Segunda-feira, 02 Junho 08, 12:05 PM
Além do Juca Kfouri, Mauro Beting se pronuncia a favor do Náutico.
Tô começando a achar que não sou tão louco quanto o André Luis...
Segunda-feira, 02 Junho 08, 09:20 AM
Os dois belos gols de Felipe, surgidos de jogadas construídas com o melhor que o futebol tem a dar, caíram no esquecimento. O gol de Wellington, o tanque, o terceiro gol do Náutico, surgido da força da determinação, aquela que nos faz acreditar em causas e bolas perdidas, também não vale nada para a maioria dos ilustres especialistas em futebol deste país. O Náutico venceu o Botafogo por três a zero, ontem, no estádio dos Aflitos. Três pontos que colocaram o Timbu em terceiro no Brasileirão, com seus 75% de aproveitamento conquistados em quatro jogos.
A notícia, contudo, é outra. Só se fala na falta de condições do estádio do Náutico e da Ilha do Retiro, de quebra, para sediar jogos dos campeonatos nacionais. Tudo por conta de algo que não foi cometido por representantes dos times de Recife. A partir da cena de selvageria promovida pelo jogador do Botafogo, André Luis, e polícia militar que todos já viram.
Em pauta está a voz do presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro: acabem com os jogos em Recife!. Em pauta está a voz de um procurador que não se investe da conduta que o seu cargo
exige: "estádio dos Aflitos faz jus ao nome". Disse também, com outras palavras, na Rádio Jornal de Recife, que alguém (o Náutico) tem que ser punido pelo o que aconteceu. Lembrando, tudo a
partir do comportamento 'amável' do jogador André Luis do Botafogo.
Agora a maioria (na imprensa e em boa parte dos fóruns esportivos deste país do futebol sudestino) é unânime: jogos em Recife são inseguros. Vai ver que é por isso que vemos tantas famílias nos
estádios recifenses. No velho Eládio de Barros Carvalho, o Aflitos, inclusive, como vimos durante a transmissão do jogo de ontem.
Mas é óbvio que a imprensa difunda esse clamor. Afinal, o Sport está às vésperas de conquistar a Copa do Brasil em cima do Corinthians; o Náutico está em terceiro no Brasileirão. Teoria da
conspiração? Podem acusar. Prefiro assim, para destilar ironia.
Fora da pauta, contudo, está o chute que o desequilibrado zagueiro do Botafogo deu numa garrafa de gatorade que atingiu um senhor de idade nas sociais do Náutico após ter sido expulso,
justamente, de campo ainda no primeiro tempo de jogo. Fora da pauta estão os gestos obscenos que ele fez contra a torcida alvirrubra. Ah se tivesse sido o Everaldo, do Náutico, ou o Durval, do
Sport...
Bom, contra o desequilíbrio do zagueiro, do time e do presidente do Botafogo o Náutico não pode fazer nada. É um caso para eles resolverem na General Severiano, sob o olhar contrariado do deus
Garrincha, com a justiça desportiva e polícia. Tudo fora das quatro linhas. Sintomático, não?
Quanto à segurança, sim, cabe ao Timbu, como mandante do jogo, promovê-la. E para isso, como sempre e como manda lei, convocou para o jogo o órgão instituído oficialmente para tal. Sendo que
quem manda na polícia não é o comando alvirrubro. É outra instituição, ora! Existe hierarquia em instituições. O presidente do Náutico, Maurício Cardoso, não pode mandar na polícia. Isso
precisa mesmo ser explicado?!
Ou será que realmente temos que acreditar na lei das conveniências? Pior: sermos submetidos a ela? Essa lei que infelizmente rege alguns órgãos cariocas, legais e ilegais. A lei dos traficantes
de influência. A lei dos Garotinhos, Rosinhas, Ricardos Teixeiras, Euricos Mirandas e seja lá a quem for que esse Procurador do STJD, Presidente da Federação de Futebol carioca e certos
jornalistas alinham.
Desabafo feito, peço licença ao Juca Kfouri para reproduzir as palavras dele aqui. Certamente, bem mais equilibradas do que as minhas.
Quarta-feira, 21 Maio 08, 10:59 PM
Deveria postar a respeito da liderança histórica que o Timbu assumiu do Campeonato Brasileiro após a vitória de 2 x 0 sobre o Flu B domingo passado. Liderança essa que, embora justamente festejada, não iludiu a nós, torcedores do Náutico, bem como aos jogadores e ao ex-técnico Roberto Fernandes. Por sinal, a saída do treinador-torcedor do Náutico para o Furacão paranaense também mereceria uma atenção especial aqui no blog. São dois assuntos dos mais relevantes do mundo alvirrubro que terminei sem abordar nos últimos dias em razão de atropelos naturais, embora paradoxais, da vida operária, sempre suada, de um trabalhador do conhecimento.
Mas deixa estar que o imprevisível está aí para nos dar combustível e inspiração - tudo o que espero que abasteça o Timbu para se manter firme no Brasileirão e que hoje sobra no Fluminense. Preciso saudar, portanto, a vitória do tricolor carioca sobre o São Paulo que lhe rendeu merecida classificação às semifinais da Libertadores. O 3 x 1 conquistado aos 46 minutos do segundo tempo não foi de jeito nenhum uma surpresa, diga-se. Foi o conjunto da obra, diria, que conspirou com a magia do futebol que tanto nos conforta. Uma composição que nos é peculiar, a da imprevisível e indescritível arte do drible.
Torci pelo Flu e vibrei com a vitória. O time do São Paulo não me convence. É chato. Duro. Pesado. Pragmático. Europeu. A vitória do Flu foi uma vitória do futebol brasileiro, mesmo que regida pelos pés do argentino Conca. Um duro golpe para os sãopaulinos que já previam o São Paulo como adversário do Manchester na final do Mundial de Clubes 2008.
Sábado, 10 Maio 08, 08:14 PM
E Geraldo fez dois. Garantiu os primeiros três pontos do Timbu no Brasileirão.
O jogo empurrou a dúvida da candidatura do Goiás ao rebaixamento para perto da certeza.
Tirou a dúvida de que Hélton, o jovem e talentoso meia armador Timbu, seria apenas uma promessa de craque. Afinal, não são craques aqueles que dão passes de 30 metros capazes de deixar os companheiros na frente do gol? Pois bem, Hélton fez isso.
Foi quando o jogo estava empatado, com o Goiás fazendo cera, o juizão louco para vestir a camisa verde de número 12 e seguir as instruções de Vadão. A revelação timbu endereçou um passe categórico para Geraldo que, cara a cara com o gol de Harlei, preferiu receber a falta para fazer de pênalti. O negão de tirar o chapéu gosta da ginga da paradinha. É isso.
Já Roberto Fernandes parece perdido em dúvidas. Só pensando assim para entender a razão da entrada do volante Tales (totalmente sem ritmo, por ser eterno reserva) como lateral esquerdo, tendo um especialista (não tão preparado assim), Berg, para a função.
Que o dizer do futebol supere a teoria e faça Roberto Fernandes crer que time que ganha não se mexe. E assim ele repita a escalação do segundo tempo para o próximo jogo, com as entradas dos titulares Ruy e Wellington, respectivamente, na ala direita e ataque, claro. Sem improvisos.
Domingo que vem o Náutico enfrenta o Fluminense no Maraca. Time pelo qual torcem muitos dos meus bons amigos. Time pelo qual nutro uma enorme simpatia. Tanta que vou torcer fortemente por ele no jogo que vai fazer contra o São Paulo pela Libertadores, quarta que vem, no Morumbi. Tomara que seja um jogo duríssimo, disputadíssimo. Que os jogadores do Flu dêem tudo de si...
FICHA DO JOGO:
Náutico: Eduardo; Radamés, Vágner, Everaldo e Tales (Berg); Ticão, Paulo Almeida (Alceu), Laborde (Hélton) e Geraldo; Felipe e Warley. Técnico: Roberto Fernandes
Goiás: Harlei; Vítor, Ernando, Paulo Henrique e Júlio César; Fernando (Amaral), Ramalho, Evandro e Felipe (Alex Dias); Anderson Aquino e Schwenck (Rinaldo). Técnico: Oswaldo Alvarez.
Local: Aflitos. Árbitro: João Alberto Gomes Duarte (RN). Assistentes: Lorival Cândido das Flores e Luiz Carlos Câmara Bezerra.
Público: 14.620 torcedores para Renda: R$ 144.125,00
Sábado, 10 Maio 08, 07:00 PM
Tirado o pó acumulado com o passar do tempo, é hora de voltar à labuta blogueira. O Blog Náutico Capibaribe está reativado.
Como meu sangue é de timbu, não de barata, assumo que poupei minhas palavras do sorriso dos vencedores durante o maldito primeiro semestre do ano passado. Afinal, sou torcedor, regido pela ética da paixão. A qual que determina a vitória sempre como justa e inibe a derrota merecida. É verdade: a inatividade do blog não me poupou das contundentes palavras pessimistas dos boleiros das redações desse Brasil sudestino do mundo do futebol. Na verdade, uma palavra só: rebaixamento. Mas o Náutico deu a volta por cima, como lhe é peculiar.
E cá estou a falar de Brasileirão 2008, da peleja do timbu com as feras do futebol brasileiro. Para muitos, a maioria dos boleiros do país, um duelo do mais tradicional clube pernambucano contra o... rebaixamento.
Para os torcedores do Náutico, um sonho chamado Sul-Americana e mais um período de dedicação à paixão alvirrubra, algo que se mantém independente de vitórias. Que se alimenta do desafio às supostas impossibilidades.
O meia-esquerda clássico Geraldo parece contaminado por esse espírito. Ele que chegou desacreditado ao Náutico no ano passado, quando o time não tinha mais para onde cair na tabela do Brasileirão, com um contrato de risco debaixo do braço e o seu futebol meticuloso guardado em suas chuteiras.
No rastro delas surgiram caminhos para vitórias. Passes, dribles, gols, pinturas de gols (como o que fez contra o Goiás), espaços abertos para gols de Acosta, Sidny, Julio César, Ferreira, Marcelinho, Felipe. Náutico 4 x 2 Paraná. Náutico 4 x 1 Botafogo. Náutico 5 x 0 Atlético Paranaense. Náutico 3 x 0 Goiás. Náutico 2 x 0 Sport. Náutico 4 x 1 Juventude. Náutico 1 x 0 Corinthians.
Ele se tornou cérebro do time treinado por Roberto Fernandes. Nesse primeiro semestre, apesar da campanha irregular do Timbu, Geraldo se sagrou artilheiro do Campeonato Pernambucano de 2008. Ele é chegado a samba e funk. Gosta de levantar a poeira. De dar a volta por cima. É uma entidade alvirrubra. Ele, assim como eu, acredita que o Náutico vai brigar por uma vaga na Sul-Americana.
Segunda-feira, 11 Junho 07, 07:59 PM
A torcida do Náutico está se esbaldando, de tanta munição que vem tendo para zoar o arqui-rival Sport.
Primeiro foi o humorista José Simão quando escreveu sobre o gol mil de Romário. Na sua coluna, batizou o Sport "como o time da Xuxa, pois fez a alegria do baixinho Romário!". Depois ainda desferiu:
(...) Rarará, nos sofre, mas o time do sport e as paquitas (os torcedores do "time") sofrem mais!(...)
Agora foi a vez do jornal O Globo. Na capa de hoje do seu caderno de esportes estampou uma galhofa com o Sport. O rubro-negro levou três gols do ressacado Fluminense e ainda uma sacaneada dos
cariocas. Vejam:
Não posso dizer que não curti essa história. Claro que não perdi a chance de zoar os meus amigos rubro-negros.
Mas reconheço o exagero do jornal. Foi bem desrespeitoso, ao meu ver. Tomara que isso não crie um clima de hostilidade para os times cariocas quando forem jogar na casa das paquitas (licença Simão), a Ilha da Fantasia, para os alvirrubros, ou Casa do Festejos, para os torcedores do Santa Cruz.
E as reações já começaram. O Blog do Torcedor, do JC Online, publicou a insatisfação do meia Fumagalli: "Foi uma falta de respeito não só em relação aos jogadores, mas também a torcida do Sport. Foi um caso de bairrismo, pois jamais um jornal faria isso com um clube paulista. O jornal fez uma agressão enorme ao clube".
Em tempo e em primeira mão: Giba acaba de pedir demissão do cargo de técnico do Sport.
* atualização do post, em 12/06.
Direto do Diário de Pernambuco, a justificativa do editor de esportes de O Globo, o jornalista Antônio Nascimento: "O objetivo não era atingir o Sport. Um dos poucos lugares em que você pode fazer humor hoje no jornal é em esportes. É uma característica do jornalismo do Rio de Janeiro".
Segunda-feira, 11 Junho 07, 07:54 PM
O fantasma do rebaixamento ronda os aflitos... Mas ele não assusta os torcedores alvirrubros enquanto o Náutico se portar em campo com a garra que demonstrou ter no jogo contra o Paraná.
Sabemos que a luta sem técnica e estratégia pode sucumbir diante de um golpe baixo. E um desses, o do jogo jogado no erro do adversário, foi que quase levou o timbu para junto do bichano da ilha da
fantasia (o Sport) na zona de rebaixamento.
O empate contra o Paraná teve gosto de vitória amarga. Apesar da reação espetacular que levou o timbu a reverter uma derrota por três a zero num empate por quatro a quatro, perder pontos em casa
nunca é bom negócio. Que o digam Cruzeiro, São Paulo, América e Atlético Paranaense.
Os dois preciosos pontos foram perdidos porque o time perdeu as preciosas chances de gol que o Paraná, por sua vez, não desperdiçou. Em seis minutos o tricolor fez os três gols que o Náutico não
fez pelos pés de Felipe e Kuki nos primeiros minutos do jogo.
Mal postado em campo, suscetível a contra-ataques, sem a devida cobertura e proteção da zaga e com sua dupla de ataque ainda longe de sua forma ideal, sobrou para a raça que é peculiar do sangue
uruguaio.
E lá estava ele, Acosta, com sua preciosa canhota, marcando de pênalti, aos 36 minutos do segundo tempo, e, dois minutos depois, deixando seu marcador desnorteado com dois dribles antes de mandar,
com raro veneno, a bola do empate para o fundo das redes.
Alheio as malditas novas leis da Fifa, o camisa oito timbu foi para o alambrado se misturar com a massa alvirrubra para comemorar o empate heróico. Foi advertido com cartão amarelo. Logo depois,
quando evitou com falta um outro contra-ataque perigoso do Paraná, terminou sendo expulso.
É difícil mesmo jogar contra a lógica que rege o futebol hoje. Essa mesma que pune a festa e elogia a sujeição ao mercado. A mesma razão que leva nossos craques a abdicarem de jogar pela seleção
brasileira. Por isso que é bom torcer por um time ainda amador para esses padrões. Movido a sangue, não a grife.
Ficha do jogo:
Náutico
Fabiano, Sidny, Marquinhos, Cris e Deleu, Elicarlos, Vágner Rosa (Daniel Sobralense), Marcel (Marcelinho) e Acosta, Kuki e Felipe. Técnico: PC Gusmão.
Paraná
Marcos Leandro, Daniel Marques, Neguete e Luís Henrique, Parral, Beto, Adriano, Vandinho (Lima) e Márcio Careca, Josiel (João Paulo) e Vinícius (Éverton) Pacheco. Técnico: Pintado.
Gols: Neguette aos 10 min, Vandinho aos 11 min, Josiel aos 15 min, Marcel aos 28 min do 1º tempo, Felipe aos 2 min, Josiel aos 13 min, Acosta aos 36 e aos 38 min do 2º tempo.
Árbitro: João Alberto Gomes Duarte (RN). Assistentes: Milton Otaviano dos Santos e Eduardo Lincoln Neves (RN).
Terça-feira, 05 Junho 07, 07:12 AM
Segunda-feira, 28 Maio 07, 07:12 PM
Lá no estádio dos Aflitos o garoto Carlinhos, atônito, estava pendurado no alambrado das sociais enquanto Marcel rumava para cobrar o pênalti. Convertido o gol que foi o de empate do Náutico contra o Vasco, Carlinhos gritou: é gooool filho da p...
Aquele era outro Carlinhos. Não este que escreve agora estas mal traçadas. O apelido, porém, é o mesmo. A paixão alvirrubra também. A comemoração do gol idem. Fiquei emocionado com aquela cena capturada pela câmera do canal Premiere Esportes. Lembrei dos domingos da minha infância e celebrei de novo a volta do Náutico à primeira divisão do Campeonato Brasileiro!
E foi assim, com emoção, o empate entre Náutico e Vasco, pela terceira rodada do Brasileirão. Um jogo que, paradoxalmente, teve na figura do juiz Domingos de Jesus Viana o seu destaque. O paraense foi o melhor em campo só porque cumpriu o seu ofício. Colocou a regra no apito e puniu a truculência. Aí o violento Vasco de Celso Roth levou a pior. Seus jogadores levaram 7 cartões amarelos e 2 vermelhos.
Se desequilibrado em violência, com a bola rolando o jogo teve duas equipes equivalentes, como é costume nesse Brasileirão 2007. O empate com sabor de derrota para o Náutico foi justo para o jogo. Castigo para o Náutico, é certo, por não ter administrado a vitória que parecia certa desde quando o zagueiro Cris fuzilou, de cabeça, o goleirão Sílvio Luiz, aos 15 do segundo tempo, decretando a virada do placar para 2 x 1 em cima de um Vasco com um jogador a menos.
Quis o destino, como se para punir os descuidos da marcação timbu, que o próprio Cris desviasse para o fundo da meta de Gléguer (até então sem nenhum trabalho) a bola do gol de empate do Vasco, aos 38 minutos do segundo tempo, creditado ao bom meia Morais, também autor do primeiro gol vascaíno.
Enquanto assistia ao jogo ardia em febre, brinde de mais uma maldita sinusite. Mas no gol do empate vascaíno ardi de raiva. O torpor febril também me levou a imaginar Acosta (fora por contusão) finalizando as tantas bolas que pediram o seu toque oportunista e certeiro. Um time não pode atuar bem apenas com 11 titulares...
É isso: a falta de elenco é o maior problema do Náutico, principalmente nos setores das laterais e meio-campo. Até mesmo no ataque, pois quando Felipe e Kuki estiverem em plenas condições de jogo precisarão de reservas à altura.
De todo o jeito, serve como alento o poder competitivo do time. Só por isso já vejo alguns comentaristas esportivos projetarem um futuro para o Náutico longe da faixa rebaixamento. Foi o que disse o Alex Escobar, com concordância do Paulo César Vasconcelos, do Sportv.
Que assim seja, para que continuem a ecoar nas tardes de domingo pernambucanas os gritos apaixonados de gol dos tantos Carlinhos dos Aflitos.
Vídeo:
O jovem Carlinhos, da nova geração de alvirrubros, encantou o Brasil com a sua vibração do gol de Marcel, o primeiro do Náutico no empate por 2 a 2 contra o Vasco.
On Tempestade em garrafa d'água