Terça-feira, 08 Julho 08, 05:58 AM
Ele voltou. De forma triunfal, embora à sua maneira.
Pouco mais de um ano depois de sua despedida melancólica na derrota fora de casa para o Paraná, na sétima rodada do Brasileirão 2007.
No gramado estilo “vídeo do youtube em baixa resolução” da Ilha do Retiro, Fumagalli reestreou no Sport após uma lucrativa (ao menos para ele) passagem pelo futebol do Qatar.
Não jogou uma partida espetacular. Não é um craque.
Aliás, à exceção de Magrão, Sandro Goiano e, em menor escala, Luciano Henrique, nenhum jogador leonino fez uma partida acima de correta.
Sandro Goiano, tão criticado e exaltado pelo futebol duro (ou violento, como queiram) , fez lançamentos e passes de fazer inveja a Beckham em seus melhores dias.
Crê em Deus Pai, Sandro Goiano e Beckham no mesmo parágrafo. Que Sandro Goiano não encontre este escriba.
Mas voltemos a ele, o ídolo. Errou vários passes, sentiu falta de ritmo de jogo e entrosamento, mostrou lentidão nos contra ataques, parecia até o Fumagalli mediano que o Brasil conhecia antes de 2006.
Eis então que surge uma falta no lado esquerdo do ataque, lá pela metade do segundo tempo. Boa para Luisinho Netto resgatar a categoria atualmente em baixa nas bolas alçadas na área.
Mas é Fumagalli quem cobra. A bola resvala na cabeça do cruzeirense Marquinhos Paraná e mata o goleiro Fábio.
Este escriba não viu a súmula da partida e nem está minimamente interessado em fazê-lo. Vai que o árbitro deu gol contra.
O gol da vitória sobre o Cruzeiro foi de Fumagalli. E ponto.
A Ilha do Retiro voltou a sorrir.
Outras
O Flamengo sempre se notabilizou como time de chegada. Até quando vai ser time de largada? Pelo menos mais duas rodadas na liderança.
Quem vai tirar o queijo do “virgem” Fluminense, o time que ia “brincar” no Brasileirão?
Começou o campeonato mais legal do mundo, mas que pouca gente quer jogar: a Série C. Para variar, o Santa Cruz estreou com derrota. 2x1 para o Campinense.
1 Comentários
Idolatrar Fumagalli...onde vamos parar?