Sexta-feira, 23 Outubro 09, 04:17 AM
O ingresso
A primeira história deste espetacular Real Madrid 2 x 3 Milan é a do ingresso. Um amigo em Madri tem uma amiga que tem uma terceira amiga. A amiga número 3 é proprietária de 3 preciosidades.
Três cadeiras de abono, como aqui na Espanha chamam, para a temporada, que vêm sido passadas de pai para filho ou, no caso delas, de mãe para filha. Afinal os três ingressos estão no nome da
filha, da mãe e da avó.
As três entradas não poderiam ser mais nobres. Ficam na oitava fileira a partir do escanteio do lado direito onde Dida tomou um frango no primeiro tempo e Casillas tomou outros dois no segundo.
A chamada Lateral Este Grada Baja.
Você fica no nível do gramado e quando Ronaldinho ou Granero vinham bater o escanteio, dava para interagir com eles. Ronaldinho, por exemplo, irônico, mandava o seu costumeiro Hang Loose com o
sorriso trade mark para as vaias e gritos de ‘almôndega’, ‘baladeiro’ e ‘bêbado’ que recebia.
Para ter estes ingressos, o trio (filha, mãe e avó), tem a preferência de todos os anos comprar a mesma cadeira, que pode ser passada de pai para filho. Compram sempre, claro, até porque o
preço não é absurdo (a temporada custa cerca de 800 euros por cadeira, com direito a ver todos os jogos em casa, de Liga, Copa do Rei, Champions e o que mais rolar). O duro não é o preço, mas
sim a fila. Para ter o direito de comprar ingressos para a temporada como estes, a fila de espera pode levar de 10 a 20 anos.
E como um deles foi parar na minha mão? Bem, a avó já não está mais tão disposta a ver jogos. E desde que Florentino Perez assumiu, com a zaga ano após ano péssima, o médico decidiu por vetar
alguns jogos. A mãe estava fora da cidade por algum motivo. E a filha resolveu não ir. Primeiro por não ter a companhia da família, segundo porque estes ingressos valem dinheiro. E então ela
entrega as carteirinhas para a amiga número 2 (sim, tem que confiar para entregar estas preciosidades na mão de alguém) e esta vendeu para mim e amigo André por 60 euros cada.
É o cambista familiar. Aquele que entrega a carteirinha na sua mão, entra com você no estádio, pega de volta e assiste ao jogo. Muitos fazem disso uma renda extra. E, até por isso, não são
poucos os ‘de fora’ em espaço tão nobre.

O ambiente
Aí você entra e, depois de passar a catraca, não sobe escada nenhuma. Apenas desce. Se a cidade de Madrid (vou usar com D) está a 655 metros acima do nível do mar, o gramado do Santiago
Bernabeu está a uns 650, por aí.
Entre a primeira fila de torcedores e o gramado, apenas fotógrafos ajoelhados, placas de publicidade e agentes de segurança de frente para a torcida.
A torcida lota o estádio. Atrás do gol de Dida no primeiro tempo, no último anel, os ‘ultras’ italianos, ou a torcida organizada do Milan. Atrás do gol oposto, mas no primeiro anel, os ultras
do Madrid, metade de roxo, metade de branco. Só eles gritam para valer, o resto da torcida fica quieta , o que dá a impressão que a torcida adversária grita mais alto.
“O torcedor do Madrid é assim. Gosta de ver o jogo. Ficar gritando é mais para os ‘ultras’, que pouco assistem à partida”, me explicou meu cicerone. Gostei da explicação (me identifico, aliás..
assisto a jogos quieto). Além do espaço reservado aos ultras adversários, muitos torcedores do Milan espalhados pelo resto das tribunas. Mas muitos mesmo, infiltrados, comemorando gols
normalmente e gritando bastante. Nenhum mal estar e nenhuma confusão. Três cadeiras acima de mim um grupo de 6 italianos chegaram a incomodar de tanto que gritavam os gols. Não seria exagero se
rolasse uma briga ou uma discussão. Mas não rolou.
Outra particularidade: maconha. Sim, o cigarrinho do capeta não dá trégua. No lugar (nobre), em que eu estava, foi o jogo inteiro o cheiro e o fumacê do ‘porro’, como se diz por aqui. Um
torcedor chegou a fazer o trocadilho: ‘passaram para o Kaká este baseado?’ Maldade…
O frio estava de lascar. Oito graus mas o vento e a chuva fria davam sensação de ainda mais frio. Aí entra a turma do amendoim. Com o time jogando mal, chuva e frio, reclamavam até da cobertura
do estádio, que não existe em todos os lugares.
- Florentino %$#@%, cadê o teto?, reclamava um senhor.
Tanto frio que quando o Milan virou, alguns torcedores deixaram o campo, incluindo um ao meu lado. No intervalo, todos voltam para a parte coberta, para um xixi, um bocadillo e, principalmente,
para ver os melhores momentos do primeiro tempo e os gols dos outros jogos da Champions na TV.
Sobre os jogadores: Kaká ainda é uma incógnita. Se 80% do estádio estava lá para vê-lo, os mesmos 80% saíram chateados. Alguns davam força, sabem do potencial e do tempo que leva para a
adaptação. Outros, como no Brasil, são impacientes e pediam para que Kaká tirasse a camisa do Milan que estava por baixo.
O brasileiro que mais vai do céu ao inferno é Marcelo. Os torcedores mais ‘boleiros’ acham que é muito para ele marcar e ainda ter que apoiar, já que do outro lado Sergio Ramos faz só uma das
coisas. Os torcedores mais folclóricos e fanfarrões não suportam o brasileiro. Não é incomum ouvir vaias a ele. De qualquer forma, várias jogadas passam pelos pés do lateral, inclusive
oportunidades de gol. Como o gol final de Pato saiu nas costas dele, mais uma na conta do Marcelo.
Saíram todos com a sensação de Ronaldo-dependência. Cristiano, que estava no estádio, fez falta. Zidane, que estava no estádio, também. E Raúl Gonzales BLANCO, que fez o primeiro gol e deu o
passe do segundo, é um ídolo sem igual. Sua raça contagia os torcedores. Seus gritos e carrinhos merecem aplausos. Sem contar os seus gols. Fez o que o Dida deu para ele e segue disparado como
o maior goleador da história da Champions League com 66 gols. Para se ter uma ideia, a capa do As, jornal madridista ferrenho do day after, mostra um Raúl, bravo, com Benzema e Kaká de cabeça
baixa com a seguinte manchete: ‘Grite mais com eles, Raúl’.
O jogo
Vocês viram melhor do que eu. Eu vi mais perto do que vocês. Um primeiro tempo para se esquecer. Fora um pênalti não marcado em Benzema, nada de futebol das duas partes e um gol achado do Real
Madrid depois que Dida largou a bola na frente do único jogador que não desiste nunca do Real.
Já no primeiro tempo Seedorf dava mostras que estava mais no jogo do que todos. Mas no segundo, o veterano holandês mostrou que é o cara. Comandou o jogo, ganhou todas as divididas. E então, na
minha frente, sem avisar como no futebol de botão que a bola ia para o gol, Pirlo acertou seu petardo com efeito no cantinho de Casillas que, frio, sem tocar na bola até então e sem se aquecer
durante o jogo, aceitou.
Pato virou em mais uma falha de Casillas no lançamento do Ambrosini. O gol do empate do Real é o retrato da bagunça do time do Pelegrini. Ninguém aparecia para bater o escanteio já que Granero
havia sido substituído. A torcida começou a vaiar e Raúl, sempre ele, saiu correndo desesperado para cobrar. Rolou para Drenthe, fora da área, bater e empatar.
Quando tudo parecia resolvido, mais uma vez bem na minha frente, Ronaldinho bateu um escanteio (foto com máquina ruim) e Thiago Silva marcou. Gol legítimo, mas anulado. O pau quebrou.
Ronaldinho deu um ‘pescozon’ no Raúl. Tiveram que separar os dois. Mas o que era do Milan, não ia não ser do Milan. Numa jogada meio errada de Pato, Ronaldinho passou para Seedorf e puxou a
marcação pela esquerda. O holandês, para mim mais o nome do jogo do que o próprio Pato, não cruzou, mas deu um passe para o brasileiro fechar a conta.
Milan e Real Madrid, juntos, somam 16 títulos de Champions League. Lá, da grada baja lateral este, deu para entender melhor o motivo.
Quinta-feira, 09 Julho 09, 09:29 AM
Não tem como falar menos do Real Madrid do que o mundo todo está falando. Afinal, eles contrataram, de uma vez, os dois últimos melhores jogadores do mundo. Contrataram mais gente também, como o ótimo Benzema, o competente Albiol. E ainda querem mais gente, com Maicon fazendo parte da mais megalomaníaca das listas.
Gastaram tanto dinheiro que fica até difícil lembrar que cerca de 400 km do Santiago Bernabeu tem um timaço de futebol, campeão da tríplice coroa (Copa, Liga e Champions), na última temporada. Um time que talvez tenha uma ou outra baixa, mas que também está preparando contratações. Time que tem o atual (e não passado) melhor jogador do mundo, Messi. Mas tem mais do que isso. Tem Xavi e Iniesta, o melhor meio-campo do mundo. E, finalmente, pelo menos nos últimos anos, o Barcelona tem algo que o Real Madrid não pode comprar.
O sentimento.
O sentimento de Xavi e Iniesta. A liderança e o amor de Puyol pelas cores de seu clube (mais do que um clube, como diz o slogan). Algo que Raúl representa em Madrid mas que, certamente, não terá mais tanto espaço no clube. Algo que Kaká e Cristiano Ronaldo até podem desenvolver, mas que leva um certo tempo. Vão precisar de muito futebol para superar essa lacuna.
Não sou daqueles românticos, que acredita no amor à camisa puro e simples e acima de tudo. Acho que isso é uma coisa ultrapassada quando se pensa que jogar futebol também é um trabalho e o profissionalismo, em 90% dos casos, é mais desejável do que o amadorismo (no sentido amor mesmo da palavra).
Mas tem coisas que motivam mais do que as outras. E, no caso do Barcelona, com Messi por lá desde que 'nasceu' praticamente, com Xavi, Iniesta jogando o que jogam e ainda sendo de casa, e, sobretudo, a garra de Puyol, a motivação deve ser um grande obstáculo para o dinheiro de Florentino Perez. Os três melhores jogadores do time e mais o capitão (que não é assim, digamos, um gênio da bola) só vestiram uma camisa na vida. Formados, criados e mantidos desde as canteras do FC Barcelona.
Para não deixar o fã do Real Madrid totalmente desanimado, eu termino com um vídeo daquela que promete ser a maior rivalidade de 'sentimento' da temporada. Cristiano Ronaldo e Puyol se degladiando na última final da Champions League. Parace que Cristiano já chega com uma boa briga comprada com o capitão catalão. Eu chamaria de um bom começo...
Terça-feira, 21 Outubro 08, 01:31 PM
Fim de Jogo: ACABOU! Muita festa dos jogador da Juve. Parece título
87': Robben pega uma bola rebatida na barreira e chuta com muita força. Robben é um excelente jogador. Se aguentasse o jogo inteiro, seria titular de qualquer time.
83': Salihamidzic agora mostrou a diferença entre o futebol brsileiro e europeu. Sofreu nitidamente um pênalti, um puxão de Sergio Ramos, mas não parou na jogada. O juiz não deu o penal e ele perdeu a jogada. Fose no Brasil, o jogador teria caído.
80': Robben entrou bem. Foi pra cima e cruzou e por pouco a bola não chegou em Nistelrooy.
76': Entra Drenthe no lugar..
75': Van der Vaart saiu. Vai pra casa.. e eu recomendo que vocês googlem por sylvie van der vaart, sua mulher, e vão entender a campanha 'vai-pra-casa'
65': GOOOOOOOOOOL DO REAL..... NISTELROOY, O CARA.... FAZ SEU GOL 60 EM CHAMPIONS. De cabeça, muito fácil. Sem zagueiro e sem proteção
64': Van der Vaart bate forte falta cometida em Pepe e o goleiro espalma pra frente.
60': Sneijder carimba a trave da Juve. O Real está bem melhor agora.
54': Que gol perdeu Vander Vaart (vai pra casa). Cruzamento de Sneijder na cabeça dele. Que perdeu sozinho.
49': GOOOOOOOL DA JUVE Não sei o que tem no vestiário na Juventus, mas eles saem de lá e marcam! Amauri desta vez.
Intervalo:
40': O jogo deu aquela esfriada. O time do Real erra passe demais e a Juve se milita a tentar uns contra-ataques mas que quase nunca rolam...
32': O ataque de 122 gols do Real é brincadeira na Champions League. Raul é o maior artilheiro da história do torneio com 63 gols. Em segundo vem Nistelrooy com 59 gols. Os dois no mesmo time.
27': Aproveito para perseverar na campanha 'Vai pra casa, Van der Vaart' iniciada na Euro (já explico)
25': Sneijder isolou a bola agora, mesmo tendo Van der Vaart livre do lado.
21': No outro jogo deste grupo, o meu Zenit só empatou em casa com o BATE e agora já era. Tá muito fácil pra Real e Juve classificar.
18': Time do Real aos poucos vai se ajeitando. Grande jogada agora e Higuain chutou por cima, raspando.
6': Craque é craque. Del Piero tabelou com Amauri e podia caregar a bola até o gol, mas resolveu chutar de muito longe, com o goleiro já fazendo menção de sair.... Ficou sem ação o Casillas
5': Madonna Mia!!! Que golaço!! Del Piero, o craque.
4': Os capitães Del Piero e Raul têm história nesta competição.
1': Começa o jogo. Antes, um minuto de 'silêncio' de arrepiar. As aspas pq a torcida aplaudiu de pé o tempo todo os torcedores que morreram num acidente de ônibus a caminha do estádio vindos da Suíça.
Pré-Jogo: Juventus depois de voltar à Serie A e agora de volta a Champions League recebe o Real Madrid
Segunda-feira, 17 Março 08, 09:08 AM
Terça-feira, 18 Dezembro 07, 05:48 AM
Domingo tem o clássico no Camp Nou. O Marca relembra algumas de suas capas famosas no especial que sempe faz dos jogos. Reproduzo aqui duas, envolvendo personagens brasileiros, um para cada lado. Os dois jogos foram no Camp Nou.
Jogo 1
Em 94, o Barcelona de Romário meteu 5 no Real Madrid. Na época, o Barça era uma das grandes potências da Europa (chamado de Dream Team). Romário fez 3 gols, sendo o primeiro histórico grudando a bola no pé, além de dar um passe genial para o quinto gol. Veja
Jogo 2
O segundo jogo é uma rara (nos últimos anos) vitória do Real Madrid em pleno Camp Nou. Rara na época também, já que fazia 20 anos que o Real não batia o rival fora de casa. Roberto Carlos e Ronaldo foram os nomes do jogo. Era o começo do fim da era dos Galácticos. Mas o time efetivamente ainda jogava por música, com Zidane, Figo e Ronaldo em grande fase na primeira temporada de Ronaldinho Gaúcho (que não jogou) na equipe e ainda sem Deco como escudeiro. 1 x 2 para o Real.
Ps.: Só encontrei o vídeo do segundo gol do jogo mais recente. Se acharem um vídeo melhor desta partida, me enviem nos comentários e eu troco.
Terça-feira, 18 Setembro 07, 03:46 PM
Robinho é quase unanimidade no Brasil. Todas as vezes que vestiu a camisa da Seleção Brasileira, sem contar os anos no Santos, encantou. Hoje, segundo consta, é mais titular da Seleção Brasileira até mesmo do que os 'monstros' Kká e Ronaldinho.
Mas a realidade do ex-garoto é bem diferente lá na Europa. Mal a temporada começou e a vida já começou a ficar difícil para ele. Na última rodada do Campeonato Espanhol, jogou apenas 45 minutos, sendo substituído no intervalo pelo argentino Higuain.
Nesta terça, na estréia da Champions League, começou no banco. Entrou aos 23 do segundo tempo, jogando ainda menos tempo. E assim (re)começa a sua saga. Enquanto Robinho disputa de 20 a 45 minutos por jogo, Ronaldinho e Kaká não saem de Barcelona e Milan nem por decreto. Faça chuva, faça sol. Podem jogar bem ou mal, não interessa. No clube, eles são acima do bem e do mal.
Agora pode não fazer muita diferença. Mas daqui a 3 ou 4 meses, quando a seleção se reunir apenas 3 dias antes de uma partida de Eliminatórias, o ritmo de jogo vai começar a pesar e eu sou capaz de apostar que, se Dunga optar por se desfazer do trio Robinho, Kaká e Ronaldinho em algum momento, vai sobrar para Robinho.
Robinho pode até não ser um Ronaldinho ou um Kaká. Mas, com os altos e baixos que vive no mais conturbado time de futebol do Planeta, vai ser difícil chegar lá. As vezes um passinho atrás pode ajudar a dar dois na frente.
Sexta-feira, 10 Agosto 07, 06:00 AM
Dizem que jogador dá aquela caprichada na hora de renovar contrato ou quando a água está batendo na bunda. Não sei se é o caso de Julio Baptista.
Mas a verdade é que neste período entre vende e não vende, empresta e não empresta, a Bestia primeiro fez o golaço na final da Copa América colocando Anderson e Diego no banco e depois está fazendo a imprensa espanhola, pasmem, esquecer Ballack e até Kaká.
Na derrota de ontem na final do torneio Tereza Herrera, Baptista foi celebrado como homem do jogo, cérebro do meio-de-campo entre outros adjetivos que o Marca e o As costumavam reservar a Zidane. Um dos títulos diz com todas as letras: 'Baptista faz Madrid esquecer de Ballack' (??!!)
Vamos ver se é fogo de palha ou se é coisa duradoura.
Já o lateral Marcelo, contratado para ser o novo Roberto Carlos, deve esquentar o banco forte, se é que irá ao banco. O Real está nos finalmentes da contratação de Dhentre (lógico, confundi. .valeu), jogador que chegaria para ser titular absoluto da lateral esquerda.
Domingo, 17 Junho 07, 04:14 PM
Este blogueiro-mala passou a temporada européia falando mal de Fabio Capello e Carlo Ancelotti. Pois o segundo ganhou a Copa dos Campeões, mesmo com um atacante só em campo, com muitos
méritos.
Faltava o Capello. Malhei o homem. O resultado desta tarde, com a virada operária do Real Madrid em cima do Mallorca e o título da Liga tirando o Real da fila e ainda quebrando a chance de o
Barcelona ser tricampeão, cala a minha e outras tantas bocas.
Não tenho vergonha em reconhecer. Os caras ganharam e ganharam bem.
Claro que muitas vezes eles fazem um futebol que eu não gosto muito. Mas, reconheço, a temporada é de vocês. Meus humildes parabéns.
Domingo, 17 Junho 07, 04:12 PM
Beckham hoje igualou Ronaldo. Finalmente conseguiu um título no Real Madrid após 4 temporadas. Ronaldo havia vencido a Liga em sua primeira temproada, 2002-2003.
O inglês mereceu o título. Apesar de toda a mística em volta do marketing e de seu nome, o inglês jamais tirou o pé nestes anos merengues e sempre lutou, sendo sempre apoiado pela exigente
torcida.
Se for para ser detalhista, na verdade, Ronaldo também foi campeão este ano, já que jogou meia Liga pelo Real.
Beckham é o último Galactico que vai embora do Real. O fim de uma era.
Sábado, 16 Junho 07, 08:38 AM
Época de especulações de transferência de jogadores é meu momento favorito no noticiário futebolístico. Vai começar agora e só termina em agosto.
A capa de hoje do Marca dá uma boa dimensão de como se fazem as coisas. Com o Real Madrid à beira de um título depois de 4 anos na fila, a atenção do periódico mudou de foco. Diz que o Real vai fazer uma SUPER OFERTA para Kaká. Os números seriam impressionantes.
- 80 milhões de euros pelo jogador
- 12 milhões de salário por ano para ele (3x mais que no Milan)
- 100% dos direitos de imagem para o jogador (nem Beckham conseguiu isso e Ronaldo, por causa dos direitos de imagem rachados com o Real, pagava para jogar em Madrid)
On Nova camisa da Inglaterra