Domingo, 13 Abril 08, 05:44 PM
Logo que a bola rolou, nem parecia que o Palmeiras era o time que teve uma semana para treinar e descansar, assim como não parecia que o São Paulo fez uma longa viagem até Santiago e perdeu sua partida na Libertadores. Os atletas palmeirenses entraram em um tanto desligados e perdiam bolas bobas.
O São Paulo se defendia bem e depositava sua esperança nos contra-ataques. O Palmeiras conseguia levar algumas situações de perigo ao gol de Roérgio Ceni de forma esporádica. Com o passar do tempo, a tendência era que o esquema de jogo são-paulino desmoronasse.
Mas saiu o primeiro gol, marcado por Adriano. Irregular, é bem verdade, mas o fato é que a partir daí o Palmeiras, que já estava instável, piorou de vez. Enquanto isso, o São Paulo conseguia a tranquilidade necessária para fazer seu jogo.
Valdivia e Diego Souza não conseguiam produzir. Os dois se transformaram em presas fáceis para o ferrolho tricolor.
E essa foi a síntese do primeiro tempo. Esperava-se que Wanderley Luxemburgo tirasse um coelho da cartola para o segundo tempo. No entanto, depois de uma falha da defesa, Adriano, que escolheu o Palmeiras para ser vítima de seus gols, ampliava a vantagem.
Somente a partir daí que Luxemburgo se mexeu. Tirou Pierre, que já tinha cartão amarelo e não teve como parar Adriano no lance do segundo gol.
Mas a alteração que fez a diferença foi a entrada de Lenny. Ele não se intimidou, e resolveu enfrentar a retranca do São Paulo. Com isso, conseguiu um pênalti. Alex Mineiro cobrou sem frescura e manteve as esperanças do Palmeiras de sair com um empate.
A partir de então, o Palmeiras conseguiu empurrar ainda mais o São Paulo para a defesa, mas não houve sucesso nas finalizações. No fim das contas, o resultado não foi tão ruim. Mas o alviverde precisa entrar em campo muito mais ligado na partida da próxima semana.
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Paulo Cesar de Oliveira fez uma péssima arbitragem. Apitou faltas que não existiram, deixou de marcar as que realmente aconteceram, distribuiu cartões amarelos logo no início da partida como uma forma de intimidar os jogadores e, pior, validou um gol irregular. A história do jogo mudou a partir daí. Por isso que o placar moral desse primeiro jogo das semi-finais é 1 x 1.
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Amigos, com este post me despeço do OleOle. Vou continuar com o blog, agora no Blogger/Blogspot. Quem quiser acompanhar o que eu escrevo, o endereço é http://amendoimneles.blogspot.com/
Agradeço ao pessoal do OleOle pela paciência e deixo aqui meu abraço a todos, sem exceção, desta comunidade
Terça-feira, 05 Junho 07, 07:08 PM
Virou tradição. Os confrontos entre clubes paulistas e gaúchos seja por Libertadores, Copa do Brasil ou Brasileirão, estão envolvidos por confusões fora das quatro linhas e, pior, muitas delas a partir de atitudes de profissionais do microfone. Em 2006, não nos esqueçamos que o narrador Pedro Ernesto Denardin, da Rádio Gaúcha, ganhou o título de inimigo público número um da torcida do São Paulo depois de dizer aos microfones de sua emissora que o Internacional estava rasgando a camisa tricolor na final da Libertadores daquele ano. Agora em 2007, outro narrador gaúcho, Daniel Oliveira, da Bandeirantes local, tmabém ganhou o ódio dos são-paulinos falando que o clube estava sendo trucidado pelo Grêmio, em partida válida também pela competição sul-americana. Tivemos um novo round agora. Tudo porque o radialista Jonas Greb, do programa Santos Sempre Santos, veiculado pela Rádio Trianon, chamou os gaúchos de "bichonas", não sem antes manda-los ao inferno. Greb estava comentando sobre possíveis maus tratos que os torcedores santistas sofreram quando foram ao Olímpico na última quarta. Há um vídeo no You Tube que traz as declarações do radialista. Aliás, Greb conseguiu um feito inédito: uniu as torcidas de Grêmio e Internacional. No caso das narrações, não vejo (ou melhor, ouço) nada de mais. São locutores gaúchos falando para o torcedor gaúcho e procurando sempre enaltecer as coisas do estado. Exageros vão acontecer, como no caso de Daniel Oliveira, que poderia ter utilizado outro verbo no lugar de "trucidar". Por sua vez, Jonas Greb, agiu da pior forma possível para um comunicador. Se a torcida do Santos passou maus bocados em Porto Alegre, seu dever é denunciar isso, mas nunca do modo como fez. Vamos aguardar o capítulo da próxima quarta-feira.
Quinta-feira, 24 Maio 07, 12:17 AM
Se Eduardo José Farah fosse presidente da Conmebol, o América estaria em maus lencóis por ter colocado em campo o mistão para enfrentar o Santos nas quartas-de-final da Libertadores. Essa atitude reabre uma velha discussão: qual a validade de se convidar clubes mexicanos para a disputa do mais tradicional campeonato inter-clubes? Talvez só a Conmebol lucre com isso, pois é uma possíblidade a mais de receita com os direitos de transmissão pela televisão. As emissoras mexicanas têm muito dinheiro em caixa. Agora, do ponto de vista esportivo a coisa muda de figura, a começar pelas viagens. Estamos falando de uma distância intercontinental e para os clubes mexicanos, o estorvo ainda é maior pelo fato de que eles saem de seu continente por três vezes em um curto espaço de tempo, isso só na fase de grupos. Aqueles que chegarem mais longe vão se acabar com o "jet leg". E o esforço todo acaba sendo em vão. O clube do México que conquistar a Libertadores não se classifica para o Mundial de Clubes. Por essas e outras que a atitude do América não deve ser censurada. Melhor para o Santos que não tem nada a ver com isso, e aproveitou o cansaço do adversário e pode impor a virada no placar na partida da última quarta-feira.
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Por onde anda Eduardo José Farah?
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Quem gostou do nome deste blog foi Zancopé Simões, lenda viva do radio e televisão, que hoje comanda o "Bandeirantes a Caminho do Sol", na Rádio Bandeirantes (SP).
On Empate justo em 50% de futebol apresentado