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  <title>Blog Náutico Capibaribe</title>
  <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe</link>
  <description></description>
  <item>
    <title>Tempestade em garrafa d&#039;água</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/tempestade-em-garrafa-dagua</link>
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    <description>&lt;p&gt;
      &lt;a href=&quot;http://oblogdoroberto.zip.net/arch2008-06-01_2008-06-07.html#2008_06-02_19_07_31-9292294-0&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Por ROBERTO VIEIRA&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;a href=&quot;http://oblogdoroberto.zip.net/arch2008-06-01_2008-06-07.html#2008_06-02_19_07_31-9292294-0&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;A Polícia Militar de Pernambuco completará 183 anos de fundação no dia 11
      de junho, tendo sido arquitetada pela Metrópole para controlar a província rebelde. A PM pernambucana foi instrumento da oligarquia local como todas as PMs do Brasil. Em Pernambuco a PM serviu
      aos coronéis. No Rio Grande aos caudilhos. Em São Paulo à aristocracia cafeeira. Após o golpe militar de 1964 a PM colaborou na repressão em Pernambuco.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Como todas as PMs do Brasil.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Tal passado antidemocrático criou raízes no povo brasileiro. Os mais abastados julgam a polícia escrava. Os mais desfavorecidos julgam a polícia violenta. No meio do caminho circulam os
      bandidos e a impunidade.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Tal passado obscurece a noção de crime e castigo até hoje.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Ontem no Estádio dos Aflitos esta dicotomia novamente entrou em cena. Em um jogo bem disputado entre Náutico e Botafogo, o zagueiro André Luís foi expulso. Ao ser expulso, o zagueiro
      botafoguense chutou uma garrafa d&#039;água que estava postada na beira do campo. A garrafa voou para o meio das sociais do Náutico ferindo um torcedor no rosto. Não satisfeito, André Luis começou a
      fazer gestos obscenos do banco de reservas do Botafogo na direção da torcida alvirrubra. A PM se aproximou para conduzir o jogador para fora do campo, André Luís deu um safanão na tenente Lúcia
      Helena. Os demais soldados da PM foram em defesa da sua superior. O time do Botafogo partiu em defesa de André Luís.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      O jogador foi preso.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      O resto é história. Por que? Invertamos o caso.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Imaginem um torcedor do Náutico jogando uma garrafa em um jogador do Botafogo. O que faria a PM? A PM iria até onde estava o torcedor e ele seria retirado de campo e conduzido ao Juizado do
      Torcedor. E se os torcedores em volta decidissem defender o companheiro entrariam em confronto com a PM.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      O torcedor seria preso.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Muitos defendem o jogador André Luís. Mas a atitude do jogador André Luís não tem defesa. É crime. Atirar um objeto em uma multidão é crime. Lesão corporal é crime. Desacatar uma autoridade é
      crime. É crime, seja feito por um torcedor ou por um jogador de futebol. André Luís seria preso em Recife, em São Paulo ou em Porto Alegre.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      A regra é clara!&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Para os que imaginam que no resto do mundo é diferente, um lembrete.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Quando foi campeão português pelo Benfica na temporada 2004/2005, André Luís não atirava objetos na torcida. Se atirasse seria preso no ato. Sem direito a cestas básicas. Como seria preso em
      Londres, em Paris ou em Roma.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Esquecer o crime, ameaçar o Náutico com a perda do mando de campo, falar mal de Pernambuco é prestar um desserviço a quem acredita na lei. Principalmente porque a torcida do Náutico assistiu a
      tudo sem atirar nenhum objeto em campo. Aguardando o desfecho de um evento policial como qualquer cidadão civilizado.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Na mais pura ordem.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Ainda não se convenceu?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Então reflita: Aquela garrafa poderia ter atingido uma criança!&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      E independente do passado repressivo da nossa polícia, independente dos seus erros, ontem a PM de Pernambuco agiu de conformidade com a lei de qualquer cidade civilizada.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Onde tem crime deve haver castigo... Doa a quem doer. Seja ele torcedor, dirigente ou jogador de futebol.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      O resto é tempestade em garrafa d&#039;água...&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Tue, 3 Jun 2008 06:41:47 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Náutico não tem culpa, por Mauro Beting</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/nautico-nao-tem-culpa-por-mauro-beting</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/nautico-nao-tem-culpa-por-mauro-beting</guid>
    <description>&lt;p&gt;
      Além do Juca Kfouri, Mauro Beting se pronuncia a favor do Náutico.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Tô começando a achar que não sou tão louco quanto o André Luis...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;a href=&quot;http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/mauro/default.asp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Náutico não tem culpa&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      postado por Mauro Beting&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Até Bebeto de Freitas reprovou o destempero de André Luiz, zagueiro que não deveria ter sido expulso por Wilson Luís Seneme, na falta que não fez em Ruy.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Mas o reincidente zagueiro também não poderia mostrar os dedos do meio aos torcedores timbus;&lt;br /&gt;
      expulso, não poderia ter ficado no banco de reservas alvinegro;&lt;br /&gt;
      não precisava ter (possivelmente) desacatado a autoridade – e muito menos o policiamento poderia ter feito aquele festival de exageros com ele, com o presidente do clube, com o lateral
      Alessandro, com o volante Diguinho, e com a própria casa do Náutico.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Por mais objetiva que seja a responsabilidade do mandante (aquela que independe de dolo ou culpa), não pode um desmando policial colocar em risco os futuros mandos de campo do Náutico.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Puna-se a polícia, não o clube.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Se parece legal a pretensão da procuradoria do STJD de punir o clube (por ser mandante), é ilegítima, no caso, qualquer ação nesse sentido contra o Timbu.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Uma coisa é a torcida queimar banheiro ou o corpo de seguranças do clube agir contra adversários. Outra é o pelotão de polícia brincar de tropa de elite num estádio de futebol.&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 2 Jun 2008 12:05:48 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Dá-lhe Náutico, na bola: 3 x 0 Botafogo. Por uma questão de justiça, não de polícia.</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/da-lhe-nautico-na-bola-3-x-0-botafogo-por-uma-questao-de-justica-nao-de-policia</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/da-lhe-nautico-na-bola-3-x-0-botafogo-por-uma-questao-de-justica-nao-de-policia</guid>
    <description>&lt;p&gt;
      Os dois belos gols de Felipe, surgidos de jogadas construídas com o melhor que o futebol tem a dar, caíram no esquecimento. O gol de Wellington, o tanque, o terceiro gol do Náutico, surgido da
      força da determinação, aquela que nos faz acreditar em causas e bolas perdidas, também não vale nada para a maioria dos ilustres especialistas em futebol deste país. O Náutico venceu o Botafogo
      por três a zero, ontem, no estádio dos Aflitos. Três pontos que colocaram o Timbu em terceiro no Brasileirão, com seus 75% de aproveitamento conquistados em quatro jogos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A notícia, contudo, é outra. Só se fala na falta de condições do estádio do Náutico e da Ilha do Retiro, de quebra, para sediar jogos dos campeonatos nacionais. Tudo por conta de algo que não
      foi cometido por representantes dos times de Recife. A partir da cena de selvageria promovida pelo jogador do Botafogo, André Luis, e polícia militar que todos já viram.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Em pauta está a voz do presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro: acabem com os jogos em Recife!. Em pauta está a voz de um procurador que não se investe da conduta que o seu cargo
      exige: &quot;estádio dos Aflitos faz jus ao nome&quot;. Disse também, com outras palavras, na Rádio Jornal de Recife, que alguém (o Náutico) tem que ser punido pelo o que aconteceu. Lembrando, tudo a
      partir do comportamento &#039;amável&#039; do jogador André Luis do Botafogo.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Agora a maioria (na imprensa e em boa parte dos fóruns esportivos deste país do futebol sudestino) é unânime: jogos em Recife são inseguros. Vai ver que é por isso que vemos tantas famílias nos
      estádios recifenses. No velho Eládio de Barros Carvalho, o Aflitos, inclusive, como vimos durante a transmissão do jogo de ontem.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Mas é óbvio que a imprensa difunda esse clamor. Afinal, o Sport está às vésperas de conquistar a Copa do Brasil em cima do Corinthians; o Náutico está em terceiro no Brasileirão. Teoria da
      conspiração? Podem acusar. Prefiro assim, para destilar ironia.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Fora da pauta, contudo, está o chute que o desequilibrado zagueiro do Botafogo deu numa garrafa de gatorade que atingiu um senhor de idade nas sociais do Náutico após ter sido expulso,
      justamente, de campo ainda no primeiro tempo de jogo. Fora da pauta estão os gestos obscenos que ele fez contra a torcida alvirrubra. Ah se tivesse sido o Everaldo, do Náutico, ou o Durval, do
      Sport...&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Bom, contra o desequilíbrio do zagueiro, do time e do presidente do Botafogo o Náutico não pode fazer nada. É um caso para eles resolverem na General Severiano, sob o olhar contrariado do deus
      Garrincha, com a justiça desportiva e polícia. Tudo fora das quatro linhas. Sintomático, não?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Quanto à segurança, sim, cabe ao Timbu, como mandante do jogo, promovê-la. E para isso, como sempre e como manda lei, convocou para o jogo o órgão instituído oficialmente para tal. Sendo que
      quem manda na polícia não é o comando alvirrubro. É outra instituição, ora! Existe hierarquia em instituições. O presidente do Náutico, Maurício Cardoso, não pode mandar na polícia. Isso
      precisa mesmo ser explicado?!&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Ou será que realmente temos que acreditar na lei das conveniências? Pior: sermos submetidos a ela? Essa lei que infelizmente rege alguns órgãos cariocas, legais e ilegais. A lei dos traficantes
      de influência. A lei dos Garotinhos, Rosinhas, Ricardos Teixeiras, Euricos Mirandas e seja lá a quem for que esse Procurador do STJD, Presidente da Federação de Futebol carioca e certos
      jornalistas alinham.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Desabafo feito, peço licença ao Juca Kfouri para reproduzir as palavras dele aqui. Certamente, bem mais equilibradas do que as minhas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;br /&gt;
      &lt;a href=&quot;http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2008-06-01_2008-06-07.html#2008_06-02_10_35_47-9991446-0&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Peraí!!!!!&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Leio um monte de gente, na imprensa, inclusive, pedindo a interdição do estádio dos Aflitos.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Mas, por quê?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Pelo que fez a PM?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Com toda a confusão causada por André Luís e pela PM, não se viu nenhum objeto jogado no gramado, nem invasão de campo por parte de torcedor, nem nada.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Querer punir o Náutico é absoluta insensatez.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Que culpa tem o clube da arbitrariedade de uma força policial?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Seria melhor não ter polícia?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      É o Náutico quem escala os soldados?&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Menos, menos, muito menos!&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 2 Jun 2008 09:20:54 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Salve o Flu. Salve o futebol brasileiro</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/salve-o-flu-salve-o-futebol-brasileiro</link>
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    <description>&lt;p&gt;
      Deveria postar a respeito da &lt;a href=&quot;http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2008/05/19/ult59u157470.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;liderança histórica que o Timbu assumiu do Campeonato
      Brasileiro&lt;/a&gt; após a vitória de 2 x 0 sobre o Flu B domingo passado. Liderança essa que, embora justamente festejada, não iludiu a nós, torcedores do Náutico, bem como aos jogadores e ao
      ex-técnico Roberto Fernandes. Por sinal, a saída do treinador-torcedor do Náutico para o Furacão paranaense também mereceria uma atenção especial aqui no blog. São dois assuntos dos mais
      relevantes do mundo alvirrubro que terminei sem abordar nos últimos dias em razão de atropelos naturais, embora paradoxais, da vida operária, sempre suada, de um trabalhador do conhecimento.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas deixa estar que o imprevisível está aí para nos dar combustível e inspiração - tudo o que espero que abasteça o Timbu para se manter firme no Brasileirão e que hoje sobra no Fluminense.
      Preciso saudar, portanto, a vitória do tricolor carioca sobre o São Paulo que lhe rendeu merecida classificação às semifinais da Libertadores. O 3 x 1 conquistado aos 46 minutos do segundo
      tempo não foi de jeito nenhum uma surpresa, diga-se. Foi o conjunto da obra, diria, que conspirou com a magia do futebol que tanto nos conforta. Uma composição que nos é peculiar, a da
      imprevisível e indescritível arte do drible.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Torci pelo Flu e vibrei com a vitória. O time do São Paulo não me convence. É chato. Duro. Pesado. Pragmático. Europeu. A vitória do Flu foi uma vitória do futebol brasileiro, mesmo que regida
      pelos pés do argentino Conca. Um duro golpe para os sãopaulinos que já previam o São Paulo como adversário do Manchester na final do Mundial de Clubes 2008.
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Wed, 21 May 2008 22:59:10 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Náutico 2 x 1 Goiás: estréia e certezas</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/nutico-2-x-1-gois-estria-e-certezas</link>
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    <description>&lt;p&gt;
      E Geraldo fez dois. Garantiu os primeiros três pontos do Timbu no Brasileirão.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O jogo empurrou a dúvida da candidatura do Goiás ao rebaixamento para perto da certeza.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Tirou a dúvida de que Hélton, o jovem e talentoso meia armador Timbu, seria apenas uma promessa de craque. Afinal, não são craques aqueles que dão passes de 30 metros capazes de deixar os
      companheiros na frente do gol? Pois bem, Hélton fez isso.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Foi quando o jogo estava empatado, com o Goiás fazendo cera, o juizão louco para vestir a camisa verde de número 12 e seguir as instruções de Vadão. A revelação timbu endereçou um passe
      categórico para Geraldo que, cara a cara com o gol de Harlei, preferiu receber a falta para fazer de pênalti. O negão de tirar o chapéu gosta da ginga da paradinha. É isso.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Já Roberto Fernandes parece perdido em dúvidas. Só pensando assim para entender a razão da entrada do volante Tales (totalmente sem ritmo, por ser eterno reserva) como lateral esquerdo, tendo
      um especialista (não tão preparado assim), Berg, para a função.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Que o dizer do futebol supere a teoria e faça Roberto Fernandes crer que time que ganha não se mexe. E assim ele repita a escalação do segundo tempo para o próximo jogo, com as entradas dos
      titulares Ruy e Wellington, respectivamente, na ala direita e ataque, claro. Sem improvisos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Domingo que vem o Náutico enfrenta o Fluminense no Maraca. Time pelo qual torcem muitos dos meus bons amigos. Time pelo qual nutro uma enorme simpatia. Tanta que vou torcer fortemente por ele
      no jogo que vai fazer contra o São Paulo pela Libertadores, quarta que vem, no Morumbi. Tomara que seja um jogo duríssimo, disputadíssimo. Que os jogadores do Flu dêem tudo de si...
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      FICHA DO JOGO:&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Náutico: Eduardo; Radamés, Vágner, Everaldo e Tales (Berg); Ticão, Paulo Almeida (Alceu), Laborde (Hélton) e Geraldo; Felipe e Warley. Técnico: Roberto Fernandes&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Goiás: Harlei; Vítor, Ernando, Paulo Henrique e Júlio César; Fernando (Amaral), Ramalho, Evandro e Felipe (Alex Dias); Anderson Aquino e Schwenck (Rinaldo). Técnico: Oswaldo Alvarez.&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
      Local: Aflitos. Árbitro: João Alberto Gomes Duarte (RN). Assistentes: Lorival Cândido das Flores e Luiz Carlos Câmara Bezerra.&lt;br /&gt;
      Público: 14.620 torcedores para Renda: R$ 144.125,00
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Sat, 10 May 2008 20:14:58 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Sacodindo a poeira</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/sacodindo-a-poeira</link>
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    <description>&lt;p&gt;
      Tirado o pó acumulado com o passar do tempo, é hora de voltar à labuta blogueira. O Blog Náutico Capibaribe está reativado.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Como meu sangue é de timbu, não de barata, assumo que poupei minhas palavras do sorriso dos vencedores durante o maldito primeiro semestre do ano passado. Afinal, sou torcedor, regido pela
      ética da paixão. A qual que determina a vitória sempre como justa e inibe a derrota merecida. É verdade: a inatividade do blog não me poupou das contundentes palavras pessimistas dos boleiros
      das redações desse Brasil sudestino do mundo do futebol. Na verdade, uma palavra só: rebaixamento. Mas o Náutico deu a volta por cima, como lhe é peculiar.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      E cá estou a falar de Brasileirão 2008, da peleja do timbu com as feras do futebol brasileiro. Para muitos, a maioria dos boleiros do país, um duelo do mais tradicional clube pernambucano
      contra o... rebaixamento.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Para os torcedores do Náutico, um sonho chamado Sul-Americana e mais um período de dedicação à paixão alvirrubra, algo que se mantém independente de vitórias. Que se alimenta do desafio às
      supostas impossibilidades.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O meia-esquerda clássico Geraldo parece contaminado por esse espírito. Ele que chegou desacreditado ao Náutico no ano passado, quando o time não tinha mais para onde cair na tabela do
      Brasileirão, com um contrato de risco debaixo do braço e o seu futebol meticuloso guardado em suas chuteiras.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      No rastro delas surgiram caminhos para vitórias. Passes, dribles, gols, pinturas de gols (como o que fez contra o Goiás), espaços abertos para gols de Acosta, Sidny, Julio César, Ferreira,
      Marcelinho, Felipe. Náutico 4 x 2 Paraná. Náutico 4 x 1 Botafogo. Náutico 5 x 0 Atlético Paranaense. Náutico 3 x 0 Goiás. Náutico 2 x 0 Sport. Náutico 4 x 1 Juventude. Náutico 1 x 0
      Corinthians.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Ele se tornou cérebro do time treinado por Roberto Fernandes. Nesse primeiro semestre, apesar da campanha irregular do Timbu, Geraldo se sagrou artilheiro do Campeonato Pernambucano de 2008.
      Ele é chegado a samba e funk. Gosta de levantar a poeira. De dar a volta por cima. É uma entidade alvirrubra. Ele, assim como eu, acredita que o Náutico vai brigar por uma vaga na
      Sul-Americana.
    &lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Sat, 10 May 2008 19:00:03 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Animadores de festa</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/animadores-de-festa</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/animadores-de-festa</guid>
    <description>&lt;p&gt;
  A torcida do Náutico está se esbaldando, de tanta munição que vem tendo para zoar o arqui-rival Sport.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Primeiro foi o humorista José Simão quando escreveu sobre o gol mil de Romário. Na sua coluna, batizou o Sport &quot;como o time da Xuxa, pois fez a alegria do baixinho Romário!&quot;. Depois ainda desferiu:
  (...) Rarará, nos sofre, mas o time do sport e as paquitas (os torcedores do &quot;time&quot;) sofrem mais!(...)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Agora foi a vez do jornal O Globo. Na capa de hoje do seu caderno de esportes estampou uma galhofa com o Sport. O rubro-negro levou três gols do ressacado Fluminense e ainda uma sacaneada dos
  cariocas. Vejam:
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;img src=&quot;http://br.oleole.com/media/main/images/blogs/images/group1/subgrp3/blogimg_81_419_20070611200814.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Animadores de festa - o Globo zoa o Sport&quot; title=&quot;Animadores de festa - o Globo zoa o Sport&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Não posso dizer que não curti essa história. Claro que não perdi a chance de zoar os meus amigos rubro-negros.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Mas reconheço o exagero do jornal. Foi bem desrespeitoso, ao meu ver. Tomara que isso não crie um clima de hostilidade para os times cariocas quando forem jogar na casa das paquitas (licença
  Simão), a Ilha da Fantasia, para os alvirrubros, ou Casa do Festejos, para os torcedores do Santa Cruz.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  E as reações já começaram. O &lt;a href=&quot;http://jc.uol.com.br/blogs/blogdotorcedor/&quot;&gt;Blog do Torcedor&lt;/a&gt;, do JC Online, publicou a insatisfação do meia Fumagalli: &quot;Foi uma falta de respeito não só em
  relação aos jogadores, mas também a torcida do Sport. Foi um caso de bairrismo, pois jamais um jornal faria isso com um clube paulista. O jornal fez uma agressão enorme ao clube&quot;.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Em tempo e em primeira mão: Giba acaba de pedir demissão do cargo de técnico do Sport.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  * atualização do post, em 12/06.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Direto do Diário de Pernambuco, a justificativa do editor de esportes de O Globo, o jornalista Antônio Nascimento: &quot;O objetivo não era atingir o Sport. Um dos poucos lugares em que você pode fazer
  humor hoje no jornal é em esportes. É uma característica do jornalismo do Rio de Janeiro&quot;.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &amp;nbsp;
&lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 11 Jun 2007 19:59:09 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Empate com sabor de vitória amarga</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/empate-com-sabor-de-vitria-amarga</link>
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    <description>&lt;p&gt;
  O fantasma do rebaixamento ronda os aflitos... Mas ele não assusta os torcedores alvirrubros enquanto o Náutico se portar em campo com a garra que demonstrou ter no jogo contra o Paraná.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Sabemos que a luta sem técnica e estratégia pode sucumbir diante de um golpe baixo. E um desses, o do jogo jogado no erro do adversário, foi que quase levou o timbu para junto do bichano da ilha da
  fantasia (o Sport) na zona de rebaixamento.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  O empate contra o Paraná teve gosto de vitória amarga. Apesar da reação espetacular que levou o timbu a reverter uma derrota por três a zero num empate por quatro a quatro, perder pontos em casa
  nunca é bom negócio. Que o digam Cruzeiro, São Paulo, América e Atlético Paranaense.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Os dois preciosos pontos foram perdidos porque o time perdeu as preciosas chances de gol que o Paraná, por sua vez, não desperdiçou. Em seis minutos o tricolor fez os três gols que o Náutico não
  fez pelos pés de Felipe e Kuki nos primeiros minutos do jogo.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Mal postado em campo, suscetível a contra-ataques, sem a devida cobertura e proteção da zaga e com sua dupla de ataque ainda longe de sua forma ideal, sobrou para a raça que é peculiar do sangue
  uruguaio.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  E lá estava ele, Acosta, com sua preciosa canhota, marcando de pênalti, aos 36 minutos do segundo tempo, e, dois minutos depois, deixando seu marcador desnorteado com dois dribles antes de mandar,
  com raro veneno, a bola do empate para o fundo das redes.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Alheio as malditas novas leis da Fifa, o camisa oito timbu foi para o alambrado se misturar com a massa alvirrubra para comemorar o empate heróico. Foi advertido com cartão amarelo. Logo depois,
  quando evitou com falta um outro contra-ataque perigoso do Paraná, terminou sendo expulso.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  É difícil mesmo jogar contra a lógica que rege o futebol hoje. Essa mesma que pune a festa e elogia a sujeição ao mercado. A mesma razão que leva nossos craques a abdicarem de jogar pela seleção
  brasileira. Por isso que é bom torcer por um time ainda amador para esses padrões. Movido a sangue, não a grife.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Ficha do jogo:&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Náutico&lt;br /&gt;
  Fabiano, Sidny, Marquinhos, Cris e Deleu, Elicarlos, Vágner Rosa (Daniel Sobralense), Marcel (Marcelinho) e Acosta, Kuki e Felipe. Técnico: PC Gusmão.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Paraná&lt;br /&gt;
  Marcos Leandro, Daniel Marques, Neguete e Luís Henrique, Parral, Beto, Adriano, Vandinho (Lima) e Márcio Careca, Josiel (João Paulo) e Vinícius (Éverton) Pacheco. Técnico: Pintado.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Gols: Neguette aos 10 min, Vandinho aos 11 min, Josiel aos 15 min, Marcel aos 28 min do 1º tempo, Felipe aos 2 min, Josiel aos 13 min, Acosta aos 36 e aos 38 min do 2º tempo.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Árbitro: João Alberto Gomes Duarte (RN). Assistentes: Milton Otaviano dos Santos e Eduardo Lincoln Neves (RN).
&lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 11 Jun 2007 19:54:02 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>Abaixo da crítica</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/abaixo-da-crtica</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/abaixo-da-crtica</guid>
    <description>Partida horrível essa entre Internacional e Náutico. Exemplo de pior tradução para jogo acirrado, quando disposição se confunde com truculência. Ao final dos 90 minutos, o resultado de 2 x 0 foi
justo para o Inter e péssimo para o Náutico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perder para o Internacional no Beira Rio é resultado normal. Mas não para esse Inter de Gallo. Não à toa o colorado estava sem vencer a quatro partidas. E sem três dos seus principais jogadores,
Fernandão, Alexandre Pato e Ceará, a bola do Campeão Mundial de Clubes foi sofrível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, estavam em campo Iarley e Alex para definirem o placar do jogo com chutes belos e certeiros de fora da área, ainda no primeiro tempo, etapa da partida totalmente dominada pelo
Internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que dizer do Náutico, então? É pensar na linha que fica abaixo da crítica. Mais pelo que (não) jogou no primeiro tempo. Parece ter absorvido o descontrole colorado. As duas furadas do sempre
regular Elicarlos, nas suas primeiras intervenções defensivas do jogo, ilustraram o estado do timbu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desencontrado, com enormes distâncias entre os setores de campo, sobrou nervosismo e faltou atitude ofensiva ao time de PC Gusmão. O treinador do Náutico, por sinal, não foi feliz nas alterações que
resolveu fazer no time justo neste jogo, prenunciado como tenso pela situação vexatória do Inter na competição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os laterais Baiano e Hamilton fizeram os torcedores do Náutico sentirem saudades de Sidny e Deleu. Não atacaram e muito menos defenderam com eficiência. Enquanto isso, Fábio Saci conseguiu fazer
ainda menos do que Beto vinha fazendo no ataque. Precisam jogar mais para serem titulares. Baiano, em especial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo tempo, com Kuki no lugar que é seu no ataque, mesmo estando fora de forma, e Daniel Sobralense como segundo volante, o Náutico ganhou mais ofensividade e mobilidade, ainda que de forma
tímida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nação alvirrubra pede que eles estejam em campo sábado que vem, quando o timbu, nos Aflitos, vai buscar reabilitação em cima do Paraná.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficha do jogo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Internacional: Clemer; Diego, Índio, Sidnei e Rubens Cardoso; Edinho, Wellington Monteiro, Pinga (Perdigão) e Alex (Márcio Mossoró); Iarley e Christian (Wellington).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Náutico: Gléguer; Baiano, Alysson, Cris e Hamilton; Elicarlos, Vágner Rosa (Daniel Sobralense), Marcel e Acosta; Felipe (Marquinhos) e Fábio Saci (Kuki).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gols: Iarley, aos 22; e Alex, aos 40 do primeiro tempo. Cartões amarelos: Sidnei, Alex, Iarley, Hamilton, Marquinhos e Cris. Expulsões: Alysson e Márcio Mossoró.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Árbitro: o péssimo Paulo Henrique Bezerra (SC). Assistentes: Claudemir Maffessoni e Cleidy Mary Santos Nunes (ambos de SC), com boa atuação.</description>
    <pubDate>Tue, 5 Jun 2007 07:12:12 -0500</pubDate>
  </item>
  <item>
    <title>E Carlinhos gritou: goooooool</title>
    <link>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/e-carlinhos-gritou-goooooool-filho-da-p</link>
    <guid>http://br.oleole.com/blogs/blog-nautico-capibaribe/posts/e-carlinhos-gritou-goooooool-filho-da-p</guid>
    <description>&lt;p&gt;
  Lá no estádio dos Aflitos o garoto Carlinhos, atônito, estava pendurado no alambrado das sociais enquanto Marcel rumava para cobrar o pênalti. Convertido o gol que foi o de empate do Náutico contra
  o Vasco, Carlinhos gritou: é gooool filho da p...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Aquele era outro Carlinhos. Não este que escreve agora estas mal traçadas. O apelido, porém, é o mesmo. A paixão alvirrubra também. A comemoração do gol idem. Fiquei emocionado com aquela cena
  capturada pela câmera do canal Premiere Esportes. Lembrei dos domingos da minha infância e celebrei de novo a volta do Náutico à primeira divisão do Campeonato Brasileiro!
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  E foi assim, com emoção, o empate entre Náutico e Vasco, pela terceira rodada do Brasileirão. Um jogo que, paradoxalmente, teve na figura do juiz Domingos de Jesus Viana o seu destaque. O paraense
  foi o melhor em campo só porque cumpriu o seu ofício. Colocou a regra no apito e puniu a truculência. Aí o violento Vasco de Celso Roth levou a pior. Seus jogadores levaram 7 cartões amarelos e 2
  vermelhos.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Se desequilibrado em violência, com a bola rolando o jogo teve duas equipes equivalentes, como é costume nesse Brasileirão 2007. O empate com sabor de derrota para o Náutico foi justo para o jogo.
  Castigo para o Náutico, é certo, por não ter administrado a vitória que parecia certa desde quando o zagueiro Cris fuzilou, de cabeça, o goleirão Sílvio Luiz, aos 15 do segundo tempo, decretando a
  virada do placar para 2 x 1 em cima de um Vasco com um jogador a menos.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Quis o destino, como se para punir os descuidos da marcação timbu, que o próprio Cris desviasse para o fundo da meta de Gléguer (até então sem nenhum trabalho) a bola do gol de empate do Vasco, aos
  38 minutos do segundo tempo, creditado ao bom meia Morais, também autor do primeiro gol vascaíno.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Enquanto assistia ao jogo ardia em febre, brinde de mais uma maldita sinusite. Mas no gol do empate vascaíno ardi de raiva. O torpor febril também me levou a imaginar Acosta (fora por contusão)
  finalizando as tantas bolas que pediram o seu toque oportunista e certeiro. Um time não pode atuar bem apenas com 11 titulares...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  É isso: a falta de elenco é o maior problema do Náutico, principalmente nos setores das laterais e meio-campo. Até mesmo no ataque, pois quando Felipe e Kuki estiverem em plenas condições de jogo
  precisarão de reservas à altura.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  De todo o jeito, serve como alento o poder competitivo do time. Só por isso já vejo alguns comentaristas esportivos projetarem um futuro para o Náutico longe da faixa rebaixamento. Foi o que disse
  o Alex Escobar, com concordância do Paulo César Vasconcelos, do Sportv.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Que assim seja, para que continuem a ecoar nas tardes de domingo pernambucanas os gritos apaixonados de gol dos tantos Carlinhos dos Aflitos.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  Vídeo:
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  O jovem Carlinhos, da nova geração de alvirrubros, encantou o Brasil com a sua vibração do gol de Marcel, o primeiro do Náutico no empate por 2 a 2 contra o Vasco.
&lt;/p&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;&gt;
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  &amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
    <pubDate>Mon, 28 May 2007 19:12:55 -0500</pubDate>
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