Sexta-feira, 24 Outubro 08, 07:28 AM
Sexta-feira, 10 Outubro 08, 09:17 AM
Ontem uma da matina, eu vi a reprise de Argentina 6 x 6 Brasil pelo showbol. Maradona em campo, incrivelmente correndo e dando carrinho.
O Argentina x Brasil no showbol foi melhor do que os dois últimos Brasil x Argentina em campo. Aliás, foi melhor do que os jogos do Mundial de Futsal que vi até agora.
Primeiro porque foi uma pancadaria só. Segundo que o Maradona, além de dar carrinho e dar pancada, toca na bola como ninguém e fez jogadas incríveis. Terceiro porque Djalminha e cia pareciam que estavam jogando final de Copa do Mundo. Quarto porque o Brasil empatou o jogo aos 48 do segundo tempo com gol de bicicleta do Viola segundos depois de Maradona ter feito de pênalti o 6 x 5.
Ótimo espetáculo.
Terça-feira, 16 Setembro 08, 10:45 AM
Para começar este texto, sou a favor da paradinha. Não tenho nada contra mesmo e se não tem nada contra na regra, que seja usada e abusada.
Isso não me impede de achar a paradinha uma jogadinha comum, até besta. Vou além e acho que é um recurso de jogar não muito habilidoso (não conheço um super craque que tenha usado).
Quando o cara vai correndo para a bola, pára, espera o goleiro cair de bunda e toca a bola do outro lado, não deixa de ser uma covardia. O gol facilitado. Como vale bola na rede, beleza, vá em frente.
Mas, para quem quiser mostrar habilidade mesmo na marca da cal, existe sim um golaço de pênalti. Muitos jogadores já fizeram mas aqui no Brasil a gente costuma de chamar de gol à Djalminha. É aquele que o craque brasileiro eternizou em pleno Santiago Bernabeu lotado contra o Real Madrid.
Uma coisa é o cara vir correndo para a bola, dar o breque brusco, esperar o goleiro cair de bunda, armar a perna para trás novamente e chutar no outro canto.
Outra totalmente diferente e lance de altíssimo nível técnico é vir correndo e, sem parar, diminuir o ritmo da corrida e 'tirar o peso' da bola, seja dando uma cavadinha, seja apenas empurrando a bola com o goleiro fora da jogada.
Eu desafio os jogadores que jogam no Brasileirão e estão se achando malandrões com suas paradinhas a fazerem esta jogada. A segunda, é claro. Isso sim é diversão e classe.
Veja a seguir a 'pequena' diferença entre a paradinha comum do Brasileirão (esta é do Jean Coral do Criciúma contra o Guarani na série B).
E a paradinha de craque (não preciso dizer que é Zidane na final da Copa).
Quinta-feira, 07 Agosto 08, 08:16 AM
Caros, depois de 40 horas da porta da minha casa em São Paulo até a porta do quarto do hotel em Pequim, estou na cidade das Olimpíadas. Estou aqui numa missão diferente e muito desafiadora que é cobrir quase tudo menos futebol. Faço parte do time de repórteres do Portal iG na cobertura Olímpica.
Clique aqui para ver a página especial do iG, para onde mandarei matérias, ou aqui para acompanhar o blog Direto de Pequim em que eu, Flávio Gomes, Fábio Sormani, Nara Alves, Sérgio Patrick e Vitor Boyardijian alimentaremos com curiosidades.
Não tenho credencial para o futebol L, mas pretendo ainda assim postar coisas aqui sobre a disputa. E a comunidade OleOle segue normalmente, pois estou aqui ao vivo e conectado.
Fiquem de olho nas novidades e por favor sigam postando para que eu não fique tão por fora das notícias do emocionante Brasileirão nestas três semanas.
Ps.: Que joguinho da Seleção... mas que golaço do Hernanes.
Quarta-feira, 11 Junho 08, 05:10 PM
Assisti ontem ao filme com título acima, do diretor José Carlos Asbeg. O filme recria a Copa de 1958 através de depoimentos e imagens de jogadores e jornalistas que estiveram presentes naquele momento único do futebol brasileiro.
Para quem é boleiro, as imagens são as mesmas de sempre. Fora uma ou outra que não tinha visto ainda (como um impressionante gol de bicicleta de Mazzola anulado no jogo contra País de Gales), os golaços de Pelé, os dribles de Garrincha, a raça de Zagallo e o gênio de Didi lá estão.
Mas o filme tem uma particularidade que o torna obrigatório. Asbeg consegue contar a Copa do ponto de vista dos estrangeiros. Ele juntou depoimentos de Zagallo, Dino Sani, Zito, Moacir, Didi e Djalma e Nilton Santos com os depoimentos dos jogadores e jornalistas estrangeiros que lá estavam.
Tem jogador russo dizendo que não ia mais jogar bola depois de tomar baile do Garrincha. Tem o jornalista britânico explicando como os galeses iam anular o Brasil marcando Didi (e como marcaram!). Tem francês com chororô pela entrada de Vavá que fraturou a perna de Jonquet na semifinal, tem sueco e austríaco saudando a genialidade brasileira.
Por isso e também pela excelente montagem, que começa no jogo final e vai construindo os passos todos da Copa, o filme é emocionante. Você vai sendo tomado durante a exibição por um orgulho muito grande daqueles craques e entendendo (ainda mais) a façanha que eles alcançaram.
Vale como documentário histórico, mas também como entretenimento graças ao show que aqueles jogadores deram por onde passaram. O filme tem estréia marcada para Rio e São Paulo no dia 13.
Terça-feira, 03 Junho 08, 09:08 PM
Sou um ET do futebol. Estou por fora. Fiquei duas semanas em férias da Internet. Li jornais quase que diariamente e vi alguns jogos. Mas não é a mesma coisa.
Confirmei algo que eu já desconfiava. É impossível viver o futebol sem a Internet. Está dominado. Aqui que o bicho pega. Ler um texto jornalístico mas não poder comentar é como chupar bala com papel. É desesperador saber que seu time contratou alguém novo e você não pode dar um google para ter alguma referência dele. Como assim não é clicável? Coisa mais enfadonha.
Não existe mais futebol sem a opinião dos blogueiros, principalmente os amadores, que torcem para os times descaradamente. Não existe futebol se você não pode deixar seu comentário quando
discorda.
Não existe futebol sem aquele link com o vídeos dos gols, os vídeos das torcidas ou mesmo os links de sacanagem. Que jornal poderia publicar aquela foto-montagem tosca, feita em casa e
politicamente incorreta? Aquela animação em flash que roda de email em email.
Futebol é o nick do MSN no dia seguinte à eliminação daquele time que todo mundo odeia da Libertadores ou é a foto do escudo no profile do facebook com orgulho do cara que, mesmo sendo zoado na segunda divisão, ainda mantém o apoio.
É isso. Futebol AGORA é isso. É muito mais legal. É assim que o novo mundo caminha. Assim e com sites tipo rojadirecta.com, oleole.com, youtube. Nas comunidades do orkut, no digg.com, nos fóruns, nos sites de torcidas, nos flickrs, no twitter e etc.
Acompanhar futebol com a Internet por perto é como ter no sofá de casa todos os seus amigos e inimigos reunidos, mais o PVC.
E tem gente que ainda acha que o futebol antigamente era melhor... arrã.
Quarta-feira, 13 Fevereiro 08, 03:17 PM
Quarta-feira, 30 Janeiro 08, 10:19 AM
Quinta-feira, 27 Dezembro 07, 07:20 AM
Não sei se alguém mais teve a cachorra (como diz o outro) de assistir os amigos do Ronaldinho contra os muy amigos do Messi na quarta à noite na TV. O argentino não jogou. O brasileiro entrou em campo. A fase do Gaúcho tá tão ruim que ele é o pior do jogo até em pelada de exibição.
Mas fica aqui uma menção honrosa para o SporTV. O canal tem passado programas muito bons neste fim de ano, melhores do que a maioria dos jogos do Brasileirão. Se neste final de ano eles não conseguem competir com a Espn que tem o filet mignon com campeonato inglês e o golaço de falta do Cristiano Ronaldo (tá jogando demais), eles respondem com ótimos documentários como o 'futebol e etc' e principalmente os 'jogos para sempre' .
Assisti a uma reprise do episódio com Careca que relembra São Paulo x Guarani na final do Brasileirão de 1986, provavelmente um dos jogos (seguramente a prorrogação) mais emocionantes da história do futebol brasileiro.
Quinta-feira, 20 Dezembro 07, 08:21 AM
Acabei de ver este vídeo no blog do meu amigo Gian Oddi, o cara que mais entende de calcio aqui por nossas terras. É imperdível. Cassano toma um cartão amarelo e, digamos, fica um pouquinho além da conta transtornado. Ele perderia o próximo jogo (justamente contra a Roma) com o amarelo e aí foi essa ceninha toda que você confere a seguir.
É muito bom!
On Biscoitos Dunga