã e visto por mais de 70.000 pessoas, que Zarra atingiu o ponto máximo de sua carreira. O adversário era a poderosa
      Inglaterra, que devia se recuperar depois da histórica derrota para os Estados Unidos. O time inglês precisava ganhar para se classificar à fase final. Aos espanhóis, um empate bastava.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Aos 4 minutos do segundo tempo, Zarra recebe um passe de Gainza e chuta na saída do goleiro inglês, marcando o único gol do jogo. Foi o bastante para a comemoração
      enlouquecida do narrador Matías Prats, da Rádio Nacional da Espanha e de milhares de espanhóis. Era a primeira vez que a Espanha ganhava da Inglaterra num jogo oficial. Ao final do jogo, o
      ministro espanhol dos esportes enviou um telegrama ao ditador Franco que se tornaria célebre: “Vencemos a Pérfida Albion”.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.furiaroja.com/81-E-ING-(gol-de-zarra-2).jpg&quot; alt=&quot; Gol de Zarra na Copa de 1950 contra a Inglaterra&quot; title=&quot; Gol de Zarra na Copa de 1950 contra a Inglaterra&quot; width=&quot;225&quot; height=&quot;291&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;1&quot; color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Gol de Zarra na Copa de 1950 contra a Inglaterra&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
      Com a classificação, a Espanha disputou o quadrangular final da Copa contra o Brasil, o Uruguai e a Suécia e terminou sua participação em quarto lugar, naquela que é a melhor participação
      espanhola em Copas do Mundo até hoje. Zarra terminou a competição com quatro gols.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font size=&quot;2&quot; color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;“Se cuidar muito, treinar muito e não pensar que é o melhor”&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Logo após a Copa, Zarra continuou sua brilhante carreira no Athletic, tendo sido o artilheiro da liga em mais duas ocasiões (1951 e 53). Em 1954, o Athletic lhe fez uma
      proposta para seu último ano no clube, já que suas pernas cobravam o preço dos efeitos das (muitas) entradas violentas dos zagueiros adversários. A promessa era ganhar 850 mil pesetas além do
      contrato e um jogo de despedida em sua homenagem. No entanto, as duas promessas não foram cumpridas. Assim, Zarra se desligou do Athletic e foi jogar no modesto Indautxu do mesmo País Basco. Na
      outra temporada, encerrou sua carreira no Baracaldo, da mesma região espanhola.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;De temperamento extremamente tímido e introvertido, Zarra nunca se preocupou em cobrar a promessa feita pelo Athletic. Somente em 1996 o presidente do Athletic corrigiu a
      injustiça histórica e pagou o que era devido ao grande atacante. E somente pagou pois ocorreu um encontro casual entre ele e Zarra em um restaurante, que fez com que a dívida fosse lembrada por
      parte do presidente.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Outra passagem marcante envolvendo Zarra aconteceu em 1997. Depois de ter sido recebido pelo Papa João Paulo II, Zarra encontrou-se com o Rei Juan Carlos. Durante a
      conversa que teve com o monarca, Zarra lembrou-se emocionado quando, num jogo em Portugal, pegou o então menino Juan Carlos nos braços e lhe prometeu um gol. Juan Carlos então lhe respondeu que
      se lembrava desse momento com muita nitidez e que sempre guardou com imenso carinho essa lembrança. Foi o suficiente para o ex-jogador ir às lágrimas.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Três dias depois de seu falecimento, o Athletic, no minuto de silêncio, fez soar no Estádio San Mamés o hino do clube tocado ao piano. Ao término do hino, todo o estádio
      aplaudiu e homenageou Zarra. Em todos os estádios espanhóis naquela rodada de fevereiro de 2006 guardou-se respeitosamente o minuto de silêncio. No mesmo ano, o jornal esportivo Marca criou o
      Troféu Zarra, que é dado aos maiores artilheiros espanhóis da primeira e da segunda divisão da liga.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Em uma das suas últimas entrevistas quando perguntado sobre que conselhos daria aos jovens esportistas, Zarra responde: “Se cuidar muito, treinar muito e não pensar que é
      o melhor”. Mais uma prova da tranquilidade que sempre cercou o maior artilheiro espanhol em todos os tempos.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.athletic-club.net/fotogaleria2/galeria4607.jpg&quot; alt=&quot;Zarra com a bandeira do seu Athletic em 2005&quot; title=&quot;Zarra com a bandeira do seu Athletic em 2005&quot; width=&quot;205&quot; height=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
      &lt;font size=&quot;1&quot;&gt;Telmo Zarra ao lado da bandeira do seu amado Athletic, em 2005&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
      Nome completo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
      Telmo Zarraonandía Montoya&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Data de nascimento:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
      20/01/1921&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Posição:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
      Atacante&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Data de Falecimento&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
      23/02/2006&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Clubes em que atuou&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
      Erandio, Athletic Bilbao, Indautxu, Baracaldo&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;b&gt;Seleção (Espanha)&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
      20 jogos, 20 gols&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;a href=&quot;http://www.trivela.com/Conteudo.aspx?secao=31&amp;amp;id=20119&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;Coluna publicada no site &quot;Trivela&quot;, na seção &quot;Relembre o Jogador&quot;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 12 Jan 2009 08:51:36 -0600</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Boas Festas!</title>
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    <description>&lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Depois de um ano com alegrias e tristezas, chegamos a mais um Natal e Reveillon.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Embora eu não comemore tanto o Natal por não ser cristão e por ser uma data que me traga mais tristezas do que alegrias, não posso deixar de desejar a todos os leitores e
      frequentadores do blog uma mensagem de alegria, conforto e esperança.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Que o espírito de Jesus Cristo (e não do velhinho da Coca-Cola conhecido como Papai Noel) possa tomar conta de cada um de nós não somente nos dias 24 e 25 de Dezembro e
      sim pelo ano inteiro, pois o maior legado que Cristo nos deixou foi o de amar a todos sem distinção.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;O blog só será atualizado a partir do dia 10 de Janeiro de 2009, com novas seções e muitas novidades. Aguardem.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;É isso. Um grande abraço para todo mundo.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;Para incrementar o clima de fim de ano, segue uma das&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#333333&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;propagandas&amp;nbsp;de fim de ano&amp;nbsp;mais inspiradas e criativas de
      todos os tempos, numa roupagem mais atual.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;div&gt;
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    <pubDate>Wed, 24 Dec 2008 13:24:31 -0600</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>E Ronaldo virá...</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/doses-de-futebol/posts/e-ronaldo-vira</link>
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    <description>&lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFF00&quot;&gt;Quando li pela primeira vez, &quot;me caiu os butiá do bolso&quot;, como dizem no RS. Mas depois entendi. 2009 é ano da primeira eleição para presidente do Corinthians via voto
      direto dos associados. Nada melhor que essa contratação de &quot;impacto&quot; para ganhar a simpatia dos sócios. Andrés Sanchez, ao que parece, vai pelo mesmo caminho de seu antecessor.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFF00&quot;&gt;Do ponto de vista mercadológico, é uma excepcional contratação. Num dia, a venda de camisas com seu nome trouxe um pouco mais de R$ 25.000,00 ao Corinthians. Esse poderio
      de marketing aliado à numerosa torcida poderá gerar muitos dividendos ao clube.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFF00&quot;&gt;Do ponto de vista técnico, acho que sua passagem no PSJ será igual à do Adriano pelo SP: 6 meses de bola e balada, alguns gols contra os poderosos adversários do Paulistão
      e no meio do ano que vem o Ancellotti pede para ele voltar ao Milan. Não sei até que ponto isso será benéfico ao Corinthians. Não sei mesmo.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFF00&quot;&gt;Por outro lado, queria ver como está se sentindo o Herrera. Ora, a renovação dele se arrasta há 3 semanas e o Corinthians não quer pagar míseros R$ 800 mil a ele. Aí num
      belo dia ele fica sabendo que, por muito mais que meros 800 mil, o Ronaldo jogará no time em 2009.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFF00&quot;&gt;Onde está a valorização pelo cara? Tipo, ele é bem limitado, mas deu o sangue pelo time em cada vez que jogou. Agora deve dar espaço ao &quot;Fenômeno&quot;. Além disso, essa
      contratação com certeza gerará ciúmes de alguns jogadores do elenco (e o Felipe será um deles).&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;font color=&quot;#FFFF00&quot;&gt;Finalizando, pode ser que o cara queime a minha língua e gaste a bola. Mas, os exemplos mais recentes aliados à situação do time me fazem crer que é bom ficar com os dois
      pés atrás com essa contratação.&lt;/font&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Tue, 9 Dec 2008 20:23:44 -0600</pubDate>
  </item>
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