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O primeiro jogo da vida dos turcos

Terça-feira, 08 Abril 08, 07:24 PM

É hoje a partida mais importante da história do Fener, até hoje. Mas a próxima será mais importante. A final da Champions mais ainda. E no Japão então, nem se fala. Mas aí vão pegar o Mengo, e com brasileiro ninguém pode.

O time dos turcos é bom e tem jogadores capazes de acabar com os ingleses. O Chelsea tem nome e talento, mas a empáfia não lhes ajudou a conquistar nada além do nacional que, convenhamos, até Fulham (pronuncia-se "losers") com lavanderia de russo consegue. 

Não escondo de ninguém que minha torcida pelos turcos se dá única e exclusivamente pela presença Dele no banco de reservas. Tirando o Santos, pois Pelé não conta como jogador, atleta, ídolo ou mortal no futebol, só o Flamengo possui um ídolo. Todos os demais clubes pendem entre vários nomes. O São Paulo não sabe de seu ídolo é o Raí ou o Rogério. Tem gente que prefere ainda o Muller e até o Careca. O Corinthians discute entre Rivellino, Neto e Sócrates, com pequenas interferências de Marcelinho Carioca. Chegando no Rio temos o Vasco que não se encontra entre Romário, Roberto e Edmundo, o Flu do Castillo, ou do Rivellino ou do Romerito, o Botafogo que se divide entre Garrincha, Nilton Santos e Túlio... Enfim, vocês entenderam. 

Logo, se o Fener perder, podem me zoar.

Vi muita gente seduzida pelo Volta Redonda europeu, comprando a briga desse pequeno Davi contra os vários Golias ingleses. Tem aqueles que torcem pelo sucesso do Alex, do Deivid, do Lugano... temos vários jogadores nesse time que deixaram saudades em nós, brasileiros. Mas é claro que existem aqueles que torcem contra só pelo simples prazer de ver flamenguistas tristes. É o famoso caso de gozar com o pau dos outros. Pensam que dessa forma se vingarão das porradas seguidas que levaram. Triste, triste.

Bom, encerro com um texto que o José Geraldo Couto, jornalista paulista, da Folha de São Paulo publicou no domingo. A melhor parte é onde ele ataca os ridículos que se utilizam do patético argumento de "jogador de Maracanã" - como se o Brasileiro, a Libertadores e o Mundial fossem disputados apenas nesse estádio - para tentar diminuir a importância e os méritos do Zicão. Como termina o autor, essas coisas só acontecem no Brasil. 

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JOSÉ GERALDO COUTO

Zico é dez

No comando do Fenerbahce, o Galinho segue levando o futebol brasileiro como uma chama de Prometeu

LEIO NO UOL que Zico talvez seja o enredo da Mangueira para o próximo Carnaval. Nada mais justo -e oportuno, agora que o craque, como treinador, está levando o Fenerbahce, da Turquia, a conquistas inéditas na Copa dos Campeões da Europa.


A ironia, se a homenagem da Mangueira sair mesmo, é que Zico costuma desfilar pela Beija-Flor. E o flamenguista Jorge Benjor, que fez para ele a bela "Camisa 10 da Gávea", sai pelo Salgueiro.


Mas a Estação Primeira tem uma tradição ecumênica de celebrar os grandes nomes da nossa cultura popular, venham de onde vierem. Foi assim com Dorival Caymmi, Tom Jobim e Chico Buarque, unanimidades nacionais.
E Zico? Por incrível que pareça, ele ainda é questionado por alguns.


Romário, seu desafeto, chegou a escarnecer do ex-jogador, por não ter sido campeão mundial com a seleção brasileira.


Em São Paulo, ainda há quem rotule Zico de "invenção carioca" ou "jogador de Maracanã", querendo dizer que só lá o Galinho brilhava.


Quer dizer: não adiantou Zico ter comandado aquele timaço rubro-negro na conquista da Libertadores e do Mundial de Clubes, não adiantou ter sido artilheiro na Itália mesmo jogando na modesta Udinese, não adiantou ter sido o maior ídolo e o maior impulsionador do futebol japonês.

Não adiantou, em suma, ter levado a arte do futebol brasileiro, como uma chama de Prometeu, aos quatro cantos do mundo. Para os tacanhos, Zico só jogava no Maracanã. Só num país como o Brasil, que volta e meia joga no lixo suas melhores potencialidades e promessas, um homem como Zico não é considerado herói nacional, como Puskas na Hungria ou Maradona na Argentina. A Mangueira, agora, pode corrigir isso.

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Zicão me esperou

Quarta-feira, 02 Abril 08, 09:56 PM

Por causa dessas coisas da vida, eu só consegui ver o jogo do Zico's a partir da metade do segundo tempo. Estava 1x0 pro considerado Fluminense inglês.

O que é uma bobagem sem tamanho, bastando comparar as origens de cada time. Usam a comparação pelos dias atuais.

Mas os ingleses estavam vencendo, com um gol marcado por Deivid, do Volta Redonda turco. Já recebi mensagens de amigos no msn dizendo que era o fim da linha, que o Zico's tinha chegado longe demais, que o ano é dos ingleses.

Eu respondia: "Zico cansou de bater no Flu brasileiro e fará o mesmo com o tal Flu inglês", mesmo sabendo que não tem nada a ver um com o outro.

Quando finalmente consegui ver o jogo, o Zico's empatou. Contra os turcos havia 30% da população brasileira torcendo pela derrota, só porque se acostumaram a secar o Galinho, tão injuriados que estão de tanta porrada que levaram anos a fio.

Pouco depois foi a vez de Deivid consertar a m... que fez. Tal qual o goleiro que frangou contra o Sevilla e depois catou os pênaltis, o atacante meteu um balaço do meio da rua que o narrador berrou "GOL A LA ZICO".

E os ingleses ficaram vendo o jogo passar. Contam com a força de sua torcida para reverter o placar na Inglaterra. Na mesma cidade onde Zicão comandou a vitória da Seleção Brasileira por 1x0, naquele 12 de maio de 1981.

Zico quer encontrar os velhos amigos da Piscina de Fígado. Pra isso precisa garantir o resultado contra os smurfs.

Quando eu estava na Inglaterra, escutava a todo momento palavras jocosas a respeito do Chelsea e não vi um torcedor.

Chelsea is rubbish, diziam os ingleses. Zico é rei, disse Joe Cole, do próprio Chelsea.

Que venha o segundo jogo.

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Sempre Ele

Sexta-feira, 28 Dezembro 07, 03:28 PM

Privilegiados somos nós que pudemos ter em nossa história alguém como ZICO. Coitados são aqueles que o consideram um "Iranildo melhorado". Para esses, uma dose de Valido de manhã e outra antes de dormir. Só mesmo um ZICO para juntar em pleno 27 de dezembro, na calorenta cidade do Rio de Janeiro, mais de 30 mil pessoas para assistir um jogo que não valia nada. Opa! Como assim?!?!? Valia muito!!! Uma viagem para um tempo que não volta mais.

Zé Carlos, Leandro, Aldair, Edinho e Leonardo. Andrade, Aílton, ZICO e Zinho. Flávio (na ausência de Bebeto) e Renato Gaúcho. Tudo isso treinado por Carlinhos. O verdadeiro campeão de 1987. Para quem quiser ficar com suas falácias "cbfnianas" e de taças de pompoarismo, que fiquem. Ó Deus, como fico abalado! Pode pegar aquele Sport, juntar com os melhores de hoje e colocar contra esse time. A ONU é capaz de intervir tamanho o massacre que se dará.

Até me coube a dúvida: por que o Sport não junta sua torcida para uma comemoração dos 20 anos de seu título? Vai lá, chamem o Guarani e desfilem com Macaé, Ribamar e Neco, estrelas de sei lá que grandeza diante do esquadrão acima citado. Tão vendo aqueles nomes? Quatro campeões mundiais por clubes e três pela Seleção, sem contar o Bebeto que não jogou. Isso é história. Venham com FIFA, CBF, FBI, KGB, APAE, CET e o que mais quiserem de siglas. O povo e aqueles que honram o que assinam já escolheram seus vencedores.

Mas voltando à célebre noite e um momento antológico. Durante semanas se falou do passe que ZICO daria para Obina marcar. E vimos o contrário. Obina serviu-O, que deixou Gamarra de bunda no chão e marcou o mais belo gol da partida. Não sei não, mas o Eto'o não daria aquele passe.
 
ZICO mais uma vez mostrou como é uma pessoa diferente. No intuito de conseguir mais ajuda para as pessoas carentes, Ele mudou a festa de lugar para onde poderia angariar mais doações . Durante três anos o jogo foi no CFZ, acanhado campinho de peladas no Recreio. Ontem, a partida que já está inserida no calendário carioca de fim de ano tinha que ser no Maracanã. Só o Maracanã para reverenciar mais uma vez o Maior de Todos.

Um exemplo de profissional, de homem de família e de ídolo das massas. Como ele, poucos existiram no futebol. O Flamengo é um dos pouquíssimos clubes brasileiros, quiçá do mundo, que têm definido seu ídolo sem nenhuma dúvida. O Inter abraça Falcão, aquele que foi embora e depois voltou...pro São Paulo. O Fluminense não sabe se decidir entre Castilho, Rivelino ou Romerito. O Palmeiras brada sua idolatria por Ademir, mas os de hoje amam o Marcos, com toda a justiça do mundo. O Vasco se vê na cruz de opções por Roberto, Edmundo, Romário e Eurico. Talvez o São Paulo tenha em Rogério, o que o Flamengo teve no ZICO. Com a vantagem para o tricolor que ainda possui carreira pela frente nos fartos tempos de marketing. E qual o grande bônus técnico do goleiro? Bater faltas. Pode perguntar a ele quem foi sua inspiração.

ZICO. Quem teve, teve. Quem não teve, chora ou bate palmas. Não ganhou uma Copa? Como diria Fernando Calazans, azar da Copa.

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O ócio não-criativo

Quinta-feira, 20 Setembro 07, 03:56 AM

Não sei porque perco meu tempo com essas coisas, mas um amigo meu me mandou essas linhas abaixo, as quais reproduzo para os leitores. Afirmo que nada tenho com isso. Foi um e-mail que recebi. Não tenho metade dessa capacidade com a escrita que tem Valido Platero. Quem dera....

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O ÓCIO NÃO-CRIATIVO DO SR. RUBENS LEME

Pela Internet, essa rede mundial de computadores que aceita tudo tal e qual papel, recebo um link para o blog do sr Rubens Leme, que, acredito, se proponha a ser jornalista de esportes, embora deixe claro pela qualidade dos textos que suas tentativas não raro se tornem inócuas. Teoriza o sr. Rubens Leme a velha hipótese de que Zico "é amarelão porque não ganhou Copa e só jogou contra a Nova Zelândia" e que bom mesmo é um rapaz chamado Alex, de cuja fisionomia sequer lembro. Consta que o sr. Alex atua no clube treinado por Zico, na inexpressiva Turquia, e até já foi campeão do estranho país euro-asiático onde a prática da porrada em grupos supera o futebol como esporte tal e qual acontece com o beisebol na Venezuela.

Raciocina o sr. Rubens Leme que Zico foi "tanta enganação quanto Iranildo".

Alguns amigos me escrevem e telefonam, indignados com tal blasfêmia. Alguns me pedem que interceda, para salvar a honra do nome daquele que não tem falhas. Vi com má-vontade esses pedidos, até porque a mim parece que tudo o que o sr. Rubens Leme (este notório, famosíssimo jornalista) quer mesmo é um pouco de atenção e carinho. Quer alguns page views, quer comentários, quer ser um polemista, quem sabe imitando o Juca Kfouri ou mesmo o Milton Neves.

Observo, em uma rápida visita, que além de todas suas qualidades, o sr. Rubens ainda torce por um time de colônia, que tem como torcida co-irmã a do desprezível Vasco da Gama.

Enfim, simples observações vão dando as explicações mais do que lógicas para a opinião um tanto excêntrica do sr. Rubens Leme sobre o maior jogador de futebol de todos os tempos, o sr. Arthur Antunes Coimbra, conhecido como Zico. Em primeiro lugar, é notório que o sr. Rubens nutre um recalque incurável dos tempos passados, principalmente do período em que sua agremiação verde-alienígena amargou sem título algum. Ao longo deste tempo, observando a alegria da população pelas ruas do esfuziante Rio de Janeiro a comemorar título após título do Rubro-Negro, é claro que o sr. Rubens só poderia ter ódio ao Clube da Gávea e a Cidade Mais Bonita do Mundo. Um ódio que de tão curtido vira recalque.

Em seguida, ressalto que o sr. Rubens Leme se prende ao apagado Alex (indivíduo conhecido pela indolência) como se este jogasse ainda no time da colônia italiana (o mesmo que andou freqüentando, há pouco tempo, a SEGUNDA DIVISÃO do campeonato brasileiro). Se trata de uma fixação estranha, à qual os amigos do sr. Rubens deveriam dar mais atenção, quem sabe recomendando consultórios de psiquiatria. Já a mania de acompanhar jogos como Milan x Fenerbahce, atribuo ao meio onde ele vive, onde é comum passar a vida olhando a água subindo ou descendo na Baía de São Marcos, ou contar quantos garotos não sonham em jogar no maior time do Brasil, ao procurar a escolinha do Flamengo na Avenida dos Holandeses. A isso se deve resumir a vida do nosso isolado Rubão.

O que me espanta mesmo é a total falta de criatividade na escolha do assunto e na dissertação. Na escolha, porque Zico pertence a uma geração anterior, já há mais uma que parou de jogar depois dele. E na dissertação, por repetir argumentos idiotas usados ad nauseaum, sem nenhum sucesso – a idolatria sem equivalentes no futebol mundial que a torcida do Flamengo dá para Zico não sofreu o menor impacto diante dessas demonstrações públicas de inveja como a do sr. Rubens Leme. Zico continua sendo um profissional diferenciado, um sujeito de extrema humildade que atende fãs pessoalmente, um caráter único.

Não temos culpa se o sr. Rubens Leme já cultuou um assassino (Edmundo), um lavador de dinheiro do tráfico, preso (Rincón) e um mau-caráter (Leão), isso sem contar, este sim, um cagão filha da puta de marca maior (Roberto Carlos, o escroto, não o cantor). É compreensível que, na aridez desértica de ídolos em que vive o sr. Rubens Leme, o ideal mesmo seja atacar os ídolos alheios com argumentos que poderiam ter partido de uma criança de sete anos (retardada).


Por fim, gostaria que, com a ajuda de um fonoaudiólogo da APAE, o sr. Rubens Leme fosse capaz de me responder, que Copa do Mundo venceu Ademir da Guia? E se por causa dessa ausência de Copas, Ademir da Guia pode ser considerado um amarelão (no sentido pejorativo, já que é amarelo-albino no sentido físico)?

Não creio que o sr. Rubens Leme seja capaz de refletir sobre isso. Se fosse, talvez estivesse tentando algo mais na vida do que polemizar em blogs como um adolescente retardado. Qual será seu próximo passo? Gravar um vídeo pedindo que deixem Britney Spears em paz?

Ora, sr. Rubens Leme. Vá pentear macacos.


Assinado,

VALIDO PLATERO

 

Tags: Brasil, Zico Tópicos: Brasil
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Começo bem marromeno

Segunda-feira, 14 Maio 07, 02:02 PM

Bom, deu-se início a largada do Brasileirão-07 e os times cariocas fizeram o que deles se espera. Um a um, cito abaixo minhas impressões sobre cada time, mas desde já afirmo que a primeira rodada só serva para gozações mesmo, porque não dá para tirar conclusão nenhuma das equipes.

O Rio que funciona

Os alvinegros hoje estão sorrindo. Vasco Sem Romário e Botafogo começaram bem, com vitórias importantes. O Vasco Sem Romário venceu pelo magro 1x0 o América-RN, mas devido ao potencial do time da Colina, ao estado do gramado (que dizem, estava péssimo) e o fato da partida ter sido fora de casa, foi goleada. Não puder ver o jogo, nem o gol, pois estava na sala de embarque do Santos Dumont, ouvindo pelo rádio. Desde já NÃO recomendo ouvir pela Transamérica Rio. Foi a pior, de longe, transmissão de qualquer esporte que eu já tenha escutado.

Acho que o Vasco Sem Romário vai sofrer ao longo do campeonato devido à falta de elenco. É um time de 11, mais um ou outro no banco. É até um problema crônico de todos os times do Rio, ao longo dos anos. Mesmo com o regulamento de pontos corridos já consolidado, ninguém aprende. Vida que segue.

O próximo jogo do Vasco é contra o Sport, em casa, e por enquanto, ainda é Sem Romário. Boa chance de fazer seis pontos.

O Botafogo começa como favorito o Campeonato Brasileiro, segundo boa parte da imprensa especializada. A Placar, por exemplo, tascou lá o selo de "Rumo ao Título". Bom, eu discordo. Para começar, como pode um time que possui um treinador virgem, ser favorito ao dificílimo Brasileirão? Além disso, o Botafogo tem problemas sérios fora de campo e joga na empolgação. Se for eliminado na Copa do Brasil, o choque pode derrubar feio o time.

A vitória de ontem, claro, foi importante e valorosa. Ganhar do Inter em Porto Alegre nunca foi fácil. Mais uma estréia e mais uma vitória do Glorioso. E sem Dodô. Parabéns ao Botafogo. Minha dúvida é, até quando?

O Rio que não funcionou

Queriam o que? A história mostra que nos jogos Flamengo x Edmundo, a partida começa sempre 1x0 para o time do Sem Licença Para Dirigir. O Palmeiras, treinado, equilibrado e motivado, contra um Flamengo em frangalhos e despedaçado moralmente, o resultado não poderia ser outro. Além disso, depois de contar com mais de 100 mil pessoas apoiando o time nos dois últimos jogos, ontem não tinham nem 10 mil no estádio.

Devido ao nível do futebol atual, o Flamengo não deve muito a ninguém, exceto, claro, aos paulistas soberbos, com seus esquadrões maravilhosos e invencíveis. Como são apenas quatro times do estado, a quinta vaga da Libertadores está em aberto para os demais, segundo a lógica das pessoas aí.

Ontem foi feio demais. Começou com uma goleada para uma equipe que sempre se prepara, sempre é favorita, mas não renova sua sala de troféus há longos 9 anos. E que não vai ser agora que vai ganhar. Os porcos hoje são como Juventude, Paraná ou Figueirense. Ganham 3 pontos aqui ou ali e dão a volta olímpica. Em outubro já começam o planejamento do ano que vem.

Mas serve para o Kléber Leite calar a boca e deixar o time jogar. Quando ele fala, seja lá o que for, o time desanda. Shut Up, IceMan.

O Rio que não vai funcionar

Não adianta. O Fluminense não vai disputar o título simplesmente porque o presidente e o patrocinador são os mesmos. Vai mudar de técnico uma ou duas vezes, os jogadores vão ficar mais machucados do que jogando, vai trazer "craques" como Roger e Felipe para levantar tudo e só vai piorar. É triste a situação desse time.

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