Quinta-feira, 19 Junho 08, 08:14 PM
Às armas, Portugal! O refrão do hino português foi brado do Mautex quando Hélder Postiga fez o segundo gol do selecionado luso, aos 42 minutos do segundo tempo. O certo é que Portugal tem um bom time, cujo os jogadores vêm se destacando no futebol mundial e que fazem do bom toque de bola uma estratégia inteligente.
Porém, as armas portuguesas mostraram-se ineficazes. E os problemas que eliminaram Portugal são praticamente os mesmos que acontecem com as seleções favoritas, idênticos aos que fizeram o Brasil voltar pra casa mais cedo em 06. Problemas de ordeminterna e problemas de ordem externa. As armas eram Scolari, Deco e Ronaldo, e eles foram resolvendo... Até hoje, quando toparam com uma seleção forte que sabe decidir e "chega chegando".
O ponto forte da seleção de Portugal, ao invés de ser o grupo e mais um ou dois- como foi com a "família Scolari", em 2002- era Cristiano Ronaldo. Erro crasso. Já está ficando chato, mas a cada dia os fatos me provam que estou certo, por isso enfadonhamente volto a insistir que Cristiano Ronaldo nunca foi aquele jogador que na hora decisiva levanta a mão e, mesmo sem falar nada, todo mundo "ouve" o gesto como um "dá aqui, que eu vou pra dentro!". Hoje, mais uma vez, Ronaldo foi um fantasma do que ele é em um jogo da 16ª rodada da Premiership, não jogou 1/89 avos do que ele jogaria diante do Blackburn. Em 2002, o grupo era potente e o nosso ponto forte era um Ronaldo- o verdadeiro, o fenõmeno- que na hora decisiva arriscava uma jogada no meio de quatro defensores e no fim "adeus, Turquia!"; além disso tinha um Rivaldo que, mesmo a Bélgica dando pressão, soltava um tirambaço impossível de ser defendido. Falta alguém que decida em Portugal!
Scolari e a imprensa portuguesa também têm culpa pelo acontecido. Lembro que às vesperas da última Eurocopa, o Benfica negociava com o técnico e vazou a notícia para um jornal português, que estampou a manchete "Felipão é do Benfica". Na primeira coletiva Scolari sentenciou que por conta daquela mancada totalmente inoportuna ele nunca treinaria os encarnados. Pois dessa vez o brasileiro pisou na bola. Não que ele sozinho pudesse mudar o rumo das coisas, se a notícia de sua transferência fosse evitada. Mas é inegável que o fato de o Chelsea anunciar o acordo no meio de um torneio para qual se exige o máximo de experiência, no mínimo, tumultua o ambiente. Além disso, a impensa contribuiu para que o time perdesse o foco. Apesar de Felipão e os jogadores insistirem que não queriam falar de transferência eram inevitáveis as perguntas sobre o tema. Queriam saber se o anúncio da saída de Felipão tinha mudado o clima, se Cristiano Ronaldo iria para o Real Madrid ou se Mourinho tinha convecido Ricardo Carvalho a trocar Londres por Milão. Além disso ainda indagavam acerca de Sporting, Benfica e da bagunça feita pelo Porto. Seleção é seleção e ficar sendo inquirido sobre coisa que não condizem com o torneio certamente desconcentra os os jogadores.
Até o Deco se deixou levar. Falo "até o Deco" porque o português naturalizado foi o mais eficiente jogador da seleção portuguesa. No entanto, ele foi ate Barcelona, na véspera de Guardiola assumir o Barça, para acelerar sua transferência para o Chelsea, que será anunciado logo mais. O camisa 20 ainda teria "convidado", por meio de entrevistas, Ronaldinho Gaúcho a também se alistar no novo time de Felipão. Porém, repito Deco foi o melhor jogador de Portugal. E é por isso que não aceito que o chamem de brasileiro, pois ele pode até ter nascido no Braisl, mas mudou a nacionalidade, rejeitou a nossa pátria e abraçou a pátria e a seleção portuguesa com afinco. Deco escolheu ser de Portugal e honrou a escolha que fez, jogou com raça, foi quem mais correu e armou as principais jogadas lusas, tudo iniciava nos seus pés portugueses. Só pra confirmar o que foi dito, foi ele o cara, pelo lado de ibérico, que mais correu, foram mais de 11 Kms percorridos.
As armas falharam e a sempre decisiva Alemanha chega com força total pra, ao que tudo indica, se vingar da Coácia e, provavelmente, protagonizar uma final de "segundo lugares que metem medo em qualquer um", com a Itália.
Quarta-feira, 18 Junho 08, 10:58 PM
A seca de atacantes de verdade ne nossa seleção está grande! Depois que Ronaldo se contundiu, o Brasil vive dias desesperançosos no quesito homem-gol!
Sorte nossa que tem um hermano que vai virar brasileiro pra brilhar pela seleção canarinho!
Ele é tudo que o Dunga quer, um atacante que joga como volante!
NATURALIZA, HERREIRA!
Depois eu volto pra falar serio!
Sexta-feira, 13 Junho 08, 01:02 PM
Esse blogueiro não se cansa de defender as liberdades, as leis, a Nação e o espiríto que arregimenta tudo isso. A luta agora é para que seja permitida a entrada de JORNALISTAS do programa CQC - Custe o Que Custar- da Rede Bandeirantes no Congresso NAcional.
Sabe-se que a Constituição (Sabe por que eu falo tanto de Constituição? Porque nela está o espírito da Nação, é a Lei Maior, o compilado da esperança e dos sonhos de todos od cidadãos!) garante o livre acesso à informação e a livre busca da informação. Pois, vejam só, os nossos lindos deputados e senadores- foram eles que fizeram a Costiuição, lembra?- não são muito afeitos a essa idéia de livre isso, livre aquilo e barraram o acesso dos jornalistas do pragama nas dependências do Congresso.
Quem quiser manisfestar apoio à nobre causa clique aqui.
O banner do Blog foi mudado e fica até o fim da luta!
Quinta-feira, 12 Junho 08, 08:06 PM
O temor de todo coritiano aconteceu ontem, justamente na final da Copa do Brasil houve uma mistura do que havia de pior no Corinthians do Paulista com que há de mais grotesco nesse time na Copa do Brasil.
No campeonato estadual, o nosso mal era do meio pra frente. O time era montado com 300 volantes e a meta era não fazer gol, quem decumprisse o combinado seria entregue à Polícia pernambucana. Herreira, Lulinha, Acosta & Cia limitada cumpriram tudo direitinho. Mas justiça seja feita, pelo menos a zaga se portava de maneira extremamante segura e gol do Corinthians parecia trancado com 7 cadeados - também, com mil volantes... Já na Copa do Brasil a coisa se inverteu. A ordem era fazer gol a balde e o nosso ataque correspondeu. O problema ficava por conta da zaga, que conseguia está sempre errada e achar espaço entre a defesa do Timão era mais fácil que mastigar água.
No ex-dia da redenção, houve uma mistura sórdida do "time 1" e do "time 2" da forma que pudesse ser mais benéfica para o Sport. O que se viu foi uma defesa mais atrapalhada que o Luciano do Valle narrando jogo de time estrangeiro, onde Carlinhos Bala recebe uma bola domina, chuta e não chega um zagueiro sequer, nem pra dar um carrinho. O ataque(sic) esteve(?) altamente despretencioso. Os pernambucanos não tiveram nem que jogar bem, já que contaram com a "extrema caridade" dos paulistas. Dois gols em três minutos e a equipe, que não tinha jogado nada até o primeiro gol, ganhava o título mais fácil de sua história. Parecia que os jogadores do Timão tinham sido informados que uma aspirante que responde pela alcunha de Lúcia Helena estava fazendo a segurança da Ilha e que ela torcia por um tal Sport Clube do Recife.
Brincadeiras à parte, mas não dá de entender como o Corinthians foi tão péssimo, é inaceitável a apatia que tomou conta do time. O segundo tempo, que era pra ser só de pressão do Corinthians, foi uma mera solenidade que antecedia o fim do jogo. Mas nem tão à terra, nem tão ao mar, não dá pra se desfazer do trabalho que está sendo feito, assim como é impossível exaltá-lo e fingir que a Série B é o título que todo coritiano sonhou ganhar. Que consigam o acesso, fiquem em primeiro e formem um time de verdade pro próximo ano.
Não se poderia terminar sem falar de três personagens da final mais imbeceil que vi o corinthians jogar. Felipe, Acosta e Wellington Saci merecem ter suas atuações "lembradas".
Zero-um, pede pra sair! Se o Corinthains não vender o Felipe agora ou no máximo até o fim do ano, pode não conseguir fazer dinheiro com uma fultura negociação. Cheguei a defender sua convocação pra vaga de reserva de JC na seleção no ano passado, quando ele pegou muito. Mas a verdade é que nesse ano Felipe tem sido um goleiro excessivamente desligado. Contra o Goiás foram 3 gols que ele se limitou a olhar a bola entrar. No jogos contra o São Caetano foi um gol defensável e o peru, que só não repercutiu porque o Timão humilhou o time do ABC. Diante do Botafogo, o goleiro falhou num lance crucial, no momento em que o Corinthians se classificava com calma, mesmo jogando com 1/2 time reserva, sorte dele que depois se redimiu pegando um penal. Ontem foram duas bolas* mais que defensáveis, fáceis, gols que não se pode levar numa final, muito menos quando se joga na casa do adversário. E nem se argumente que ele é ídolo, pois o Timão não é como o Vasco- ruim com o Edmundo, muito pior sem ele-, Júlio César treina todo dia e é um desrespeito com o profissional manter Felipe em horrível fase e deixá-lo de fora, sabendo que quando o moleque foi chamado, pegou tudo.
Vou chover no molhado, Acosta é um cara que virou craque com 32 anos e apareceu pro futebol no famoso Náutico. Nada contra o time de pernambuco (aliás, tudo contra os time pernambucanos... hehe), mas é que uma coisa e jogar em time pequeno e um problema sem tamanho é jogar no Corintians. Como é que o cara chega na cara do goleiro, aos 42 minutos, em um campo sabidamente péssimo (pros dois lados, diga-se de passagem), e resolve driblar? Solta a bomba e sai pro abraço, rapaz. Se ele fizesse o gol driblando o goleiro calava a boca dos críticos, se fizesse o gol chutando de bico, era campeão da Copa do Brasil e estaria na Libertadores em 2009... A propósito, não foi pênalte!
Wellington Saci - Entrou nos minutos finais, com o time necessitando de um gol, e tinha a função de liberar o André Santos, que embora não tenha jogado bem, é sabidamente o melhor jogador do Timão. Jogou reles 56 segundos e tomou cartão vermelho por caiu na provocação de Carlinhos Bala- que àquela altura era campeão e um expulsão não mudaria nada, no máximo tomaria uns minutos. Não serve pra jogar no Corinthians, devia ser demitido ontem, logo após o cartão.
* Todo mundo que conhece o Bala sabe que quando ele pega a bola nos lados da área, ele bate cruzado. O Felipe, além de estar mal colocado, parece ter se preocupado em saltar bonito, pra ficar legal na foto e se assustou quando viu a bola passando por suas mãos. Alguém já viu goleiro bom ser dispensado? Sabe-se que ele chegou no Bragantino de graça, pois o Vitória o escurraçou após a queda pra terceira divisão. Algo ele fez por lá... Felipe não é ruim, mas também não pe confiável.
Sexta-feira, 06 Junho 08, 10:37 AM
Hoje fiquei emputecido com uma discussão sobre futebol. Não por causa da divergência, mas porque alguns abidicam do direito de pensar simplesmente por birra, pra não reconhecer que o time rival mereceu e foi competente pra vencer um campeonato.
Conversava com um amigo acerca do 4° título brasileiro do Corinthians. Ele dizia que só o Corinthians tinha um título com asterisco, por conta da descoberta da máfia do apito, e que esse campeonato estaria sub-júdice pra sempre. Eu não discuto que o esquema de corrupção do futebol tenha maculado aquele campeonato, mas não dá pra dizer que o título que o Corinthians ganhou NO CAMPO estará pra sempre sub-júdice.
Naquele ano, Adndré Rizeck, repórter do Grupo Abril, assinou a reportagem da Revista Veja, que posteriormente foi eleita a mais importante de 2005. Após uma sigilosa investigação, André conseguiu provar que o árbitro Edílson Pereira de Carvalho era um vendido que costurava resultados que favoreciam apostadores em sites estrangeiros. O árbitro apitou 11 jogos naquele Brasileirão. A Polícia Federal prendeu o juiz e um apostador dias depois e os dois confessaram tudo.
Diante disso, o STJD resolveu anular os jogos que o árbitro vendido tinha apitado e reeditá-los, agora arbitrados por outros juízes. A decisão foi tomada a despeito da versão dada por Edilson em seu interrogatório, no qual ele disse que só roubou em 7 jogos. Lembre-se que àquela época o presidente do tribunal era um CA-RI-O-CA, que passou por cima do bairrismo, da pressão de interesses e usou o bom-senso para anular as partidas. O então presidente era Luiz Zveiter, desembargador do Rio de Janeiro.
As perguntas que faço (e prometo não responder) são: O STJD agiu corretamente quando anulou os jogos e mandou que fossem refeitos? Você no lugar de Zveiter agiria diferente?
Para ajudar nas respostas, eu trago FATOS.
Nos 11 jogos apitados por Edílson Pereira de Carvalho não houve NENHUM empate. Isso mesmo, em 11 jogos de futebol que o árbitro, confessadamente corrupto, apitou não houve um mísero empate. Na rodada passada do campeonato Brasileiro da Série A, em 10 jogos, 3 saíram com igualdade no placar. Sabe-se também que nesses sites o empate não é um resultado, por assim dizer, muito rentável. Após a repetição dos jogos fraudados, SEIS partidas não tiveram vencedor, ouseja, em metade dos jogos repetidos e aptados por juízes idôneos ocorreu empate, enquanto que nos que Edilson apitou simplesmente ou alguém vencia, ou alguém vencia.
Dois jogos do Corinthians tiveram de ser refeitos, um contra o SPFC e outro contra o Santos, e quanto a esses jogos há muita controvérsia. Primeiro porque o juiz disse que nessas partidas iria roubar para o Timão, mas que não teria conseguido. No jogo que o Corinthians enfrentou o Santos, a partida estava 2x1 para o time da baixada quando Jô foi nitidamente derrubado na área, era pênalte, mas o juiz fingiu que não viu o lance e no fim o resultado terminou 3x2 pra eles (Santos + ladrão). No jogo contra o São Paulo apitado por Edilson Pereira a roubalheira foi pior, o Corinthians empatou (2x2) aos 43 minutos do segundo tempo e o vendido (que supostamente queria roubar pro Corinthians) anotou um pênalte inexistente, aos 47, para a bambizada. Primeiro, não dá pra acreditar que o juiz, pago pra roubar todos os jogos, tenha decidido que em alguns ele agiria com honestidade, mesmo que seus "patrocinadores" perdessem dinheiro. Segundo, se ele iria roubar para o Corinthians, por que motivo ele fez de tudo para o adversário sair com a vitória? E terceiro, mesmo que ele tivesse conseguido roubar para o Timão, o JUSTO seria a repetição de TODOS os jogos.
Estão aí os fatos, digam vcs- os 3 leitores que leêm esse blog- se o STJD agiu corretamente ou não anulando as partidas...
Quinta-feira, 05 Junho 08, 10:46 AM
A coerência me obriga inaugurar esse texto explicando o que penso sobre a Copa do Brasil.
Esse ano a competição foi melhor e mais disputada que as edições anteriores (que não contaram com os times que disputam a Libertadores). O Internacional veio com um time acertado, que ficava ainda mais forte com o apoio da torcida no Beira-Rio. Palmeiras e Botafogo eram os esquadrõs, as equipes mais temidas do Rio-SP, nem os times que foram pra Libertadores eram melhores que esssas equipes. Grêmio, como sempre, entrou com um time aguerrido, com bons jogadores, o problema fio o péssimo técnico. Some-se a esses times o Sport, cujo time é formado por jogadores experientes que nunca foram lá essas coisa mas que vinham jogando um futebol sem medo e souberam fazer da Ilha um campo de um time só. A CB teve também o Corinthians. Mas isso muda o que penso sobre a Copa do Brasil? Não. O torneio por mais competitivo que tenha sido, mesmo atraindo um público gigantesco e tendo sido o mais badalado dos últimos cinco anos, não deixa de ser secundário. A Libertadores e a ausência dos melhores colocados no Brasileirão do ano anterior impregnam na Copa do Brasil a sina de ser aquele torneio que sobrou para os que não conseguiram ser bons o sufientes pra irem pra Copa (inter)Continental.
Mas, para o Corinthians, que não foi bom o suficiente sequer pra continuar na primeira divisão, essa Copa do Brasil marcará o resnacimento do clube. No mesmo ano em que seremos obrigados a jogar nas terças contra times da Série B, colocamos o que era podre pra fora e agora estamos à porta da próxima Libertadores. O título fica gabaritado pela força dos adversários, pois Inter, Grêmio, Palmeiras e Botafogo terão der esperar mais um ano pra conseguir o feito que nós, a segunda divisão, realizamos.
Por menos valiosa que a Copa do Brasil seja- terceiro lugar em campeonato de par-ou-ímpar (essa foi boa!)- ela serve pra levantar a auto-estima do coritiano. Já tinha falado que pra mim o ano terminaria em maio, pois devido a CB, meu ano voltará a ter doze meses. É que em toda conversa sobre futebol que o coritiano se metia tinha sempre aquele imbecil que esbravejava "Cala a boca que a conversa é de quem está na Série A!". Caso o Corinthians vença a CB, esses retardados vão ter que engolir que o torneio vencido pelo Timão é mesmo disputado todos times da Série A que não foram pra Libertadores e que o Corinthains foi o mais competente.
Não estamos na Serie A... E daí? O time de muita gente está na principal divisão, mas vai a campo só pra participar. O mesmo aconteceu com alguns que foram pra Libertadores... Nós encaramos a CB fomos melhores que todos esses que também saíram dela como mero participantes.
ps. Alguns verbos estão no passado. Não é de propósito, garanto, mas tá difícil acreditar que o jogo na Ilha não vai ser só uma solenidade besta antes de receber a taça!
Segunda-feira, 02 Junho 08, 10:04 PM
"Se houve excesso, foi por parte do jogador".
Dê uma olhada despropositada na foto abaixo.
Agora me responde se não é uma asneira isso que o comandante da Polícia do PE falou.
Se uma cena dessas fosse protagonizada por índios, muitos perguntariam o porquê de ninguém ter o cuidade de adestrar esses criaturas.
André Luis errou. Lógico que errou, mas é inconcebível que alguém, em uma Democrácia, seja tratado de uma forma tão truculenta.
Triste ver um destempero desses como uma resposta de um órgão Estatal, sob o qual a sociedade repousa(va) a confiança e expectativa de proteção.
E o comandandte disse que são e serão tratados assim todos que cometem delitos. A pergunta que fica é quem nos protegerá da Polícia.
Diga-se de passagem, o crime do zagueiro foi praticar atos obscenos. Segundo me consta, Recife, proporcionalmente ao número de habitantes, é a capital mais violenta do País. Estranho constatar que uma Polícia tão "enérgica" com quem pratica um crime tão bárbaro como levantar o dedo médio, seja tão passiva diante de homicidas e estrupadores.
Certamente que as ONG's que defendem o Brasil livre de torturas ficam alividas com a eficiência da Polícia. É que se tratam assim quem "dar o dedo", imagine qual deve ser o tratamento dispensado a alguém que rouba um carro, por exemplo.
2014 está bem aí... E se ocorresse algo semelhante, algum argentino se negasse a sair do campo de jogo, como será que nossos pacientes policiais agiriam? Pára. Quero nem pensar na resposta...
ps. Ouvi muitos comentários do tipo "Toda Polícia é assim!". Concordo, por isso que eu morro de medo deles, mas o argumento não serve como esscudo diante do acontecido. Pelo contrário, só reforça a idéia de policiais despreparados e que se sentem deuses quando estão sob uniformes... Deuses tão poderosos que se esquecem que a responsabilidade trazida pela farda é de defender o cidadão...
Terça-feira, 27 Maio 08, 11:08 AM
Impressiona o fato da imprensa brasileira noticiar com tamanho pieguismo tratamento pouco preocupado que os argentinos dispensam ao Fluminense. A impresão que se passa é que alguns setores desejam aquecer e transportar a rivalidade Brasil x Argentina, que é puramente esportiva, para o dia-a-dia.
Me pergunto se esse pessoal já ouviu falar em futebol. Libertadores, eu tenho certeza, eles não sabem o que é.
De repente, só poque assim noticiou o Olé, virou sinal de desrespeito dizer que o Fluminense é o azarão do duelo. Se a intenção do jornal argentino é tratar o Flu com indiferença eu não sei, mas essa notícia por sí só não demonstra muito esforço pra agir com o tal desdém que estão tentando ressaltar. Desde antes do primeiro apito na Libertadores o Boca é o principal favorito ao títuloda competição, basta lembrar que os argentinos são os atuais campeões. Assim como o tricolor é considerado azarão desde o sorteio que o posicionou no mesmo grupo de LDU e Libertad.
Além disso, tradição em qualquer Copa conta muito, em Libertadores conta mais ainda. E quem tem mais tradição nessa competição que Boca? Com todo respeito, mas Fluminense nem sabe o que é isso. O time brasileiro foi a míseras 3 Libertadores e nunca tinha passado da primeira fase. Dessa vez foi mais longe por ter dado a sorte de pegar um cachorro morto nas oitavas e, nas quartas, um São Paulo sem brilho, cuja maior esperança era um brutamontes que foi enganado por alguma cigana doida e por isso decidiu ser jogador.
Bastar ler o primeiro parágrafo do texto que o Carbonell fez após a vitória do Flu sobre o SPFC pra ver que a tradição do Flu não deve ser o que mais intimide o Boca Juniors. As últimas finais que o Fluminense levou foram contra América e Figueirense (esta depois de passar por Bahia e Brasiliense). Enquanto o Boca meteu um 3x0 no Grêmio, em pleno Olímpico.
Sinceramente, se você fosse apostar todo seu dinheiro em uma das duas equipes, você confiaria em depositar sua confiança (e o seu suado dinheirinho) no Boca- cujo uniforme não tem mais espaço pra colocar tantas estrelas representando Libertadores- ou no Fluminense?
A não ser que você leia (e leve muito a sério) o globoesporte.com, certamente seu pitaco é como o meu e acha que as chances maiores são do Boca vencer o confronto com o Fluminense. Não acho que será fácil, ao contrário do pessoal do site. Lí uma análise que eles fizeram dos dois time e quase fiava convencido que o Fluzão já podia comprar as passagens pra Tóquio, onde devem enfrentar (seguindo a teses de uma futura análise) a babinha do Manchester. Pena que o bairrismo, nessa análise superou em muito bom jornalismo.
ps. Engraçado que os jornalistas conhecem bem a cabeça do Renato Gapucho. O Carbonel escreveu aqui que o técnico do Flu é um escalador. Pois bem, os moços que fizeram a análise conhecem bem esse lado volúvel de Renato, pois a próprio gosto tiraram Dodô do time e meteram o Conca de segundo atacante... E é provável que eles acertem... Vai entender!
Segunda-feira, 26 Maio 08, 09:23 PM
Não se pode duvidar do são-paulino. Nunca tinha visto um segmento tão- por assim dizer- alegre! O SPFC empata com o Cuitiba e a torcida são-paulina resolve fazer festa na paulista! Dizem que o Richarlysson, inclusive, nem queria entrar em campo... Que disposição!
Importante dizer, nesse tempo que alguns querem tirar vantagem do já enfadonho politicamente correto, que não tenho preconceito algum contra Gays, Lésbicas, São-paulinos.... Mas não se pode perder a piada!
O fato de dizer que não tenho preconceito também não quer dizer que aprovo práticas homossexuais. Pra mim natural é homem e mulher, o resto é pecado, mas Deus deu o livre arbítrio pra cada um e todos são donos de suas vidas, seus pecados... Como diz aquele funk infame: cada um no seu quadrado!
Quarta-feira, 14 Maio 08, 10:43 PM
Esse post não poderia ter título mais apropriado que essa frase que já parece com aquele povo lá do Sul. Algum cartola que pensava ser gênio bolou o ditado em 2005, ano que o Timão garantiu o tetra e que o Inter se esforçou pra conseguir uma das mais gloriosas páginas de sua desconhecida história- ser vice do Corinthians. Na falta do que fazer entre um choro e outro, ele deve ter soltado isso, certamente, sem perceber a verdade que tinha acabado de expor.
Pois bem. No fim do ano passado, em um jogo pra lá de estranho, o Inter conseguiu perder para o Goiás, uma derrota que super coincidentemente colocou o Corinthians na segunda divisão. Estava tudo muito bonito, os campeões no inferno, morrendo pra subir pra Serie A e os ex-vices sorrindo à toa por ter contribuido com a queda...
Mas a bola pune!
O Internacional foi promovido de favorito a virtual campeão da Copa do Brasil. Só foram um pouquinho negligentes e esqueceram de avisar pro Sport... E pra bola! Mesmo com um jogador a mais, a bola decidiu que havia chegado o dia do Inter pagar pelo jogo que entregaram pro Goiás, no dia 02.12.07, e Durval acertou um pombo sem asa no gol de Clemer, que ao longo de sua vida se acostou com frangos. Adeus, Internacional, morra de ódio e assita um time de verdade pela TV.
Mas o texto ainda não acabou.
No mesmo ano de 2007, o Corinthians foi obrigado a pagar o Lyon € 9 milhões pelo passe Nilmar, emum negócio escroto que a MSI nos fez herdar. Pois mesmo sabendo que nenhum time brasileiro teria condição de pagar tanto dinheiro por um jogador, Nilmar se aproveitou de uma liminar e saiu do Timão sem aceitar sequer sentar pra abrir algum tipo de negociação.
Depois disso, o atleta bichou. Depois bichou de novo. Esse ano voltou de contusão e ostenta a calamitosa marca de um gol na temporada, mesma marca de Clemer, já que o goleiro fez um gol no mesma partida que Nilmar desencantou, um 8x1, no Juventude. Parece que nesse jogo até um torcedor que não foi estádio fez gol também...
Não desejo mal a ninguém. Mas se há um cara que eu gostaria que não se desse bem no mundo do futebol, esse cara é Nilmar, cujo caráter é mais feio que o pescoço do traíra Tevez. Nilmar, mais falso que a falsidade!
A bola, ainda bem, pune!
On Sacanagem, não, Nilmar!