Sábado, 08 Março 08, 01:57 AM
Passada a comemoração após a conquista do primeiro turno do Pernambucano, o Sport voltou à Ilha nesta quarta-feira contra o Imperatriz-MA, na partida de volta pela Copa do Brasil.
Cá pra nós, o Sport tomou um golaço de Fabinho Paulista no segundo tempo. Antológico. Belíssimo.
Entretanto, Luisinho Netto e Romerito já tinham marcado antes, no primeiro tempo.
E após o golaço do "Audax Maranhense", Igor e Reginaldo fizeram mais um cada. Nestes gols, vale destacar a participação de Carlinhos Drogbala. No quarto gol, uma aula de triangulação entre Drogbala, Romerito e Reginaldo.
Agora é aguardar o Brasiliense. Vamo que vamo.
Quinta-feira, 28 Fevereiro 08, 08:25 PM
Bem se sabia que essa história de comparar o Sport com times de qualidade e estrutura inferior ia dar merda. O Sport cometeu sua pior partida do ano (e olhe que não foram poucas) e voltou da fria (mas muito fria mesmo) cidade de Imperatriz-MA com um discreto empate em dois gols contra o time de mesmo nome, pela Copa do Brasil. Próxima quarta, o jogoda volta, Ilha do Retiro.
Jogando com a soberba típica de times europeus e a ingenuidade/irresponsabilidade típica de seleções africanas em Copas do Mundo, o Sport abriu o placar aos 16 minutos. Luisinho Netto pegou um rebote e cruzou na cabeça de Durval.
Nem deu pra comemorar muito, pois Magrão, adiantado, tomou um gol de cobertura logo depois. Mesmo sem nenhum setor da equipe funcionando direito (inclusive a defesa), o jogo permaneceu empata até os 32 do segundo tempo, quando Carlinhos Drogbala bateu bem um pênalti sofrido por Luisinho Netto.
"Falta treze e mais os acréscimos", alguém deve ter dito, "dá pra fazer mais um e matar o jogo da volta".
Mas quem marcou mesmo foi Valdanis, aos 42. E o time maranhense ainda perdeu uma chance de vencer num lance cinematográfico de Lindoval. O morrinho foi mais eficiente que a zaga do Sport.
Típico de time grande. Mas engraçado mesmo foi isso.
Terça-feira, 19 Fevereiro 08, 02:13 AM
Quem tem mais de 25 anos e curtia filmes violentos na infância/adolescência (é tudo a mesma merda mesmo) certamente se lembra de um filme cujo título em português é o mesmo deste post.
No filme, uma obra-prima do cinema-violência, Steven Seagal é Mason Storm, um policial infiltrado numa quadrilha. Seu disfarce é descoberto, e ele leva leva uns cem tiros, além de ter a esposa assassinada. Crivado de balas, vai para o hospital e entra em coma por sete anos. Acorda, se recupera e vai atrás de (uma breja pra quem adivinhar) vingança.
O Sport levou apenas um tiro, aliás, um coice de jumento, na noite de quarta-feira. Perdeu a invencibilidade para o Serrano. Nem humilhado, nem ressentido, apenas concentrou-se na mais cruel vingança possível contra aquele que ousou vencê-lo.
Não foram sete anos, mas apenas quatro dias para que Sport e Serrano voltassem a se enfrentar, desta vez na Ilha do Retiro.
Seis minutos de jogo e Luisinho Netto, numa cobrança de falta de fazer inveja a Zidane, abriu o placar. Leandro Machado, marcou três (16, 20 e 31) e Igor fez o quinto, aos 35. Antes do fim do primeiro tempo, Romerito foi expulso.
O time poderia aquietar-se no segundo tempo. Mas vingança é vingança e Kássio, com categoria, marcou o sexto aos 15 minutos. Edu Mattos evitou que Carlinhos Drogbala fizesse o seu e marcou contra aos 39 e Enílton não quis nem saber de adversário caído e fez o seu aos 43 minutos. Talvez ressentido porque não marcou gol num jogo em que seu time fez oito, Drogbala foi expulso um minuto depois. Ele, Romerito e Luisinho Netto (terceiro amarelo) desfalcam o time no próximo jogo, fora de casa contra o Vera Cruz.
Nos quatro dias entre a perda da invencibilidade e a aplicação da maior goleada do campeonato diante do mesmo adversário, ninguém do Sport falou em vingança.
Afinal de contas, vingança bem aplicada não manda aviso prévio. Ou alguém já viu Steven Seagal ou Charles Bronson dizendo que iam se vingar? Eles se vingavam e ponto final.
Gols aqui.
P.S.: Após a partida dos profissionais, jogaram os juniores. Sport 7x1 Serrano
Sábado, 09 Fevereiro 08, 11:57 AM
No dia em que se completaram 20 anos da Conquista do Brasil (7 de fevereiro de 1988 - Sport Club do Recife CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1987), este escriba bem que poderia escrever um texto sobre o assunto... mas tinha jogo contra o Vera Cruz pela sétima rodada do primeiro turno (ou 1ª rodada da segunda fase do primeiro turno) e a concentração e esmero necessários para tal tarefa (escrever sobre a conquista de Pindorama) foram para as cucuias.
E não é que o 10º colocado na classificação geral surpreendeu o líder invicto? No primeiro minuto, falha da zaga (Igor e... ele, o ás da lerdeza, Gustavo Macoinha) e Ney Paraíba quase abre o placar. Por sorte temos Magrão, o Yashin da Ilha. Depois, Luciano Henrique teve boas chances aos sete e quinze minutos.
Mas aos 20 minutos... nova falha de perIgor e Macoinha, e desta vez Yashin, aliás, Magrão nada pode fazer. Vera Cruz 1x0 e muita raiva no juízo.
Entretanto, o susto durou pouco. Quatro minutos, exatamente. Luisinho Netto cobrou falta de forma milimétrica na cabeça raspada de Enílton. O Sport então lançou-se ao ataque de forma afobada, abrindo espaços para os contra-ataques do Vera Cruz. Mas na hora da conclusão, ele s não tinham Enílton. O 1x1 persistiria até o fim da primeira etapa.
Na segunda etapa, a entrada de Cristiano no lugar de Macoinha melhorou os fluidos do Sport. Logo aos cinco minutos Dutra cruzou rasteiro, Carlinhos "Drog" Bala fez um belo corta
luz e Enílton selou a virada. Nove minutos depois, Drogbala acertou a trave.
Na meia hora final, o jogo esfriou, Sandro Goiano entrou em lugar de Bia aos 23, Eliel foi expulso pelo lado do Vera Cruz aos 28, Dutra pelo lado do Sport aos 34, Leandro Machado substituindo Carlinhos Drogbala aos 36 e estreando sem marcar gol (ótimo, pois centrovante que marca na estréia não se dá bem no Sport), parte cabulosa da torcida ensaiando vaia no time nos minutos finais.
Para estes últimos, este escriba manda um sonoro VÃO TOMAR NO CENTRO DE SEUS RESPECTIVOS CÚS! O time venceu, isso é o que importa.
Quinta-feira, 24 Janeiro 08, 08:07 PM
Até onde vai o limite da ignorância humana? Confesso que nos meus 28 anos de vida tenho buscado esta resposta, seja em Big Brothers, Rebelde, Malhações ou nos fantásticos domingões do Faustão. Quem sabe assistindo Miltons Neves, Robertos Nascimento, Chicos Lang, enfim, minha busca era inglória. O limite da ignorância humana jamais seria conhecido.
Até que Nelsinho Baptista, autodefinido treinador de futebol, me mostra que o limite da ignorância pode ser não só conhecido como também alcançado. Falando sério.
No último domingo, a vitória sobre o Central foi apertada por vários motivos, o maior deles a substituição de um volante por um zagueiro, ressuscitando o maldito 3-5-2
(reload).
Errar é humano, insistir no erro...
Três dias depois, a anta disfarçada de treinador não só entra com a porra do 3-5-2 como escala zagueiro Gustavo, apelidado de Macoinha, em razão de sua agilidade e atenção.
Antes dos 30, Luisinho Netto é expulso, junto com o centralino Vital.
Final do primeiro tempo, Central 1x0. Gol de Leonardo. Como é estranho ver Leonardo jogando contra nós. Fazendo gol, nem se fala.
Na volta do intervalo, Nelsinho continua a dar mostras de sua "inteligência diferenciada": tira Igor (e não Gustavo) e põe Júnior Maranhão. Mais um volante para fazer companhia a Daniel Paulista, Éverton e Romerito, volante de origem. Foi dele o passe para Carlinhos Bala, sem a porra da tiara, empatar aos 6. Três minutos antes, ele perdeu um gol feito.
Cinco minutos depois, Durval cabeceia na trave para Romerito 100% (4 jogos, 4 gols) aproveitar o rebote. Era a virada.
O Central deu sufoco, Gustavo Macoinha perdia todas fosse qual fosse a altura que a bola viesse. Será que é assim no treino?
Aos 38, numa falha de marcação de, claro, Gustavo Macoinha, adivinhem o que aconteceu? Fábio Silva empatou o jogo.
Mas Deus às vezes dá uma forcinha aos burros. Nos acréscimos (tal como domingo, qualquer semelhança não pode ser mera coincidência), falta para o Sport. Romerito quer bater, Júnior Maranhão também, mas é Carlinhos Bala que cobra para dar a vitória ao Campeão Brasileiro de 1987.
Usa tiara na porra dos teus pagodes, Bala. Em campo, tiara é coisa de baitola.
Nelsinho, continue sendo burro e vencendo nos acréscimos.
Ah, alguém quer levar o Macoinha? Precinho camarada.
Gols do jogo aqui.
Sábado, 12 Janeiro 08, 07:53 PM
Luisinho Netto pega rebote do chute de Reginaldo. De pé esquerdo, no minuto de acréscimo do primeiro tempo! Vamo Sport, vamo Sport, vamo Sport, vamo Sport, vamo Spooooooooort...

Quinta-feira, 04 Outubro 07, 07:29 PM
Não foi preciso muito tempo - mais exatamente cinco minutos - para que Anderson Aquino alçasse a bola na área do Goiás e o nanico Carlinhos Bala ganhar na cabeça para o zagueiro Leonardo (uns 20 cm mais alto), ajeitando para Junior Maranhão, livre, abrir o placar na Ilha do Retiro.
Pois é, amigos. Em cinco minutos, o Sport mostrou ao Goiás que Paulo Baier & Cia não teriam vida fácil. Anderson Aquino perdeu uma chance incrível aos 22 minutos, chutando para fora, dentro da pequena área, com o gol vazio. Lembrou (três batidas na madeira), Marco Antônio, o inigualável Marco Zero. Carlinhos Bala também perdeu uma boa chance minutos depois.
Até os 40 minutos, Adriano Gabiru foi notado apenas por duas tesouras voadoras que aplicou nos adversários. Poderia ter sido expulso, mas levou apenas caratão amerelo pela primeira delas. Até os 40 minutos tudo o que ele recebeu foram críticas e vaias da torcida. Foi então que algo aconteceu.
Após boa triangulação, Gabiru recebeu de Carlinhos Bala, limpou Ernando, deixou Leonardo no chão e chutou cruzado. 2x0, em ritmo de treino.
Veio o segundo tempo e o Goiás pressionou durante alguns minutos. Até que Anderson Aquino acertou um tirombaço de fora da área. 3x0, e eram apenas 12 do segundo tempo, mas pra que continuar prestando atenção no jogo com essa delícia de assistente?


Ah, Katiuscia Meyer... por tua causa muita gente não viu Carlinhos Bala aplicar um chapéu no infeliz zagueiro Leonardo e tocar para Da Silva Chutar para longe.
Ah, Katiuscia Meyer... quis o destino que Anderson Aquino fosse derrubado na área por Danilo Portugal sob as vistas do outro assistente. Já pensou se fosse ela levantando a bandeira para o árbitro marcar pênalti?
Voltando ao jogo, Carlinhos Bala se assanhou pra bater, sendo imediatamente impedido por Geninho, que sinalizou que o camisa dois iria bater.
Luisinho Netto num canto, Harley no outro. Goleada. Vingança pela incrível derrota no primeiro turno. Saldo de gols positivo, depois de muito tempo. Katiuscia Meyer.
Pode uma noite ser mais perfeita? Pode sim. Vasco e Botafogo perderam, e os deixamos para trás. O Fluminense empatou e está apenas dois pontos à frente. Se bem que o Palmeiras venceu. Mas venceu de virada nosso inimigo cor-de-rosa, que já contava com a sexta vitória consecutiva e conversa de hexa pra lá, hexa pra cá.
Mas Katiuscia Meyer... bem, perto dela, Ana Paula Oliveira é exatamente o que o Goiás foi na noite de 03 de outubro de 2007. Nada
Para ver os gols, clique aqui. Mas antes, mais Katiuscia Meyer.


Segunda-feira, 17 Setembro 07, 01:37 PM
Quem se atrasou pouco mais de dois minutos para assistir a Sport x Paraná, não viu o primeiro gol do jogo: Luisinho Netto cobrou falta na área e Beto tentou desviar, marcando contra. Romerito, que estava no lance, acabou ganhando a autoria do gol.
O Paraná não deixou barato e tentou igualar o marcador. Mas como? No esquema 3-6-1 e sem o artilheiro do campeonato Josiel (que, vá lá, não é grande coisa) o Paraná não podia fazer muita coisa mesmo. Até os paranistas devem saber disso.
Quando o placar de 1x0 parecia justo, embora diminuto, Da Silva deu sorte numa dividida com Daniel Marques dentro da área, livrou-se do goleiro e fez o segundo.
Etapa final e sempre eles, os bizarros do canal, continuavam a comprometer o rendimento do time. Carlinhos Bala e seu preciosismo faziam o Sport desperdiçar vários ataques. E Rosembrik, ah Rosembrik... errando passes, comprometendo a velocidade dos contra-ataques, dentre outras coisas.
O Vitória-BA bem que podia levá-lo, como outrora fez com Russo, Chiquinho, Cléber (hoje Santana). Não o contratou alegando que não podia arcar com o salário. Bem que podia pagar em birita.
Aí, o Sport mostrou porque tem a sexta pior defesa do Brasileirão, apesar de Durval: cobrança de escanteio e Jefferson, que tinha literalmente acabado de entrar, diminui o placar. A cabeçada passou a alguns milímetros de Dutra, que "protegia" o canto esquerdo de Magrão, que teria defendido se o lateral ali não estivesse.
Um jogo que estava resolvido ganhava então um novo ânimo. Até que brilhou a estrela do safado revelado pelo time do canal.
Depois de perder várias chances, Carlinhos Bala recebeu de Luisinho Netto e fechou o placar de 3x1. Modesto como só ele, pediu palmas para si próprio, já que completaria 28 anos no dia seguinte. Que figura...
Uma boa vitória de um time mediano sobre outro muito ruim. O Sport agora é nono, o melhor colocado fora do "eixo RJ-SP-MG-RS". O Paraná é o 17º, em queda livre rumo à segundona.
On Mais um “Obina Fact”