Segunda-feira, 13 Outubro 08, 03:09 PM
Ou seja, faz tempo, muito tempo. E se gabam como se fosse um título intergaláctico. Nos quarenta anos seguintes, eles venceram sete desses campeonatos, chamados de estaduais.
Nós, seus inimigos, vencemos 18 desses campeonatos. Até um combalido time que disputará a série D em 2009 venceu mais estaduais que elas no período: 15.
15 também é o número da posição que elas ocupam no atual Campeonato Brasileiro. Brincando com o perigo.
Elas querem (e precisam) de todo o jeito de um bom resultado domingo, na Ilha do Retiro.
Afinal, o máximo que conseguiram contra nós em 2008 foi um empate em 0x0, justamente na Ilha, porque o juiz quis assim. Roger fez um gol no qual a bola atravessou pelo menos meio metro da linha fatal.
Ah, e Luisinho Netto (hoje no ABC) também perdeu um pênalti.
Nas duas vezes em que jogaram em casa, duas lapadas.
Coitadinhas.
Domingo, 12 Outubro 08, 05:21 PM
Ter esse DVD em mãos não foi uma tarefa muito fácil. As dez mil cópias da primeira tiragem esgotaram-se em poucos dias.
Bem, se foram vendidas 3 mil camisas no final de semana em que a nova loja do Sport foi inaugurada, em fevereiro deste ano, mesmo custando 150 paus, o que dizer de 10 mil DVD’s a 19,90? Este escriba só conseguiu o seu exemplar graças aos 857.692 e-mails enviados ao Cartão Verde (valeu, Vladir Lemos) quando o programa o ofereceu entre os prêmios da edição de 1º de outubro. Uma semana depois, o tesouro foi entregue.
Trata-se de uma produção simples, sem muitos artifícios, documentando a campanha vitoriosa do Sport Club do Recife na Copa do Brasil 2008.
Em outras palavras: Carlinhos Bala, de bermuda e chinelo, andando pelo castigado (numa definição bondosa) gramado da Ilha do Retiro e contando a escalada vitoriosa do Leão da Ilha, intercalado por lances e gols das partidas do time.
Não tem lá muita coisa além do que qualquer torcedor do Sport não tenha visto a esmo durante o ano de 2008.
Mas vale a pena, uma vez que Carlinhos Bala é uma figura engraçada. Um chato de galocha também, é verdade, mas um cara engraçado. Como um certo blogueiro aqui do OleOle.
Nos extras, entrevistas com o técnico Nelsinho Baptista e Romerito, o artilheiro que o Goiás impediu de jogar a finalíssima do Corinthians. Além de uma crônica meia-boca e alguns clipes.
Por que não entrevistar mais jogadores (o Sport perdeu poucos após a Copa do Brasil), dirigentes, torcedores, personalidades, etc? Porque não entrevistar, por exemplo, Leandro Machado, que um mês depois encerrou a carreira, sendo a Copa do Brasil, o último título que ele conquistou?
Acaba sendo uma prova cabal de algo maior: com raras exceções, os brasileiros em geral e os nordestinos em particular ainda estão a anos-luz de realizar documentários futebolísticos de alta qualidade. Sem esquecer que “A Reconquista do Brasil” é uma produção da Globo, da qual não se pode esperar lá muita exaltação ao Leão da Ilha.
Cabia também fazer um trabalho menos direcionado, assistível por não-torcedores do Sport. Ora, “Inacreditável – A Batalha dos Aflitos” também não é lá uma grande produção, mas qualquer não-gremista pode assistir sem problemas.
Já “A Reconquista do Brasil” é para torcedores do Sport e curiosos de boa-vontade. Quem não é nem um nem outro, chupa o dedo, desdenha, fala que o time é maior, que tem mais isso, mais aquilo.
Coitados. Nunca vão saber o que é vibrar de verdade.
PS: O escriba recebeu o DVD na tarde de quinta, 09 de outubro e assistiu apenas dois dias depois, dia 11. Só enquanto escrevia este post percebeu que se completavam exatos quatro meses da finalíssima contra o Corinthians.
Quinta-feira, 09 Outubro 08, 06:16 PM
Até os 46, quase 47 do segundo tempo este post iria se chamar “O amigo dos cariocas”. Ora, um time que consegue vencer apenas uma partida contra cariocas em oito disputadas não é o Paulo Soares da ESPN mas é um amigão.
Um time que perde duas para o Flamengo, duas para o Botafogo, empata uma com o Fluminense e faz 1 gol em duas partidas contra um time que tomou quase sessenta até agora, é mais amigo do que o Roberto Carlos – o cantor, não o do meião.
Isso até os acréscimos do segundo tempo contra o Vasco. No primeiro, o Sport tomou uma bola na trave, tomou as rédeas do jogo, fez um “quase golaço” com o jovem Kássio. Por “quase-golaço” entenda-se o fato de que a cacetada de Kássio desviou na cabeça de Baiano e, se não houvesse o desvio, não sairia o gol.
Aí começou a fuleiragem.
Moacir inventou de ser o que não é – craque – e perdeu a bola, que foi tocada para Leandro Amaral – que é craque – chutar de primeira, rasteirinho no canto de Magrão. Antes do fim do primeiro tempo, Leandro Amaral acertou um petardo de fora da área. Golaço, mas que poderia ser evitado por Júnior Maranhão e Cesar, se não tivessem “saído” da trajetória da bola.
Ducha de água fria? Sim, claro que sim.
Mas nada que se comparasse à ducha de nitrogênio líquido na volta do intervalo. Parece ter baixado em Nelsinho Baptista o espírito de Geninho (sim, aquele), em seu piores dias. Não por ter tirado Moacir, que fez merda mesmo, e pôr Fumagalli, que também não fez porra nenhuma. Mas tirar Carlinhos Bala e colocar Sidny foi demais.
É bem provável que Carlinhos tenha saído por contusão. Ele tomou uma porrada de responsa no começo do jogo, mas agüentou até o fim do primeiro tempo.
Sidny foi uma lástima. Sua atuação bisonha merecia um post à parte mas o escriba não vai gastar o tempo dele com mais de um parágrafo. Nem o de vocês.
Aí Nelsinho consertou a bobagem tirando um zagueiro (César) para Sandro Goiano entrar no jogo. Sandro é tão bom, mas tão bom, que armou jogadas melhor que Fumagalli. Não que isso, no atual momento que Fumagol atravessa, seja tão difícil assim.
E Ciro? O nome dele só apareceu no título do post até agora, certo? O menino entrou nervoso. Muito nervoso. Perdeu bolas bobas. Caiu um monte de vezes. Sofreu um pênalti mais claro do que operadora de celular e Wilson Seneme não marcou.
Seneme, que com certeza faz parte da “Operação Rio”, que tenta salvar Vasco e Fluminense do rebaixamento, botar o Botafogo na Libertadores e, quem sabe, dar o título brasileiro ao Flamengo.
Mas voltando a Ciro. O menino apanhou demais. Levou uma pancada de Odvan (o mesmo que fez o pênalti) que o deixou mancando desde os 20 do segundo tempo, quando o Sport já tinha feito as três alterações.
Um safado deixaria o time com dez, saíria do jogo. Ciro não. Ficou em campo, mesmo com a mobilidade de um saci.
O jogo seguia e este escriba pensava: “Tem que ser muito idiota pra achar que o Sport vai empatar esse jogo”. Motivo? A pressão desordenada do Sport não rendia nem sequer uma faltinha próxima à área. Mal rendia um escanteio, quando o f.d.p do Seneme dava.
“Põe no Cartão Verde”, dizia uma voz doida pra rir da cara do escriba. “Porra nenhuma. Se é pra ser idiota tem que ser idiota até o fim”, respondeu este.
A derrota em casa parecia certa. Mas eis que Dutra avança pela esquerda, passa para Roger, que devolve para Dutra na linha defundo que cruza para ele, Ciro, não o rei da Pérsia, ajeitar, virar e bater para o gol.
Na comemoração emocionada de Ciro, os nervos de aço do escriba quase viraram manteiga de garrafa. A dor e o desabafo de Ciro foram a dor e o desabafo de todos que um dia ou a vida inteira torceram para o Sport ou qualquer que seja o time. A comemoração de Ciro, mancando feito um mutilado de guerra, foi a quintessência do futebol.
No banco de Vasco, o choro de quem quase saiu da zona do rebaixamento. Fodam-se.
Dizem que o Sport tenta contratar Leandro Amaral. Este escriba acha que ele vai para o Qatar. Falam também em Weldon do Cruzeiro e Felipe do Náutico. Que nada. Ciro é que é o cara, mermão!
PS: Perdão pelo tamanho do post. É que o gol de Ciro foi foda!
Sexta-feira, 03 Outubro 08, 09:55 PM
Estava este escriba de cabeça inchada por conta de mais uma derrota do Sport Club do Recife, a segunda seguida. Como muitas vezes acontece após revezes na vida, achar a música certa para um momento de chateação é muito fácil, só que às vezes nos esquecemos disso.
Eis então que em (mais?) uma sacada genial, o escriba resolve ouvir What Hits?, coletânea lançada pelo Red Hot Chili Peppers em 1992, que cobre o melhor período da banda, ou seja, 1984-1991.
Em 18 faixas, está o melhor dos cinco primeiros discos dos pimentas: The Red Hot Chili Peppers (1984), Freaky Styley (1985), The Uplift Mofo Party Plan (1987), Mother’s Milk (1989) e Blood Sugar Sex Magik (1991). Com 5 discos tão bons, claro que falta uma ou outra, mas no geral a seleção está perfeita.
Uma música em especial serve de recado para o Sport Recife, que vai enfrentar Vasco e Náutico em casa nas próximas duas rodadas: Get Up and Jump, ou “Levante e Pule” em nossa língua materna.
Segue uma performance animal registrada em Provinsi, na Finlândia. A imagem está tão ruim quanto o posicionamento de Roger e o som mais abafado do que a razão pela qual Sandro Goiano não é titular do Sport. Mas quando se trata dos Peppers nos bons tempos, isso nada importa.
Vamos lá, Sport. Get up and jump!
Sexta-feira, 03 Outubro 08, 03:26 AM
Há aqueles que defendem que vaiar atrapalha o time, enerva os jogadores, enfim toda essa abobrinha que só quem nunca foi ao estádio bêbado (ou mesmo sóbrio) acredita.
Mas no momento em que o técnico Adílson Batista foi vaiado e chamado de burro pela meia dúzia de “marias” que foram ao Mineirão na noite de 2 de outubro de 2008, o Cruzeiro ganhou o jogo contra o Sport.
Não foi por causa da única falha defensiva do Sport na partida, nem pela retranca, nem pelo descompromisso do Leão com o Campeonato Brasileiro (não, o time não está “brincando”), nem pelos 897 impedimentos de Roger, nem pela escalação de Enílton entre os onze que iniciaram a partida que o Cruzeiro conseguiu 3 pontos valiosíssimos.
Este escriba repete enfaticamente: a porra da vaia, que por alguns segundos deu a impressão de que o Mineirão estava lotado, foi a responsável pela vitória do Cruzeiro e pela derrota do Sport.
As “marias” pediam a saída do lateral-direito Jonathan e pedindo a entrada do ex-jogador em atividade Maurinho. Adílson tirou Tiago Ribeiro (um híbrido de Roger e Enílton) e pôs Jajá.
Os já citados gritos de “burro!” começaram.
Na segunda bola que recebeu na partida, Jajá encontrou Gérson Magrão (como o Sport gosta de tomar gol de jogador bizarro no Mineirão, lembram de Gedeon do Atlético-MG?) que por sua vez também entrou durante o jogo, no lugar de Camilo. Gerson Magrão (que nomezinho) chutou cruzado, Magrão ainda tocou na bola. Aí...
... faltando pouco mais de 20 minutos para o jogo acabar, o Sport resolve atacar. Entra Fumagalli, entra Ciro, Carlinhos Drogbala avança mais, blá, blá, blá...
Na boa, qual o problema de atacar desde o início, mesmo fora de casa? Não precisa kamikazear, mas qual o problema de agredir um pouco mais. O Cruzeiro por acaso é o Chelsea?
Não. É apenas um time medíocre que venceu outro time medíocre num campeonato medíocre, onde os times que não são medíocres são ruins. Um time medíocre venceu outro graças a uma única falha da defesa.
E graças, claro, ao poder da vaia.
Outras
O que dizer de Cuca? O escriba lança a enquete: Cuca treina algum outro time até o final do ano?
Portuguesa, a Lusa Loser. Atrasa o lançamento do DVD comemorativo da volta à Primeira Divisão e está prestes a voltar para a Segunda.
Vocês lembram da Bel, aquela atacante "horrorosa" que posou para a Playboy em 1995? Se não lembram, o escriba dá uma ajudinha. A resolução tá uma merda, mas como Bel era um traste mesmo, não muda muita coisa. Recordar é viver.
Segunda-feira, 29 Setembro 08, 03:58 AM
Faltam dez minutos para o jogo acabar, seu time está vencendo por 1x0 fora de casa, chove tanto que as atenções da partida se dividem com a iminente segunda passagem da Arca de Noé, e parece que nada vai acontecer.
Nos dez minutos seguintes, vem a certeza de que a Arca de Noé passou mesmo ali por perto do Maracanã, pois tudo acontece no Rio de Janeiro. Ao menos é o que a Globo diz.
Tem times para os quais não acaba o jogo antes do apito final.
A merda do Flamengo é um deles.
Em Recife, gol nos descontos. No Rio, a mesma coisa. Na Ilha, o visitante sai na frente e o anfitrião empata. No Maracanã, a mesma coisa.
E nos dois jogos quem faz o gol da vitória é o Flamengo.
A merda do Flamengo.
Num calor da porra em Recife ou numa chuva do caralho no Rio de Janeiro.
Duas derrotas para o Flamengo. Oito anos sem vencê-los. Que merda.
Em 2007, dois empates.
Mas essa derrota começou mesmo quando Nelsinho Baptista inventou de colocar um cara que não joga há três meses numa chuva daquelas?
Só se estiver muito bêbado para tomar uma decisão dessas. E Nelsinho não é dessas coisas, Nelsinho não é Boris Yeltsin nem Lula (porque Lula é Corinthians).
Mas voltando ao jogo, o que raios Fumagol tinha que fazer num jogo desses? Até que Fumagol sofreu um pênalti, mas caro que o árbitro não ia ver. Estava chovendo muito, né?
Mas enfim, o Sport mais pareceu um bêbado: mesmo que beba com responsabilidade e moderação, está sempre sujeito a fazer merda.
Ou duas, como fez o Sport. Tomar aqueles dois gols da merda do Flamengo é uma grande merda.
(asterisco): descobriram a resposta da pergunta que dá título ao post?
Outras
O Bostafogo devia se chamar "não mais que um". Marca um gol e, com sorte vence o jogo. Mas como o Bostão, aliás, Fogão, é o time que nunca conheceu a sorte, deixou o Fluminense dividindo a lanterna com o Vasco(cô), que perdeu do Ipatinga, que pode sair da zona da degola se vencer o São Paulo, que definitivamente voltou à briga pelo título, vencendo o Cruzeiro, que perde, nunca sai do G4 e nunca será campeão até Alex voltar...
O Palmeiras devia se chamar Recifobia. Não vence em Recife nem a pau. Mas como do outro lado estava o Náutico, o Porco não perdeu.
Tchau, Grêmio. Vai brigar pela Libertadores, porque o título já era.
Descanse em paz, Paul Newman.
Quinta-feira, 25 Setembro 08, 05:01 AM
Noite de quarta-feira repleta de fantásticas opções no cardápio futebolístico:
Sport Ancash x Palmeiras B, pela Sulamericana.
América de Cali x Botafogo, pela Sulamericana.
Corinthians x Bargantino, pela Série B.
Este escriba até teve boa vontade e tentou ver cada um deles, mas definitivamente, sem chance.
Então, para desopilar, aquele interessante exercício de montar times imaginários.
Por que não montar uma seleção com os melhores jogadores das equipes brasileiras campeãs da LIbertadores.
A princípio, ficou difícil. Mas separando em dois períodos históricos (do Santos de 62-63 ao Grêmio de 83 e do São Paulo de 92-93 ao Inter de 06), o escriba chegou a esses dois "timinhos":
Time 1 (de 1962 a 1983)
Raul (Cruzeiro 76 e Flamengo 81); Nelinho (Cruzeiro 76), Mauro (Santos 62-63), De Leon (Grêmio 83) e Júnior (Flamengo 81); Zito (Santos 62-63), Zico (Flamengo 81) e Pelé (Santos 62-63); Renato
(Grêmio 83), Jairzinho (Cruzeiro 76) e Pepe (Santos 62-63).
Técnico: Carpeggiani (Flamengo 81)
Time 2 (de 1992 a 2006)
Marcos (Palmeiras 99); Arce (Grêmio 95 e Palmeiras 99), Lugano (São Paulo 05), Mauro Galvão (Vasco 98) e Jorge Wagner (Inter 06); Dinho (São Paulo 93 e Grêmio 95), Juninho (Vasco 98), Raí (São
Paulo 92-93) e Alex (Palmeiras 99); Muller (São Paulo 92-93) e Fernandão (Inter 06).
Técnico: Telê Santana (São Paulo 92-93)
Montem os seus times.
Quarta-feira, 24 Setembro 08, 03:04 PM
Este espaço defende o futebol-violência.
Ao contrário do que pode parecer, a definição do termo não prevê a deslealdade e a falta de noção.
Futebol-violência é um resgate do lado bélico do futebol, dentro de campo.
De que ganhar o jogo está acima de tudo e regras são regras. E que distorcê-las corretamente pode levar à vitória.
Futebol-violência é um carrinho do Sandro Goiano, visando (e acertando em 90% dos casos) sempre a bola.
É um revide do Roy Keane. Justiça poética.
É a briga do Maradona nos tempos de Barça.
É a porrada do flamenguista Anselmo no Mario Soto do Cobreloa na final da Libertadores de 1981. O Mario Soto que jogou com uma pedra na mão e deu pancada em quase todo o time
Futebol-violência é Almir Pernambuquinho.
Futebol-violência é se decepcionar com a agressão de Zidane a Materazzi. Mas só porque Zidane não mandou Materazzi para a maca.
Até Materazzi é futebol-violência. Que se saiba ele não acabou com a carreira de ninguém, apesar da fama (justificada) que ganhou.
O que o austríaco Pogatetz do Middlesbrough fez com o brasileiro Rodrigo Possebon do Manchester United não é futebol-violência.
É a mais pura e simples safadeza mesmo. Falta de noção. Só fez parar o jogo (que estava muito legal), prejudicar o Boro (que empatava naquele momento) e, principalmente, melar o primeiro jogo de Rodrigo Possebon como titular dos Diabos Vermelhos. E nos lembrar de Eduardo Silva x Martin Taylor.
Como o escriba não achou o vídeo do lance, vai um outro vídeo, violentamente mais divertido do que a imagem acima.
Terça-feira, 23 Setembro 08, 02:40 PM
Hoje, 23 de setembro, é aniversário de John Coltrane. Se não tivesse morrido aos 40 anos, estaria completando 82 anos exatamente hoje.
Coltrane pela paz. Até o próximo arranca toco!
Segunda-feira, 22 Setembro 08, 12:58 AM
Bem, antes de mais nada, vamos deixar de frescura.
Sport x São Paulo foi um jogo ruim pra cacete.
Não pela qualidade dos times. Ambos têm virtudes, mas um pensa na Libertadores e outro corre atrás.
Esse que corre atrás comemorou forte o empate na Ilha do Retiro. Pois além da bola na trave de Hugo no primeiro tempo, o São Paulo só vibrou mesmo quando Rycharlyson (ou Bicharlyson, é mais fácil de escrever) entrou (neles, ui!) perto do fim do jogo.
Nenhum dos times contribuiu para que o escriba elaborasse um texto que prestasse. Tudo bem, Luciano Henrique e Ciro, que entraram no segundo tempo, até que tentaram, mas o 0x0 entre Sport e São Paulo já era sabido 20 mil antes de Cristo.
Assim sendo, boa noite. Ou bom dia, boa tarde, internet é isso mesmo. Esse post não entrará no "The Best of Blogsport".
Então vão ouvir Motörhead que é melhor.
On Resenha Crítica - "A Reconquista do Brasil"